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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Quer saber como utilizar de forma correta a Redesim? No dia 2 de março, das 9 às 12, na CDL


Ampliando estratégias em prol do bem comum

Desde que foram implantas as Câmaras Setoriais na CDL de Santa Cruz do Capibaribe, o foco da entidade é trabalhar ações segmentadas para cada setor. Continuadamente, os diretores destas câmaras se reúnem com o presidente da CDL a fim de traçar estratégias para o fortalecimento lojista. Na noite desta terça-feira (21), foi a vez dos diretores da Câmara Setorial dos Atacadistas Têxteis, que tem como coordenador o empresário Gustavo Bezerra, se reunir com o presidente da CDL, Bruno Bezerra para pensar ampliar uma discussão acerca da classe em busca de ganho de competitividade para o setor.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

PIB brasileiro cresceu 1% em 2017, diz FGV

Fonte: Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1% em 2017 e atingiu o valor de R$ 6,51 trilhões, segundo o Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador, divulgado hoje (21), não é um dado oficial, já que o PIB é calculado oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e será divulgado no dia 1º de março.

Segundo a FGV, o indicador cresceu depois de dois anos de retração, com resultados positivos na agropecuária (12,8%), indústria (0,1%) e no setor de serviços (0,3%). Entre os segmentos da indústria, a principal alta ficou com a extrativa mineral (4,5%). A construção teve a única queda dentro da indústria (-5%).

Entre os segmentos dos serviços, o destaque ficou com o comércio (1,8%). Também cresceram os grupos de transportes (1,1%), imobiliários (1%) e outros serviços (0,7%). Tiveram queda os serviços de informação (-1,7%), intermediação financeira (-1,6%) e administração pública (-0,6%).

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, com alta de 1,1%, e as exportações, com avanço de 6%, foram os responsáveis pelo crescimento da economia brasileira. Os investimentos tiveram queda de 1,9% e o consumo do governo recuou 0,5%. As importações cresceram 4,9%.

Último trimestre

No quarto trimestre do ano, o PIB cresceu 2,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com altas de 5,1% na agropecuária, 3,1% na indústria e 1,9% nos serviços. Sob a ótica da demanda, foram registrados crescimentos de 3% no consumo das famílias, 3,5% nos investimentos e 12,4% nas exportações. O consumo do governo manteve-se estável.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Veja qual produto SPC é ideal para a sua empresa


Mercado reduz de 3,84% para 3,81% estimativa da inflação para este ano

Fonte: Agência Brasil

O mercado financeiro reduziu a projeção de inflação e aumentou a expectativa de crescimento da economia para este ano, de acordo com o boletim Focus, divulgado hoje (19) pelo Banco Central, em Brasília.

A expectativa do mercado é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - a inflação oficial do país - fique em 3,81% em 2018, uma redução em relação aos 3,84% projetados na semana passada.

A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, deste ano aumentou, passando de 2,70% da semana passada  para 2,80%.

A expectativa do mercado para o crescimento da economia segue, no entanto, menor que a estimativa do governo, que estima um PIB de 3% para 2018.

Para 2019, no entanto, as projeções foram mantidas em relação à última publicação. Para o mercado, a expectativa é que o PIB do ano que vem seja de 3%. A expectativa para a inflação foi mantida em 4,25%.

O Boletim Focus é lançado no início da semana com a média das expectativas de bancos, instituições financeiras, consultorias e empresas sobre os principais indicadores relacionados à economia brasileira, como os diversos índices de inflação, o Produto Interno Bruto, a taxa de câmbio e a taxa de juros básica da economia, a Selic.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Moda Center Convoca condôminos para decidir se feiras devem permanecer nos domingos

O Síndico do Condomínio Moda Center Santa Cruz, no uso de suas atribuições previstas na Convenção do Condomínio, vem pelo presente convocar todos os condôminos do empreendimento para a ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, a ser realizada no dia 27 de fevereiro de 2018, em primeira chamada às 7h30. Não havendo quórum suficiente, a assembleia será iniciada em segunda chamada, às 8h30, com a presença de qualquer número de condôminos, estendendo-se até às 17h, no Corredor Central, entre as praças de alimentação dos setores Azul e Laranja do centro de compras, localizado na Av. Moda Center, SN, Bela Vista, Santa Cruz do Capibaribe-PE, para votar pela manutenção ou alteração do atual Calendário de Feiras do Moda Center Santa Cruz. De forma democrática, os condôminos deverão optar por uma das seguintes alternativas:

a) Não-realização de feiras aos domingos (nenhum domingo do ano);
b) Realização de feiras todos os domingos (durante o ano todo);
c) Manutenção do atual calendário, com feiras aos domingos nas duas altas temporadas do ano.

A votação acontecerá por meio de cédula. Poderão participar todos os condôminos ou locatários que apresentem documento de procuração específica para este fim, assinada pelo proprietário da unidade comercial e reconhecida em cartório. Todavia, terão direito a voto apenas os adimplentes com suas obrigações condominiais até o dia 23 de fevereiro de 2018. Todos os participantes deverão apresentar documento de identificação com foto. Solicita-se o comparecimento de todos os condôminos ou procuradores, uma vez que os assuntos são de interesse destes e as decisões deliberadas por qualquer número de participantes obrigarão todos a cumpri-las. O presente edital, conforme previsão legal, será publicado em jornal de grande circulação no Estado e no Município, além de divulgado nos meios de comunicação na internet e nas emissoras de rádio locais, sendo ainda cópias do presente afixadas em todos os módulos do Condomínio Moda Center Santa Cruz, a fim de que não se alegue ignorância.

Santa Cruz do Capibaribe, 10 de fevereiro de 2018.
Janilton Allan Maia Carneiro
Síndico


Arrecadação do Simples acelera em 2017 e cresce 15%, a R$ 83 bilhões

Fonte: DCI-SP

Expansão reflete o aumento do empreendedorismo por necessidade e o processo de recuperação da economia brasileira; em 2016, receita do regime já havia se recuperado ao ter alta de 10%.
A arrecadação do Simples Nacional acelerou o ritmo de crescimento em 2017, ao expandir 15,5%, a R$ 83,809 bilhões, em relação a 2016, refletindo o aumento do empreendedorismo por necessidade e a lenta recuperação da economia do País. Em 2016, essa receita já havia se recuperado da queda observada em 2015 (-19,7%, para R$ 56 bilhões), ao registrar elevação de 10,2%, para uma soma de R$ 68,282 bilhões, conforme dados da Receita Federal do Brasil (RFB). Todas as variações são em termos reais, ou seja, estão corrigidas pela inflação.
A professora de economia da Fe c a p, Juliana Inhasz, avalia que a expansão da arrecadação do Simples em 2016 já representava o crescimento do empreendedorismo por necessidade, como resposta ao acelerado aumento da taxa de desemprego no período. A taxa média de desocupação de 2016 chegou a 11,5%, contra 8,5% registrada em 2015. Já no ano passado, esta subiu a 12,7%, porém se deslocou para 11,8%, na mé- dia do quarto trimestre. “A recessão foi muito severa. Muita gente que perdeu o emprego, abriu empresas e se formalizou para conseguir prestar serviços, emitir notas fiscais e, até mesmo, pedir fin a n c i a m e n t o”, ressalta Inhasz. “De 2015 para 2016, o aumento da receita do Simples está relacionado, especificamente, com este movimento de recolocação no mercado por meio do trabalho autônomo. O crescimento da arrecadação de 2016 a 2017 também tem relação com isso [com empreendedorismo por necessidade], mas também com o lento processo de recuperação da a t i v i d a d e”, completa a professora da Fecap. A projeção do mercado para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2017 é de 1%.
O coordenador do MBA de Finanças e Negócios da Faculdade Fi p e c a f i, Nilton Belz, afirma, por sua vez, que a expectativa para este ano é de continuidade do crescimento da receita do Simples, tendo em vista as projeções entre 2% a 3% para o PIB de 2018. A mediana do mercado indica, por exemplo, avanço de 2,7% para a economia do País este ano. Além disso, para Belz, um segundo fator que irá impulsionar a receita tributária do regime simplificado é o aumento dos tetos de faturamento. No dia 1º de janeiro deste ano, o teto da receita bruta anual para ser aceito no Simples passou de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões.

R e c u p e ra ç ã o

Outros dados divulgados, neste ano, apontam para uma recuperação da atividade dos micro e pequenos negócios. Informações da Serasa Exper ian mostram que o número de pedidos de recuperação judicial entre o segmento passou a cair neste ano. Enquanto em janeiro de 2017, houve 52 solicitações, no mesmo mês de 2018, este número recuou para 32, queda de 38,4%. Em janeiro de 2016, foram 51 pedidos. Já os requerimentos de falência tiveram retração de 13,2%, ao passarem de 53 em janeiro de 2017, para 46 em igual período de 2018. No primeiro mês de 2016, as solicitações chegaram 56. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), por sua vez, mostram que os micro e pequenos negócios geraram 330 mil vagas formais de emprego em 2017, enquanto as médias e as grandes, fecharam 350 mil postos. Para Inhasz, da Fecap, as informações sobre o trabalha formal indicam que as pequenas estão sendo puxando a recuperação da economia. “Os negócios de menor porte estão absorvendo a mão de obra desempregada pela grande empresa e impulsionando o lento processo de retomada”, reforça a professora da Fecap, acrescentando que os pequenos negócios tendem a elevar ainda mais contratações com a expectativa de crescimento de 2,7% do PIB de 2018.
Sobre este ponto, o professor Nilton Belz observa que as pequenas empresas brasileiras conseguiram se ajustar mais rapidamente ao processo de recessão do que as grandes, dada a sua estrutura menor e menos complexa. Uma pesquisa do Centro de Estudos em Negócios do In s - p e r, com apoio do Sa n t a n d e r, mostrou ainda que os pequenos e médios empresários brasileiros estão mais confiantes com relação à economia. Este item obteve a maior alta na sondagem do Índice de Confiança do Pequeno e Médio Empresário (IC-PMN) do primeiro trimestre de 2018, ao crescer 6,3%, para 65,7 pontos, quando comparado com o último trimestre de 2017. A avaliação sobre o lucro também obteve alta, com acréscimo de 4,2%, (71,9 pontos).

NOVAS ATIVIDADES NO REGIME EM 2018

Uma série de mudanças no Simples Nacional entraram em vigor no dia 1º de janeiro de 2018. Além da alteração dos tetos de faturamento, o governo incluiu outras atividades que poderão ser tributadas pelo regime simplificado. As principais delas são a indústria ou comércio de bebidas alcoólicas, como cervejarias e vinícolas; serviços médicos, como medicina, enfermagem e medicina veterinária; representação comercial; auditoria, economia, consultoria, gestão, além de outras atividades que estejam relacionadas à prestação de serviços intelectuais.


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Aluna santacruzense é classificada no The Voice Kids

No último domingo (11), a população de Santa Cruz do Capibaribe teve a grata surpresa de ver uma conterrânea subir ao palco do The Voice Kids, programa global, e ser classificada. Trata-se da pequena Júlia Costa. Pequena no tamanho, mas grande no talento. A candidata cantou o clássico de Dominguinhos e Djavan, Retrato da Vida, e chamou a atenção dos jurados, sendo classificada para a próxima fase no time de Cláudia Leite.

Júlia é aluna do Educandário Antônio Burgos – EAB, escola associada à Câmara Setorial das Escolas da CDL de Santa Cruz do Capibaribe, entidade que tem a honra de parabenizar a Júlia e desejar todo talento necessário para que a mesma siga com sucesso nas próximas fases do programa.

Quer rever Júlia cantando no The Voice, assista aqui, no Globo Play.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

SPC Brasil realiza capacitação com CDLs pernambucanas

O SPC Brasil esteve realizando uma capacitação com colaboradores das CDLs de Pernambuco. A ação aconteceu nesta quarta-feira (07), na CDL da cidade de Arcoverde, onde reuniu várias entidades do Agreste do Estado, dentre elas a CDL de Santa Cruz do Capibaribe, representada pela Executiva, Katyane Amaral e Tais Cardoso.


O Seminário Técnico do SPC foi apresentado pela analista Ana Paula, do setor de treinamento e capacitação do SPC Brasil. O evento contou ainda com toda equipe da FCDL-PE, liderado pelo gestor de comunicação, Rhuan Torres.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018


Carnaval deve mobilizar 72 milhões de consumidores, aponta estudo do SPC Brasil e CNDL

Fonte: CNDL



O ano de 2018 mal começou e muitos brasileiros já fazem planos para comemorar a festa mais popular do país. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que o Carnaval deve mobilizar mais de 72 milhões de consumidores em todas as capitais do país. De acordo com o estudo, 48% dos brasileiros devem realizar alguma compra ou contratação de serviços para aproveitar os dias de feriado. Os que não devem consumir produtos relacionados ao Carnaval somam 27% dos entrevistados, enquanto 25% mostram-se indecisos.
Por ser um dos feriados mais extensos do calendário, o Carnaval é uma data em que muitas pessoas decidem viajar para aproveitar a folia longe de casa. De acordo com o levantamento, 32% dos entrevistados devem viajar a lazer na data, 27% pretendem viajar para a casa de parentes e amigos, enquanto 20% devem participar de eventos na própria cidade onde moram. Os que vão descansar em retiros espirituais somam 4% da amostra. Os locais de hospedagem mais comuns devem ser a casa de familiares e amigos (46%), hotéis e pousadas (23%) e apartamentos, sítios ou casas alugadas (14%).
Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, além de fazer parte da cultura nacional, o Carnaval representa um grande potencial de consumo para os empresários brasileiros. “Mais do que uma grande festa, o Carnaval é um grande negócio, que impulsiona muitos setores da economia. Se por um lado, o país inteiro está prestes a mergulhar em um longo feriado coletivo, por outro, a indústria do turismo e empresas de comércio e serviços comemoram o enorme alcance da data e se preparam para atender a uma demanda de consumo diversificada”, afirma Pellizzaro Junior.
De acordo com o levantamento, considerando os brasileiros que devem desembolsar no Carnaval deste ano, 49% planejam participar de blocos de rua para comemorar o feriado. Outras atividades comuns neste ano serão as festas em clube ou boates (26%), ensaios de escola de samba (24%), shows em trios elétricos (23%) e desfiles em escolas de samba (20%).
Gasto médio por consumidor será de R$ 847; consumo de cerveja e idas a bares e restaurantes serão principais gastos
De acordo com a pesquisa, a maior parte dos consumidores deve reduzir os gastos com o Carnaval ou mantê-los parecidos com os do ano passado. Quatro em cada dez (40%) entrevistados planejam gastar menos, enquanto 32% vão desembolsar a mesma quantia que em 2017. Os que pretendem aumentar os gastos somam 21% da amostra.
No total, o gasto médio do consumidor brasileiro com os dias de folia deve ser de aproximadamente R$ 847,35, cifra que sobe para R$ 969,10 entre os homens e para R$ 1.185,42 entre as pessoas das classes A e B.
consumo de bebidas, como cerveja (57%), refrigerantes (52%) e água (52%), além de lanches (51%) e protetor solar (43%) serão os produtos mais consumidos no Carnaval deste ano. Destaca-se ainda que três em cada dez (31%) entrevistados devem adquirir alguma fantasia ou adereços para comemorar o feriado e 24% vão comprar preservativos.
Considerando os serviços, os mais procurados devem ser os de bares e restaurantes (50%), taxis ou serviços de transporte por aplicativos (31%), passagens aéreas (24%) e hospedagens em hotéis e pousadas (23%).
66% dos consumidores vão concentrar compras em supermercados. Apesar da inflação baixa, sensação é de que Carnaval está mais caro
Os supermercados são os locais que devem concentrar a maior parte das compras ligadas ao Carnaval: 66% dos consumidores devem frequentar algum desses estabelecimentos. Em segundo lugar aparecem os shopping centers (30%), em terceiro as lojas de rua (30%) e logo depois, as lojas de departamento (27%).
Apesar de a inflação ter se mantido abaixo da meta estipulada pelo governo em 2017, a maioria dos entrevistados (51%) acredita que os preços dos produtos e serviços ligados ao Carnaval estão mais caros neste ano do que no mesmo período do ano passado. Outros 30% consideram que estão na mesma faixa de preço, ao passo que 15% pensam estar mais baratos.
Considerando as despesas com comida e bebida, a pesquisa indica que a maioria tem a intenção de pagar à vista, seja em dinheiro (68%) ou no cartão de débito (47%). Algo semelhante ocorre com os gastos previstos com viagens nesse período. A metade (50%) desses entrevistados planeja pagá-las em dinheiro, enquanto 39% vão optar pelo cartão de débito e 38% escolherão as parcelas no cartão de crédito. Para quem vai dividir as despesas da viagem em prestações, a média é de seis parcelas, o que significa que o orçamento do consumidor ficará comprometido com esses gastos pelo menos até o mês de agosto.
Dois em cada dez entrevistados vão curtir o Carnaval sem ter planejado orçamento. Carnaval do ano passado deixou 21% com o nome sujo
O levantamento demonstra que a empolgação com os gastos de Carnaval pode comprometer as finanças do brasileiro. Embora a maioria (80%) dos foliões garanta ter feito um planejamento para os gastos que farão no feriado, 20% das pessoas ouvidas disseram que vão aproveitar a data sem ter estipulado um teto de gastos ou juntado dinheiro para isso.
De modo geral, 40% dos consumidores que terão gastos no Carnaval deste ano admitem ter o costume de extrapolar o orçamento quando festejam a data, sobretudo com comidas e bebidas (24%), festas (14%) e viagens (12%).
O Carnaval do ano passado é um lembrete de que o excesso de gastos não planejados no orçamento pode trazer prejuízos e complicar a vida financeira do consumidor. Dados do levantamento apontam que 21% dos brasileiros que tiveram gastos no período do Carnaval de 2017 ficaram com o nome sujo por conta de pagamentos pendentes da data. E considerando aqueles que manifestaram a intenção de gastar no Carnaval de 2018, 31% estão com o CPF em cadastros de inadimplentes, principalmente os consumidores de 35 a 49 anos (41%) e das classes C, D e E (36%).
Para o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, a descontração e euforia típicas do Carnaval são naturais, mas os excessos podem
custar caro ao bolso do consumidor. “Se o consumidor se deixar levar pela empolgação, o risco assumido é o de passar grande parte de 2018 lidando com as dívidas de poucos dias de festa. É necessário estabelecer um limite para os gastos e planejá-los com antecedência”, orienta Vignoli.

Maioria vai pegar estrada para aproveitar o Carnaval e 72% temem sofrer alguma violência
Outra constatação do estudo é que a maioria dos foliões vai pegar a estrada para passar o Carnaval. Considerando o meio de transporte, 64% vão optar pela viagem de automóvel, 35% escolherão ônibus e outros 23% devem viajar de avião.
De modo geral, sete em cada dez (69%) consumidores que vão aproveitar o Carnaval pretendem usar seus perfis nas redes sociais para compartilhar com os amigos os momentos de descontração. Apesar de toda a alegria associada ao Carnaval, 72% dos entrevistados temem sofrer algum tipo de violência durante as festas do feriado.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Confiança dos MPEs termina janeiro com 54,6 pontos e inicia 2018 com otimismo, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Fonte: Ascom SPC Brasil e CNDL



Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 54,6 pontos em janeiro, acima dos 51,1 pontos no último mês de dezembro, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Pela quarta vez seguida, o resultado ficou acima dos 50 pontos, indicando que o clima de otimismo tem prevalecido entre os entrevistados. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.
“Tanto a avaliação do cenário atual quanto as expectativas para futuro cresceram neste início de ano, com destaque para o crescimento do segundo componente”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. “A recuperação econômica em curso contribui para a melhora do humor dos empresários. A percepção do cenário atual já é bem melhor do que a observada no início de 2017. Se confirmadas as expectativas ao longo de 2018, a confiança poderá consolidar-se acima do nível neutro, quem sabe encorajando os micro e pequenos empresários ao investimento e, por consequência, iniciando um ciclo virtuoso para a economia”, analisa.
Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.
Indicador de Condições Gerais avança de 34,2 pontos para 41,6 pontos em um ano
Indicador de Condições Gerais, que avalia o retrospecto do micro e pequeno empresário sobre o desempenho de suas empresas e da economia nos últimos seis meses, subiu de 34,2 pontos em janeiro de 2017 para 41,6 pontos em janeiro de 2018. Como o índice continua abaixo do nível neutro de 50 pontos, significa que os empresários ainda não enxergam os últimos seis meses de forma favorável, embora o crescimento do índice aponte uma interrupção na trajetória de piora.
Na abertura do indicador, tanto a avaliação regressa de seus negócios quanto da economia, apresentaram melhora na variação anual. No primeiro caso, passou de 37,4 pontos para 44,9 pontos na escala. Já para o desempenho recente da economia, a evolução positiva foi de 31,0 pontos para 38,4 pontos.
Em termos percentuais, 50% dos micro e pequenos empresários sondados consideram que as condições da economia brasileira pioraram nos últimos seis meses. Apesar de elevado, o número alcançou 63% em janeiro de 2017. Já a proporção dos que notaram melhora da economia marcou 23% em janeiro.
51% dos MPEs estão otimistas com o futuro da economia do país
Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, ficou em 64,4 pontos em janeiro de 2018, contra 59,0 observados em dezembro de 2017 e dos 63,6 pontos que marcara em janeiro de 2017.
De acordo com o levantamento, 51% dos micro e pequenos empresários estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 18% de pessimistas. Quando essa análise se restringe à realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 64% dos empresários otimistas contra um percentual de 8% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.
Apesar da confiança dos empresários no desempenho da economia, na maior parte dos casos, os entrevistados não sabem explicar as razões: 40% desses empresários admitiram não saber o porquê de seu otimismo, apenas acreditam que coisas boas devem acontecer. A mesma razão é citada por 26% dos micro e pequenos empresários que estão otimistas com seus negócios.
Entre os que estão otimistas com a economia, há também 38% que já notam a melhora de alguns indicadores econômicos e 16% que o País tem um amplo mercado consumidor. Já entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, 35% confiam na boa gestão que fazem do negócio, medida que os fazem se distanciar dos efeitos da crise, na opinião desses entrevistados.
Em sentido oposto, entre os pessimistas com a economia, a questão política também ganha protagonismo, revelando que a incerteza no campo político afeta as perspectivas econômicas de 69% dos desses entrevistados. Dentre os pessimistas com o próprio negócio, 48% afirmam que o volume de vendas está baixo e 30% consideram difícil empreender no Brasil.
Outro dado investigado pelo levantamento foi o faturamento das empresas. A maior parte (49%) dos micro e pequenos empresários acredita que o faturamento poderá crescer. Outros 41% acham que ele não se alterará ao longo deste primeiro semestre do ano, contra apenas 6% dos que esperam queda das receitas.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

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MPE registra saldo positivo na geração de emprego em 2017

Fonte: Agência SEBRAE

Depois de dois anos com saldos negativos, os pequenos negócios voltam a reagir com saldo positivo na geração de empregos em 2017. Os pequenos negócios acumularam um saldo de aproximadamente 330 mil novos empregos, nos últimos 12 meses, na contramão das médias e grandes empresas, que foram responsáveis pela extinção líquida de 350 mil postos de trabalho neste mesmo período. “Os números mostram que há uma sinalização real em reverter de vez os saldos negativos de 2015 e 2016. Isso demonstra a força e importância das micro e pequenas empresas na geração de empregos do país”, explica o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O acumulado do ano aponta ainda que praticamente todos os setores obtiveram resultado positivo, com destaque para as MPE do setor de Serviços, com um saldo de 206,4 mil postos de trabalho formais gerados, seguidas das do Comércio, com 90 mil novos empregos. Os dados são do levantamento feito pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Apenas os setores da Construção Civil e da Extração Mineral registraram saldos negativos de 6,4 mil e de 2,1 mil, respectivamente.

Ao longo do ano, com exceção dos meses de março e dezembro, as micro e pequenas empresas apresentaram número de contratação superior ao de demissões. “E apesar das médias e grandes empresas terem fechado 2017 com saldo negativo, há uma sinalização de que haverá recuperação geral na geração de empregos, o que também é bom para as micro e pequenas”, destaca Afif. Em função da sazonalidade, as empresas, de um modo geral, apresentam saldos negativos de empregos todos os anos no mês de dezembro, que em 2017 foram puxados pela Indústria e pelo setor de Serviços. No último mês do ano passado, os pequenos negócios registraram o saldo negativo de 164 mil empregos, enquanto as médias e grandes empresas computaram também saldo negativo de 147 mil empregos.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

CDL prepara projetos para novos cursos de aperfeiçoamento

Uma das perspectivas da CDL de Santa Cruz do Capibaribe nesse início de ano é fomentar novos cursos para novas áreas de aperfeiçoamento. Com base nisso, o presidente da CDL, Bruno Bezerra, se reuniu nesta terça-feira (30) com o consultor e professor Alfredo Galamba, da Expolab, a fim de discutir ações para a entidade.

Na reunião, uma nova matriz de cursos foi discutida, no intuito de promover capacitação em outras áreas para profissionais de Santa Cruz do Capibaribe e região. “A cidade cresce e surgem demandas para novos profissionais e os mesmos precisam estar preparados para abraçar as novas oportunidades que surgem no mercado de trabalho e nós da CDL iremos promover cursos com essa visão de desenvolvimento”, disse o presidente.


Além do Alfredo Galamba e sua esposa, o Designer Flávio Amorim também participou da reunião. Em breve os novos cursos serão divulgados.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

45% dos brasileiros não controlam as próprias finanças, mostra pesquisa sobre educação financeira do SPC Brasil e CNDL

Fonte: Ascom SPC Brasil e CNDL

31% dos consumidores são inseguros para lidar com dinheiro e 34% deixam de cuidar das finanças por indisciplina. Em vez juntar dinheiro e comprar à vista, 45% optam por parcelar. SPC Brasil lança aplicativo com dicas para melhorar gestão do orçamento

Planejar as despesas da casa, organizar o orçamento de acordo com a receita disponível e não exagerar nas compras impulsivas. O brasileiro até sabe o que precisa ser feito, mas nem sempre coloca a teoria em prática. Um estudo realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 45% dos brasileiros admitem não fazer um controle efetivo do próprio orçamento, percentual que sobe para 48% entre as pessoas das classes C/D/E e para 51% entre os homens. Entre os que fazem uma administração precária do orçamento, 21% confiam na própria memória para gerir os recursos financeiros.
Os que fazem um controle de fato do orçamento somam 55% dos consumidores, sendo o caderno de anotações (28%), a planilha em Excel (18%) e aplicativos no celular (9%) as práticas mais adotadas. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a disciplina é parte fundamental para uma vida financeira saudável. “Foco e esforço são essenciais para se alcançar uma vida financeira equilibrada. Não importa a ferramenta utilizada para anotar os gastos, importa que o método seja organizado. Algumas pessoas têm facilidade com planilhas ou aplicativos, outras preferem o velho caderninho de anotações. O importante é anotar e principalmente analisar os registros, de forma que o consumidor identifique onde há sobras e onde o orçamento deve ser ajustado”, aconselha a economista.
O levantamento ainda revela que a maior parte dos consumidores brasileiros garante ser autodidata nos conhecimentos para gerir o próprio dinheiro: entre aqueles que acreditam ter um bom grau de conhecimento para gerenciar suas finanças pessoas, 45% aprenderem sozinhos, enquanto 34% tiveram ensinamentos desde cedo com a própria família. Os que aprenderam a gerenciar as finanças com o marido ou esposa são 14%, enquanto 9% fizeram um curso e 6% recorreram a algum especialista.
De modo geral, 51% dos consumidores avaliam ter um grau ótimo ou bom para gerenciar seu dinheiro e 48% consideram esse conhecimento ruim ou regular. Além disso, três em cada dez (31%) brasileiros admitem insegurança para gerenciar o próprio dinheiro, contra 46% que se consideram seguros. Outros 23% mostram-se indiferentes.
Mesmo entre os que controlam orçamento, 59% sentem dificuldades na tarefa; falta de disciplina é o maior vilão dos que não têm educação financeira
De acordo com a pesquisa, em cada dez consumidores que controlam seu orçamento, seis (59%) sentem alguma dificuldade ao executar essa tarefa, sendo as principais queixas a falta de disciplina em anotar os gastos e rendimentos com regularidade (26%), a falta de tempo (12%), a dificuldade em encontrar um mecanismo simples de controle (11%) e a dificuldade em fazer cálculos (5%). Os que não sentem dificuldades somam 41% da amostra.
A falta de disciplina também é a principal justificativa para aqueles que não controlam o próprio orçamento, com 34% de menções. Outros 15% não veem necessidade em registrar gastos, fazendo as contas apenas de cabeça, enquanto 11% justificam o fato de terem uma renda que varia de um mês para o outro. Há ainda 10% que admitem preguiça e 10% que não sabem como fazer.
Consumidor anota despesas básicas da casa, mas se descuida das pequenas compras; 57% não planejam o mês com antecedência
Entre aqueles consumidores que fazem um controle adequado do seu orçamento, os gastos de primeira necessidade e de valores mais elevados são os que recebem um tratamento mais cuidadoso. A pesquisa aponta que 92% anotam despesas básicas, como mantimentos, produtos de higiene, mensalidades escolares e contas da casa como água, luz, condomínio e aluguel. O mesmo percentual de 92% também anota as prestações contraídas no carnê, crediário e cartão de crédito que vencem nos meses seguintes. Outros 85% sempre anotam os rendimentos, como salários, pensões e aposentadorias.
Entretanto, o controle dos pequenos gastos cotidianos e compras não planejadas ainda são deixadas de lado por parte expressiva dos entrevistados. O dinheiro que poupam dos salários ou investem (24% que não controlam), gastos esporádicos com lazer e beleza (30% que não controlam) e pequenos gastos do dia a dia, como estacionamento, despesas com taxi e com idas para bares e restaurantes, por exemplo (36% que não controlam), ficaram nos últimos lugares do ranking das principais anotações.
No momento de lidar com o controle dos gastos mensais, os perfis dos brasileiros que controlam seu orçamento se dividem: enquanto 43% planejam o mês com antecedência, anotando os rendimentos e o que esperam gastar, outros 35% preferem anotar os gastos no decorrer do mês, verificando posteriormente como ficou o orçamento. Os que só anotam os gastos depois que o mês termina somam 21% da amostra, percentual que sobe para 25% entre os consumidores da classe C.
“Anotar as despesas no fim do mês é um grande risco, pois não há um controle real do quanto se gasta. Quando chega a hora de fazer as contas, pode ser que o consumidor tenha ultrapassado o limite do orçamento, ficando no vermelho. Uma boa estratégia para evitar que isso aconteça é reservar uma quantia fixa todo mês para as compras menores e respeitar esse limite. Mas, para isso, o planejamento das contas deve ser feito no início do mês”, diz o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.
69% pechincham na hora das compras, mas 45% costumam parcelar em vez de juntar dinheiro para comprar à vista
De acordo com a pesquisa, 84% dos consumidores têm o hábito de fazer pesquisa de preço e 69% costumam pechinchar em busca de valores mais em conta. Mas uma das principais dificuldades do brasileiro é se esforçar para adquirir algum bem a vista: 45% admitem não ter o hábito de juntar dinheiro para realizar uma compra de valor mais elevado à vista, optando na maior parte das vezes pelo parcelamento. A falta de paciência para esperar a quantia ser alcançada com o tempo (51%) é o principal motivo para quem nunca faz esse esforço.
77% passaram situação de aperto financeiro em 2017; corte em supermercados, lazer, beleza e pacotes de TV e internet foram alguns dos ajustes
A pesquisa ainda revela que em cada dez brasileiros, oito (77%) passaram por alguma situação ao longo de 2017 em que o orçamento não foi o suficiente para fechar as contas do mês. O percentual cresce para 87% entre os consumidores que têm entre 35 e 49 anos.
Para quem vivenciou a situação de aperto, 40% mudaram hábitos de consumo, passando a comprar coisas mais baratas e fazer pesquisa de preço. Três em cada dez (29%) entrevistados fizeram cortes no orçamento, principalmente nos itens de supermercado, salões de beleza e saídas para bares e restaurantes. Outras adequações que o momento de dificuldade impôs ao brasileiro foi parar de comprar roupas e sapatos (20%), sacar dinheiro de uma reserva que possuíam (16%) e reduzir pacotes de TV por assinatura, internet e celular (15%). Assumindo uma postura mais arriscada, 14% passaram a usar mais o cartão de crédito para cobrir despesas, outros 14% pediram dinheiro emprestado a amigos e familiares e 12% recorreram a empréstimos em bancos e financeiras.
SPC Brasil lança aplicativo que dá dicas de finanças pessoais
Com o propósito de orientar o brasileiro a melhorar a gestão do seu orçamento, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), lançou um aplicativo para celulares e tablets: É o “SPC Consumidor”. O aplicativo ajuda o internauta a fazer um diagnóstico sobre o seu bem-estar financeiro. Após o resultado, o consumidor passa a receber, periodicamente, dicas personalizadas para melhorar o seu desempenho com as finanças. O app está disponível gratuitamente para celulares Android e iOs.

Comunicado Sindilojas

SINDICATO DAS EMPRESAS DO COMÉRCIO DE BENS E SERVIÇOS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE - SINDILOJAS

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL URBANA 2018

 O SINDICATO DAS EMPRESAS DO COMÉRCIO DE BENS E SERVIÇOS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE, inscrito no CNPJ sob o n° 11.867.031/0001-60, Código sindicalnº 000.000.065.26108-9com representatividade e legitimidade para receber a CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL, no uso das suas atribuições estatutárias, vem esclarecer às empresas o seguinte:

1 - Conforme dispõe o Art. 579, CLT, contribuição sindical é devida por todos aqueles que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional. Assim sendo orientamos as empresas do COMÉRCIO DE BENS E SERVIÇOS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE até o dia 31 de janeiro de 2018, com o recolhimento da CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL obedecendo a tabela abaixo:


LINHA 
CLASSE DE CAPITAL SOCIAL (em R$) 
ALÍQUOTA % 
PARCELA A ADICIONAR (R$) 
01
de 0,01 a 26.879,25
Contr. Mínima
215,03
02
de 26.879,26 a 53.758,50
0,8%
 -
03
de 53.758,51 a 537.585,00
0,2%
322,25
04
de 537.585,01  a 53.758.500,00
0,1%
860,14
05
de 53.758.500,01 a 286.712.000,00
0,02%
43.866,94
06
de 286.712.000,01 em diante
Contr. Máxima
101.209,34

2. As firmas ou empresas e as entidades ou instituições cujo capital social seja igual ou inferior a R$ 26.879,25, estão obrigadas ao recolhimento da Contribuição Sindical mínima de R$ 215,03, de acordo com o disposto no § 3º do art. 580 da CLT (alterado pela Lei nº 7.047 de 01 de dezembro de 1982);

 3. As firmas ou empresas com capital social superior a R$ 286.712.000,00, recolherão a Contribuição Sindical máxima de R$ 101.209,34, na forma do disposto no § 3º do art. 580 da CLT (alterado pela Lei nº 7.047 de 01 de dezembro de 1982);

 4. Base de cálculo conforme art. 21 da Lei nº 8.178, de 01 de março de 1991 e atualizada de acordo com o art. 2º da Lei nº 8.383, de 30 de dezembro de 1991, observada a Resolução CNC/SICOMÉRCIO Nº 031/2016;

 5. Para os que venham a estabelecer-se após os meses acima, a Contribuição Sindical será recolhida na ocasião em que requeiram às repartições o registro ou a licença para o exercício da respectiva atividade;

 6. No site da Caixa está disponível a Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical (GRCS), documento necessário para a liquidação desse imposto. Depois de devidamente preenchida, a Guia pode ser paga em qualquer agência da Caixa, casas lotéricas e nos estabelecimentos bancários.​




Santa Cruz do Capibaribe/PE, 17 de janeiro de 2018.
ISAC TEODORO ARAGÃO

Presidente