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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A linda história da águia


Conhecida como o símbolo da objetividade, e são muitas vezes comparadas a nós seres humanos, pois elas levam um ano para começarem a voar, assim como o homem leva um ano para desenvolver sua estrutura óssea e começar andar. Entretanto a águia não se intimida e voa sozinha. As águias são aves que chegam a viver até 70 anos. Mas para chegar a essa idade, por volta dos 40 anos ela tem de tomar uma séria e difícil decisão. Nessa idade, ela está com as unhas compridas e flexíveis não conseguindo mais capturar suas presas e se alimentar; seu bico alongado e pontiagudo já está curva e suas asas estão apontando contra o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura das pernas; e voar já está se tornando uma tarefa difícil. Então, a águia só tem duas alternativas: morrer ou enfrentar um dolorido processo de renovação que dura em média 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha, se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a rocha até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual depois vai arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começarem a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E somente depois de cinco meses ela sai para seus famosos vôos de renovação. E poderá viver então, por mais uns 30 anos.Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. Somente quando nos livramos do peso do passado é que podemos aproveitar o resultado valioso que uma auto-renovação sempre traz.

Rodada de negócios no Pólo Comercial de Caruaru atrai empresas de toda região e compradores de todo Brasil



O Pólo Comercial de Caruaru mais uma vez foi palco da 6ª rodada de negócios. O evento ocorreu de 21 a 23 de agosto e teve participação de 81 empresas do Agreste pernambucano, aproximadamente 30 de Santa Cruz do Capibaribe. Essas reuniões de negócios tem se tornado uma tática inovadora e vem sendo constante em diferentes nichos de mercado em todas as regiões do Brasil, e tem como intuito principal colocar frente a frente comerciantes e clientes. A 6ª rodada de negócios deste ano teve um montante de negociações de R$ 6,8 milhões de faturamento e a estimativa é de injetar R$ 20 milhões na economia local no próximo trimestre.
Um fato importante a ser destacado nesses eventos é o próprio empresário fazer a linha de frente da empresa, papel assumindo pelos vendedores que são sempre os que mantêm contato maior com o cliente. São novos compradores, muitas opções de negociações e vendas no atacado. Para o empresário Zenivaldo Andrade da Acittud, esses eventos são fundamentais para o crescimento de uma economia regional. “Sempre que participo dessas rodadas minhas vendas aumentam em torno de 20% e o bom é que tenho 30 dias para entregar, me propiciando um melhor tempo para produzir,” explicou.
A Secretária Administrativa da empresa Purpurina, Mariana Assis, explica que participar das rodadas significa ter um aumento de 30% nas vendas e que a organização passa em média três meses produzindo para as vendas realizadas no evento. “Aqui nós fazemos novos contatos e temos oportunidade de aprendermos novos tipos de negociações,” concluiu.
Para participar de uma rodada de negócios, geralmente a empresa tem de se inscrever com antecedência e seguir as regras impostas pela organização do evento. Uma dessas regras é o tempo determinado para cada negociação que, comumente varia em torno de 30 minutos.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Pesquisa de mercado revela o perfil dos compradores que vem a Santa Cruz do Capibaribe


Conhecer bem as necessidades do consumidor é tarefa fundamental de qualquer empresa. Pensando nisso, a CDL Santa Cruz do Capibaribe encomendou à Empresa de Pesquisas técnicas – EXATAS, uma pesquisa de mercado que visa identificar o perfil dos compradores que visitam o município. Os questionamentos foram feitos dentro do Moda Center de 01 a 03 de junho. Os resultados foram apresentados no dia 02 de julho a diretoria da CDL pela pesquisadora Cíntia Guerra.
Foram pesquisados 300 compradores de Norte a Sul do Brasil. O questionário tinha perguntas das mais distintas, desde a sua renda familiar até os pontos de revenda dos produtos adquiridos na capital da confecção. “Esta pesquisa vai servir para que em cima desses números a CDL possa traçar, juntamente com os comerciantes, metas de marketing e assim o mercado confeccionista de Santa Cruz seja melhor divulgado”, destacou o Presidente da entidade Fábio Lopes.
Na pesquisa foi possível constatar a relevância da confecção no município e perceber que os baianos continuam sendo os compradores potenciais na cidade, com 43% de vindas e permanecendo por mais tempo no município. Entretanto, outros Estados, inclusive os grandes centros comerciais aderiram ao comércio de Santa Cruz como: Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.
No atendimento, os vendedores receberam 82% de aprovação dos clientes, entre ótimo e bom. 72% dos compradores vem exclusivamente para Santa Cruz, 31 % Toritama e 25% também visitam Caruaru. Todavia, mesmo diante desses números a terra da confecção continua recebendo o maior volume de compras. Tendo como decisão de consumo 87% o preço e 46% a variedade dos produtos. Muitos relataram que a infra-estrutura dos hotéis e pousadas precisa melhorar e 94% estão satisfeitos com os atuais dias de feira na cidade. Contudo, na pesquisa de opinião os entrevistados revelaram outros dias que gostariam que houvesse feira.