Topo

Topo

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


Empresas de todo País poderão identificar Notas Fiscais Eletrônicas emitidas contra seu CNPJ

Fonte: SEFAZ/SP


As empresas poderão identificar as Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) emitidas contra seu CNPJ em qualquer Estado brasileiro. A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo desenvolveu software que permite a empresas de todas as regiões do Brasil ter acesso à relação de NF-e emitidas para o seu número de cadastro. A medida traz segurança aos destinatários de NF-e, que podem acompanhar o fluxo comercial, detectar indícios de fraudes ou simulações que envolvam o uso indevido de seu CNPJ e sinalizar ao Fisco se reconhece ou não determinada operação.

O Aplicativo de Manifestação do Destinatário é gratuito e está disponível para os contribuintes no site da Secretaria da Fazenda. O link para download, incluindo orientações gerais para instalação e uso, está disponível na página da NF-e, no endereço www.fazenda.sp.gov.br/nfe. Esta funcionalidade é de uso livre e voluntário pelas empresas e traz a vantagem de indicar a ocorrência da operação e evitar cancelamentos indevidos da NF-e por erro ou fraude. Com este novo software, as empresas destinatárias de NF-e poderão manifestar-se quando a ocorrência ou não da operação comercial.


Moda Pernambucana começa a conquistar o sul do país

Fonte: Blog do Ney

Empresas do Polo de Confecções de Pernambuco foram destaque na Fenim. Fotos: Valmir Ribeiro.



Para começar bem 2013 empresários do Polo de Confecções do Agreste participaram de uma das mais importantes feiras de negócios do setor realizada no Brasil.


Para integrar-se a FENIM OUTONO/INVERNO, realizada entre os dias 22 e 25 de janeiro marcas locais formaram um único ambiente no evento denominado stand Polo Moda Pernambuco.


A FENIM é uma feira de negócios direcionada aos lojistas em geral, nacionais e internacionais, reunindo importantes fabricantes da indústria da moda nacional, para os públicos feminino, masculino e infanto-juvenil, formatada para atender uma necessidade natural do mercado em busca de feiras de lançamentos “de moda” que agregassem negócios e lazer.


A feira aconteceu no Pavilhão de Exposições do Serra Park, na cidade de Gramado, na Serra Gaúcha, um dos melhores centros de eventos do Rio Grande do Sul, com infraestrutura ímpar, numa área útil de 25 mil metros quadrados e mais o lazer da região.

Grande estrutura para receber os expositores de diversas regiões do país.


Segundo Valmir Ribeiro, empresário da marca Sport Company, mesmo estando ao lado de grandes marcas nacionais, há espaço e atenção do público do evento aos produtos pernambucanos. “Conheci a FENIM em 2010 como visitante e me tornei expositor já pelo segundo ano consecutivo. Isso demonstra que nossos produtos tem potencial e que naturalmente pode ganhar mercado no sul do país”, destacou.



quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Moda Center Santa Cruz não terá feiras no período de Carnaval


A Administração do Moda Center comunica aos clientes e condôminos que não haverá feira durante o Carnaval.


O parque será fechado às 18h da sexta-feira (08) e reaberto na quarta-feira de Cinzas, a partir do meio dia.


A Administração informa ainda que, por medida de segurança, nesse período, os condôminos só poderão entrar no Moda Center em casos excepcionais, com identificação e justificativa plausível.


Eles também serão acompanhados por seguranças durante toda a sua permanência no interior do parque.


A Administração do Moda Center aproveita a oportunidade para desejar a todos um Carnaval com muita alegria, mas acima de tudo com muita responsabilidade.

Parabéns



As felicitações de hoje são para o Office boy da CDL Santa Cruz do Capibaribe, Alex Andrade. Ele que tão bem desenvolve seu trabalho e percorre toda a cidade levando informações através de boletos, ofícios, comunicados e outras coisas para os associados da entidade. Que hoje seja um dia diferenciado para o nosso colaborador Alex, que em sua vida a felicidade seja duradoura, com muita saúde e paz para você e seus familiares. Parabéns!

Vale a pena investir em imóvel para alugar em 2013?

Por: Jandson Araújo





Os imóveis brasileiros usados valorizaram no ano passado, em média, 13,7%, segundo o Índice FipeZap, uma cifra bem mais modesta do que nos anos anteriores. Já o índice de inflação que reajusta os contratos de aluguel, o IGP-M, fechou o ano com forte alta de 7,82%. Mas quem pensa em aproveitar a aparente estabilização nos preços dos imóveis residenciais para ir às compras e obter renda com aluguel numa época de inflação mais alta deve pensar novamente.

Com imóveis tão caros e a impossibilidade de os aluguéis subirem acima do limite da renda dos locatários, o investimento imobiliário direto, no segmento residencial, não deve ser uma boa pedida para 2013. Em outras palavras, o retorno apenas com o aluguel está abaixo em comparação à inflação e até mesmo à poupança. O retorno é o percentual a que corresponde o aluguel face ao valor do imóvel. Assim, grosso modo, para uma quantia de 100.000 reais despendida na compra de um imóvel, um aluguel de 1.000 reais mensais corresponderia a um retorno de 1% ao mês.

Segundo o último Índice FipeZap, o retorno médio com aluguel no Rio de Janeiro em dezembro era de 0,39% ao mês; em São Paulo, era um pouco maior, de 0,49%. O Índice FipeZap considera a rentabilidade bruta, anterior ao desconto com imposto de renda a que os aluguéis estão sujeitos. Em ambos os casos, a rentabilidade vem caindo desde 2008.

Esse patamar de rentabilidade é o mesmo das aplicações mais conservadoras do mercado, que além de terem menos risco de calote, ainda são bem mais líquidas. A poupança pelas regras novas, com remuneração de 70% da Selic mais Taxa Referencial (TR), rendeu, em dezembro, 0,41%. É mais do que a média de retorno do Rio de Janeiro. O retorno bruto em São Paulo perde, por exemplo, para o retorno bruto em um mês no Tesouro Direto. Uma Letra Financeira do Tesouro (LFT) está rendendo, em um mês, 0,58%, considerando uma corretora que não cobre taxa de administração.

Isso se deve principalmente ao aumento dos preços dos imóveis novos, que puxou o aumento dos usados. A queda nos retornos com aluguel foi generalizada. A oferta de imóveis para locação também tem aumentado nos últimos anos em virtude do aquecimento da economia. Muita gente começou a enxergar o imóvel para aluguel como uma boa alternativa para alocar parte do patrimônio.

Veja na tabela as comparações:

Retorno em dez/2012
Rio de Janeiro
São Paulo
1 dormitório
0,39%
0,52%
2 dormitórios
0,40%
0,49%
3 dormitórios
0,38%
0,46%
4 dormitórios
0,39%
0,47%
Média
0,39%
0,49%
Nova Poupança
0,41%
0,41%
IPCA
0,79%
0,79%
IGP-M
0,68%
0,68%
Fontes: Índice FipeZap e Banco Central

Jandson Araújo é estudante da UFPE, Campus Caruaru e participante do SEOI (Sistemas Econômicos e Organização Industrial), UFPE-CAA.

Indústria brasileira reduz produção e emprego

Fonte: Ascom CNI


A produção e o emprego caíram e a ociosidade da indústria brasileira aumentou em dezembro.  O índice de evolução da produção ficou em 41,2 pontos e o de evolução do número de empregados diminuiu para 47,4 pontos, informa a Sondagem Industrial de dezembro de 2012, divulgada nesta terça-feira, 29 de janeiro pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores variam de zero a cem. Valores abaixo de 50 mostram queda na produção e no emprego. 

Conforme a pesquisa, a utilização da capacidade instalada efetiva em relação ao usual caiu para 42,2 pontos em dezembro.  O indicador está abaixo dos 50 pontos desde dezembro de 2010.  A ociosidade foi maior nas médias empresas, nas quais a utilização da capacidade instalada em relação ao usual ficou em 41,1 pontos. 
  
"Dezembro é, tradicionalmente, um mês de baixa produção na indústria. Mas em 2012 tivemos o pior dezembro depois da crise de 2008", disse o gerente executivo da Unidade de Pesquisa Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.  "Isso indica que não há uma trajetória sólida de recuperação da indústria", observou Castelo Branco. 

Ainda em dezembro, a indústria manteve os estoques ajustados pelo quarto mês consecutivo. O indicador de nível de estoques ficou em 48,4 pontos e o estoque efetivo em relação ao usual alcançou 50,4 pontos. Os valores variam de zero a cem. Acima de 50 indicam crescimento dos estoques além do planejado.

"A demora no ajustamento dos estoques contribuiu negativamente sobre as condições financeiras das empresas e dificultou a recuperação da atividade industrial. A indústria registra impactos negativos em sua lucratividade e dificuldade de acesso ao crédito", avalia a pesquisa da CNI. O indicador de margem de lucro ficou em 44,9 pontos e o de acesso ao crédito em 43,7 pontos. 

PERSPECTIVAS FUTURAS - Apesar da retração da atividade, os industriais estão otimistas com o futuro. Em janeiro, o indicador de expectativa dos empresários com  a demanda para os próximos seis meses ficou em 58,4 pontos, acima do registrado em janeiro de 2011 e de 2012.

O indicador de expectativas com a quantidade exportada alcançou 51,8 pontos. Além disso, os empresários pretendem aumentar as contratações e as compras de matérias-primas. O índice de expectativa do número de empregados subiu para 52,3 pontos e o de compras aumentou para 55,8 pontos. Os indicadores de expectativa variam de zero a cem. Valores acima de 50 indicam expectativas positivas. 

A Sondagem Industrial da CNI foi feita entre 7 e 17 de janeiro com 1.751 indústrias de todo o país, das quais 609 são pequenas, 691 médias e 451 grandes.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

FADIRE forma novos profissionais para o mercado do Polo de Confecções do Agreste



Alunos de Administração no Baile de Formatura
Com a formatura dos alunos dos cursos de Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Design de Moda, realizada pela Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (FADIRE), novos profissionais dessas três áreas estão sendo inseridos no mercado da região que engloba o Polo de Confecções do Agreste. São mais de 60 novos colaboradores inseridos no mercado, com formação adequada para o crescimento do Polo, onde estarão aplicando o conhecimento dentro das empresas da região.

A elegância das formandas em Design de moda no Baile de Formatura

O evento de colação de grau desses formandos aconteceu no Teatro Municipal de Santa Cruz do Capibaribe. De acordo com o Diretor Geral da FADIRE, Marcos Lima, os estudantes formados nesses cursos terão muito êxito no mercado local e regional.

Alunos de Ciências Contábeis na Colação de Grau fazendo o juramento da profissão

O diretor falou ainda que acha o curso de Administração de empresas essencial para qualquer empresa. “Todos os cursos são importantes, mas eu gosto muito de Administração de Empresas, pois um bom administrador para ter uma clínica não precisa ser médico, basta apenas contratar profissionais para isso, mas um médico ao abrir uma clínica precisa de um profissional para administrar a mesma”, disse Lima, que complementou o seu discurso parabenizando os formandos e incentivando-os a continuar buscando aprender cada vez mais.

Iº Evento Americano de Férias no Interior de Pernambuco é sucesso de público



Conhecer e falar outro idioma são requisitos básicos para quem almeja sucesso no tão concorrido mercado de trabalho, principalmente no contexto atual que o Brasil vivencia e vai receber grandes eventos esportivos mundiais. Pensando nisso, a Wide firmou uma parceria com a CDL Santa Cruz do Capibaribe e realizou na semana passada o Iº Evento Americano de Férias no Interior de Pernambuco. Esse projeto consistiu em trazer à cidade três nativos dos Estados Unidos, para passar conhecimento e dicas de como falar inglês em poucos dias. O evento aconteceu de 21 a 24 desse mês e contou com a participação de um bom público de alunos e pessoas interessadas no idioma.



Governo criará regras de incentivo às indústrias química e têxtil

Fonte: Agência Brasil


O governo federal negocia com setores da indústria o lançamento de regimes tributários nos moldes do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto).
De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, entre os setores que podem ser beneficiados estão as indústrias química e têxtil. Segundo Pimentel, não há data para o lançamento das iniciativas, que dependem das condições orçamentárias do governo e da negociação com cada setor.
"Serão [regimes] mais ou menos nos moldes do Inovar-Auto. É um regime voltado para desenvolver a competitividade, assegurar o conteúdo tecnológico e estimular a produção nacional", afirmou. De acordo com ele, o governo deve utilizar a redução de tributos e mecanismos de financiamento nesses novos programas.
Lançado no ano passado, o Inovar-Auto deu condições para a indústria automobilística compensar o aumento de 30 pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados ou com menos de 65% de conteúdo nacional.
Para pagar menos imposto, é preciso aumentar a eficiência energética, a segurança dos veículos e elevar os gastos em tecnologia e capacitação. Segundo o governo, as exigências ajudarão na produção de veículos mais baratos. Por meio do benefício tributário, o programa visa também estimular as empresas a manterem sua cadeia produtiva no Brasil e gerar emprego.

Seja sócio da CDL Santa Cruz do Capibaribe


Mais de 24 mil empreendedores individuais se formalizam em Pernambuco em 2012

Fonte: Agência SEBRAE PE


O ano de 2012 foi de saldo positivo em termos de fomento ao empreendedorismo no estado. Entre os meses de janeiro a dezembro, o Sebrae em Pernambuco registrou mais de 24,8 mil empreendedores que deixaram a informalidade para atuar de forma regularizada.

O resultado foi possível graças a ações como o Mês do Empreendedor Individual e o Mês Global do Empreendedorismo, realizados no Centro do Recife; e a Feira do Empreendedor de Pernambuco; entre outras iniciativas. Além de promover a capacitação e o atendimento aos empreendedores locais, essas e outras ações promovidas pelo Sebrae em Pernambuco abriram espaço para que os interessados em empreender ou melhorar seus negócios pudessem se formalizar.

Entre os benefícios para aqueles que buscam a formalização está a cobertura previdenciária para o empreendedor e sua família (aposentadoria por idade, auxílio-doença e salário-maternidade, por exemplo); isenção de taxas para o registro da empresa; compras e vendas em conjunto; e acesso a serviços bancários, incluindo crédito; entre outros.

Números – No Brasil, os micro e pequenos negócios representam 99% das empresas brasileiras e 25% do PIB. Além disso, esse universo de 6,9 milhões de pequenos negócios optantes do Simples Nacional é responsável por 70% das novas vagas geradas por mês, por 40% da massa salarial do País e por 52% do saldo de empregos formais. Importante ressaltar que o Nordeste possui 19% dessas empresas – empatando com a região Sul e abaixo apenas do Sudeste (49%).

Confiança da indústria se mantém estável em janeiro

Fonte: Agência Brasil


O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve ligeiro acréscimo, no trimestre encerrado em janeiro, de 0,1%, passando de 106,4 pontos para 106,5 pontos, na maior marca desde junho de 2011 quando atingiu 107,1 pontos. O resultado demonstra estabilidade na percepção dos empresários do setor em relação à economia.
A pesquisa mostra maior grau de otimismo sobre o momento presente. O Índice da Situação Atual (ISA) aumentou 0,3% ao atingir 106,8 pontos, nível acima da média histórica recente (106,3). Já o Índice de Expectativas (IE) teve ligeiro recuo de 0,1% ao alcançar 106,1 pontos.
A maior influência positiva foi constatada na avaliação em torno da demanda. Subiu de 14,7% para 16,4%, o percentual de empresários que avaliam como forte. No entanto, também houve elevação da parcela dos que consideram a demanda fraca (de 10,1% para 10,6%).
No que se refere à previsão de produção, os entrevistados manifestaram ceticismo nos negócios com um aumento de 4,1% para 8,4% da parcela dos que acreditam em queda nas atividades. Houve, contudo, um pequeno avanço no percentual dos que preveem crescimento da produção (de 39,4% para 40,6%).
No primeiro mês do ano, ocorreu um pequeno aumento de 0,3 ponto percentual no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) ao alcançar 84,4%, na maior marca desde fevereiro de 2011 (84,5%).
A pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação reúne informações colhidas no período entre os dias 2 e 25 deste mês com 1.247 empresas com faturamento, em 2010, de R$ 706,7 bilhões.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Empretec 2013 já tem data marcada para Santa Cruz do Capibaribe



Sócios da CDL utilizam auditórios para capacitações profissionais e reuniões



A CDL Santa Cruz do Capibaribe oferece uma série de benefícios para seus associados. Dentre eles, o uso dos auditórios para treinamentos, seleções, palestras, enfim, seja qual for o evento e a sua empresa não tem local adequado para realizar um encontro com os seus colaboradores, a CDL disponibiliza, gratuitamente esse espaço para você, desde que a sua empresa seja associada da entidade.

Abaixo você confere matéria sobre o treinamento que o Instituto Olavo Bilac realizou com seus professores na última sexta-feira.


Desafios da Educação em debate


O Instituto Olavo Bilac promoveu um evento com os professores na última sexta-feira (25) no auditório da CDL de Santa Cruz do Capibaribe, com o tema: “Dificuldades de Aprendizagem, Detecção de Estratégias de Ajuda”. O curso foi ministrado pela pedagoga Teresa Mota, que é mestranda em Educação e tem mais de 35 anos de experiência no segmento educacional.

A atividade contou com dinâmicas de interação interpessoal, além de apresentar e debater os desafios da educação no período contemporâneo.

O professor de História, licenciado pela Universidade Estadual da Paraíba, Mário Junior, achou positiva a ocasião onde aproveitou para debater sobre os métodos e processos educacionais. “É um momento ímpar, onde debatemos nossas questões, nossos desafios, e perspectivas para o reinício das atividades docentes”, frisou.

Para a diretora do IOB, Nery Mercês, além do debate, foi importante também o contato dos professores com o material pedagógico que vai ser utilizado durante o ano na escola que levam a assinatura da editora Construir. 

Receita quer criar malha fina para empresas este ano

Fonte: CNDL

A Receita Federal pretende finalizar neste ano o projeto que cria a malha fina para pessoas jurídicas. Com o sistema informatizado pronto, será possível revisar de 20 mil a 30 mil declarações de empresas em um ano. Nesta segunda-feira (21), a Receita divulgou os números da fiscalização no ano passado e o resultado, sem a malha fina, foi recorde em lançamento de créditos tributários [valores supostamente devidos por contribuintes]. No total, foram R$ 115,8 bilhões, valor que supera em 5,6% os créditos tributários de 2011.


"A malha da pessoa jurídica, prevista para 2012, não saiu por questões orçamentárias, mas temos perspectivas de implementá-la em 2013", disse o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Caio Marcos Cândido. A malha fina é um banco de dados usado para contribuintes pessoas físicas no qual são armazenadas as declarações que apresentam inconsistências após os diversos cruzamento realizados pelos sistemas informatizados do Fisco.

De acordo com Caio Marcos, os números da fiscalização em 2012 poderiam ser melhores também, não fosse pelos cerca de 120 auditores que se aposentaram e por uma movimento por reajustes salarial conhecida como Operação Crédito Zero, que consistiu na realização de todo o processo de fiscalização, mas sem o lançamento do resultado nos bancos de dados da Receita Federal. Mesmo assim, os números divulgados foram considerados "muito bons" pela Receita Federal. O subsecretário não acredita em prejuízos para os cofres públicos porque o trabalho ainda será concluído.

"Em 2013, o auditor este ano terá que dar o resultado da carga de trabalho deste ano e do ano passado. Receberá carga dobrada. A que ele não fez e a deste ano. Então, ele terá que se desdobrar para fazer os dois [trabalhos]. É uma questão administrativa que faremos funcionar. E nós faremos, pode ter certeza", disse.

Mesmo com o lançamento de R$ 115,8 bilhões em créditos tributários, não significa que todo esse recurso irá para os cofres da União, pois os contribuintes poderão questionar administrativamente para não pagar o valor e ainda recorrer à Justiça. No primeiro caso, o processo poderá levar até cinco anos e só então o dinheiro devido ser depositado.

Segundo Caio Marcos, cerca de 75% dos contribuintes questionam as autuações da Receita. O número de fiscalizações em 2012 diminui apenas em relação às pequenas e médias empresas. Em relação às empresas consideradas diferenciadas, que são os maiores contribuintes, responsáveis por 70% da arrecadação federal, o número de fiscalizações aumentou.

Os contribuintes que serão fiscalizados neste ano já foram selecionados e dependem de cada unidade da Receita pelo Brasil. Porém, se ao longo do ano, houver um fato relevante, que não esteja entre os casos previstos, os fiscais poderão incluir o novo fato nas operações, ressaltou o subsecretário. Das fiscalizações encerradas em 2012, a Receita identificou 27%, em tese, com possibilidade de existência de dolo, por meio de fraude, simulação ou conluio. Nesses casos, o problema é encaminhado para o Ministério Público Federal, que pode entrar com ação penal contra os possíveis infratores.

No universo das pessoas físicas fiscalizadas, as autuações se concentraram nos contribuintes cuja principal ocupação declarada foi a de proprietário ou dirigente de sociedades empresarias, além de profissionais liberais. Entre as pessoas jurídicas, as autuações se concentraram nos segmentos industrial, de prestação de serviços e comércio.

No ano passado, foram considerados grandes contribuintes para a Receita as empresas incluídas em qualquer um dos seguintes parâmetros: mais de R$ 100 milhões de receita bruta, débitos em Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais acima de R$ 10 milhões, massa salarial acima de R$ 18 milhões e débitos declarados em Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social acima de R$ 6 milhões.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Prazos para opção ao Simples Nacional e ao Simei terminam dia 31

Fonte: Fenacon


As solicitações de opção pelo Simples Nacional e pelo Simei, para empresas constituídas,  estão disponíveis desde o dia 2 de janeiro e serão encerradas às 23h59m do dia 31 de janeiro de 2013 no Portal do Simples Nacional.

Opção pelo Simples Nacional

A solicitação de opção pelo Simples Nacional está disponível no Portal do Simples Nacional, item Simples – Serviços > Opção > Solicitação de Opção pelo Simples Nacional.

Após a solicitação, caso não haja pendências, são gerados o registro da opção pelo Simples Nacional e o respectivo Termo de Deferimento, automaticamente.

Caso sejam identificadas pendências, elas são apresentadas no momento da opção, a solicitação de opção fica em análise e o contribuinte deve regularizar todas as pendências identificadas até 31 de janeiro de 2013, não sendo necessário solicitar nova opção.

O resultado final da opção será divulgado dia 15 de fevereiro de 2013, no item Simples – Serviços > Opção > Acompanhamento da formalização da opção pelo Simples Nacional.

Opção pelo Simei

O Empresário Individual que já esteja em atividade e tenha interesse e condições de se enquadrar na categoria de Microempreendedor Individual (MEI) pode solicitar o ingresso no Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (Simei). O prazo também se encerra às 23h59m do dia 31 de janeiro de 2013.

O serviço está disponível no Portal do Simples Nacional, no item Simei Serviços > Opção > Solicitação de Enquadramento no SIMEI, e apenas deve ser utilizado pelos empresários individuais que, posteriormente a sua formalização, desejarem ingressar no Simei.

Para ser optante pelo Simei, a empresa deverá ser optante pelo Simples Nacional, obrigatoriamente. Caso não seja, será exigido que solicite previamente a opção pelo Simples Nacional.

Para o empreendedor que obteve a inscrição no CNPJ por meio do Portal do empreendedor (http://www.portaldoempreendedor.gov.br/), a opção pelo Simei é realizada de forma automática, produzindo efeitos a partir da data da inscrição.

A solicitação de opção pelo Simei está sujeita à verificação de impedimentos específicos para esse regime e pode ser acompanhada no item Simei Serviços > Opção > Acompanhamento da solicitação de enquadramento no Simei.

Não serão gerados termos de deferimento e de indeferimento para a opção pelo Simei. O resultado final será "opção confirmada" ou "opção rejeitada".

Parabéns


O mês de janeiro na CDL Santa Cruz do Capibaribe é de muita festa. Quatro dos colaboradores comemoram aniversário no mês, e hoje é o dia da Consultora de Eventos, Edquele Araújo. A ela os mais sinceros votos de felicidade dobrada, em tudo que ela desenvolver, sobretudo, na sua vida. Todos nós que fazemos a CDL da Capital das Confecções desejamos muita saúde e muita paz. Parabéns!

Certificação Digital é na CDL Santa Cruz do Capibaribe


No sertão de PE, volta da chuva está ajudando a recuperar as perdas

Fonte: G1.com

Um reservatório que fica no município de Serra Talhada, no sertão de Pernambuco, estava vazio até uma semana atrás, mas com a chuva que tem caído nos últimos dias na região já foi possível recuperar 20% da capacidade, que é de 600 mil metros cúbicos de água.
De acordo com os dados do IPA, Instituto Agronômico de Pernambuco, do dia primeiro de janeiro até o dia 23, choveu na região 83 milímetros, quase cinco vezes mais do que no mesmo período de 2012, quando choveu apenas 18. Com isso, 60% dos 5 mil moradores da zona rural do município de Serra Talhada não dependem mais exclusivamente do caminhão-pipa.
O agricultor Antônio José da Silva comemora não precisar mais encarar o pesadelo da fila para encher os tonéis.
A chuva aliviou também o sofrimento de quem vive da agricultura e da pecuária. Ao lado do gado morto, os animais magros disputam o pasto verde que brotou.
Com o solo seco e rachado estava impossível se dedicar ao plantio. Foram meses sem plantar nada, mas agora com a terra molhada, os agricultores não perderam tempo e começaram a preparar o terreno que vai receber sementes de milho e feijão.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Determinação, suor e talento

Por: Roque Pellizzaro



O notável número de participantes, o universo de pessoas envolvidas na organização, operacionalização e execução, a participação altamente expressiva de convencionais de todo o Brasil e a grande mobilização que cerca o evento, fazem da Convenção Nacional do Comércio Lojista, o grande acontecimento do varejo brasileiro. Em Natal, a bela capital do Rio Grande do Norte, a emoção de estar presente mais uma vez nesta celebração do movimento lojista repetiu-se com um sabor particular que cada local nos proporciona. Nada menos do que cinco mil convencionais fizeram o sucesso da 53ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, realizada no Centro de Convenções de Natal, no período de 14 a 16 de novembro passado. A CDL e a FCDL/RN se superaram na organização deste significativo e histórico encontro. Com muita garra, dedicação e empenho de seus organizadores, Natal novamente foi sede da convenção nacional congregando a família lojista e debatendo os temas de interesse do varejo brasileiro.

Os rumos da economia de nosso país, as mais recentes inovações tecnológicas, o comércio online, o marketing, o perfil do novo consumidor e as mudanças aceleradas do mercado, estiveram sendo analisadas no três dias da 53ª Convenção. O nível dos palestrantes foi simplesmente espetacular, com verdadeiras lições de gestão e de vida, colocando à disposição dos convencionais mensagens muito bem fundamentadas e consistentes, que proporcionam uma nova visão de mundo e muitas aplicações do conhecimento adquirido nos negócios diários, independentes do porte.

Fruto do esforço coletivo, a realização de uma Convenção Nacional revela a união do movimento lojista em proporcionar momentos inesquecíveis aos participantes do grande encontro. A CNDL deseja agradecer a todos os que possibilitaram a realização deste sonho, com um reconhecimento à comissão organizadora, dirigentes e colaboradores das entidades envolvidas, parceiros, apoiadores, patrocinadores e prestadores de serviço. Agora, fruto da constante evolução que caracteriza a Convenção Nacional, o evento terá um novo formato, sendo realizado a cada dois anos. A proposta é reunir condições de uma melhor preparação da Convenção, a fim de reforçar o seu caráter institucional e político, dando sempre vez e voz ao associativismo brasileiro, que construiu e constrói a nação lojista a cada dia com muita determinação, suor e talento.



Roque Pellizzaro Junior
Presidente da CNDL 

Corte na tarifa será de 18% para residências e até 32% para a indústria. Em setembro, governo havia anunciado corte de 16% a 28%


Fonte: Globo.com

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Romeu Rufino informou nesta quarta-feira (23) que o barateamento da conta de luz, que começa a valer em 5 de fevereiro, vai ser de 18% para residências e comércio e de até 32% para grandes indústrias.

Esses índices são maiores que os previstos anteriormente pelo governo. Em setembro, quando anunciou o plano para redução da tarifa de energia, a presidente Dilma Rousseff informou que o corte seria, em média, de 16% para residências e comércio e de até 28% para a indústria.

Os novos valores vão ser anunciados oficialmente pela presidente durante pronunciamento que está previsto para ir ao ar na noite desta quarta-feira.

Rufino confirmou que o corte maior será bancado com recursos do Tesouro, mas não soube dizer, porém, de quanto será o aporte. A previsão inicial era de que o Tesouro aplicasse R$ 3,3 bilhões para que o governo pudesse colocar em prática o barateamento na conta de luz. Com os novos índices, esse valor vai ser maior.

O plano de barateamento da energia é uma das principais bandeiras do governo Dilma. Com a medida, o governo espera reduzir os custos das empresas brasileiras, que ganham mais competitividade num momento em que a crise econômica internacional se agrava.

Sanção da lei


No dia 14 de janeiro foi publicada a sanção, pela presidente Dilma Rousseff, da lei 12.783, que renova concessões do setor de energia e permite o barateamento da conta de luz dos brasileiros.


Na época, cálculos do governo federal apontavam que as medidas previstas na lei levariam a uma redução média de 20,2% na tarifa de energia a partir de fevereiro (16% para residências e até 28% para a indústria).

A lei permite ao governo prorrogar, por até 30 anos, concessões de geração (usinas hidrelétricas e térmicas), transmissão e distribuição de energia que vencem entre 2015 e 2017. Em troca, esses concessionários tiveram que aceitar receber, já a partir de 2013, uma remuneração até 70% inferior pelo serviço prestado.

Uma parte da redução na conta de luz vem através dessa medida. A outra vem da eliminação, da conta de luz, de dois dos encargos setoriais incidentes: a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) e a Reserva Geral de Reversão (RGR). Já a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) será reduzida a 25% de seu valor atual, e assume o custeio de programas contidos nos outros dois.

A energia produzida pelas usinas cujas concessões estão sendo prorrogadas, mais barata por conta do corte na remuneração desses agentes, será transformada em cotas e repartida entre todas as distribuidoras do país. Dessa maneira, segundo o plano do governo, o barateamento na conta de luz vai poder chegar a todos os brasileiros.

Termelétricas


Com a baixa dos reservatórios das usinas hidrelétricas entre o final de 2012 e início deste ano, o país foi obrigado a recorrer às usinas termelétricas para garantir o abastecimento energético do país. O uso dessa energia, mais cara, pode se refletir em alta nas contas de luz, revertendo parte do corte anunciado pela presidente.


Essa alta, se houver, chegará aos consumidores após a revisão anual das tarifas de energia elétrica, que começa a ser feita em fevereiro e segue ao longo do ano. O percentual de reajuste é calculado separadamente para cada distribuidora.

No início do mês, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema, Hermes Chipp, admitiu que o uso da energia produzida pelas usinas termelétricas pode gerar aumento nas contas de luz. Segundo ele, porém, se neste ano a conta com a geração termelétrica for muito alta, o governo pode encontrar uma maneira de os consumidores não pagarem sozinhos.

Como é feita a conta


A cobrança pelo uso das termelétricas é feita na tarifa por meio dos Encargos de Serviços do Sistema (ESS), que cobrem os custos com a manutenção da confiabilidade e da estabilidade do sistema elétrico. O valor adicional com a ligação das térmicas é dividido entre todos os consumidores e quem faz a conta é a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).


Essa conta acontece em duas etapas. Todos os anos, quando a Aneel calcula o reajuste das 63 distribuidoras de energia elétrica do país, inclui no cálculo estimativas de despesas que essas concessionárias vão ter nos próximos 12 meses com algumas ações, entre elas o pagamento da energia gerada pelas térmicas.

Na etapa seguinte, a agência verifica se esse gasto foi maior ou menor que o previsto no ano anterior. Se foi menor, a distribuidora teve adiantamento de receita e precisa compensar os consumidores, por meio de desconto nas tarifas. Se as despesas da concessionária foram superiores ao estimado, ela é que é ressarcida pelos consumidores.

Portanto, a partir de fevereiro, quando a Aneel começa a calcular os reajustes das distribuidoras, o gasto adicional do sistema com as termelétricas nos últimos meses, estimado em cerca de R$ 700 milhões ao mês, vai ser levado em consideração na hora de determinar o reajuste da conta de luz.

Espaço SPC Brasil


Quero quitar minha dívida e tirar meu nome do SPC, como faço?

O consumidor poderá regularizar o seu crédito a qualquer momento, bastando para isso procurar a empresa credora e proceder ao pagamento do débito pendente.

Com um extrato em mãos, o consumidor deverá dirigir-se ao estabelecimento que está em débito e pagar a conta no local ou no banco que o comerciante indicar. Após o pagamento, o estabelecimento comercial irá acessar o SPC Brasil e efetuar a baixa do registro naquele CPF.

Confiança do consumidor recua 0,7% em janeiro

Fonte: Revista Exame

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas recuou 0,7 por cento em janeiro na comparação com dezembro, ao passar de 118,7 pontos para 117,9 pontos, informou a FGV nesta quinta-feira.


Em dezembro, o índice havia recuado 1,08 por cento na comparação com novembro.

De acordo com a FGV, o Índice da Situação Atual (ISA) caiu 1,2 por cento, passando de 133,5 pontos em dezembro para 131,9 pontos em janeiro. Já o Índice de Expectativas recuou também 0,7 por cento, de 111,3 pontos para 110,5 pontos no período, o menor nível desde fevereiro de 2012, quando estava em 108,3 pontos.

A proporção de consumidores avaliando a situação financeira atual como boa diminuiu de 24,3 por cento para 22,2 por cento. Já os que julgaram o cenário como ruim cresceu de 21,9 por cento, para 24,2 por cento.

Em relação aos próximos meses, a FGV informou que o indicador que mede o grau de otimismo sobre situação econômica futura caiu 0,7 por cento em janeiro com consumidores menos confiantes sobre a possibilidade de recuperação da economia.

Em novembro, as vendas no varejo brasileiro cresceram 0,3 por cento sobre o mês anterior, mostrou desaceleração após alta de 0,8 por cento em outubro, o que evidenciou a dificuldade da recuperação da atividade econômica no final de 2012.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Artigo


Administrar o Tempo É algo Impossível de se Fazer?

Por: Eugênio Sales

“É impossível administrar o tempo! Nenhum de nós pode fazer isso. O tempo já está administrado há muito tempo. Cada dia tem 24 horas, cada hora 60m minutos e cada minuto 60 segundos, por isso o tempo é inelástico”. Roberto Hirsch – CEO da Opus Soluções Empresariais

Depois de uma declaração forte como essa, fica a pergunta, como dá conta de tantas obrigações que temos a realizar diariamente? A resposta é simples, porém não é fácil de colocá-la em prática: precisamos segundo Roberto Hirsch “Administrarmo-nos no tempo”.

Na prática significa administrar melhor a nossa própria vida, ou a nossa própria agenda diária. E uma das melhores maneiras de ganhar tempo é não perder tempo com coisas que não somam e apenas nos deixa frustrados, como por exemplo passar minutos a fio ao celular, ou navegando na internet ou acessando as redes sociais, bem como aquele “papo” gostoso com o colega de trabalho que poderia acontecer em um outro momento.

Na velocidade do mundo moderno, que não aprender a se administrar dentro das horas que dispõe para suas funções diárias, sai em desvantagem perante outros profissionais que conseguem realizar mais em menos tempo e mais harmonia e profissionalismo. É bom lembrar que se tempo vale ouro e você anda correndo contra o tempo, automaticamente você está correndo contra o dinheiro.

Pense nisso e administre melhor sua vida com um todo, para que a noite ao deitar sua autoestima esteja sempre alta por você ter produzido mais do que esperava fazer, porque soube planejar e executar da melhor maneira possível.




É bom lembrar que se tempo vale ouro e você anda correndo contra o tempo, automaticamente você está correndo contra o dinheiro.
Pense nisso e administre melhor sua vida com um todo, para que a noite ao deitar sua autoestima esteja sempre alta por você ter produzido mais do que esperava fazer, porque soube planejar e executar da melhor maneira possível.

Por que manter um funcionário é tão caro no Brasil?

Fonte: Diário do Comércio


O custo do trabalhador é alvo de grande debate para contadores e economistas brasileiros, fomentando diferentes opiniões sobre o valor real despendido para sustentar um emprego em seu posto. A complexa legislação trabalhista, que impõe pesados encargos para os empregadores, é apontada como fator determinante para explicar por que é tão caro contratar e manter um funcionário no País. As obrigações tributárias e o cumprimento das normas, porém, são apenas parte da questão.

O vice-presidente de fiscalização do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS), Celso Luft, estima que, considerando apenas os encargos sociais, o custo de um funcionário supera em aproximadamente 70% o valor do salário assinado em carteira, com pequenas variações que dependem do segmento da empresa contratante. 

Nessa conta, a fatia relativa aos encargos previdenciários é a mais pesada, chegando a 35,8% do total. Férias, 13º salário, auxílio-doença, licença-maternidade e outros encargos e seus reflexos, que também precisam ser provisionados pelo empregador, quando somados, chegam a 35,5%. “Temos uma carga tributária considerada alta em relação a outros países, mas as pessoas admitiriam pagar mais se tivesse uma contrapartida, e essa, sem dúvida, é a principal reclamação”, alega o contador.

Luft ressalta que, tomando o exemplo de uma empresa do setor de construção civil, o custo com o trabalhador pode chegar a 113,6%, englobando questões como benefícios e treinamento. “Apesar de alguns benefícios obrigatórios, como vale-transporte e alimentação, se o empregador quer dar treinamento e uniforme, isso deve ser agregado ao custo, por isso pode-se dizer que os encargos dobram em relação ao valor do salário”, afirma.
O dirigente faz uma ressalva: as empresas enquadradas no Simples Nacional têm uma vantagem em relação às obrigações trabalhistas. Para essa modalidade, dentre os encargos, apenas o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (8% do salário) é recolhido. O benefício ajuda, mas não torna o custo do trabalho exatamente baixo, já que as demais obrigações permanecem as mesmas.

A vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini, argumenta que esse cenário tem raízes na defasagem da legislação trabalhista, que mesmo com revisões, ainda é associada ao período de sua criação no Brasil. Para ela, uma reforma é necessária não apenas para reavaliar a questão tributária, mas porque é preciso considerar a presença da tecnologia no mercado de trabalho e a própria relação entre empregado e empregador. “Temos uma legislação que remonta à década de 1930 aplicada hoje, portanto com seus reflexos e descompassos em relação à realidade das relações de trabalho”, observa.

Roberta diz que em outros países há maior liberdade contratual entre as partes na relação de trabalho. Nesse contexto, é possível que patrões e funcionários estabeleçam se a remuneração será única ou contará com benefícios. “Isso pode ser mais interessante do que a situação que vivenciamos, com tantos direitos arraigados (numa única legislação)”, acrescenta.

Concorrência e informalidade aquecem debate sobre o peso da folha de pagamento

Se levada em conta a concorrência pela mão de obra em um cenário de baixo desemprego como o do Brasil e o esforço dos empresários em atrair os melhores talentos, a contratação pode ficar mais onerosa. “As empresas acabam competindo entre elas através dos benefícios, dos diferenciais, para conseguir o melhor colaborador”, sugere a contadora da área de recursos humanos do escritório Lauermann Schneider, Priscila Vier dos Santos. “Acredito que a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) deveria ser revistas, ela vem de uma última revisão em 2002, já são 11 anos, e muitas coisas mudaram”, sentencia.

Mas a complexidade da legislação também pode fomentar o panorama oposto, da informalidade. O valor despendido pelo empregador com os encargos trabalhistas precisa levar em conta todas as etapas do vínculo empregatício. Admissão, treinamento e uma possível demissão. Cada fase demanda recursos que precisam ser provisionados pela empresa de antemão, fator que pode encarecer ainda mais a contratação. São questões como essa que justificam a tese de que a atual legislação não estimula a formalização do trabalho no Brasil. “No Rio Grande do Sul, temos uma segurança maior em termos do cumprimento da legislação, mas sabemos que é grande a quantidade de pessoas trabalhando em condições análogas à escravidão”, sugere a vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini.

Estudo aponta que empresas podem gastar até três vezes mais do que o salário

Pesquisadores do Centro de Microeconomia Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), desenvolveram um estudo que concluiu que o custo de um trabalhador ao empregador pode superar em 2,83 vezes (ou 183%) o valor do salário assinado em carteira. O montante é alto, mas guarda algumas peculiaridades. Esse valor se aplica a um vínculo empregatício de 12 meses, podendo cair para 2,55% (155%) quando o tempo de contratação alcança cinco anos. Os pesquisadores contaram com dados de duas empresas têxteis para elaborar os resultados.

O levantamento, divulgado no ano passado, não se restringiu a calcular apenas o peso dos encargos. Os pesquisadores identificaram que, em geral, muitos fatores que encarecem a contratação, e por vezes beneficiam o trabalhador, vinham sendo ignorados no debate. O custo estimado pelos pesquisadores também englobou obrigações acessórias, benefícios negociados e até mesmo o custo da burocracia e da gestão do trabalho. “O nosso entendimento é que há muitos itens que normalmente as empresas entendem como encargos e não são puramente encargos”, afirma o economista Eduardo Zylberstajn, um dos autores da pesquisa.

Além do custo de benefícios obrigatórios como o 13º salário ou Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o estudo leva em conta diversos benefícios que não estão previstos na legislação, mas que podem ser pagos em função de acordos ou convenções coletivas, a exemplo de treinamento, cesta básica e auxílio-creche, entre outros.

Também influencia na fórmula a maneira com que o trabalhador vê os benefícios que recebe. Se o colaborador tem consciência de que há mais benefícios agregados aos seus vencimentos, ele acaba custando menos à empresa. Conforme o relatório final da pesquisa, que definiu valores máximos e mínimos para cada componente do trabalho, foi estimado que a legislação trabalhista tem um peso entre 17% e 48% do custo total do trabalhador. Ou seja, um contrato de trabalho que custe R$ 2.067,00 para a empresa é valorizado em R$ 1.158,00 pelo empregado no caso mais extremo, o que implica em uma diferença de R$ 909,00. Nesse sentido, o custo da legislação trabalhista implica um aumento de 79% na remuneração total do trabalhador. No caso mais conservador, um trabalhador que custa os mesmos R$ 2.067,00 por mês para o empregador percebe um valor de R$ 1.713,00 no contrato de trabalho. Nesse caso, o custo da legislação trabalhista seria R$ 354,00, ou 21% da remuneração percebida pelo empregado e 17% do custo total para o empregador.

Desoneração não é suficiente

As recentes desonerações na folha de pagamento promovidas pelo governo federal, que em tese deveriam amenizar o cenário, ainda são contestadas. Serão 22 segmentos de varejo incluídos na medida, que substitui os 20% de alíquota do INSS pelo recolhimento de 1% a 2% do faturamento das companhias. A vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini, afirma que essa dinâmica apenas muda o custo de lugar. “Essa ação não gera uma redução tributária significativa, pois deixou de tributar folha para tributar faturamento. Em mais de 90% dos casos, o custo tributário, na ponta do lápis, aumentou”, calcula a contadora.

O contador Celso Luft completa que, no caso da atual desoneração da folha, o fato de não ser facultativa pode tornar ainda mais onerante o conjunto de encargos. “Quem investiu em tecnologia, por exemplo, e teve uma redução no quadro de funcionários, acabou sendo penalizado por essa legislação”, diz. Isso porque com um volume menor de colaboradores, os recursos referentes à folha de pagamento já estariam reduzidos, fazendo com que o percentual sobre faturamento seja maior do que o próprio custo dos salários e seus encargos.