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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Confiança do empresário do comércio recua 2,4% em janeiro

Fonte: Unicred Empresarial

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio recuou 2,4% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), essa é a sexta queda consecutiva do indicador neste tipo de comparação.

O empresário do comércio está menos otimista tanto em relação ao momento presente quanto em relação ao futuro. Segundo a pesquisa, a avaliação sobre o momento atual piorou 5,6%, devido a quedas na confiança do empresário em relação à economia (-9,3%), ao comércio (-3%) e ao seu próprio negócio (-4,9%).

As expectativas em relação ao futuro tiveram um recuo de 2,3%, devido a pioras nas avaliações sobre a economia (-4,1%), ao comércio (-1,6%) e ao seu próprio negócio (-1,2%).
Por outro lado, as avaliações relativas a investimentos tiveram uma melhora de 0,6%, devido a altas nos quesitos expectativa de contratação de funcionários (3,9%) e situação atual dos estoques (2%). O quesito nível de investimento das empresas caiu 3,7%.

Banco do Nordeste amplia linhas para pequenas empresas

Fonte: Fenacon

Responsáveis por mais da metade dos empregos formais no Brasil, as micro e pequenas empresas contribuem para turbinar a economia nacional, sobretudo no Nordeste. No ano passado, o Banco do Nordeste contabilizou R$ 2,2 bilhões em contratações para MPEs, registrando crescimento de 10% sobre 2012. A instituição realizou 31.334 operações de crédito, beneficiando empresas em toda a área de atuação do banco (Região Nordeste e norte de Minas Gerais e Espírito Santo).

Os recursos disponibilizados às MPEs são, principalmente, do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O dinheiro foi aplicado em vários setores, com destaque para comércio (R$ 1 bilhão), serviços (R$ 584,7 milhões) e indústria (439,5 milhões). Do total aplicado, Pernambuco ficou com R$ 258 milhões, beneficiando 4 mil empreendedores.
"Os números revelam o esforço do Banco do Nordeste em priorizar o atendimento às micro e pequenas empresas. Para 2014 os desafios serão ainda maiores, o que atesta a nossa disposição em apoiar esse importante segmento de mercado", afirma o diretor de Negócios em exercício do BNB, Nelson Antonio de Souza. O executivo atribui os resultados a uma série de ações implementadas.
De olho nas 709 mil MPEs na sua área de atuação, o BNB criou iniciativas para se aproximar das micro e pequenas empresas, oferecendo maior oferta de produtos e serviços. Uma das principais ações foi a criação das Centrais de Crédito Varejo, que atendem exclusivamente os clientes com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. Com a nova sistemática, a proposta do banco é contratar as operações com MPEs em até 15 dias após a entrada da 
solicitação. Outra iniciativa é a abertura de agências especializadas nesse segmento.
No Banco do Nordeste, as MPEs contam com crédito para capital de giro e para investimento em implantação, expansão, modernização e relocalização do empreendimento. De acordo com a instituição, os recursos do FNE garantem taxas de juros mais reduzidas.
Nos últimos três anos, o BNB destinou mais de R$ 1 bilhão para ampliação e reforma de 19 shopping centers na região Nordeste. Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), apenas em 2013 foram inaugurados sete novos empreendimentos em estados nordestinos, que hoje têm, ao todo, 68 centros de compra. Para este ano, estão previstas inaugurações de mais sete empreendimentos.
O comércio varejista apresentou um crescimento de 32,4% no volume de vendas, entre 2003 e 2012, segundo o Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene). 
 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Nova diretoria da Câmara Setorial de Corretores Imobiliários tomou posse na noite desta quarta-feira (29)


O evento de posse da nova diretoria da Câmara Setorial de Corretores Imobiliários tomou posse na noite desta quarta-feira (29), na sede da CDL Santa Cruz do Capibaribe. Na ocasião, o presidente da CDL, Fábio Lopes falou da importância dessa câmara para o reordenamento habitacional da cidade e deu posse ao novo coordenador, Porfírio Junior. A cerimônia contou ainda com familiares do novo coordenador, representantes da Caixa Econômica Federal e de vários corretores da cidade.

Porfírio relatou da grandiosidade da CDL em formatar essas câmaras, a fim de segmentar as ações para os mais variados tipos de comércios de Santa Cruz do Capibaribe, incluindo a área de corretores de imóveis. Ele apresentou os números do crescimento imobiliário do município e da importância dos profissionais corretores.

Em seguida, Porfírio Junior deu posse a sua diretoria composta pelos seguintes corretores:

Thiago Feitosa – Vice Coordenador
Luciano Nunes – Diretor Secretário
Maurício Ramos Diretor Tesoureiro

Flávio Dunda – Diretor do Conselho Consultivo da Câmara.

Confira mais fotos do evento!










quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Dica SPC Brasil



Sabia que um ambiente bem iluminado aumenta em até 8% a sua produtividade? 
Deixe sua estação de trabalho sempre com a maior luminosidade possível, a recompensa aparece na produtividade.




Indústria brasileira sinaliza menor investimento em 2014

Fonte: Agência Brasil

As indústrias brasileiras vão investir menos este ano. De acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada hoje (28), o percentual das empresas do setor que pretendem investir caiu de 83% em 2013 para 78,1% neste ano, o menor percentual da série histórica iniciada em 2010.

“As expectativas não são tão favoráveis. Estão abaixo do que foram em 2010, ano de maior investimento”, disse o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.

De acordo com a CNI, esse retração na intenção de investir ocorre provavelmente porque 82,9% das empresas consideram a capacidade produtiva atual adequada ou mais que adequada para atender à demanda.

Para Castelo Branco, o  programa de concessões do governo e os investimentos em infraestrutura podem levar a resultados superiores às expectativas, mas ele ponderou que é preciso esperar para saber como será a “maturação” desses projetos.

Entre as empresas que pretendem investir, 55,8% têm a intenção de dar continuidade a projetos. Outros 37,6% vão iniciar novos projetos.

O mercado interno é o principal alvo da indústria. Entre as empresas que pretendem investir, 79,6% têm como foco o mercado doméstico e 3,6% se concentram no mercado externo.

Neste ano, a indústria pretende financiar 54,9% dos investimentos com recursos próprios. “Destravar esse processo de financiamento de longo é um desafio que a economia brasileira ainda não conseguiu superar”, disse Castelo Branco.

Na avaliação dos empresários, o principal risco para os investimentos é a incerteza econômica (60,9%). Em seguida vem a reavaliação da demanda ou elevação da ociosidade (38,5%) e o custo do financiamento (29,2%).

Em 2013, 79,7% das empresas investiram, abaixo do pico de 89,6% em 2010.

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 de outubro e 25 de novembro de 2013, com 684 empresas. Desse total, 286 são de grande porte, 299 médias e 99 pequenas.

Movimento Lojista Nacional é destaque no Jornal Brasil Econômico


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Dica SPC Brasil


Entenda que o mau humor do cliente é parte do seu desafio como vendedor. 
E encontrar um ponto em comum entre vocês, como um time de futebol, hobbies e gostos parecidos, pode amenizar a situação e criar afinidade, isso ajuda no atendimento e até pode gerar vendas.

Foto: Entenda que o mau humor do cliente é parte do seu desafio como vendedor. 
E encontrar um ponto em comum entre vocês, como um time de futebol, hobbies e gostos parecidos, pode amenizar a situação e criar afinidade, isso ajuda no atendimento e até pode gerar vendas.

Especialize-se ao máximo, diz pesquisador


Além de ter uma boa formação, manter-se atento ao que as empresas estão buscando e procurar melhorar o relacionamento interpessoal podem ser as melhores formas de conseguir boas vagas no mercado de trabalho. As dicas são do coordenador do Núcleo CCR de Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral, professor Paulo Resende. Ele foi o responsável por uma pesquisa da entidade que apontou uma enorme dificuldade das companhias em contratarem profissionais qualificados: 83% afirmam esbarrar na capacitação deficiente.

Para Resende, embora haja a barreira dos baixos salários em alguns postos de trabalho - o que não atrairia os melhores profissionais para essas vagas -, esse tipo de trava não justifica o desalinhamento encontrado pela pesquisa, que está em sua segunda edição.

Ele afirma que um dos principais problemas é que a capacitação existente hoje não está conectada ao que as empresas precisam. “Por exemplo, as empresas precisam muito de pessoas para a área de compras, que é estratégica, mas as escolas não têm essa disciplina em suas grades”, critica. Segundo o levantamento, um especialista em compras é o mais complicado de se contratar, com 72% das citações entre os entrevistados - foram consultadas 167 empresas de diversos setores da economia.

Diante desse quadro, Resende aconselha que os profissionais tentem se especializar o máximo possível em uma área de interesse. “As empresas estão indicando que, quanto mais especialista o indivíduo for, mais oportunidade ele vai ter no mercado de trabalho. Não seja um generalista”, orienta.

Outro ponto indicado como fundamental pelo professor é em relação à postura pessoal. “É claro que a formação acadêmica é importante. É preciso, sim, ter um bom currículo, mas eu não tenho dúvida que entre duas pessoas com currículos semelhantes, ela vai preferir que tenha um comportamento melhor”, assegura Resende, se referindo a características como liderança, trabalho em equipe e proatividade.

Pesquisa - Segundo a pesquisa de 2013, os motivos que mais dificultam a contratação de mão de obra são a escassez de profissionais capacitados (83,23%) – também no topo da edição de 2010 - e a deficiência na formação básica (58,08%). “Os profissionais chegam ao mercado com dificuldades básicas como fazer contas ou interpretar textos; este quadro gera outro problema para as companhias, que precisam investir cada vez mais em treinamento e capacitação dos seus funcionários, elevando seus custos e consequentemente reduzindo a sua competitividade”, destaca Resende. Metade das empresas consultadas afirma precisar treinar entre 41% e 80% dos funcionários recém-contratados.

No caso do Nordeste, as maiores carências são por engenheiros eletricistas, engenheiros de segurança do trabalho, técnicos em geral, gerentes de projetos e engenheiros de produção. Considerando toda a amostra, a produção/chão de fábrica continua sendo a mais difícil de encontrar profissionais capacitados – 52% na edição de 2010 e 47,3% na de 2013. A nova pesquisa também revela que as funções técnica e operacional são as posições de qualificação mais precária, segundo 45,06% e 50,62% das empresas consultadas, respectivamente.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

CNDL manifesta-se sobre o “Rolezinho”

Fonte: Ascom CNDL

Imagem: Portal Terra
A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas oficializou junto ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo manifesto sobre o movimento popular denominado “rolezinho” que acontece, em especial, nos centros comerciais do país.

Na oportunidade solicitou a promoção de medidas de segurança pública necessárias para a garantia constitucional da sociedade que se utiliza dos centros comerciais, ainda, para que os Poderes Públicos destinem áreas públicas para esta nova modalidade de movimento popular com segurança e atividades correlatas que beneficiem seus participantes.

Para o Presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Jr., “o direito de reunião e de livre manifestação são garantias de nossa Constituição Federal e devem ser respeitados; porém e mesma Constituição abriga outros direitos relevantes a exemplo da livre locomoção, do exercício laboral, propriedade e segurança pública que devem ser preservados para o bem comum de nossa sociedade”.

Para a CNDL, a aglomeração de centenas de pessoas em centro comerciais que não detém estrutura física ou pessoal para acolher um número elevado de pessoas gera temor a frequentadores, lojistas e colaboradores, fato este relevante que em hipótese alguma pode ser confundido com ato discriminatório, mas sim, de segurança, não no sentido policial, mas sim, de abrigo. 

Moda Center Santa Cruz oferece vaga de emprego na área de recursos humanos


O Moda Center Santa Cruz, um dos maiores centros atacadistas de confecção do Brasil, está com vaga em aberto para analista de Departamento Pessoal. Para participar da seleção é preciso ter formação superior ou estar cursando ciências contábeis, possuir experiência no setor do cargo oferecido, apresentar conhecimentos em legislação trabalhista e previdenciária e ter habilidade com informática.

De acordo com a direção do Moda Center, a carga horária da função é de 44 horas semanais e o salário mensal é R$ 1.448,00, acrescidos de benefícios como vale-alimentação e seguro de vida. Segundo Jaíse Nunes, psicóloga organizacional do centro atacadista de confecções, são diferenciais para os candidatos características como criatividade, bom relacionamento interpessoal, agilidade, boa comunicação verbal e escrita, organização e proatividade.

Os interessados na vaga devem entregar o currículo na Gerência de Recursos Humanos do Moda Center Santa Cruz, que fica no centro administrativo do empreendimento, ou enviar o documento para o e-mail  rh@modacentersantacruz.com.br. O prazo se encerra em 31 de janeiro. Mais informações pelo telefone (81) 3759-1024.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Novas atividades estão aptas a entrar no Simples Nacional

Fonte: Agência SEBRAE 

A busca por um estilo de vida mais saudável ou por um corpo sarado tornou o personal trainerum profissional cada vez mais requisitado, em franca expansão no Rio Grande do Norte e no restante do país. O início de 2014 chega com uma boa notícia para esses profissionais, que, na maioria dos casos, tinham que atuar como autônomos. O personal trainer já pode ser enquadrado como Microempreendedor Individual (MEI).

A ocupação é descrita como ‘atividades de condicionamento físico’ e foi anexada sob a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) 9313-1/00. A autorização consta na Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) 111, publicada no fim do ano passado.

A vantagem da inclusão dessa profissão na categoria jurídica do MEI permite uma série de benefícios para quem atua nessa área, antes totalmente descoberto, por exemplo, de direitos previdenciários – auxílio-doença, auxílio-maternidade. O profissional também poderá emitir notas fiscais pelo trabalho executado. Com inclusão da atividade no Simples Nacional, o personal trainer poderá ter uma relação empresarial com as academias de ginástica, condomínios e outros estabelecimentos que recorrem aos que exercem essa atividade.

“Havia um antigo pleito por parte da categoria, alegando que o personal trainer não precisa necessariamente ser um educador físico. O enquadramento no programa MEI vai ajudar principalmente na emissão de notas fiscais para pessoas jurídicas para deduções fiscais”, explica a analista de Orientação Empresarial do Sebrae no Rio Grande do Norte, Ann Cynthia Ferro.

Pode ser enquadrado como Microempreendedor Individual quem trabalha por conta própria e fatura até R$ 60 mil ao ano. Essa categoria jurídica permite a contratação de um empregado com salário mínimo (ou o piso da categoria). A formalização como MEI traz diversas vantagens, como a abertura de uma empresa com Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), possibilidade de emissão de nota fiscal, acesso a linhas de crédito diferenciadas, aposentadoria, cadastro no INSS e auxílios doença e maternidade.

Além dos autônomos da área de condicionamento físico, no fim do ano passado, outras duas categorias – fabricante de pão de queijo congelado e manicure/pedicure – que já eram permitidas ao enquadramento tiveram seus CNAEs alterados. Os primeiros como fabricação de produtos de panificação industrial, e os segundos como cabeleireiro. 
Salões de Beleza
A notícia da possibilidade de se formalizar como cabeleireira alegrou a manicure Maria Gorete de Oliveira. Há 22 anos, ela atua no ramo e sempre prestou esse tipo de serviço para salões de beleza sem vínculo empregatício. “É importante porque, na prática, já somos prestadores de serviço assim como os cabeleireiros”, diz Maria Gorete, que, regularmente, faz unhas de clientes em dois salões em Parnamirim (RN). O sistema de pagamento é 50% para a manicure e a outra metade fica com o salão.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Presidente da CNDL diz a ministro Afif que e-social vai prejudicar micro empresas

Fonte: ADJORI-SC

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O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, reuniu-se nesta quinta-feira com o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos. Entre os assuntos em pauta estiveram a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e a Substituição Tributária, além dos próximos passos a serem dados a respeito do assunto.

Outro assunto em pauta foi o programa e-social do Governo Federal, que visa unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus associados. O presidente da CNDL lembrou que o programa pode trazer uma série de dificuldades para as micro e pequenas empresas. Entre os pontos problemáticos observados nota-se:

a) O e-social não dispensou o tratamento diferenciado a Micro e Pequena Empresa nos termos do Artigo 179 da Constituição;
b) Há dificuldades preliminares como a complexidade do sistema, as exigências tecnológicas necessárias e o prazo exíguo de implementação;
c) Falta racionalização anterior dos cadastros pelos gestores do sistema;
d) Alto volume de informações iniciais e falta de diálogo com outras bases do governo;
e) Há dificuldades para operação rotineira do sistema;
f) Há dificuldades para compensar créditos com a previdência social;
g) Previsão de prestação de informações não exigíveis de micro e pequenas empresas;
h) Há informações que podem ser extintas;
i) Obriga-se a prestar informações não razoáveis de serem exigidas;
j) Há problemas com prazos de envio de determinadas informações;
k) Faltam regras específicas de determinadas categorias profissionais;
l) Necessidade de permitir substabelecimento da procuração eletrônica; e
m) Inexistência de esclarecimento do Manual sobre possível módulo simplificado para micro e pequenas empresas.

O ministro afirmou estar atento e vai acompanhar junto com a Confederação esta questão.

Confiança do consumidor é a menor desde junho de 2009

Fonte: G1 - Portal de Notícias da Globo

O ano começou com os consumidores mais pessimistas. Após dois meses de estabilidade, o Índice de Confiança do Consumidor recuou 2,1% entre dezembro e janeiro, para o nível mais baixo desde junho de 2009, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).


Houve piora tanto nas expectativas quanto na percepção sobre a situação atual. O Índice de Expectativas caiu 2,6%, para o menor patamar desde setembro de 2011. Já o Índice de Situação Atual teve queda de 2,1%, ficando abaixo da média dos últimos cinco anos pelo 12º mês seguido.

Segundo a FGV, a proporção dos consumidores que avaliam a situação geral da economia como boa caiu de 15,6% em dezembro para 14,2% este mês. A fatia dos que consideram a situação ruim, por outro lado, subiu de 33,8% para 35,7%.

Os consumidores também se mostraram menos otimistas quanto à possibilidade de recuperação da economia – o grau de otimismo caiu 3%. A parcela dos que projetam melhora caiu de 26,6% para 26,5%, enquanto a dos que esperam piora cresceu de 20% para 23,1%.

A Sondagem de Expectativas do Consumidor é feita com base numa amostra com cerca de 2.000 domicílios em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados para a edição de janeiro de 2014 foi realizada entre os dias 2 a 21 de janeiro.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Bom atendimento amplia em até 40% vendas das papelarias

Fonte: Agência SEBRAE

A concentração de 70% das vendas das papelarias em janeiro, período de compras do material escolar, traz ótimas perspectivas de negócios e pode ampliar o faturamento de comerciantes que se preparam para o aumento da demanda. Na avaliação de consultores do Sebrae, o atendimento adequado tem gerado até 40% a mais de lucratividade nas vendas, além de beneficiar a imagem da loja.
Investir na melhora do atendimento torna-se fundamental nas papelarias em função de outros dois fatores: a concentração das vendas leva à contratação de funcionários temporários, que muitas vezes não recebem a capacitação adequada para execução do trabalho. Além disso, a diversidade de itens à venda em uma papelaria obriga um conhecimento amplo de todos os produtos à disposição do cliente.
“Em todas as empresas, segmentar o atendimento e tratar cada cliente conforme sua necessidade é um diferencial importante. Em papelarias, há uma variedade cada vez maior de produtos, inclusive suprimentos de informática, como pendrives e tablets, já muito usados em sala de aula. Os atendentes devem conhecer bem esses produtos e o tipo de público de cada um para estimular seu comércio”, observa Luiz Barretto, presidente do Sebrae.
O lojista ainda tem de ficar atento à movimentação dos clientes dentro do estabelecimento. Se alguém entra na loja e sai de mãos vazias, possivelmente houve ali um problema de atendimento. É importante abordar essa pessoa, saber o que ela busca, ver se existe solução disponível na papelaria e, se for o caso, encomendar o produto, a fim de cativar o cliente.
Outra dica importante diz respeito à organização do ambiente, que contribui para melhorar o atendimento. Apostar em um layout moderno, com boa iluminação e espaço para circular dá mais conforto aos consumidores, que conseguem achar o que buscam com facilidade, além de permitir que o empresário e os empregados visualizem melhor o conjunto da loja.
Para dar mais conforto aos pais, os empresários podem explorar o comércio eletrônico. Dessa forma, muitos clientes conseguem fugir das lojas lotadas e comprar o material escolar sem sair de casa, pagando com cartão de crédito ou débito. Oferecer serviços diferenciados, como encapar livros e cadernos ou entregar em domicílio, também ajuda a fidelizar a clientela.
Reservas e estoques
Recomenda-se ainda aos empreendedores do setor prestar atenção aos estoques.  Um dos momentos indicados para compor essas reservas acontece durante a Office Brasil Escolar, feira de grande porte realizada em São Paulo no mês de agosto, cinco meses antes das compras de volta às aulas. Nesse evento, consegue-se adquirir os produtos a preços mais acessíveis e que serão tendência no ano seguinte.
Compor estoques significa uma dificuldade principalmente para microempresas, por questões financeiras, como ausência do capital de giro. O Sebrae orienta que esses negócios façam uma poupança mensal para conseguir comprar o material escolar antecipadamente. O ideal é que isso seja feito até outubro, o que garante tempo hábil para organização das papelarias. 
Normalmente, as compras do material escolar tem início após o Natal. Entretanto, por conta da Copa do Mundo da FIFA 2014, que será realizada em junho e julho, houve antecipação do calendário escolar. Com isso, antes mesmo das festas de fim de ano, os pais já movimentavam as papelarias.

Prazo para adesão ao Supersimples termina dia 31

Fonte: Agência SEBRAE

Os donos de micro e pequenas empresas têm até o dia 31 de janeiro para aderirem ao Supersimples, sistema de tributação que reduz em até 40% a carga tributária e unifica oito impostos. Criado em 2007, por meio da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, esse sistema de tributação já conta com mais de 8,2 milhões de optantes. 
O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, destaca que essa é uma importante oportunidade para os empresários reduzirem a burocracia e os impostos pagos. “O Supersimples foi uma grande vitória que a Lei Geral trouxe para os pequenos negócios. Quanto menos burocracia, mais tempo o empresário tem para se preocupar com o crescimento da sua empresa”. O presidente ainda complementa que as  principais vantagens da adesão ao Simples são a redução das alíquotas e a unificação da cobrança dos tributos federais, estaduais e municipais.
O pedido de adesão deve ser feito por meio do portal do Simples Nacional. Quem perder o prazo só poderá entrar no sistema em 2015. O empresário que fez o agendamento de opção do Supersimples no final do ano passado e não apresentou nenhuma pendência de documentação foi incluído no sistema automaticamente no dia 2 de janeiro.
Quem quiser desistir do regime de tributação simplificado pode fazê-lo a qualquer momento, mas, para valer para o mesmo ano é necessário que o desenquadramento seja solicitado em janeiro, caso contrário, a desvinculação só valerá para o ano seguinte.
O Simples Nacional abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição Patronal Previdenciária para a Seguridade Social  (CPP). O recolhimento é feito por um documento único de arrecadação que deve ser pago até o dia 20 do mês seguinte aquele em que houver sido auferida a receita bruta.

Taxa da Contribuição Sindical deverá ser paga no Sindilojas de Santa Cruz do Capibaribe

O Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços de Santa Cruz do Capibaribe – Sindilojas, informa a todos os lojistas da cidade que a taxa, normalmente recolhida até o dia 31 de janeiro de cada ano, que anteriormente era paga a Fecomércio-PE, passa a ser recolhida pelo Sindilojas de Santa Cruz do Capibaribe, que funciona na CDL deste município.

A contribuição sindical está descrita na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) como taxa compulsória paga em favor do sindicato patronal que representa a categoria econômica da empresa. O valor do imposto é pago proporcionalmente ao capital social das empresas do comércio de bens e serviços de Santa Cruz do Capibaribe.


Para mais informações, o lojista pode ligar para (81) 3731-2850 e falar com a secretária do Sindilojas, Tais Cardoso.

Muitos brasileiros preferem se tornar chefes

Muitos brasileiros preferem ser suas próprias empresas, se tornando seus próprios chefes. Veja matéria do Jornal da CNT com o economista Flávio Borges, ele que é gerente financeiro do SPC Brasil.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

BB reabre crédito para pequena empresa quitar impostos

Fonte: R7

O Banco do Brasil reabriu nesta segunda-feira, 20, uma linha de crédito voltada para micro e pequenas empresas pagarem impostos tradicionais de início do ano. O foco do produto são grupos com faturamento de até R$ 3,6 milhões por ano. No ano passado, 32 mil empresas recorreram a esta modalidade de financiamento que somou em torno de R$ 1 bilhão de recursos liberados.


O crédito pode ser parcelado em até 24 meses, sendo que o prazo de carência para o pagamento da primeira prestação é de até três meses. A taxa mínima cobrada pelo BB é de TR (Taxa Referencial) mais 1,43% ao mês. Essa linha de crédito faz parte da parceria firmada entre o Banco do Brasil e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

O crédito foi desenvolvido, conforme nota do BB, para atender à demanda dos empresários, principalmente ligados ao comércio, que precisam de recursos para quitar os tributos mais altos incidentes no início do ano devido o aquecimento das vendas do Natal, férias e volta às aulas. "Essa linha de crédito supre uma lacuna no fluxo financeiro das empresas e demonstra o compromisso do BB em viabilizar soluções adequadas às necessidades do segmento", avalia o vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas do BB, Osmar Dias.

Segundo o banco, o empréstimo pode ser contratado com garantias reais ou pessoais. Para a empresa que não possui garantias suficientes, o BB disponibiliza o Fundo de Garantia de Operações (FGO), que garante até 80% do valor da operação e possibilita ao cliente acessar taxas mais atrativas.

A linha do BB pode ser contratada até 31 de março ou até o término dos recursos. Somente correntistas do banco têm acesso à modalidade, cujo cadastro e limite de crédito são analisados.



Inadimplência está mais ligada a maus hábitos financeiros do que à falta de dinheiro, diz SPC Brasil

Fonte: Ascom CNDL

Os economistas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgaram uma avaliação, nesta quarta-feira (22/1), com dados obtidos pelo cruzamento de pesquisas divulgadas pelo SPC ao longo de 2013, todas encomendadas com o intuito de entender a relação do consumidor adulto brasileiro com o próprio dinheiro. A principal conclusão dos especialistas é que a situação de inadimplência no Brasil — ao contrário do que muitos pensam — está relacionada a maus hábitos de planejamento financeiro, e nem sempre à renda baixa. Como apontam as pesquisas, existe descontrole financeiro e inadimplência mesmo entre as famílias de renda elevada.


Dados de quatro estudos indicam que pessoas com contas em atraso não têm necessariamente renda menor do que aquelas que pagam os compromissos em dia. Uma pesquisa encomendada em agosto de 2013 para traçar o perfil do consumidor inadimplente no país revelou que 16% da amostra de pessoas com contas em atraso há mais de 90 dias pertenciam às classes D e E (renda familiar inferior a R$ 905 por mês). No entanto, ao avaliar essa mesma concentração de consumidores de menor renda (classes D e E) entre a amostra de adimplentes, o percentual subiu para 22%.

“De maneira geral, os estudos sugerem que consumidores adimplentes adotam práticas financeiras mais cautelosas e conservadoras, independentemente da classe social a qual pertencem. Isso inclui hábitos como o de planejar os gastos, poupar dinheiro para uma emergência e o de não emprestar o próprio nome a terceiros”, explica a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.

Faça o que digo, mas não faça o que faço

Dois estudos sobre a Educação Financeira do Brasileiro (fevereiro/2013) e sobre o Comportamento de Consumo no Brasil (outubro/2013) mostram que a maioria dos brasileiros (88%) se declara “muito controlado” ou “moderado” em relação aos hábitos de compra. No entanto, apesar da autoimagem de controlado em relação às compras, os consumidores relataram ao SPC Brasil diversas práticas que contradizem esse comportamento ideal: 59% já ficaram no vermelho por conta de gastos que não precisavam ter realizado e 69% dos consumidores já fizeram compras apenas para “se sentirem fortes, ricos ou poderosos”.

Além disso, em relação às finanças pessoais, o consumidor mostra-se, no geral, pouco preparado para qualquer emergência financeira: 42% dos adultos entrevistados declararam que não guardam qualquer quantidade de dinheiro para uma situação de emergência. “Em muitos casos, os estudos sugerem que adoção de hábitos simples de planejamento financeiro poderia ter evitado a situação inadimplência. E comportamentos impulsivos de compra e hábitos de risco foram detectados em todos os extratos sociais”, afirma Luiza.

Diferenças de comportamento

Os adimplentes não somente possuem posturas menos arriscadas como também têm hábitos ligados a um bom planejamento financeiro. As pesquisas do SPC Brasil relevam que, com relação aos adimplentes, 76% fazem lista de compras antes de ir ao supermercado, 83% pesquisam preços antes de comprar qualquer produto ou serviço, 63% acompanham mensalmente das suas receitas e despesas (seja em uma caderneta ou planilha) e 17% buscam informações sobre questões financeiras com frequência. Em contrapartida, quando consideramos o grupo dos inadimplentes, tais percentuais caem respectivamente para 61%, 66%, 38% e 3%.

Ainda com relação às diferenças de postura frente ao endividamento, outro ponto a ser destacado é que, ao contrário dos inadimplentes, os adimplentes vêem as dívidas como evitáveis. Dentre os adimplentes, 93% evitam dívidas, seja controlando os impulsos de compra (37%), seja fazendo planejamento financeiro (56%). Além disso, 35% desse grupo fazem fundo emergencial (dinheiro guardado para emergências). Já com relação aos inadimplentes, 54% afirmam que a dívida que têm atualmente não poderia ter sido evitada — já que ocorreu por motivo alheio a sua vontade (como desemprego) — e apenas 38% afirmam que a falta de controle financeiro foi o principal motivo para o endividamento.

Inadimplentes tendem a se arriscar mais

Os inadimplentes também adotam posturas mais arriscadas em relação a empréstimo de nome: 20% dos entrevistados desse grupo revelaram que têm o hábito de emprestar o próprio nome a terceiros para que estes possam fazer compras. Destes, 96% não tomam nenhuma precaução (como pedir uma nota promissória a quem emprestou o nome). No grupo dos adimplentes, apenas 9% têm esse hábito, dos quais 69% não tomam nenhuma precaução (os demais 31% são precavidos e exigem algum tipo de garantia).

Ressalta-se que os inadimplentes também tendem a buscar mais crédito em lojas e menos em bancos: 53% dos consumidores negativados possuem cartão de loja, enquanto que o percentual cai para 46% quando comparados com os não negativados. Além disso, segundo os estudos, 53% dos consumidores inadimplentes possuem cartão de crédito de banco, enquanto que 61% dos adimplentes dispõem desse mesmo recurso.

Para os economistas, as pesquisas feitas pelo SPC Brasil mostram que o brasileiro ainda necessita de educação financeira mais aprofundada. “Os resultados apontam para uma alta frequência de consumidores impulsivos, levados pela moda, propaganda ou desejo de auto-afirmação. Além disso, a inadimplência parece estar ligada, em muitos casos, à falta de hábitos simples de planejamento financeiro e de precaução contra emergências”, explica Luiza.

Taxa da Contribuição Sindical deverá ser paga no Sindilojas de Santa Cruz do Capibaribe

O Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços de Santa Cruz do Capibaribe – Sindilojas, informa a todos os lojistas da cidade que a taxa, normalmente recolhida até o dia 31 de janeiro de cada ano, que anteriormente era paga a Fecomércio-PE, passa a ser recolhida pelo Sindilojas de Santa Cruz do Capibaribe, que funciona na CDL deste município.

A contribuição sindical está descrita na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) como taxa compulsória paga em favor do sindicato patronal que representa a categoria econômica da empresa. O valor do imposto é pago proporcionalmente ao capital social das empresas do comércio de bens e serviços de Santa Cruz do Capibaribe.


Para mais informações, o lojista pode ligar para (81) 3731-2850 e falar com a secretária do Sindilojas, Tais Cardoso.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014


Oito em cada dez dívidas não pagas são de até R$ 2.500, mostra SPC Brasil

Fonte: Ascom CNDL

Um detalhamento do indicador mensal de inadimplência calculado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) mostra que a distribuição das dívidas em atraso por faixa de valor manteve-se praticamente estável em dezembro de 2013 na comparação com meses anteriores.

De acordo com o levantamento, a maior parte das dívidas registradas nos bancos de dados do SPC Brasil está concentrada nas faixas de valores abaixo de R$ 2.500. Em dezembro, essas faixas representaram sozinhas 81% do valor de todas as dívidas, valor ligeiramente abaixo dos 81,2% verificados em novembro e outubro.

Como consequência, houve uma pequena elevação na participação de registros de maior valor. A participação das faixas com dívidas acima de R$ 7,5 mil aumentou de 8,27% em novembro para 8,39% em dezembro.



Houve também um ligeiro recuo dos registros de inadimplência de até R$ 250, as quais passaram a representar 33% dos registros em dezembro contra 33,2% observado no mês anterior.
Na avaliação da economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, a tendência para os próximos meses é de novas quedas na participação de dívidas de valores mais baixos, influenciadas, principalmente, pela inflação e crescimento da renda do brasileiro.

Gênero e faixa etária

Assim como ocorreu nos meses anteriores, as mulheres continuam representando a maior parte dos inadimplentes: 
55,53% dos negativados em dezembro, ao passo que os homens representam44,47%.
O levantamento também revela que a maior parte dos cadastros de negativados continua se concentrando na faixa de consumidores entre 25 e 49 anos: em dezembro, tal parcela representava 62,6% dos casos, ligeiramente acima dos 62,5% observados em novembro.

Segundo dados do IBGE, indivíduos entre 25 e 49 anos correspondem a 53,3% população brasileira.
“São pessoas que tendem a se encaixar no perfil de chefes de família, responsáveis por gastos maiores como aluguel, mensalidades escolares, água, luz e telefone, e que, nem sempre realizam planejamento financeiro”, explica a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.

Fonte: base de dados do SPC. *Cada consumidor aparece
uma única vez, mesmo que tenha dois ou mais títulos em atraso.


Fontes: 1) IBGE. Para a faixa etária "18 a 24 anos", foi necessário cálculo do SPC, pois a base do IBGE divide as faixas etárias em "15 a 19 anos" e "20 a 24 anos". 2) Base de dados do SPC. Cada consumidor aparece uma única vez, mesmo que tenha dois ou mais títulos em atraso.

Juro do cheque especial pode chegar a 256% ao ano, diz Proteste

Fonte: G1 - Portal de Notícias da Globo

A taxa de juros cobrada pelos bancos no cheque especial pode alcançar 256,33% ao ano, segundo levantamento da Proteste em conjunto com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre os bancos pesquisados, a taxa pode mais que dobrar.
O levantamento considera o Custo Efetivo Total (CET) das operações de crédito, o que inclui todas as taxas e encargos cobrados.
A maior taxa foi encontrada no Citibank, de 256,33% ao ano; seguida pelo Santander, de 234,64% ao ano. Já a menor taxa foi encontrada no Banco do Brasil, de 119,70% ao ano, seguida pelo Bradesco, com 199,78%.
“Caso o consumidor utilize R$ 500 do cheque especial com CET de 250%, e deixe rolar essa dívida por um ano, chegará ao final de 12 meses devendo mais de R$ 1,7 mil – valor quase três vezes maior do que o original”, diz a Proteste em nota.
Veja o comparativo das taxas do cheque especial por banco:
Taxas anuais  (em %)
Banco do Brasil - 119,70
Bradesco - 199,78
Santander - 234,64
HSBC - 234,07
Itaú - 215,01
Citibank - 256,33

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Experiência brasileira do MEI será apresentada ao mundo

Fonte: Agência SEBRAE

A experiência bem-sucedida no Brasil com a criação da figura do Microempreendedor Individual (MEI) servirá de exemplo para outros países do mundo. O Sebrae e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) assinaram um acordo de cooperação técnica visando à produção de publicações que mostrem como o Brasil conseguiu formalizar mais de 3,5 milhões de empreendedores em apenas cinco anos.
A parceria também prevê estimular o aumento da formalização dos pequenos negócios e melhorar a produtividade e as condições de trabalho das micro e pequenas empresas. O programa de cooperação técnica terá dois anos de vigência e poderá ser prorrogado. A ideia é que os dois órgãos trabalhem juntos na elaboração de estudos e de estratégias que abordem a formalização, a produtividade, as condições de trabalho, a sustentabilidade ambiental, os investimentos intensivos em mão de obra e o desenvolvimento local.
Mais do que a troca de estudos e pesquisas, os dois órgãos estudam ainda a realização de um evento internacional em abril do próximo ano, aqui no Brasil, para discutir a formalização do mercado de trabalho. O principal tema da agenda da OIT de 2014 será a informalidade. “O processo de formalização no país, realizado com a criação dos microempreendedores individuais é uma experiência única no mundo e ainda é desconhecida no exterior. Essa parceria será mais uma forma de divulgar esse trabalho, que busca reverter a informalidade no Brasil”, destaca o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.
A diretora do Escritório da OIT no Brasil, Laís Abramo, destacou a importância da parceria realizada justamente às vésperas do ano que a instituição escolheu para combater a informalidade e que esse é um tema de extremo interesse da OIT.

Indústria começa o ano com ligeiro viés otimista

Fonte: Valor Econômico

Janeiro trouxe um pouco mais de otimismo à indústria. Empresas relatam encomendas maiores que as do início do ano passado, em um movimento ainda ancorado no mercado interno, embora o câmbio seja um dos elementos da melhora do humor na indústria. Enquanto as empresas Democrata, de calçados, e Saccaro, de móveis, receberam pedidos até 20% superiores aos de janeiro do ano passado, os pedidos feitos à Marcopolo garantem produção até o fim de março. Em 2013, eles iam até fevereiro.
O tom mais otimista não é unanimidade, mas também aparece nas projeções dos representantes de revestimentos cerâmicos e papelão ondulado, que preveem crescimento de produção e vendas neste ano, porque acreditam na continuidade do aumento do consumo. Entre os pessimistas estão setores como os de eletroeletrônicos, máquinas e têxteis. Eles destacam a preocupação com a condução macroeconômica e o risco de a inflação afetar a renda dos consumidores.
Outras empresas colocaram em suas projeções a ajuda extra que virá das exportações, já que as exportadoras contam, neste início de ano, com uma melhora na rentabilidade perdida ao longo dos últimos anos. Auxiliados pelo câmbio e pelo aumento de preços, em alguns casos, 13 de 23 setores da indústria de transformação estão com operações mais rentáveis, o que lhes permite concorrer em melhor situação no exterior e mesmo internamente em relação aos importados.
Apesar de estimarem desempenhos diferentes, há algo em comum entre os empresários otimistas e pessimistas: todos ecoam a ideia de que o governo precisa gastar melhor, com prioridade ao investimento, e de que o atual patamar do câmbio - estimado pela maioria em até R$ 2,45 no fim do ano - não é o ideal para uma forte recuperação da indústria. Para os empresários, a taxa que poderia alavancar mais a competitividade, segundo estimativas feitas por eles, variou entre R$ 2,80 e R$ 3,50.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

SPC Brasil lança serviço de monitoramento de carteira para prevenir fraudes e gerar negócios

Fonte: Ascom CNDL

O SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) lança hoje, dia 15/1, o seu novo serviço de monitoramento de informações: o SPC MONITORA. Trata-se de uma solução criada para auxiliar as empresas, dos mais variados portes, a detectar oportunidades de negócios e a identificar riscos de inadimplência e fraudes dentro de sua carteira de clientes e fornecedores.


Com este serviço, o empresário receberá, por e-mail, informações atualizadas 24 horas por dia sobre qualquer alteração ou exclusão no CNPJ ou CPF monitorado.

“Uma das maneiras mais eficazes para uma empresa aumentar a sua competitividade é realizar uma boa gestão da carteira de clientes. É fundamental que ela conheça e observe o comportamento de seus clientes para que possa estabelecer ações de vendas e estratégias no desenvolvimento de novos negócios”, afirma Silvia Cravo, gerente de produtos do SPC Brasil.

Geração de negócios e prevenção a fraudes

Com o monitoramento constante de pendências financeiras e alterações cadastrais, é possível, detectar problemas de forma individual, principalmente para as vendas de médio e longo prazo, uma vez que essas informações podem se alterar no decorrer do tempo.

“O diferencial do novo serviço do SPC Brasil é que com o monitoramento diário, as empresas passam a dispor de informações objetivas que as auxiliam na tomada de ações proativas com maior agilidade. O efeito imediato é o aumento da rentabilidade, já que com dados precisos sobre seus clientes, fica muito mais fácil tomar decisões e acertar na hora de oferecer crédito e fechar um negócio.”, reitera Silvia Cravo.

Serviço:

O que é o SPC Monitora?

O SPC Monitora é um serviço do SPC Brasil de monitoramento contínuo de informações cadastrais, que analisa o comportamento de clientes pessoa física (PF) e pessoa jurídica (PJ) 24 horas por dia. Com ele, o empresário ou lojista recebe alertas diários sobre qualquer alteração ocorrida nos documentos monitorados. 

O que o SPC Monitora oferece?

O SPC MONITORA é um aliado nas ações preventivas contra a inadimplência e fraudes, bem como na identificação de oportunidades de novos negócios. Além disso, apoia todo o processo de gestão de clientes, auxiliando na identificação de riscos e no monitoramento de eventos restritivos e cadastrais.

A quem se destina?

A todos as empresas associadas ao SPC Brasil e de todos os segmentos e portes.

Para associar-se ao SPC Brasil, o empresário encontra informações no site:


Produto comercializado em duas versões:

O SPC Monitora é comercializado por meio de dois módulos: SPC MONITORA e SPC MONITORA PLUS e possibilita ainda a opção da informação sobre Renda Presumida (serviço que estima a renda mensal bruta de um consumidor). 

Saiba quais informações são monitoradas em cada produto:

SPC Monitora: 

- Informações Cadastrais (endereço e telefone); 
- Alerta de documentos como roubo, furtos e BO; 
- Crédito concedido no mercado; 
- Consultas realizadas para a concessão de crédito; 
- Registro de dívidas vencidas;
- Dados sobre cheques sem fundo.

Monitoramento opcional:Renda Presumida

CNDL e SPC Brasil reprovam novo aumento da taxa de juros

Fonte: Ascom CNDL

A CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) reprovam o novo aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, o que leva a Selic ao patamar de 10,5% ao ano, o mais alto desde janeiro de 2012. A decisão foi tomada na noite desta quarta-feira (15/01) pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central.


Na avaliação da CNDL e do SPC Brasil, a decisão é prejudicial para o comércio. Algumas das razões é que o aumento dos juros freia a expansão do crédito no país, reduz o consumo e inibe a criação de novos postos de trabalho, justamente no momento em que com uma menor expansão da massa salarial, as vendas no varejo dão sinais de desaceleração – indicador do SPC Brasil divulgado ontem (14/1) mostrou que as vendas a prazo cresceram 4,12% em 2013 ante 7,16% em 2012. 

Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a elevação dos juros não é capaz de resolver sozinha a escalada dos preços. Para isso, o controle inflacionário precisa ser realizado, prioritariamente, por meio de um amplo ajuste fiscal na máquina pública, com cortes de gastos do governo e desoneração dos setores produtivos.

“O sucessivo aumento da Selic é um sinal de que o governo não quer fazer seu dever de casa. O combate à inflação deve ser realizado a partir de uma política de corte dos gastos do governo. Sem essa contenção, o simples aumento da Selic não será suficiente para resolver o problema. Exemplo disso é que mesmo após seis altas consecutivas, a inflação encerrou 2013 ainda muito acima do centro da meta oficial”, defende Pellizzaro Junior.

Membros da Câmara Setorial de Representantes Comerciais se reúnem para definir ações em 2014

Definir ações para o ano de 2014 foi o principal motivo da reunião com membros da Câmara Setorial de Representantes Comerciais da CDL Santa Cruz do Capibaribe, que aconteceu na noite desta quarta-feira na sede da entidade.


Como de costume, o articulador da Câmara, o Consultor Antônio Sérgio, colaborou com as discussões, norteando a diretoria com as melhores ideias e ações, de modo que venha a fortalecer a classe de profissionais que trabalham com este segmento em Santa Cruz do Capibaribe.

A reunião contou com boa parte da diretoria que tem como coordenador, o representante comercial, Ronaldo Nascimento.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Pequenos negócios contratam mais de 1 milhão em 2013

Fonte: Agência SEBRAE

Pequenos negócios do Comércio lideraram as contratações em novembro
Pequenos negócios do Comércio lideraram
as contratações em novembro
Os pequenos negócios – aqueles que faturam até R$ 3,6 milhões por ano – responderam pela criação de mais de 1 milhão de postos de trabalho no acumulado de janeiro a novembro de 2013. Com essas contratações, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 88,3% do total de empregos formais gerados no país nesse período, contra 81,5%, em 2012.  “São cerca de 8 milhões de micro e pequenas empresas no país que representam uma porta de entrada para o mercado de trabalho”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
Apenas em novembro, os pequenos negócios foram responsáveis pela geração de 91,5 mil vagas, o que equivale a um crescimento de 7% se comparado com o mesmo mês de 2012. Já as médias e grandes empresas e a administração pública extinguiram quase 47,5 mil vagas. Os dados fazem parte do levantamento mensal que o Sebrae faz com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
A proximidade do mês com as festas de fim de ano fez com que o Comércio liderasse em novembro as contratações. Esse setor apresentou um saldo líquido de 83 mil postos de trabalho, mais do que o dobro do saldo de empregos de Serviços, que foi de 37,9 mil. “As férias de final de ano também movimentam muito esse último setor. Mais da metade dos empregos gerados foram em alojamento e em restaurantes, bares e lanchonetes”, ressalta Barretto.
A região Sudeste teve o maior número de contratações, com 33,7 mil empregos criados, seguida pela Sul, com 22,5 mil. O Rio de Janeiro foi o estado que mais abriu vagas em novembro. Os pequenos negócios do estado fluminense tiveram um saldo líquido de contratação superior a 18 mil novos empregos.