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terça-feira, 31 de março de 2009

Construção: redução de IPI deve impulsionar mercado







Da redação do site do SEBRAE





O Governo Federal anunciou nesta segunda-feira (30) a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para 30 itens de material de construção, válida a partir de 1º de abril por três meses. “Apesar de temporária, essa redução de impostos já traz efeitos imediatos para o setor, diminuindo o preço dos produtos beneficiados de 5% a 8% para o consumidor final”, diz Cláudio Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). “Esperamos, com isso, uma recuperação nas vendas que, no primeiro bimestre de 2009, na comparação com o mesmo período do ano passado, caíram 12%.”.As medidas anunciadas pelo Governo Federal complementam as reivindicações da cadeia produtiva, segundo o presidente da Anamaco, e estimulam a construção auto-gerida, que é responsável por 77% do consumo dos materiais de construção no país. “O Brasil é construído pelos milhões de brasileiros que contratam um arquiteto e um engenheiro e gerenciam a sua própria obra. Um estudo da Anamaco desenvolvido em parceria com a Latin Panel revelou que dois terços das residências do país necessitam efetivamente de algum tipo de reforma e essa redução de IPI vem, sobretudo, facilitar esse acesso aos materiais, sobretudo à população de menor poder aquisitivo”, afirma.






Crescimento de 5% em 2009






Em função dos índices do setor no primeiro bimestre do ano, a Anamaco teve que rever a sua expectativa de desempenho para 2009, que antes previa um crescimento de 8,5% sobre 2008. “As vendas em janeiro e fevereiro ficaram aquém do que estávamos esperando e, em função disso, tivemos que readequar a nossa perspectiva para o ano”, diz Conz. “Continuamos falando em crescimento, mas de 5% em 2009.” Em 2008, o varejo de material de construção cresceu 9,5% sobre 2007, com faturamento de R$ 43,23 bilhões.

Comtex deve movimentar R$ 50 mi




A 6ª edição da Feira da Indústria Têxtil do Nordeste contará com 30 expositores, dos quais 70% são nacionais








Caruaru sedia a Comtex 2009, Feira da Indústria Têxtil do Nordeste, que acontece do dia 1º até o sábado. O evento contará com 30 expositores, que estarão mostrando seus produtos e as novidades do setor no espaço Maria José Recepções II. A expectativa dos organizadores é que a feira movimente cerca de R$ 50 milhões em negócios.
A Comtex reúne empresas dos segmentos e acessórios para máquinas de bordar e costurar, automação, aviamentos, equipamentos para lojas e lavanderias, estamparia, etiquetas, máquinas para bordar, costurar e cortar, química para lavanderia, tecelagem, malharia, elastano e índigo.
“Este ano o evento completa seis anos consecutivos de realização com excelentes resultados para o mercado e para os empreendedores”, destaca Feliciano Ramos, diretor da Montte Empreendimentos, realizadora da feira.



FASHION




Paralelo ao evento será realizado o Estilo Comtex, evento de moda voltado para as indústrias, estilistas e lojistas do setor. O evento fashion contará com palestras, desfiles técnicos e exposição. Temas motivacionais de marketing e de gestão fazem parte da programação.
Setenta por cento dos expositores são nacionais, com destaque para São Paulo e Santa Catarina. Os outros 30% concentram-se entre os empreendedores do Nordeste, com destaque para as empresas do Polo de Confecções do Agreste. As indústrias do polo produzem aproximadamente 57 milhões de peças por mês, ocupando a segunda colocação no ranking nacional de produção de índigo. São mais de 12 mil unidades industriais de produção e consumo de matéria-prima.


fonte: JC online

segunda-feira, 30 de março de 2009

A procura por emprego nas prefeituras


A forte cultura empreendedora faz com que duas das principais cidades do pólo confeccionista do agreste pernambucano tenham baixos índices de desemprego, é o que acontece com Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Contudo, mesmo com alguns dos mais baixos índices de desempregos de Pernambuco, essas duas cidades estão protagonizando algo muito complicado: a procura exagerada por empregos no setor público municipal.

Os fatores são pelo menos três: um deles é o tradicional período de baixa na venda de confecções, ou seja, março e abril que representam a entressafra da confecção; outro fator é a algazarra e os efeitos da crise internacional que chega cada dia com mais força por essas bandas; e o pior dos fatores é uma cultura existente na região, onde políticos e colaboradores (financeiros na maioria das vezes) da campanha política dos atuais prefeitos, se acham no direito de praticamente extorquir empregos públicos dos administradores dessas duas cidades, como forma de compensar o apoio político e/ou ajuda financeira na campanha.

É um tipo de prática que na maioria das vezes engessa a estrutura da máquina pública e compromete uma considerável parcela do orçamento municipal, que por sua vez compromete os investimentos necessários em infra-estrutura por exemplo.

O Jornal do Commércio de Pernambuco publicou uma reportagem no último domingo (29/03/2009) onde um depoimento atribuído ao chefe de gabinete do prefeito de Santa Cruz do Capibaribe comprova a grande procura por emprego na prefeitura do município. Na semana passada eu entrei em contato com pessoas ligadas ao prefeito da cidade de Toritama e também pude comprovar que a situação lá é praticamente a mesma de Santa Cruz.

É uma situação delicada, que compromete o bom desempenho da gestão municipal, espero que os prefeitos Antônio Figueroa (Santa Cruz do Capibaribe) e Flávio Lima (Toritama) tenham a habilidade necessária para contornar essa situação e evitar que as prefeituras se transformem em verdadeiros cabides de empregos.

É fundamental que as prefeituras dessas duas importantes cidades possam contribuir de maneira produtiva com o real desenvolvimento do pólo de confecções do agreste pernambucano.

No Agreste, situação já provoca desemprego

Santa Cruz do Capibaribe, que há pouco tempo vivia uma conjuntura de pleno emprego, já vê o fechamento de fábricas. Em Garanhuns, prefeito corta despesas. Caruaru reduz investimentos
CARUARU - Aumento do desemprego e redução da capacidade de investimentos das prefeituras são alguns dos efeitos da crise sobre o Agreste. Em Santa Cruz do Capibaribe, conhecida pelo baixo nível de desemprego, a situação mudou, com o fechamento de lojas e fábricas.
Segundo o chefe de gabinete da prefeitura, Carlos Lisboa Aragão, as indústrias de confecção, principalmente as médias e pequenas, estão demitindo. “Na construção civil e na prestação de serviços também está havendo demissões. Por isso, tem crescido o número de pessoas que chegam à prefeitura em busca de algum emprego.”
Segundo ele, a crise reduziu a transferência de recursos, principalmente do FPM. De acordo com Carlos Lisboa, até o dia 20 deste mês a queda nos repasses foi de cerca de 14%. Ele cita como exemplo a redução da última parcela recebida pelo município. Enquanto no dia 20 de março do ano passado a prefeitura recebeu R$ 498 mil, na mesma data deste ano o valor foi de R$ 128 mil. Uma queda de cerca de 64%.
Já em Garanhuns, a redução nos repasses acumulada desde o início do ano foi de 21%, de acordo com o secretário da Fazenda, Acácio Calado. Segundo ele, dos R$ 80 milhões arrecadados pelo município ao ano, cerca de R$ 36 milhões são dos repasses do FPM. “O prefeito já tomou algumas medidas para enfrentar a crise, como redução dos gastos, com energia e telefone, por exemplo, e mais rigor na cobrança de tributos”, diz o secretário. Além disso, o governo municipal lançou uma campanha para incentivar o pagamento do IPTU.
Em Caruaru, os recursos do FPM caíram cerca de 20%, segundo o secretário executivo da Fazenda, Tony Fernando Galvão. Cerca de 60% das receitas do município são dos repasses do fundo. A crise também provocou uma queda na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ISS). “Entre as medidas que estamos tomando estão a redução do custeio e a ampliação da capacidade de arrecadação própria”, afirma o secretário. De acordo com os gestores desses municípios, a crise ainda não provocou paralisação de obras, mas reduziu a capacidade de investimento das prefeituras.
Por Pedro Romero - Jornal do Commercio

Gravatá com programação especial durante Semana Santa

De 9 a 11 de abril, a Prefeitura de Gravatá, através da Secretaria de Turismo, promove os tradicionais eventos festivos da Semana Santa com programações artísticas e culturais para todos os públicos. As apresentações acontecerão em três polos de animação - Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, Palco Alternativo (Quadra do Povo) e Palco da Poesia, localizado ao lado do colégio Capitão José Primo. Entre as atrações, estão Companhia do Calypso, Araketu, Jorge Vercillo, Banda Muvucada, Banda Mestre Librina, Festival de Violeiros, entre outros.
Programação
Chucre Mussa Zarzar
Dia 09/04 - Irah Caldeira, Companhia do Calypso e Banda Desejo de Menina
Dia 10/04 - Os filhos de Vitôr, Oswaldo Montenegro e Araketu
Dia 11/04 - Jorge Vercilo, Adelmário Coelho e Banda Muvucada

Palco Alternativo (Quadra do Povo)
Dia 09/04 - Banda Mestre Librina
Dia 10/04 - Banda Contagem Regressiva
Dia 11/04 - Banda Sou Reggae Palco da Poesia (Ao lado do JP)
Dias 09, 10 e 11/04 - Festival de Violeiros

Paixão remonta drama de Cristo no Estado


NOVA JERUSALÉM - Dentro das homéricas muralhas construídas em 1968, acontecerá pela 42ª vez a temporada da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Este ano, Jesus será interpretado por Murilo Rosa, que viverá o Filho de Deus em Nova Jerusalém pela primeira vez. Também estarão no elenco Oscar Magrini (Pilatos), Emanuelle Araujo (Maria Madalena), Carlos Reis (Herodes) e Fabiana Pirro (Maria).
Com um dia a mais de espetáculo, a Paixão de Cristo será encenada de 3 a 11 de abril - ficando a noite de estreia reservada a 5 mil pessoas. A restrição é para que, neste dia, pessoas idosas e com dificuldade de locomoção tenham um maior espaço livre. Diariamente às 18h, com abertura dos portões às 16h.
Para dar vida a história de vida e morte de Jesus, 60 atores e 500 figurantes atuam em nove palcos-platéias com cenários grandiosos que remetem àquela época. Em 58 anos de história, a encenação já recebeu mais de 2,5 milhões de pessoas de todas as partes do Brasil e do mundo.
A grande novidade deste ano é a Arena da Paixão, espaço que será montado em frente à cidade-teatro para oferecer shows logo após a encenação. Na programação, sobe ao palco dia 3 Dominguinhos, e dia 4 Elba Ramalho, ficando as demais datas para artistas regionais.
Ingressos: R$ 40 (dias 4 e 10, o bilhete custa R$ 50).
SERVIÇO: http://www.novajerusalem.com.br/, (81) 3732.1574

Confira a previsão do tempo para esta segunda-feira

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia para esta segunda-feira em Pernambuco é de tempo nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva e possíveis trovoadas nos sertões e pancadas de chuva isoladas nas demais áreas. Temperatura estável variando de 19º a 35°c.
No Recife, tempo nublado a parcialmente com pancadas de chuva isoladas. Temperatura estável, variando de 23º a 32°c.

sábado, 28 de março de 2009

Redução de IPI para carros será prorrogada


Uma manhã de conversas ao telefone entre sindicalistas, dirigentes de montadoras e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, selou ontem a renovação do acordo de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os carros por mais três meses. O anúncio oficial será feito na segunda ou terça-feira, pois depende da agenda dos envolvidos nas negociações.
O governo já vinha manifestando intenção de renovar a medida, que ajudou as montadoras a venderem, em plena crise, mais veículos no primeiro trimestre deste ano do que em 2008. O impasse estava na contrapartida a ser exigida, de manutenção de empregos, sugerida pelas centrais sindicais. Só em janeiro e fevereiro as montadoras cortaram 4 mil vagas.
As fabricantes concordaram, desde que ficassem de fora os trabalhadores com contratos temporários. Os sindicalistas encontraram uma “frase mágica” para endossar o acordo, que terá cláusula afirmando que “os contratos temporários serão cumpridos”. Ou seja, aqueles que vencerem nos próximos três meses não serão renovados, pois tinham validade por um ano. A abertura de programa de demissão voluntária está liberada.
Ontem, a Ford já anunciou a implementação de uma plano de demissão voluntária para as unidades de Camaçari (BA), São Bernardo (SP) e Taubaté (SP). A empresa alega redução nas vendas, mas não informa qual a meta de corte de pessoa.
O corte do IPI em meados de dezembro e com validade inicial até 31 de março foi adotado para reduzir o efeito da crise financeira nas vendas de carros no País, que despencaram nos últimos meses de 2008. Apesar de ter provocado queda de 90% na arrecadação do imposto, a medida é vista como uma das poucas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com resultado efetivo.
O primeiro trimestre deve ser fechado com vendas próximas a 655 mil veículos, 1% a mais do que em igual período de 2008, quando somaram 647,9 mil unidades. No segmento de automóveis e comerciais leves, o mais beneficiado pela medida, o aumento deve ficar perto de 2%, com 630 mil unidades.
Os estoques nos pátios das fábricas e das revendas, que chegaram a 305 mil veículos em dezembro, equivalentes a 56 dias de vendas, baixaram no mês passado para 181 mil unidades, ou 27 dias de comercialização. A alíquota do IPI, que era de 7% para carros 1.0 permanecerá isenta. Para modelos 1.4 até 2.0, ficará em 5,5% para motores flex e 6,5% para a gasolina, metade da alíquota normal. Com o novo imposto, os preços dos carros caíram em média de 5% a 7%.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Dia da Costureira


A CDL, unidade de Santa Cruz do Capibaribe, parabeniza a todas as costureiras pelo dia de hoje. Nessa data se comemora o dia dessas guerreiras que tão bem desenvolve o progresso do Pólo de Confecções aqui do Agreste Pernambucano.

Ato Cívico



Foi assim que o Tenente-Coronel Varêda denominou o evento realizado ontem, 26/03, na Avenida 29 de Dezembro em Santa Cruz do Capibaribe. O Ato Cívico foi marcado pela distribuição da cartilha com dicas de segurança, elaborada pela CDL Santa Cruz do Capibaribe, em parceria com a Secretaria de Defesa Social, polícias Civil e Militar. Na ocasião, se fez presentes o Presidente da CDL local, Fábio Lopes, o Secretário de Segurança Comunitária e organizador do evento, Tenente-Coronel Varêda, o Prefeito do município Antônio Figueroa e outras autoridades locais.

A cartilha foi distribuída, pelo grupo de hip-hop facção, aos cidadãos que passavam pelo local. Na oportunidade o prefeito entregou mais um carro a Guarda Municipal para melhor elaboração dos seus trabalhos. O material distribuído é bem dinâmico e contém dicas de segurança. “Toda sociedade precisa está apta a participar da segurança pública, temos de parar com essa idéia que segurança é coisa da polícia. Qualquer cidadão pode colaborar com denúncias. Essa parceria que fizemos com a CDL é de extrema importância para a cidade. Todos os órgãos precisam está imbuídos nesse contexto”, ressaltou o Tenente-Coronel Varêda.

Feliz aniversário!!!

A CDL Santa Cruz do Capibaribe deseja felicidades ao agente administrativo Charles Leopoldino, por mais uma data comemorativa em sua vida. Homem de caráter, honra, perseverança e determinação. Cumpridor de seus deveres e excelente companheiro de trabalho. Por isso todas que fazem a CDL Santa Cruz do Capibaribe lhes desejam feliz aniversário, Charles! Parabéns!

quinta-feira, 26 de março de 2009

De faxineiro a Procurador da República


O Mais Você mostrou, ontem, quarta-feira, a história de um homem que nasceu em uma família muito pobre na Ilha de Marajó. Sua mãe conseguiu criá-lo com muito sacrifício fazendo salgados que ele e os irmãos vendiam nas ruas. Sonhando com uma vida melhor, ele vislumbrou nos estudos sua única possibilidade de sair da pobreza. Acompanhado do irmão foi para Brasília, trabalhou como faxineiro em uma padaria e estudou. “O estudo nunca será um arrependimento”, contou Manoel.
Manoel fez diversos concursos e foi reprovado inúmeras vezes, até conseguir entrar para a Escola de Especialistas da Aeronáutica. Sonhando mais alto ainda, continuou a estudar e foi aprovado em uma faculdade de Direito aos 30 anos. Pouco tempo após concluir o curso, passou em três concursos de nível superior e, mais que isso, virou procurador da República! “Conto a minha própria história de vida no livro 'De Faxineiro a procurador da República'. Uma pessoa, mesmo com todas as dificuldades, pode superá-las e vencer na vida”, falou no palco do Mais Você.


quarta-feira, 25 de março de 2009

Convocação


A CDL Santa Cruz do Capibaribe convoca toda a população santacruzense para se fazer presente ao Ato Cívico, onde na oportunidade fará o lançamento da cartilha com dicas de segurança pública, desenvolvida em parceria com a Secretaria de Defesa Social, polícias Civil e Militar. O ato acontecerá na avenida 29 de dezembro, próximo dia 26 de março – quinta-feira, às 9 horas da manhã. A cartilha tem como principal objetivo, conscientizar a população em relação a segurança pública e como devem proceder para contribuir com a segurança pessoal e social.

A CDL conta com a participação de todos os membros e associados, além da população em geral.

Aviso

A CDL, unidade de Santa Cruz do Capibaribe, em Parceria com a Prefeitura, Moda Center Santa Cruz, Secretaria de Indústria e comércio, ASCAP estará de 03 a 10 de abril, durante a semana santa, com um stand expositor no Teatro da paixão de cristo em Fazenda Nova, Distrito de Brejo da Madre de Deus - PE. O objetivo do stand é divulgar o potencial pólo de confecções exitente em Santa Cruz do capibaribe. Os sócios que tiverem interesse em expor folder ou catálogos promocionais podem encaminhar para a CDL que o material será exposto no stand.

Para maiores informações entrar em contato com Katyane - CDL - (81) 3731-2850.

terça-feira, 24 de março de 2009

Lei permite legalização de autônomos

A criação do Microempreendedor Individual traz inúmeras vantagens

Por Fabiane Serra

Lindalva Carvalho investe na fabricação de ovos de chocolate

Cuiabá - Há quatro anos, Lindalva Carvalho, 41 anos, estava desempregada e acumulava dívidas, quando decidiu investir na fabricação de ovos de chocolate. Capacitou-se, fez um pequeno empréstimo para comprar matéria-prima e utensílios. Viu na Páscoa uma oportunidade de resolver seus problemas financeiros. Começou a fabricar e vender seus produtos e logo no primeiro mês teve uma renda de R$ 500. Nesta Páscoa ela pretende expandir os negócios e montar quatro pontos de venda para atingir a meta de lucratividade de R$ 3 mil.
Assim como Lindalva, há no Brasil mais de 10 milhões de informais. Em dezembro de 2008, foi aprovada a Lei Complementar 128/08, que inclui o Microempreendedor Individual (MEI) na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. O MEI possibilita a legalização dos trabalhadores autônomos e informais como os pedreiros, faxineiras, sapateiros, manicures, barbeiros, costureiras, pintores, mecânicos, entre outros. São pessoas que chegam a lucrar até R$ 36 mil por ano, mas deixam de recolher tributos e não têm cobertura previdenciária.
De acordo com Giovanni Bragaglia, técnico da Unidade de Políticas Públicas e Jurídica do Sebrae/MT, algumas das vantagens da nova lei são aposentadoria por idade ou invalidez, seguro de acidente de trabalho, licença-maternidade.
Além disso, com a formalização, os empreendedores poderão acessar linhas de crédito e participar de licitações públicas. A lei entra em vigor no dia 1º de julho deste ano.
Fonte: Sebrae/MT - www.mt.sebrae.com.br

Nova proposta da Lei Rouanet entra em consulta pública

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, apresentou ontem (23) a nova Lei de Incentivo à Cultura. A proposta de alteração da Lei Rouanet ficará em consulta pública por 45 dias para contribuição de representantes da área e depois irá para votação no Congresso Nacional. “Já discutimos as mudanças com mais de 30 mil pessoas em todo o país”, ressalta, Ferreira.
O novo formato cria um conjunto de mecanismo de estímulo às atividades culturais, mantendo a renúncia fiscal como um instrumento secundário e complementar. Os índices de renúncia deixarão de ser apenas dois (30% e 100%) para serem de 30, 60, 70, 80, 90 e 100% de renúncia.
A proposta da Lei está disponível no site www.cultura.gov.br/reformadaleirouanet.
A lei em vigor permite a captação de recursos junto a empresas privadas para finaciamento de projetos culturais. As empresas como contrapartida podem descontar o valor doado no Imposto de Renda.
O ministro criticou o atual formato de renúncia fiscal. “Há muitas distorções. Entre 2003 e 2007, 3% dos projetos captavam 50% dos recursos. Em 17 anos da lei, apenas 4% vieram da área privada. De cada R$ 10,00 captados , R$ 9,00 são públicos", relata Ferreira.
A reformulação prevê também mais fontes de recurso além da renúncia fiscal: o Tesouro Nacional, a criação de um percentual nas extrações lotéricas federais, a criação da loteria federal da cultura, as contribuições das cadeias setoriais e audiovisual, de livro e leitura e de patrimônio.
“Queremos definir que no mínimo 1% do orçamento da União seja destinado à cultura. A meta é atingir os 2% indicados pelas Nações Unidas”, destacou Ferreira.
As mudanças prevêem ainda a reestruturação do Fundo Nacional da Cultura que será o principal mecanismo de estímulo, incorporando os fundos setoriais. Além do Fundo de Audiovisual, já existente, serão criados o das Artes (teatro, circo, dança, asrtes visuais e música), o do Livro e Leitura, o da Cidadania, Identidade e Diversidade Cultural e o da Memória e Patrimônio Cultural Brasileiro.
“Fortaleceremos o fundo e haverá a possibilidade de vários mecanismos de distribuição de recursos e maior agilidade”, explica. Segundo o ministro o projeto de Lei oferece uma gestão mais democrática dos recursos investidos na cultura. O repasse será condicionado à existência, no governo estadual ou municipal, de um conselho em que a sociedade tenha a representação de, no mínimo, 50 %.
Fonte: Agência Brasil

Fadire lança cursos de pós-graduação

A Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire), em Santa Cruz do Capibaribe, promove nesta quarta-feira, 25, o lançamento dos cursos de pós-graduação 2009. São três MBA's em Psicopedagogia, Gestão da Produção em Vestuário e Gestão Empresarial e Controladoria. O evento ocorrerá às 19h, no auditório da faculdade, que fica na Rua Professora Ivani Batista Silva, nº 29, bairro Nova Santa Cruz.
Os cursos terão carga horária de 360 horas/aulas, com duração total de 18 meses. As aulas serão quinzenais, com início no dia 17 de abril. As inscrições custam R$ 50 e podem ser feitas na tesouraria da faculdade.
No ato da inscrição, serão exigidos requerimento de inscrição preenchido; curriculum vitae comprovado; fotocópia autenticada do diploma e do histórico escolar da graduação; duas fotografias 3x4 recentes; fotocópia da carteira de identidade e do CPF; comprovante de residência; comprovante de pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 50.
Outras informações no site http://www.fadire.edu.br/ ou pelos telefones (81) 3731-0300 e 3731-6181.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Fadire

segunda-feira, 23 de março de 2009

Pensamento

Para começar com o pé direito a semana:

"A vida é maravilhosa se você não tem medo dela".
Charles Chaplin
Acredite em você!!!

Vigor empreendedor: 7ª Rodada de Negócios da Confecção


Por Bruno Bezerra

Entre os dias 18 e 20 de março aconteceu em Caruaru-PE, a 7ª edição da Rodada de Negócios. O evento reuniu empresas pernambucanas do segmento de confecção e compradores de todo país.
Com um aumento de 10% no número de expositores em relação à última edição, a 7ª Rodada de Negócios contou com a participação de 90 expositores dos municípios de Santa Cruz do Capibaribe , Caruaru, Surubim, Toritama, Recife, Vertentes, Vitória, Taquaritinga do Norte, Belo Jardim e Cupira. Dentre os municípios participantes, o destaque ficou por conta de Santa Cruz do Capibaribe, a terra das confecções marcou presença com 49% dos expositores.
Na sexta-feira (20/03) eu visitei o evento na companhia do presidente da CDL de Santa Cruz do Capibaribe, Fábio Lopes. Encontramos um evento extremamente bem focado do ponto de vista comercial, com um excelente trabalho nos quesitos estrutura e organização, méritos para a ACIC (Associação Comercial e Empresarial de Caruaru) e Sebrae.
Em conversa com vários expositores, comprovamos que pelo menos 35% deles superaram o volume de negócios da edição de abril de 2008. É bem verdade que a maioria realizou menos negócios do que nas rodadas anteriores, mas ainda assim, todos consideraram o evento muito produtivo. Entre os que participaram da rodada pela primeira vez, a imensa maioria considerou positiva a participação.
No atual contexto, precisamos observar dois pontos importantes na 7ª Rodada de Negócios, o primeiro deles diz respeito ao mês de realização do evento, março, que junto com abril, representa tradicionalmente o período de maior baixa nas vendas do setor, o que costumo chamar de “entressafra da confecção”. Outro ponto, é toda essa algazarra da crise mundial tumultuando o ambiente econômico. A rodada foi realizada num momento economicamente adverso, e foi realizada estrategicamente com o nobre objetivo de amenizar os impactos adversos da entressafra da confecção no pólo confeccionista do agreste pernambucano. Objetivo atingido!Entre os expositores que tivemos oportunidade de conversar, a empreendedora Sara Maria (Santa Cruz do Capibaribe), da empresa Purpurina (moda feminina) era uma das mais entusiasmadas, e não sem motivos. Sara fez excelentes negócios, negócios que nasceram em contatos que começaram nas rodadas anteriores.
O empreendedor José Climerio, da empresa Cuecas Tech (Santa Cruz do Capibaribe), era outro que não escondia a satisfação de participar de mais uma edição da Rodada de Negócios. A empresa de Climerio superou em mais de 50% os negócios da Rodada realizada em abril de 2008.
Em resumo, o evento “Rodada de Negócios da Confecção” é mais um exemplo do vigor empreendedor do pólo de confeccionista do agreste pernambucano. Em agosto de 2009, acontecerá a 8ª edição, com o mesmo poder empreendedor das edições anteriores.

Divulgação

No último sábado (21), o empresário José Climério (chamado carinhosamente por Zeba) estava distribuindo felicidade, pois ele inaugurou a quarta loja do Grupo Cuecas Tech e Magda Moda Íntima.
A loja fica localizada na Av. Bela Vista, 1050, no bairro Bela Vista na cidade de Santa Cruz do Capiabaribe/PE.
O evento contou com a participação de aproximadamente 40 pessoas. De acordo com Paulo Sobrinho ontem (22), a mais nova loja de roupas íntimas recebeu 180 visitantes para conhecer os produtos da empresa, como também, o Moda Center Santa Cruz.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Definida Diretoria da CDL Jovem unidade Santa Cruz do Capibaribe



DIRETORIA 2009/2010

PRESIDENTE: ISAC TEODORO ARAGÃO FILHO

VICE- PRESIDENTE: LAIANE NOBÉLIA SILV

1º DIRETOR SECRETÁRIO: EMERSON ELIAS DO NASCIMENTO

2º DIRETOR SECRETÁRIO: CÉSAR AUGUSTO TELES GOMES

1º DIRETOR FINANCEIRO: CARLOS ANTÔNIO COSTA FEITOSA

2º DIRETOR FINANCEIRO: VINÍCIUS NUNES DE MORAES

1º DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO E EMPREENDEDORISMO: CLÁUDIO EDUARDO PIRES

2º DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO E EMPREENDEDORISMO: JOSÉ JAILSON P. DE LIMA

1º DIRETOR DE MARKETING E EVENTOS: HÉLIO LIMA ARAGÃO FILHO

2º DIRETOR DE MARKETING E EVENTOS: GUSTAVO MESTRE

1º DIRETOR DE RESPONSABILIDADE SOCIAL: GUILHERME ARAGÃO DO NASCIMENTO
DIRETOR JURÍDICO PEDRO: PHILIPI FEITOSA DA SILVA

1ª DIRETORA DO NÚCLEO FEMININO: MARIA KARINA MONTEIRO VASCONCELOS

2ª DIRETORA DO NÚCLEO FEMININO: NATÁLIA ARRUDA


Arrecadação de impostos em Pernambuco é crescente


A arrecadação de impostos no Estado não caiu, a exemplo do que aconteceu com o governo federal. No entanto, em Pernambuco houve uma diminuição nos valores recolhidos em relação à meta de arrecadação prevista pela Secretaria da Fazenda, que não se confirmou na maioria dos setores econômicos acompanhados. Assim, a situação do Estado não está tão ruim quanto a nacional, porque não houve queda, mas arrecadar menos do que o previsto mostra que a coisa também não está boa.
A arrecadação de fevereiro deste ano do Imposto sobre Movimentação de Mercadoria e Serviços (ICMS), principal fonte de receitas do Estado, somou R$ 521,1 milhões no Estado. Um crescimento de R$ 54,2 milhões em relação a fevereiro de 2008, quando o valor chegou a R$ 497,6 milhões. No entanto, o número foi menor que os R$ 551,8 milhões previstos.
A meta não foi atingida por causa de problemas em setores como o de alimentos, tecidos e veículos. “Neste último, a indústria vinha num grande ritmo de crescimento, mas em janeiro atingiu um ponto crítico, que não foi recuperado em fevereiro. A base de comparação com o primeiro bimestre do ano passado era alta”, explica o secretário-executivo da Receita Estadual, Roberto Arraes.
Segundo ele, o Estado está intensificando a fiscalização nos três setores mais importantes: combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. No caso dos combustíveis, uma das metas é diminuir a sonegação do álcool. “Estamos fazendo várias ações que estão dando bons resultados nesse setor”, afirma Arraes. Além disso, a Fazenda vai ficar de olho na lista dos 500 maiores contribuintes – que são responsáveis por cerca de 80% de todo o ICMS arrecadado.
Mesmo em tempos de crise, Arraes diz que têm setores onde a arrecadação cresceu, como o de bebidas. A meta era arrecadar R$ 33,9 milhões no mês passado, mas o valor chegou a R$ 39,1 milhões.
A previsão para março é que a arrecadação dos setores de bebidas e usinas de açúcar continue crescendo, enquanto a de veículos seja negativa. “Estamos identificando mais a crise no setor industrial. A nossa meta para março é arrecadar R$ 516 milhões, contra os R$ 466 milhões arrecadados no mesmo mês de 2008.”

Previsão de crescimento da economia cai para 2%


Diante das evidências concretas de que a crise econômica irá esfriar ainda mais a economia ao longo do ano, o governo federal reviu de 3,5% para 2% a projeção de crescimento do País e anunciou um contingenciamento de R$ 21,6 bilhões nos gastos de custeio e investimentos do Orçamento de 2009. Ainda assim, o decreto orçamentário divulgado ontem pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, embute um forte otimismo em relação à performance econômica, já que o mercado prevê crescimento de 0,59%.
Segundo Bernardo, o novo cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) foi feito com base em projeções do Ministério da Fazenda e é considerado “razoável”. Ele, no entanto, admitiu a possibilidade de novos cortes no futuro. “O mercado financeiro quase sempre erra em suas projeções também. Achamos que este cenário é razoável, mas não esperamos receitas adicionais. Podemos ter que apertar mais o cinto e também podemos ter um resultado melhor”, afirmou. O valor do contingenciamento é o maior nos últimos anos e irá ceifar 13,7% das despesas não-obrigatórias do ano. O detalhamento do corte será divulgado até o dia 30, garantindo que não haverá corte no PAC. Também devem ficar fora do congelamento temporário de recursos R$ 48 bilhões da Saúde e R$ 16 bilhões da Educação. Os R$ 6,9 bilhões de emendas individuais dos parlamentares serão preservados, mas as emendas coletivas e de bancadas (R$ 13 bilhões) vão para o sacrifício.
Os novos cálculos apontam para uma receita total R$ 48,3 bilhões inferior à prevista na lei orçamentária. O montante do corte anunciado ontem é menor do que os R$ 37,2 bilhões bloqueados preventivamente em janeiro, pois o governo não só reviu a projeção do PIB deste ano — que caiu de R$ 3,155 trilhões para R$ 3,092 trilhões — como reduziu a previsão de despesas em R$ 9,425 bilhões. Segundo o ministro do Planejamento, os critérios adotados são diferentes. “Quando anunciamos o bloqueio, deixamos claro que não tínhamos clareza do que iria ocorrer com a receita. Fizemos um cálculo conservador. O valor a ser economizado pelo governo federal (sem contar estatais e governos estaduais) cairá de R$ 67,8 bilhões para R$ 66,4 bilhões. Mas, na prática, o esforço fiscal deverá ficar em 3,3% do PIB. Paulo Bernardo admitiu que o governo poderá utilizar a parcela de 0,5% (R$ 15,551 bilhões) do superávit para custear o Programa Piloto de Investimentos (PPI), no qual estão boa parte dos recursos do PAC. O governo prevê que a crise vai reduzir pela metade o percentual de crescimento da massa salarial, cuja projeção caiu de 12,95% para apenas 6,29%.


Sorteio Beneficente


Em prol da Construção das Novas Instalações da Sede da AADESC

Dia: 09 de Maio de 2009
Hora: 15:00 h
Local: Moda Center Santa Cruz
1º Prêmio: Lote 8x20m no Loteamento Antônio Burgos (Santa Cruz do Capibaribe).
2º Prêmio: Máquina de Costura Overlock.
3º Prêmio: TV, DVD e um Micro System.
4º Prêmio: Fogão, Batedeira e uma Sanduicheira.
5º Prêmio: Tanquinho de Lavar Roupas, Ferro de Passar e um Liquidificador.

Junte-se a nós na construção deste sonho!

Você pode comprar as Cartelas para o Sorteio Beneficente nos locais abaixo relacionados:

CDL – Santa Cruz do Capibaribe
Rua: Júlia Aragão, 249 – Novo. Santa Cruz do Capibaribe/PE.
De segunda a sábado em horário comercial.

UNIPEÇAS (Márcia ou Alex Rocha)
Rua: Graciliano Arruda, 73 – Centro. Santa Cruz do Capibaribe/PE.
(Próximo ao Banco do Brasil)
De segunda a sábado em horário comercial.

AADESC (novo endereço por causa da ampliação da nova sede)
Rua: Presidente Humberto Castelo Branco, 46 – Nova Santa Cruz.
Santa Cruz do Capibaribe/PE.
(Enfrente ao Consultório de Dr. Claúdia Aragão – Fisioterapeuta).

Sua Participação vai fazer a diferença!!!

A sociedade em parceria pela vida


Somos todos co-responsáveis pela vida alheia. Devemos estar aptos a denunciar algo errado que vemos com o nosso semelhante, assim é viver socialmente. Preocupados com as verdadeiras causas sociais. É preciso ter coragem no tocante a vida! Seja um parceiro dessa campanha, ajude a polícia a ajudar você cidadão! Denuncie sempre, pois o crack pode acabar com a sua família!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Evento estimula o setor têxtil do Agreste




Rodada de Negócios da Moda Pernambucana, em Caruaru, deve movimentar R$ 4 milhões e registrar crescimento de 25% em relação ao ano passado. Este ano, há participantes de outros países








Produtores e compradores do setor têxtil estão participando em Caruaru, no Agreste, da 7ª Rodada de Negócios da Moda Pernambucana, evento que começou ontem a vai até amanhã. A expectativa dos organizadores é de um crescimento de cerca de 25% nos negócios, em relação ao ano passado, quando foram movimentados aproximadamente R$ 4 milhões. Este ano, pela primeira vez, o evento recebe visitantes de outros países.
Os 90 produtores ainda esperam um aumento nas vendas, o que deve acontecer hoje e amanhã. “Normalmente os clientes olham, agendam um encontro e só depois fecham o negócio. O ano passado foi muito bom”, diz o comerciante Rômulo Valério Pacheco, que produz a grife Fazer e Vestir, em Santa Cruz do Capibaribe, na mesma região.
Além de movimentar o setor, a rodada de negócios estimula a melhora dos produtos e as técnicas de negociação dos empresários. “Evoluímos em tudo. Nas inscrições para o evento, fica gente na fila de espera. E quem participa melhora a qualidade dos produtos e a negociação. Também melhoraram a quantidade e a qualidade dos compradores”, destaca o coordenador do comitê gestor da rodada, Djalma Cintra Júnior.
Essa mudança também é observada pelos compradores, que percorrem os corredores e boxes com um olhar crítico. O empresário recifense Roberto Ludmer participar do evento pela segunda vez e elogia as melhorias. “Os empresários locais estão superando a idéia de que os produtos daqui são baratos, mas de baixa qualidade. Agora, algumas grifes têm qualidade até para exportação”.
Compradores internacionais também participam desta edição. “Em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Tex Brasil e Atex, estamos trazendo visitantes de Portugal, das Américas Central e do Sul, além da África”, informa Chistiane Fiúza, uma das coordenadoras.
Ontem à tarde o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic), que realizado o evento, Andrerson Porto, e o superintendente do Sebrae em Pernambuco, Nilo Simões, participaram de uma solenidade que marcou a abertura oficial da Rodada de Negócios. O evento acontece no espaço Maria José Recepções II e é aberto apenas a pessoas cadastradas.

quarta-feira, 18 de março de 2009

AADESC está a todo vapor

A Associação de Assistência ao Deficiente de Santa Cruz do Capibaribe (AADESC) começa obra de ampliação da entidade

Há mais de oito anos em reuniões internas com sócios e diretores, a AADESC planeja a ampliação da estrutura física e conseqüentemente dos números de crianças a serem atendidas pela associação. Em uma área de 750m a obra custará aos cofres da instituição R$ 270 mil reais, a qual terá uma piscina aquecida (hidroterapia), refeitório, banheiros adaptados, salas de espera, fisioterapia, fonaudiologia e terapia ocupacional para as crianças portadoras de algumas doenças degenerativas.
As obras começaram e estão a todo vapor. De acordo com a presidente da associação Andréa Moraes, nestes primeiros 30 dias, até o momento foram investidos na construção R$ 30 mil reais, na qual já observa-se a fundação para colunas pré-moldadas.
A AADESC, existe há 17 anos e ajuda cerca de 50 crianças, que tenham entre zero à 14 anos, no tratamento de doenças como: Paralisia Cerebral, Síndrome de Dawl, Transtorno Desintegrativo da Infância, Mucopólisacarídose entre outras. O atendimento acontece nas segundas, terças e quintas-feira, das 7hs às 12hs, oferecendo gratuitamente serviços de fonaudiologia, fisioterapia, psicologia e terapia ocupacional. "Agradeço a todas as pessoas que acreditam neste sonho e contribuem para que ele se torne realidade e, faço um apelo para as pessoas que ainda não contribuiram que elas lembrem das crianças que a associação atende e, acreditem que é pensando no bem estar delas que todos os nossos esforços serão válidos", ressalta Andréa Moraes.

Empregos formais têm saldo positivo em fevereiro


Fonte: Agência Estado


Depois de três meses seguidos de redução no saldo do emprego formal no País, o mercado de vagas de trabalho com carteira assinada voltou a registrar saldo positivo no mês de fevereiro. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, no mês passado o saldo entre demissões e contratações ficou positivo em 9.179 vagas.

"O saldo é pequeno, mas é positivo", disse o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, em entrevista à imprensa para anunciar os números. Esse resultado, apesar de positivo, foi o pior registrado em um mês de fevereiro desde 1999, quando foram eliminadas 78 mil vagas formais.
Em fevereiro, foram contratados 1.233.554 empregados e demitidos 1.224.375. Cinco setores apresentaram desempenho positivo: serviços, administração pública, construção civil, agricultura e serviços industriais de utilidade pública. As maiores perdas de postos de trabalho, por outro lado, foram registradas na indústria de transformação e no comércio.


Em dezembro de 2008, haviam sido eliminados mais de 650 mil empregos formais e em janeiro deste ano, menos 101 mil vagas.

Pólo de Confecçãoes do Agreste pernambucano registra crescimento


Engana-se quem pensa que o polo têxtil do Agreste se resume a Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe. Com o crescimento econômico desses municípios através da multiplicação das empresas familiares, outras oito cidades da região aderiram à moda e têm hoje o setor têxtil como uma saída para a geração de empregos. Apesar da maioria da produção continuar sendo das três pioneiras, a inclusão dos novos municípios fortalece mais o segundo maior polo têxtil do País, que só perde para São Paulo.
Nas novas cidades do polo (Taquaritinga do Norte, Brejo da Madre de Deus, Surubim, Agrestina, Cupira, Vertentes, Belo Jardim, Riacho das Almas) o empreendedorismo familiar continua sendo a marca do desenvolvimento industrial do Agreste. “O trabalho produzido nesses municípios vem somar aos centros comerciais para fornecer novos produtos para os compradores da região. Essas cidades começam a formar um polo prestador de serviços, através do surgimento de facções que produzem uma diversificação do nicho de produtos”, destacou o consultor do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Laudemiro Ferreira.
Em Belo Jardim, por exemplo, existem atualmente 175 empresas familiares, totalizando aproximadamente 900 empregos diretos. “A maioria dessas empresas são informais, mas geram muitos empregos. É fundamental o desenvolvimento da indústria local porque é a partir dela que se começa a jogar dinheiro no comércio”, destacou Antonio Cavalcante, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Jardim. O dono da Refúgio Moda Alternativa, Luciano Araújo, destaca a diversidade de produtos oferecidos pela rede local. “Produzimos confecção, calçado, produtos em couro, bolsas, material esportivo, jeans e temos uma empresa pioneira trabalhando com lingerie.”
Cada município tem a sua singularidade, sempre girando em torno das grandes cidades do polo. Em Cupira, destaca-se a moda infantil, com mais de 200 empresas. Riacho das almas e Vertentes estão bem caracterizada por lavanderias e jeans. Taquaritinga do Norte e Brejo da Madre de Deus, pela proximidade com Santa Cruz do Capibaribe, têm um perfil similar de prestação de serviços a esta cidade.
Para contribuir com a profissionalização desses municípios e das cidades maiores do polo, o Sebrae Caruaru trabalha com três projetos de apoio às antigas e novas empresas. “Temos três programas em funcionamento para as empresas desses municípios: o de melhoramento da imagem, de competitividade e um programa de consciência limpa, para as lavanderias”, destacou Mário Cesar, gestor de projetos de confecção do Sebrae Caruaru.



OPORTUNIDADES
A região do Agreste responde por 15% da produção de vestuário em número de peças, em todo o País. Como a indústria têxtil é uma das que gera mais empregos, em Pernambuco 160 mil pessoas vivem de negócios do setor. A região do Agreste é responsável por metade desse quadro, com 80 mil pessoas trabalhando. “Essa é a cadeia que gera mais empregos por real investido. Por isso, a China investiu há 30 anos nessa indústria. Com mais interesse governamental, em um estalar de dedos, milhares de outras pessoas também serão empregadas”, afirmou Oscar Rache, do Sinditextil.



ABERTURA DE MERCADO
A expectativa de Oscar Rache, presidente da Sinditextil, e de Fredi Maia, presidente da Sindivest, é de um aumento de consumo de vestuário nacional a partir de abril. A avaliação deles se deve à tendência de redução das importações ocasionada pela crise internacional. “A crise é algo muito ruim, mas é também uma grande oportunidade”, destacou o presidente da Sinditextil.
Como está se completando seis meses de crise, período necessário para chegada das encomendas do exterior, as importações devem reduzir em até 30%. “O maior problema para os produtores nacionais era a importação, que chegou a tomar 25% do mercado nacional. Com a crise, esse número cai. A redução da importação trabalha em favor da indústria têxtil do Nordeste”, completou Oscar Rache. Caso seja concretizada essa previsão de redução, irão sobrar 6% para a produção nacional, que resulta em torno de US$ 2,5 bilhões. “Ninguém parou de comer ou vestir com a crise. Se não cair a renda, o mercado cresce certamente”, completou Fredi Maia.
Ao todo, 99% da produção nacional é vendida internamente, apenas 1% vai para exportações. “O Brasil só participa de 0,5% das exportações de vestuário no mundo. O País, o sexto maior produtor têxtil do mundo, ocupa apenas o 307º lugar em comercialização”, disse o presidente da Sinditextil. Os empresários destacam a necessidade de uma política de exportação mais agressiva. Com a crise, o número de exportações também está caindo.
Já existe um fórum informal entre os empresários da cadeia têxtil do Estado que trabalham para um desenvolvimento ainda maior desse polo no Estado. “Estamos propondo uma estrutura de acompanhamento da nossa cadeia para transformar Pernambuco no melhor lugar para se ter uma indústria têxtil no Brasil”, afirmou Oscar Rache.

Confecções querem exportar


O mercado internacional é a principal meta das empresas de confecção do Agreste, que irão comercializar seus produtos na 7ª rodada de negócios da moda pernambucana, que acontece de 18 a 20, no Maria José Recepções II, em Caruaru. Para se adequarem às demandas dos compradores, que virão da América do Sul e África, as indústrias passaram antecipadamente pela clínica de adequação, um programa promovido pelo Sebrae em parceria com a Sindicato das Indústrias de Confecções de Pernambuco (Sindivest) e Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) que avaliou e direcionou a produção de cada indústria.
Das 90 empresas pernambucanas que se inscreveram na rodada de negócios, das quais 90% são do Agreste, 20 foram consideradas aptas para exportar. Até atingirem os padrões de qualidade exigidos nesse tipo de comércio, elas receberão avaliação em quesitos como controle e qualidade, gestão empresarial e compromisso em exportar. A análise se deu através do preenchimento de formulário e por atendimento de consultoria especializada no segmento.
A empresa que não recebeu aprovação imediata foi capacitada. “Já as que não têm a linha de produção direcionada para os compradores do exterior, que, neste momento, preferem a moda masculina e infantil, além do jeans, poderão negociar normalmente com as empresas compradoras brasileiras. São, em média, 180”, frisou Fredi Maia, presidente do Sindivest.
Nesta edição, pela primeira vez, a rodada recebe o Programa Estratégico da Cadeia a Têxtil Brasileira (Texbrasil) da Abip. Maia explica que é preciso analisar não apenas o nível do produto, como também da empresa, que deve estar preparada para atender aos compradores mais exigentes. “Queremos compradores que se tornem clientes fixos.”



EXPERIÊNCIA
De acordo com Laudemiro Ferreira Júnior, analista do Sebrae e agente de comércio exterior, cerca de 70% das empresas vendedoras já participaram de outras edições da rodada. “São empresas mais experientes, que se importam em vender produtos de alto valor agregado, de primeira linha. As empresas do Agreste tiveram que se adaptar às características de consumo dos compradores e a rodada focou seus esforços para potencializar as vendas neste mercado”, informou o analista.
O gerente comercial da Rota do Mar, Neilton Gomes, diz que as roupas que a empresa confecciona hoje alcançaram os padrões de exportação. “Estamos aprendendo mais sobre a logística dessa forma de comércio, mas é bem provável que superemos as vendas do evento anterior.”
A rodada de negócios ocorre a cada seis meses. Na última delas, foram movimentados R$ 6 milhões. “Nossa expectativa para este ano é que se tenha um aumento de 50% nas vendas. Fora isso, acreditamos que a rede hoteleira e a gastronômica de Caruaru e da região terão um acréscimo de 40% em sua movimentação”, estima Laudemiro.


Estado já revê metas de arrecadação de ICMS


A luz amarela acaba de acender na Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE). Como reflexo da crise econômica mundial, que atingiu diversos setores produtivos, os dois primeiros meses de 2009 foram marcados por crescimentos menores do que o esperado e redução nos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e na arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), forçando uma revisão nas metas para este ano. A expectativa para março é de quedas nominais, principalmente nas verbas oriundas do FPE.

Os números negativos levaram os membros do Conselho de Programação Financeira do governo a se reunirem na segunda-feira à noite, em caráter de urgência. Neste primeiro momento, para “cumprir o orçamento”, o secretário da Fazenda, Djalmo Leão, anunciou que irá fechar ainda mais o cerco a devedores e sonegadores em Pernambuco. "A situação é bastante preocupante. No final de 2008, foi feita uma previsão pelo Tesouro Nacional de um aumento nos repasses de 13,4%. E geralmente esse percentual é bem conservador. Porém, em janeiro deste ano, o crescimento foi de 4,9% (R$ 277,1 milhões em 2008 contra R$ 290,6 milhões em 2009). E em fevereiro houve queda de 11%, indo de R$ 304,6 milhões do ano passado, contra R$ 270,9 milhões este ano”, revelou o secretário.

No âmbito do ICMS, a previsão para 2009 era um crescimento de 11% na arrecadação. Janeiro apresentou 8,2%, enquanto que fevereiro apenas 4,7%. “Para atingir a meta estipulada, o primeiro bimestre deveria fechar com um aumento de 9%, no entanto foi de 6,5%, ficando bem abaixo”, acrescentou. Os segmentos com maiores quedas foram indústria de alimentos (24%), refinos (22%) e veículos (9%).

O FPE e o ICMS respondem por cerca de 90% da arrecadação do Estado (sendo 30% o primeiro e 60% o segundo). O restante vem de dívidas e convênios. “Além de racionalizar os gastos do governo, vamos intensificar a fiscalização no segmento de combustíveis, que responde por 20% da arrecadação, buscar os grandes contribuintes com débitos, e rever benefícios fiscais de empresas que não estão pagando seus impostos. Assim, esperamos minimizar os efeitos da crise e torcer para que não haja uma queda significativa”, apontou o secretário.

De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o total de recursos do FPE distribuído às unidades da federação caiu 18%, em termos reais, comparando-se fevereiro de 2008 a fevereiro de 2009. Ainda que ao longo do ano a receita tenha crescido 17,21%, os técnicos do instituto não acreditam que haverá o mesmo resultado este ano, a não ser que o País demonstre uma excepcional capacidade de recuperação.

RODADA DE NEGÓCIOS


Moda do Estado na prateleira


Empresas de confecções de vários municípios de Pernambuco vão participar, a partir de hoje e até a sexta-feira, da sétima edição da Rodada de Negócios da Moda Pernambucana. O objetivo é estreitar os laços e facilitar os negócios entre os grandes compradores e as empresas do Estado. O evento vai ser realizado na Casa de Eventos Maria José II, em Caruaru, das 9h às 19h.
O número de confecções locais participantes cresceu de 81 para 90 entre 2008 e 2009. As empresas são de municípios como Recife, Caruaru, Toritama, Vitória de Santo Antão, Cupira, Belo Jardim, Taquaritinga do Norte, Surubim e Santa Cruz do Capibaribe. É a ocasião onde os empresários apresentam as últimas novidades e tendências do setor.
Já os compradores são oriundos de vários Estados brasileiros como Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Piauí, Bahia e Amazonas.
Os organizadores do evento acreditam que durante os três dias de reuniões, negócios na ordem de R$ 5 milhões serão fechados. Além disso, outros R$ 15 milhões devem ser movimentados em negociações posteriores.
“A Rodada traz benefícios para a economia da região e para investidores locais. Essa iniciativa amplia os negócios feitos pelas empresas, gerando mais renda, e eleva a qualidade dos produtos e da gestão do empreendimento”, informa o gestor do projeto do polo de confecções do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Mário César Freitas.
Além do Sebrae, outras duas instituições realizam o evento, a Associação Comercial e Industrial de Caruaru e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Mais informações podem ser obtidas por meio dos números 2103-8400 e 0800-570-0800.

terça-feira, 17 de março de 2009

PIB do trimestre faz cair o mito do Brasil blindado

A crise chegou e bateu forte no Brasil, apontaram os números do próprio IBGE sobre o último trimestre de 2008. A riqueza nacional teve queda no trimestre de 3,6%. Quando medido no formato usado pelos Estados Unidos, que tomam os dados do trimestre e os projetam para um ano inteiro, a produção brasileira teve queda de 14,4%, mais que o dobro no mesmo período do que os Estados Unidos, que teve uma queda (usando o mesmo método) de 6,3%.
Esses números mostram que, mais uma vez, uma crise lá fora tem repercussão ainda pior aqui dentro. “Essa redução pegou o governo de surpresa, que subestimava a crise. E, ao fazer isso, foi letárgico na reação”, critica Ferrari Filho, da UFRGS. Ele pede mais ativismo do governo nas medidas. “Por que os benefícios oferecidos à indústria automobilística, como redução do IPI, não foram generalizados para outros segmentos? Por que o Banco Central não foi mais categórico na sinalização da redução da taxa de juros?”, questiona.
Para ele, o governo acreditou na tese do descolamento, de que os fundamentos da economia brasileira estavam tão sólidos que a crise pouco poderia afetar a economia interna. O PAC, apesar dos números grandiosos e da intenção de investir, não consegue sair do papel nos prazos previstos. Para Ferrari Filho, a economia brasileira deve sair do crescimento de 5,2% de 2008 para meros 1,5% em 2009. “A deterioração dos indicadores foi muito rápida”, analisa.
Para Tiago Cavalcanti, as economias da Inglaterra e dos Estados Unidos chegaram ao fundo do poço, mas a do Brasil ainda vai piorar. “O efeito no Brasil tem uma defasagem. Agora é que o Brasil está começando a sentir”, avalia. Ele afirma que o Banco Central tem uma boa margem de manobra, com possibilidade de corte de juros e altas reservas. Mas critica: “A crise, no início, não foi tratada de forma séria no Brasil. Foi tratada até de forma irônica.”
Fonte: Jornal do Commercio

Projeto ajuda microempresa e recém-formado

Sebrae lança programa que prevê a contratação de novos profissionais para ajudar na gestão das microempresas. Acompanhamento dura 2 anos
O Sebrae vai iniciar em Pernambuco o projeto Agentes Locais de Inovação (ALI), que coloca consultores diretamente em empresas para promover a inovação em produtos, gestão e processos. O programa terá a duração de 2 anos e tem como metas aumentar a produtividade e o faturamento das empresas beneficiadas, que serão escolhidas e receberão o benefício sem custos. Os agentes de inovação, recém-formados em áreas como economia e administração, terão direito a uma bolsa de R$ 2.000.
“Esse programa já vem sendo desenvolvido de forma piloto no Paraná e Brasília. E agora está se expandindo no Brasil. É algo que está sendo muito bem sucedido”, afirma Sueli Cavalcanti, responsável pelo programa no Sebrae Pernambuco. Para operacionalizar o programa, o Sebrae contratou a organização sem fins lucrativos Nectar que fará o recrutamento dos futuros agentes de inovação e fará o treinamento desse pessoal. “O ALI vai ter uma atuação sistemática. Uma pessoa acompanhará as empresas por dois anos, gerar relatórios, diagnósticos e trabalhar com metas finalísticas”, explica o economista Francisco Lopes, gestor do programa no Nectar.
A atuação do ALI não será restrita à Região Metropolitana do Recife, mas envolver polos econômicos do interior, incluindo o Araripe, Mata Sul, Mata Norte e Agreste. A ideia é trabalhar em segmentos diversos, como móveis, turismo e gastronomia, metal-mecânico, gesso, panificação, comércio varejista entre outros. As vezes, a inovação pode ser uma coisa simples, mas que agiliza os trabalhos internos e dá maior produtividade. “Numa panificadora, por exemplo, as vezes a máquina que faz o pão está num local e que corta bem distante. Ou, no caso do setor de confecções do agreste, o tamanho 44 de uma empresa não é o mesmo de outra. Isso deve ser padronizado”, exemplifica Lopes.
Serão 1.000 empresas escolhidas através do banco de dados do Sebrae e uma chamada pública ainda a ser preparada. A empresa nada pagará pelo serviço, mas terá que se comprometer em fazer as mudanças sugeridas pela consultoria. “O serviço é 0800 (gratuito) para a empresa, mas elas vão assinar um termo de adesão. Não é um trabalho de faz de conta, é algo que tem que ter consequências”, enfatiza Lopes. O programa projeta que, ao final de 2 anos, o faturamento das empresas participantes subirá 10% este ano e mais 10% em 2010. A inovação deve ser adotada em pelo menos metade das empresas ainda este ano e 100% no próximo.
De acordo com o economista, apesar do momento de crise as metas são totalmente alcançáveis. “As micro e pequenas empresas ainda têm muito a ganhar com inovação. A crise é o momento ideal para um trabalho como esse, especialmente porque é de forma contínua. No momento de crise é ótimo para repensar o processo, produto e melhoria da gestão”, afirma.
O programa é também uma excelente oportunidade de trabalho para recém formados em áreas como economia, ciências contábeis e administração. Cada agente de inovação receberá R$ 2 mil em forma de bolsa por dois anos. Enquanto estiver no processo de capacitação, que dura dois meses, já receberá R$ 1.000 por mês. Serão recrutados para a capacitação 30 pessoas, dos quais 20 ficarão no serviço e outros 10 num banco de reserva.
A seleção será feita através de prova objetiva e análise de currículo. As inscrições já estão abertas e mais informações podem ser obtidas através do site do Nectar, em www.nectar.org.br ou através do e-mail selecaoali@nectar.org.br.
Fonte: Jornal do Commercio

SPC BRASIL


A CDL – Santa Cruz do Capibaribe, com a finalidade de auxiliar o lojista na análise de crédito, disponibiliza a sociedade o SPC Brasil - Serviço de Proteção ao Crédito. Este Serviço é exclusivo da CDL, é a fonte de informação mais precisa para o empresário, pois dá subsídios para operações com cheques e aprovação de crédito com segurança. Através do maior banco de dados comerciais da América Latina, o SPC oferece desde uma simples consulta de cheque, até a mais complexa informação de pessoa jurídica, funcionando 24 horas, nos sete dias da semana, dando suporte ao lojista.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Empreendedores temem formalização de negócios

Informais acreditam que terão alta de impostos, burocracia e aumento nos custos


Por Rosa Falcão


Os empreendedores informais querem ter a proteção da Previdência Social, mas temem o aumento do pagamento de impostos, a burocracia dos órgãos públicos e os altos custos para legalizar os pequenos negócios. É o que revela a pesquisa feita pelo Sebrae Nacional com trabalhadores autônomos de cinco capitais do país (Recife, Belém, Porto Alegre, São Paulo e Goiânia). O estudo foi encomendado pelo Ministério da Previdência Social (MPS) para obter o perfil dessas pessoas que estão à margem dos benefícios do INSS. Para atraí-los para a formalização, o MPS oferece alíquota reduzida de 11% do salário mínimo, o que equivale a contribuição mensal de R$ 51,15. No pacote vem o CNPJ e a inscrição nos fiscos estadual e municipal.

Desinformação, baixa qualificação, falta de planejamento, dificuldade de obtenção de crédito e medo de cair nas "garras" do leão. São barreiras que precisam ser transpostas pelo governo federal para estimular o programa micro-empreendedor individual (MEI), cuja adesão começa a partir de 1 de julho. A estimativa é que existem 10,2 milhões de empreendedores informais em todo o país. São barraqueiros, ambulantes, costureiras, manicures, cabeleireiras, diaristas, serralheiros, entre outros. A meta do MPS é colocar na formalidade de 700 mil a 2 milhões de informais até o fim de 2010.

São trabalhadores como a recifense Evânia Maria da Silva, 45 anos, que vende bolsas na Pracinha do Diario. "Sempre trabalhei como informal. Nunca paguei o INSS. Teve uma época que eu pensei em pagar porque a velhice vai chegar e eu estou descoberta", reconhece. A desculpa: a contribuição é muito alta para tirar do apurado de pouco mais de um salário mínimo por mês. "A gente não ganha certo. Tenho que trabalhar como diarista para completar o que eu tiro na rua", completa. Evânia não paga taxas e diz que o dinheiro não dá para legalizar o negócio.

José Carlos de Souza, 47 anos, vende frutas há mais de quinze anos. Tem um ponto na Avenida Dantas Barreto. Ele conta quejá tentou pagar o INSS durante o período de um ano e meio. "Desisti porque fiquei sem condições. Se o governo der um incentivo eu posso voltar a pagar porque é importante ter direito a aposentadoria", diz. Para o ambulante, a alíquota de 10% do salário mínimo (R$ 45) seria razoável para o bolso, mas ele teme os impostos com a formalização do negócio.

Coordenador da pesquisa e gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, Breno Quick, reconhece que o desafio agora é convencer os informais das vantagens da adesão ao programa do micro-empreendedor individual (MEI). "Existe a resistência do informal sair do anonimato reforçado pela desconfiança no setor público com a sobrecarga dos tributos. É preciso mostrar que o programa é real e acessível e trará vantagens, como os benefícios da Previdência", destaca. Breno destaca que o grande atrativo é pagar R$ 51,15 é ter direito ao auxílio-doença, licença maternidade, a aposentadoria, entre outros.

Fonte: Diário de Pernambuco

Contribuinte pode parcelar dívidas com a União a partir de hoje

A partir de hoje (16), os contribuintes com pendências com a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) poderão pedir o parcelamento da dívida com a União. O formulário de adesão estará disponível na página dos dois órgãos na internet até o dia 31.
A dívida pode ser paga de uma só vez ou parcelada em até 60 meses, com prestação mínima de R$ 50 para pessoa física e de R$ 100 para empresas. Quem optar pelo pagamento em até seis meses terá desconto de 30% dos juros de mora e de 100% das multas de mora e de ofício e do encargo legal.
Caso o parcelamento seja feito em até 30 prestações, a redução será de 60% das multas de mora e de ofício e de 100% do encargo legal. No pagamento em até 60 meses, há redução de 40% sobre o valor das multas de mora e de ofício e de 100% do encargo legal.
O programa de parcelamento foi definido pela Medida Provisória (MP) 449, que perdoou parte das dívidas com a União no valor de até R$ 10 mil. Editada em dezembro, a medida ainda não foi votada pelo Congresso.
A renegociação beneficiará os contribuintes que têm dívida de até R$ 10 mil com a União vencidas até 31 de dezembro de 2005. Esses contribuintes não foram contemplados com o perdão integral da dívida pela medida provisória, que só anistiou os débitos de até R$ 10 mil vencidos até 31 de dezembro de 2002.
Quem tiver dívida superior a esse limite também pode pedir o parcelamento, desde que pague à vista e sem direito a benefícios tributários dentro do valor que ultrapassar os R$ 10 mil. Podem aderir ainda ao programa os contribuintes incluídos no Programa de Recuperação Fiscal (Refis) ou no Parcelamento Especial (Paes, também conhecido como Refis 2).
As empresas que usaram indevidamente o crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) também podem parcelar as dívidas. Esse débito refere-se a indústrias que compraram matérias-primas isentas de IPI, mas continuaram a descontar créditos desse tributo, como se o imposto incidisse sobre esses insumos. Em agosto de 2007, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu ganho ao governo e as empresas tiveram de assumir a dívida.
Os contribuintes interessados em aderir ao parcelamento podem entrar nos seguintes endereços: http://www.receita.fazenda.gov.br, no caso de tributos atrasados, ou http://www.pgfn.fazenda.gov.br, caso já estejam inscritos na dívida ativa.
Fonte: Agência Brasil

sábado, 14 de março de 2009

Parabéns!!!



Hoje (15.03), é dia de alegria, dia de festa, o dia que o Senhor escolheu para deixar vir ao mundo, esta jovem que faz parte da equipe CDL - Santa Cruz do Capibaribe, a qual recebe hoje, por parte de todos que fazem a entidade votos de Felicidade!

Pedimos ao Senhor Nosso DEUS para que ELE através de sua bondade e de seu amor possa te dar a Paz que seu coração necessite, a sabedoria e o discernimento para fazer as escolhas certas e, por fim te fazer ainda mais feliz!


Feliz Aniversário - Nazaré Alves.



sexta-feira, 13 de março de 2009

País tem maior taxa real do mundo

Nem mesmo o corte de 1,5 ponto porcentual na taxa básica de juros determinado pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central foi capaz de tirar o Brasil da liderança do ranking dos países com maiores taxas de juros reais. De acordo com os cálculos da UPTrend Consultoria Econômica, com o resultado de ontem do Copom, a taxa real brasileira é de 6,5% ao ano, levando-se em conta uma inflação projetada de 4,5% para 2009. O segundo lugar no ranking é ocupado pela a Hungria, com taxa real de 6,2%, seguida pela Argentina e China, ambas com 4,3%, e na quinta colocação a Turquia (3,5%).
“A crise econômica acelerou os cortes de juros mundo afora, mas como o Brasil insistiu até recentemente em manter as taxas num patamar elevado, o diferencial cresceu”, observa o economista-chefe da consultoria e responsável pelos cálculos, Jason Vieira. A média do juro de 40 países incluídos nesse ranking é de 0,1% ao ano, ou seja, uma taxa muito próxima de zero. Exatamente a metade dos países que compõem esse ranking tem juros reais negativos.
Hoje, diante da primeira recessão global pós-1945, governos dos países ricos caminham para um cenário de emprestar dinheiro de graça. A adoção de taxas de juros nominais cada vez mais próximas de zero ou juros reais negativos tem sido um esforço de bancos centrais de Estados Unidos, Europa e Japão – ou seja, de países desenvolvidos – para impulsionar as suas economias.

Emprego industrial cai 1,15% em PE


Os efeitos da crise sobre o mercado de trabalho industrial se agravaram em janeiro, segundo informações divulgadas ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em Pernambuco, foi registrada uma queda de 1,15% no pessoal assalariado ocupado na indústria, enquanto no Brasil a redução foi de 2,5%, comparando janeiro último com o mesmo período do ano passado. Para o País, este é o pior resultado da série histórica da pesquisa do IBGE, iniciada em 2001.
Ainda em Pernambuco, ocorreu uma queda de 1,78% na folha de pagamento da indústria e o total de horas pagas também caiu 2,64%. A assessoria de imprensa do IBGE revelou, por telefone, que não tem os números de quantas vagas foram fechadas na indústria de transformação do Estado. Várias indústrias locais demitiram seus funcionários devido à retração do consumo, que ocorreu como conseqüência da crise, diminuindo o crédito e consequentemente o consumo.
Ontem, a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) divulgou a pesquisa Indicadores Industriais que mostra um decréscimo de 0,5% na ocupação industrial, quando compara janeiro último com dezembro. Já na relação janeiro deste ano como o mesmo mês de 2008, houve um acréscimo de 2,4% no emprego industrial em Pernambuco. No entanto, o próprio texto da pesquisa diz que houve uma acomodação da ocupação industrial no Estado a partir do último quadrimestre de 2008, quando os efeitos da crise ficaram mais fortes.
O estudo da Fiepe pesquisou 14 setores da indústria de transformação pernambucana, sendo que 10 mantiveram um saldo positivo de pessoas ocupadas. A performance positiva foi liderada pelos setores de alimentação e bebidas (1,22%), artigos de borracha e plástico (16,94%) e produtos químicos com 12,25%. Na mesma pesquisa, o setor de couro e calçados registrou uma queda no emprego de 19,56% e o setor têxtil, de 0,64%.
BRASIL
A renda e o número de horas pagas também mostraram desempenho ruim no início do ano. O técnico da coordenação de indústria do IBGE, André Macedo avalia que dados do mercado de trabalho industrial “não foram nada favoráveis, mas estão bem alinhados com o que foi observado na atividade industrial.” Ele observou que os efeitos da crise sobre o mercado de trabalho industrial foram generalizados em janeiro, com amplo impacto nas regiões e setores pesquisados. Das 14 regiões investigadas pelo IBGE no mês, comparativamente a janeiro do ano passado, apenas o Espírito Santo registrou resultado positivo (0,7%).
Em São Paulo, que representa cerca de 40% do emprego nacional do setor, o recuo foi de 2,1%. Já na pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o nível de emprego da indústria de transformação daquele Estado registrou um recuo de 1,8% na comparação com janeiro. Com isso, foram fechadas 43 mil vagas ao longo do último mês. Apesar disso, o Sensor Fiesp, que capta as expectativas futuras dos empresários, voltou a sinalizar otimismo. Em relação a fevereiro do ano passado, a queda no nível de emprego foi de 4,57%, o que representa um corte de 112.500 vagas. São Paulo é o Estado mais industrializado do País e lá os efeitos da crise na indústria são maiores.

Fonte: jc online para assinantes

quinta-feira, 12 de março de 2009

CONVITE CINE UESCC



Neste sábado (14/03/2009), a UESCC apresenta o filme, “O SOM DO CORAÇÃO".

O filme é baseado em um drama envolvente, encantador e que emociona.

Vale a pena assistir.

PROGRAMAÇÃO FILME: O SOM DO CORAÇÃO
DIA: SÁBADO (14/03/2009)
HORA: 19 HORAS
LOCAL: SEDE DA UESCC (entre a Telemar e o Sispol)
ENTRADA: GRÁTIS

Euzébio Pereira - Presidente da UESCC.

Carga tributária chega a 36,56%


Texto extraído do site jc online para assinantes



Estudo divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revela que a carga tributária brasileira chegou a 36,56% do PIB em 2008. Foi arrecadado no ano um total de R$ 1,056 trilhão sobre o valor do PIB, que ficou em R$ 2,889 trilhões. No mesmo período, cada brasileiro pagou aproximadamente R$ 5.572 em impostos, com um aumento de R$ 652 sobre os valores pagos em 2007.
De acordo com o estudo, o crescimento da arrecadação Federal foi de R$ 88,70 bilhões (13,63%), dos Estados, R$ 36,55 bilhões (15,66%), e dos municípios, R$ 8,02 bilhões (20,64%) – crescimento que gerou acréscimo de 13,24% na carga tributária per capta de 2008.
O Estado que teve maior aumento de arrecadação federal em 2008 foi o Mato Grosso do Sul, cujo crescimento foi de 38,49%, comparado a 2007, e o único que apresentou queda na arrecadação foi o Distrito Federal, com menos 6,43%. Já a arrecadação do ICMS apresentou crescimento médio de 18,44%, sendo que o Amazonas apresentou crescimento de 24,45% e Amapá apresentou diminuição deste imposto de 62,38%.
A queda na arrecadação de tributos nos últimos meses não foi isolada. No estudo divulgado ontem, o IBPT estima que a arrecadação total vai cair cerca de R$ 35 bilhões no primeiro semestre deste ano, como reflexo da retração do nível de atividade econômica no País. “Se isto se confirmar, será a primeira vez desde 2003 que a arrecadação tributária cai no primeiro semestre do ano, fato que nos últimos 20 anos ocorreu apenas em 1991, 1992, 1996 e 2003”, enfatizou o tributarista e presidente do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.
No primeiro semestre de 2008, o contribuinte brasileiro pagou R$ 516,07 bilhões em impostos e contribuições para as três esferas de governo, valor que cairia para R$ 505 bilhões. Em termos reais (descontando o IPCA acumulado no período), a retração chegaria a 7%.
O IBPT espera, por exemplo, uma queda dos tributos ligados aos ganhos das empresas. Existe também o peso das recentes desonerações anunciadas pelo governo, como forma de estimular o crescimento do mercado interno. A entidade chama a atenção para o fato de o governo ter embutido um aumento da arrecadação no Orçamento deste ano, o que não deve se confirmar.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Visite a Ilha de Fernando de Noronha



FERNANDO DE NORONHA
Ilha cultuada pelos céusLava abençoada que se fez paraíso...
Das nuvens advêm santos ilhéus Guardiãs da natureza
Predicados do sorriso...
Onde Deus, em matéria de beleza
Formou todo o seu juízo.
(Bruno Bezerra)


O NAVEGANTE (ao avistar Noronha)
Louvado seja Deus!Abençoado é o teu mar
Enquanto o marujo grita:
Salve Yemanjá.
Grito eu aos meus...
PARAÍSO À VISTA!
(Bruno Bezerra)


Poemas: Bruno Bezerra - Diretor de Desenvolvimento da CDL - Santa Cruz do Capibaribe/PE
Site Pesquisado:www.spvilas.com.br

CDL Jovem - Santa Cruz do Capibaribe


A CDL , unidade de Santa Cruz do Capibaribe no Agreste do Estado, está em fase de criação da CDL Jovem. No último dia 05 de março, mais uma assembléia foi realizada a fim de discutir a composição da diretoria, cargos a serem criados e discutir o regimento interno. Para aprovação do regimento interno, já foi agendado uma reunião a ser realizada no próximo dia 12/ 03, quinta-feira, a partir das 19 horas na sede da entidade, na qual vai participar do encontro, a Presidente da CDL Jovem de Caruaru a Srª Paula Andrade Costa. Na reunião também será definido a data da posse da diretoria da CDL Jovem Santa cruz do Capibaribe.

NOTA PRESIDÊNCIA - PIB Brasileiro



O resultado do crescimento de 5,1% do PIB Brasileiro (Produto Interno Bruto), em 2008, ficou dentro das nossas estimativas, desde o final do ano passado, assim como a queda de 3,6% anunciada para o último trimestre. O que mais preocupa dentre os números apresentados é a redução do consumo das famílias, que cedeu 2%, e vinha sendo a locomotiva que puxava o crescimento do País. De acordo com o alerta do Presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, ¨temos há muito recomendado atenção a este respeito. Nosso foco deve se voltar à manutenção do emprego e da renda. Sem isso, o consumo dos brasileiros deixará de ser o diferencial entre a economia brasileira e a de outros países. O varejo brasileiro está praticando as alterações necessárias em suas estruturas, estoque e crédito. Nossa parte está sendo feita, mas precisamos mais¨. Ao falar isto, Pellizzaro está se referindo às relações de trabalho - muito rígidas, em nosso sistema legislativo -, assim como, à folha de pagamento extremamente onerosa.

Vera Batista
Asseessora de Imprensa CNDL.