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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Daqui a pouco a CDL Jovem de Santa Cruz do Capibaribe realiza Campanha “O Dia da Liberdade de Impostos”

A Campanha Dia da Liberdade de Impostos (DLI), que acontecerá nesta quinta-feira (29), é celebrado na semana em que o brasileiro deixa de trabalhar para o governo, via pagamento de impostos, e começa a trabalhar para si. A campanha em Santa Cruz do Capibaribe será realizada pela CDL Jovem e tem como objetivo de lembrar ao cidadão que os tributos (impostos, taxas e contribuições) são exigidos pelos Governos Federal, estadual e municipal.

A ideia é conscientizar e demonstrar ao contribuinte que os impostos são um saque de recursos dos cidadãos produtivos e que no Brasil são abusivas em relação a outros países tanto da América Latina como Europa e EUA, pois os serviços públicos oferecidos em saúde, educação, segurança, saneamento, por exemplo, são muito deficientes.

A Campanha DLI pretende mostrar o valor real de um produto, sem a incidência dos impostos. Para isso, foi escolhido um item que está presente no dia a dia de nós brasileiros, a gasolina. A campanha vai acontecer a partir das 15 horas, no giradouro onde tem o Monumento Bíblico.

CDL Santa Cruz do Capibaribe lança campanha para arrecadação de garrafas PETI


AADESC presta contas de emenda parlamentar e recebe doação do Baile Municipal


Nesta quarta-feira (28), a Associação de Assistência ao Deficiente de Santa Cruz (AADESC), apresentou a prestação de contas do projeto “Criança Feliz”, para familiares das crianças assistidas e componentes da diretoria da entidade.

O projeto teve duração de quatro meses e beneficiou 95 crianças através do trabalho de profissionais como nutricionista, dentista, fonoaudióloga, assistente social e psicóloga para as famílias.

A realização do “Criança Feliz” aconteceu graças à emenda parlamentar número 5457/2012, de autoria do prefeito Edson Vieira (PSDB), enquanto deputado estadual, no valor de 50 mil reais.

Fátima Oliveira, integrante da diretoria da AADESC, e a presidente Márcia Feitosa agradeceram pelo envio do recurso à entidade e ressaltaram em suas falas a importância do projeto para as crianças e suas famílias.

Em depoimentos através de vídeo as mães agradeceram à associação pelo carinho com que recebe suas crianças. Elielma falou, em nome de todas as mães sobre os benefícios trazidos pelo projeto: “contribuiu muito com nossa batalha diária, minha vida e a vida do meu filho mudaram depois do projeto, agradeço de todo coração a Edson Vieira e à diretoria da AADESC”.

Edson Vieira finalizou as falas da noite dizendo da sua satisfação em contribuir com a entidade. “Como político e como pai estou muito feliz por estar aqui e por poder colaborar com o trabalho da AADESC, dentro do que está ao meu alcance como homem público. Aproveito para parabenizar a todos os profissionais envolvidos no projeto e a todas as mães pelo empenho em cuidar das suas crianças”, disse ele.

Esta foi a segunda vez que a entidade foi beneficiada com emenda de Edson Vieira e ele anunciou que o deputado Diogo Moraes irá dar continuidade ao envio desses recursos.

A alegria da diretoria foi completada pela doação de R$ 7.350,00 feita pela primeira-dama Alessandra Vieira, com a arrecadação do segundo Baile Municipal.

A Associação de Assistência ao Deficiente de Santa Cruz (AADESC) completa neste mês de maio 23 anos de existência, atende crianças de 0 a 14 anos e funciona na Rua Severino Balbino Bezerra nº 94, bairro Dona Dom, o telefone para contato é 3731-3267.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

CDL Jovem realiza Campanha “O Dia da Liberdade de Impostos” nesta quinta-feira (29)

A Campanha Dia da Liberdade de Impostos (DLI), que acontecerá nesta quinta-feira (29), é celebrado na semana em que o brasileiro deixa de trabalhar para o governo, via pagamento de impostos, e começa a trabalhar para si. A campanha em Santa Cruz do Capibaribe será realizada pela CDL Jovem e tem como objetivo de lembrar ao cidadão que os tributos (impostos, taxas e contribuições) são exigidos pelos Governos Federal, estadual e municipal.

A ideia é conscientizar e demonstrar ao contribuinte que os impostos são um saque de recursos dos cidadãos produtivos e que no Brasil são abusivas em relação a outros países tanto da América Latina como Europa e EUA, pois os serviços públicos oferecidos em saúde, educação, segurança, saneamento, por exemplo, são muito deficientes.


A Campanha DLI pretende mostrar o valor real de um produto, sem a incidência dos impostos. Para isso, foi escolhido um item que está presente no dia a dia de nós brasileiros, a gasolina. A campanha vai acontecer a partir das 15 horas, no giradouro onde tem o Monumento Bíblico.

Carnê de pagamento para o MEI

Fonte: Ascom da Secretaria da Micro e Pequena Empresa

A Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República iniciou a remessa pelos Correios dos carnês de pagamento contendo os Documentos de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) para os Microempreendedores Individuais (MEI), relativos ao ano de 2014.


 O cronograma de envio dos carnês para os contribuintes nos Estados é o seguinte:

- Março/2014: Acre, Amazonas, Amapá, Pará e Roraima, contendo as guias com vencimento entre Março/2014 a Janeiro/2015 (competências 02/2014 a 12/2014);

- Abril/2014: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Rondônia, Tocantins, Espírito Santo e Minas Gerais, contendo as guias com vencimento entre Abril/2014 a Janeiro/2015 (competências 03/2014 a 12/2014);

- Maio/2014: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, contendo as guias com vencimento entre Maio/2014 a Janeiro/2015  (competências 04/2014 a 12/2014);

- Junho/2014: São Paulo, contendo as guias com vencimento entre Junho/2014 a Janeiro/2015  (competências 05/2014 a 12/2014).

O MEI que recebeu benefício previdenciário de salário-maternidade, auxílio doença ou auxílio reclusão, durante todo o mês, deve gerar novo DAS para cada mês abrangido pelo benefício no aplicativo PGMEI – Programa Gerador do Documento de Arrecadação (DAS) para o MEI, no Portal do Simples Nacional. Ao gerar o DAS, o contribuinte deve informar que está usufruindo benefício previdenciário para que o valor do INSS não seja incluído no DAS.

Se o MEI perder o prazo para pagamento, pode gerar novo DAS no  aplicativo PGMEI.

O contribuinte que deixar de ser MEI durante o ano, seja por ter dado baixa no CNPJ ou por ter sido desenquadrado do regime, não deve pagar os DAS relativos às competências seguintes ao mês da baixa ou do desenquadramento.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Importação da China ainda afeta setor têxtil, apesar do ritmo menor

Fonte: Brasil Econômico


Promessa de negócio para vários segmentos, a Copa do Mundo frustrou as expectativas do setor têxtil paulista. “Vamos torcer pelo Brasil com bandeiras vindas da China”, ironiza Dilézio Ciamarro, presidente do sindicato patronal das indústrias de tecelagem de Americana, Nova Odessa, Santa Bárbara d´Oeste e Sumaré (todas em São Paulo), referindo-se ao crescimento constante das importações de tecidos. “Não tingimos nenhum metro de tecido em verde e amarelo”, diz ele, mostrando a frustração do setor que emprega 510 mil pessoas no estado e é responsável por 30% da produção nacional.
Ciamarro aponta a importação como principal fator de desequilíbrio do setor e pela queda da produção de tecidos em Americana, conhecida como “Princesa Tecelã”, título que conquistou com a grande exportação de tecido para o mundo todo entre os anos 60 e 90. “Não somos contra as importações, mas sim contra esse aumento abusivo, a cada semestre, de tecidos e confeccionados prontos que chegam a nosso país subsidiados pelos governos dos países originários e com características de dumping”, afirma Ciamarro.
Ainda assim, diz ele, as indústrias não deixaram de investir. “Hoje as tecelagens são modernas, oferecem ambientes que atendem a todas as normas de vigilância e de trabalho, mas com a queda da demanda, produzimos menos do que poderíamos. Nosso parque fabril comporta 180 milhões de metros lineares de tecidos ao mês, mas hoje estamos em 90 milhões de metros lineares/mês.
O desabafo é confirmado pelos dados do IBGE que apontam queda de 2,9% na indústria têxtil paulista no primeiro trimestre deste ano, ante igual período de 2013. Já o setor de vestuário vive um momento um pouco melhor: teve crescimento de 4,5% em igual base de comparação. Em igual período, as importações aumentaram 15% em valor e 7,32% em quantidade, para 64 mil toneladas, ante 58,8 mil toneladas.
“A boa notícia é que desde que o real se desvalorizou, o crescimento das importações tem sido menor do que em anos anteriores e isso permite uma leve expansão”, explica o presidente do Sinditêxtil-SP, Alfredo Bonduki. Tanto assim que o setor espera um crescimento de 3% este ano.
Para ele, além da velocidade menor de importação, ajuda a demanda aquecida do consumidor, embora também em ritmo menor. “O varejo têxtil não depende de crédito para vender, o que é uma boa notícia considerando-se o endividamento das famílias. Por isso mantermos a expectativa de crescimento para este ano”, diz.
Essa expectativa tem colaborado também para a geração de emprego, que embora em ritmo abaixo do ano passado, tem se mantido positiva. Dados do Caged apontam que, em março, o saldo de empregos no setor têxtil e de vestuário paulista foi de 1.258, contra 1.753, se comparado com igual período do ano passado. De janeiro a março, o saldo foi de 3.597, contra 5.077, na emsma comparação.
“Mais do que a geração de novas vagas, o que tem ocorrido é uma formalização da mão de obra”, explica Bonduki. Ele diz que, com o governo desonerando a folha de pagamento, e tributando as empresas no faturamento, a tendência passou a ser de aumentar o registro em carteira, em detrimento da precarização.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Recife é o novo polo da economia criativa

Fonte: Portal Exame

Aeroporto de Recife

No início do mês, o grupo Fiat Chrysler anunciou a instalação de um centro de tecnologia automotiva em Recife. O imóvel de uma antiga tecelagem, desativada há 20 anos, foi cedido para a montadora pelo governo de Pernambuco para abrigar o empreendimento, que exigirá investimentos de 500 milhões de reais e empregará 1 000 pessoas, entre engenheiros, técnicos e outros profissionais.

O centro de pesquisa deve ser inaugurado em dois anos, mas a divisão de desenvolvimento de software começa a funcionar em breve, com 35 funcionários, em uma casa no Porto Digital, como é conhecido o polo de tecnologia da informação da cidade, localizado no bairro do Recife Antigo.
O novo centro de tecnologia trabalhará em sintonia com outros núcleos de pesquisa e desenvolvimento da Fiat no mundo, colocando Recife no mapa global da engenharia automotiva. “O que quero da indústria é a inteligência”, diz o prefeito, Geraldo Julio. “Enquanto as fábricas produzem na região metropolitana, a inovação fica na capital.”
A escolha de Recife não se deu apenas por conveniência da Fiat, que está erguendo uma nova fábrica de veículos em Goiana, na região metropolitana. Segundo a pesquisa da consultoria Urban Systems, Recife tem hoje a melhor infraestrutura do Brasil para negócios, além de excelente capital humano.
Tanto em telecomunicações como em transporte, Recife leva vantagem sobre outras grandes cidades brasileiras. Conta, por exemplo, com um porto e um aeroporto em seu perímetro urbano.
Em um levantamento feito pela Proteste Associação de Consumidores em 2013, o aeroporto de Guararapes foi considerado o melhor entre os 14 mais movimentados do país e o único que recebeu a classificação “bom”.
Teve avaliação positiva em sinalização, banheiros e lugares para sentar (recebeu notas baixas em procedimentos de segurança e acesso por transporte coletivo, apesar de ser bem localizado e contar com uma estação de metrô).
No setor de telecomunicações, a rede de banda larga fixa de Recife está muito acima dos padrões brasileiros. Cerca de 35% da população tem acesso a conexões com velocidade acima de 12 megabits por segundo, enquanto a média nacional é 9%.
A rede de fibra óptica atende o Centro de Convenções de Pernambuco, que há três anos recebe a Campus Party, o maior evento de tecnologia do país, e conecta universidades e núcleos de pesquisa. Os equipamentos municipais estão sendo conectados por uma rede pública Wi-Fi.
Desde sua fundação, no século 16, a “terra dos mascates”, como eram conhecidos os comerciantes portugueses que atuavam na época em Recife, mostrou sua vocação para comércio e serviços. Logo a cidade se firmou como um polo de distribuição de mercadorias, com forte atividade alfandegária.

Comércio projeta tímido crescimento de 1% para o Dia dos Namorados

Fonte: Ascom CNDL

Depois de amargar resultados desanimadores nas vendas de Páscoa e do Dia das Mães, o comércio varejista se prepara para mais um fraco resultado no Dia dos Namorados. A projeção dos lojistas é de um tímido crescimento de 1% para a data, em relação ao mesmo período do ano passado. Caso essa previsão se confirme, será o resultado mais fraco dos últimos cinco anos. A pesquisa é da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Dia dos Namorados
Ano
Vendas
2013
7,70%
2012
9,08%
2011
10,80%
2010
7,23%

Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o atual cenário de aperto monetário e de inflação elevada prejudica as vendas a prazo. "Além de todo esse contexto econômico, os lojistas não estão otimistas, já que não tiveram bons resultados na Páscoa e nem no Dia das Mães", disse.


Estreia do Brasil na Copa

A data é comemorada no dia 12 de junho, dia de estreia da seleção brasileira na Copa, o que na avaliação dos varejistas, traz impactos negativos para o faturamento do comércio. "A abertura da Copa de certa forma vai concorrer com o Dia dos Namorados. Sem contar que a maioria das cidades brasileiras funcionará em regime de meio expediente e, em São Paulo, será decretado feriado", explica Pellizzaro Junior.

O Dia dos Namorados é a terceira data mais lucrativa para o comércio, ficando atrás somente do Natal e do Dia das Mães. Os produtos mais procurados nas lojas durante o período são itens de vestuário, calçados, perfumaria, floricultura, jóias e bijuterias.

Leis trabalhistas travam a economia do país, diz ministro

Fonte: Jornal do Brasil

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior disse na sexta-feira que algumas leis trabalhistas e a baixa produtividade têm sido entraves para a competitividade da economia do país. Segundo Mauro Borges, as leis são "uma herança bastante negativa para a competitividade de uma economia que quer ser integrada no mundo", citando por exemplo, as normas do Ministério do Trabalho.
"Considero que esse é um tema crítico para a economia brasileira hoje. Cobre várias questões como, por exemplo, a questão da terceirização", disse o ministro, ao participar de evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Ele acrescentou que a Petrobras "não sobrevive" sem terceirização, assim como a Eletrobras que, "sem terceirização, também é inviável".
Para ele, a economia brasileira ainda é altamente indexada, processo que não foi totalmente eliminado e, a questão dos salários e das relações de trabalho são parte desse processo de indexação e têm de ser enfrentados.
Quanto à produtividade, Mauro Borges disse que "não tem como a gente continuar tendo ganhos reais de salários no Brasil sem atentar para a produtividade". "Qualquer economista sabe disso e o governo tem que explicitar isso".
O mandatário da pasta ainda afirma que está em negociações com a União Europeia para um acordo comercial e busca também uma integração mais forte na América do Sul e na América Latina, considerando estratégica a proximidade com o México.

sexta-feira, 23 de maio de 2014


Curso de Eficácia na Liderança é sucesso na CDL Santa Cruz do Capibaribe

Os empresários e colaboradores de Santa Cruz do Capibaribe estão vivenciando uma semana de muito aprendizado, pois a CDL local, em parceria com o SEBRAE e com o SENAC. O curso é ministrado pelo consultor Roberval Andrade e tem boa aceitação dos participantes.




quinta-feira, 22 de maio de 2014

Autoescola Nossa Senhora das Graças faz promoção no Facebook

A Autoescola Nossa Senhora das Graças SORTEIA entre todos os nossos amigos do facebook um JANTAR na freguesia no valor de R$ 100,00!

Para PARTICIPAR basta apenas ser amigo da Autoescola no facebook. Clique na imagem e se torne amigo. O sorteio acontece na sexta-feira, 30 de maio.


Encontro define novo cronograma para o eSocial

Fonte: Fenacon

Na tarde de ontem ocorreu o encontro do eSocial que reuniu grande público, entre os quais, diretores da Fenacon e presidentes dos sindicatos filiados ao Sistema. Compuseram a mesa o Ministro do Trabalho, Manoel Dias, o Secretário da Receita Federal do Brasil, Carlos Alberto Freitas Barreto, o representante do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, o Presidente do Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS, Lindolfo Neto de Oliveira Sales e o Presidente da Fenacon, Mario Elmir Berti.

Foi unânime entre as autoridades que usaram da palavra, a importância que o Sistema Fenacon teve no passado nos diversos projetos implantados pelo governo, e agora ainda mais no aprimoramento e na implantação do  eSocial: “Não apenas o governo, mas a Fenacon é um dos principais atores desse processo racional da ferramenta”, afirmou Gabas.

O ministro do Trabalho apresentou novo cronograma para implantação do eSocial, na seguinte ordem:
- Após o fechamento do layout, o que deverá durar perto de três meses, o Grupo de Trabalho e o Comitê Gestor terão seis meses para trabalhar a proposta;
- Passada essa etapa, haverá mais seis meses para realização de testes;
- Ao final desse período, começará a obrigatoriedade para grandes empresas;
- O Grupo de Trabalho e o Comitê Gestor estudarão condições diferenciadas para micro e pequenas empresas, dentre as quais, o MEI.

Ficou acertado que o Sistema Fenacon terá cadeira e voz na composição do Grupo de Trabalho e na sequencia, na consecução dos necessários ajustes. O diretor político parlamentar da Fenacon, Valdir Pietrobon, elogiou a definição do novo cronograma. “É um grande avanço. Mais uma grande vitória. Mas ainda defendemos que a aplicação do eSocial deve começar primeiro pelas empresas públicas”, disse.

O presidente da Fenacon, Mario Elmir Berti, destacou o apoio total ao desenvolvimento do eSocial. “Já superamos muitas barreiras com o Sped Contábil, por exemplo, e com o eSocial não será diferente. É uma quebra de paradigmas e sua aplicação, quando estiver devidamente corrigido e em funcionamento,  vai facilitar o nosso trabalho”, disse.



Mario Berti fala durante encontro do eSocial

quarta-feira, 21 de maio de 2014


Balança comercial tem superávit de US$ 563 milhões na última semana

Fonte: G1 - Portal de Notícias da Globo

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 563 milhões na semana passada, entre os dias 12 e 18 deste mês, informou nesta segunda-feira (19) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O resultado da balança comercial, que indica que as exportações foram maiores que as importações, melhorou principalmente por conta da queda de 8,1% na compra de produtos importados na comparação com as duas primeiras semanas deste mês. Na semana passada, caíram os gastos no exterior com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, e adubos e fertilizantes.

Na mesma comparação, as vendas externas tiveram queda menor, de 0,6%. No acumulado deste mês, o saldo comercial ficou positivo em US$ 789 milhões, ainda segundo dados oficiais, com exportações em US$ 11,37 bilhões – média diária de US$ 1,03 bilhão e queda de 0,5% sobre o mesmo mês do ano passado, ao mesmo tempo em que as importações somaram US$ 10,59 bihões – média diária de US$ 962 milhões e queda de 4% sobre maio de 2013.

Acumulado deste ano

Na parcial deste ano, até 18 de maio, a balança comercial brasileira registrou um déficit (quando as importações são maiores do que vendas para o exterior) de US$ 4,77 bilhões. No mesmo período do ano passado, o déficit era maior: US$ 5,08 bilhões.

No acumulado do ano, as exportações somaram US$ 80,69 bilhões, com média diária de US$ 877 milhões (queda de 2,1% sobre o mesmo período do ano passado), enquanto que as importações totalizaram US$ 85,46 bilhões, ou US$ 929 milhões por dia útil. Sobre o mesmo período de 2013, houve queda de 2,2%.

Resultado de 2013

Em 2013, a balança comercial brasileira registrou superávit (exportações menos importações) de US$ 2,56 bilhões, o pior resultado para um ano fechado desde 2000, quando houve déficit de US$ 731 milhões.

De acordo com o governo, a piora do resultado comercial do ano passado aconteceu, principalmente, por conta do serviço de manutenção de plataformas de petróleo no Brasil, que resultou na queda da produção ao longo de 2013, e pelo aumento da importação de combustíveis para atender à demanda da economia brasileira.

Os dados oficiais mostram, porém, que o saldo comercial do ano passado só foi positivo por conta da “exportação” de plataformas de petróleo que, na realidade, nunca deixaram o Brasil. Essas operações somaram US$ 7,73 bilhões em 2013.

As plataformas foram compradas de fornecedores brasileiros por subsidiárias (empresas que têm o capital de outras) no exterior de companhias como a Petrobras e, depois, "internalizadas" no país como se estivessem sendo "alugadas", mesmo sem saírem fisicamente do Brasil. Com isso, as empresas do setor recolhem menos tributos.

Expectativa para este ano

A expectativa do mercado financeiro para este ano, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, é de pequena melhora do saldo comercial. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 3 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior.

Já o BC prevê um superávit da balança comercial da ordem de US$ 8 bilhões para 2014, com exportações em US$ 253 bilhões e compras do exterior no valor de US$ 245 bilhões.

Receita dos serviços cresce 6,8% em março, diz IBGE

Fonte: CNDL

O setor de serviços registrou crescimento nominal de 6,8% em março na comparação com igual mês do ano anterior. O aumento ficou abaixo do registrado nos meses de fevereiro (10,1% - dado revisado) e janeiro (9,2%), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O avanço de março foi o terceiro menor desde o início da série, em janeiro de 2012. No ano e em 12 meses, o crescimento ficou em 8,7%.

Os serviços prestados às famílias registraram crescimento de 10%; os serviços de informação e comunicação, de 4,4%; os serviços profissionais, administrativos e complementares, de 8,8%; transportes, serviços auxiliares dos transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, de 8,0%; e outros serviços, de 3,3%.

No segmento que teve a maior alta, do serviço prestado às famílias, os destaques ficaram com serviços de alojamento e alimentação (10,2%) e outros serviços prestados às famílias (8,8%).

Como os segmentos de serviços de informação e comunicação e de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio representam os maiores pesos no cálculo do indicador, acabaram exercendo pressão para que o crescimento do setor, em março, se situasse em um patamar inferior aos dos meses anteriores.

Na análise regional, todos os estados apresentaram variação nominal positiva, com as maiores taxas partindo do Mato Grosso (20,4%), do Distrito Federal (20,3%), do Acre (15,1%) e da Paraíba (11,5%). As menores taxas foram registradas em Rondônia e Piauí, ambas com 0,7%, Roraima (1,2%), Sergipe (1,3%) e Tocantins (2,0%).

Como é a pesquisa

Segundo o IBGE, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) abrange as atividades do segmento empresarial não financeiro, exceto os setores da saúde, educação, administração pública e aluguel imputado (valor que os proprietários teriam direito de receber se alugassem os imóveis onde moram).

terça-feira, 20 de maio de 2014

Parabéns


Hoje é aniversário da Arquiteta Priscilla Jataí, ela que coordena a Câmara Setorial de Arquitetos e Engenheiros da Construção Civil, da CDL Santa Cruz do Capibaribe. A ela que vem desenvolvendo um belo trabalho, queremos desejar os mais sinceros votos de saúde e muita paz. É o que desejam todos que fazem a CDL Santa Cruz do Capibaribe. Parabéns Priscilla.

Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil na Região Nordeste

Fonte: SPC Brasil

Em abril de 2014, o número de pessoas físicas inadimplentes da Região Nordeste cresceu 1,95%, na comparação mensal (Gráfico 16). O resultado correspondeu a segunda maior alta de toda a série histórica. Com relação a abril de 2013, a variação foi de 9,97% (Gráfico 18), maior avanço dos últimos 29 meses.



A Bahia foi o Estado que mais contribuiu para a alta no número de inadimplentes do Nordeste. Nesse Estado, o crescimento em relação ao mesmo mês do ano anterior foi de 9,60% (Gráfico 19). O segundo maior impacto decorreu do aumento anual de 13,21% do Maranhão: essa variação foi a mais elevada entre os Estados do Nordeste. 


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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Curso de Eficácia na Liderança começa hoje na CDL Santa Cruz do Capibaribe

Logo mais a noite a CDL Santa Cruz do Capibaribe dará início a mais um curso. Desta vez, o Curso Eficácia na Liderança, ministrado pelo consultor Roberval Andrade, irá proporcionar aos colaboradores e empresários técnicas que melhorem o trabalho no dia a dia, sobretudo, quando for um trabalho que lide diretamente com equipes. O curso tem parceria com o SENAC e SEBRAE e se estende até a próxima sexta-feira (23). Todos os participantes receberão certificados com 15 horas/aula.

Inadimplência tem alta de 2,4% de março para abril

Fonte: Agência Brasil

dinheiro
O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor
registrou alta de 2,4% em abril sobre março.
Na comparação com abril de 2013, a inadimplência caiu 2,2%
Marcello Casal/Agência Brasil
Pela sexto mês seguido, aumentou, em abril, a proporção de dívidas em atraso há mais de 90 dias.  O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor registrou alta de 2,4% em abril sobre março. Na comparação com abril de 2013, a inadimplência caiu 2,2%.

Os economistas da Serasa Experian atribuíram o resultado ao crédito mais caro e à inflação. “A alta da inflação e as taxas de juros cada vez mais elevadas dificultaram o ambiente para o consumidor honrar suas dívidas em abril, ocasionando elevação da inadimplência”, justificaram eles.

Entre as modalidades analisadas, ocorreram avanços nos atrasos de débitos com os bancos (6,7%) e de 7,3% no percentual de títulos protestados. Já as dívidas em atraso não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) caíram 0,1%, e os cheques sem fundo, 5,7%.

Também diminuiu em 2,9% o valor médio das dívidas não bancárias que deixaram de ser quitadas no prazo legal, passando de R$ 328,11 para R$ 318,67, na comparação com igual mês de 2013. Os débitos em atraso com os bancos tiveram redução 9,9% (de R$ 1.381,81 para R$ 1.245,54), e o valor da inadimplência mensurada em relação aos títulos protestados recuou 4,2% (de R$ 1.363,86 para R$ 1.421,02). O valor médio dos cheques sem fundos apresentou redução de 4,4% (de R$ 1.592,27 para R$ 1.661,98).

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Dois em cada três não se preparam para aposentadoria

Fonte: Folha Web


A expectativa de vida do brasileiro cresce a cada ano, mas 66% da população não se prepara financeiramente para a aposentadoria, segundo a pesquisa Educação Financeira no Brasil, feita pelo portal Meu Bolso Feliz, do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) Brasil. O indicador revela que duas em cada três pessoas devem sofrer redução no padrão de vida por depender exclusivamente da previdência oficial, ainda que fique cada vez mais difícil receber ao menos o teto de R$ 4.396. 

Dos entrevistados, 35,2% dizem que não fazem qualquer reserva financeira para complementar a aposentadoria e 30,8% até afirmam que se preparam, mas, se perdessem o emprego, teriam dinheiro para sobreviver por no máximo três meses. A economista chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, afirma que o brasileiro entende que a aposentadoria está garantida pelo governo, mas não considera que a pensão tende a ser, cada vez mais, inferior ao salário ao qual está acostumado. 

O envelhecimento da população pressiona as contas de órgãos de previdência pública. Segundo os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o tema, em dezembro último, a expectativa de vida ao nascer no Brasil passou para de 71 anos em 2002 para 74,6 anos em 2012. Mecanismos como o Fator Previdenciário, que calcula a pensão com base em informações como tempo de contribuição e idade do trabalhador, são usados pelo governo para tentar contornar os gastos. 

A economista do SPC vê como inevitável que o País passe por mudanças no benefício, como a elevação do prazo para quem se aposenta por idade, hoje de 65 anos. "O Brasil é um dos únicos países sem idade mínima e deve seguir o exemplo dos outros que já tem, então quem quer se aposentar antes precisa se preparar", diz Luiza, ao citar o caso da Alemanha, que ampliou o limite para 67 anos. 

O professor de economia Sidnei Pereira do Nascimento, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), considera que as pessoas vivem cada vez mais, usam a previdência pública por mais tempo, mas o número de novos contribuintes não cresce na mesma proporção. "É uma conta que não fecha e percebemos que, historicamente, o sistema de aposentadoria vem mudando por falta de caixa", diz. 

No entanto, Nascimento vê a baixa renda de boa parte da população e a desconfiança em relação à solidez da previdência privada como motivos. Ele considera que a poupança ainda é a mais comum. 

O educador financeiro do Meu Bolso Feliz, José Vignoli, discorda e vê um problema de maus hábitos financeiros entre os brasileiros. "Países com renda muito menor que a brasileira, como a China, por exemplo, apresentam altíssimas taxas de poupança, formada principalmente para a aposentadoria. Cabe a cada brasileiro melhorar sua educação financeira", diz Vignoli. 

sexta-feira, 16 de maio de 2014

CDL Santa Cruz do Capibaribe está com inscrições abertas para curso de Eficácia na Liderança


Taxas sobem e cartão de crédito cobra 232% de juros ao ano

Fonte: Agência Brasil

As taxas de juros voltaram a subir em abril, segundo a pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. Os juros médios cobrados da pessoa física, medidos a partir dos valores cobrados em seis linhas de crédito, aumentaram 0,1 ponto percentual em abril, na comparação com março, ficando em 5,96% ao mês. Nos primeiros quatro meses do ano, a média dos juros para pessoa física subiu 2,26 pontos percentuais.

O maior reajuste foi na taxa do cartão de crédito, que subiu 0,44 ponto percentual no último mês, chegando a 10,52% ao mês e 232,12% ao ano. O empréstimo pessoal teve aumento de 0,06 ponto percentual em abril, na comparação com março, e ficou com taxa de 3,4% ao mês – 49,36% ao ano.

Para a pessoa jurídica, a taxa média teve elevação de 0,04 ponto percentual em abril em relação a março, ficando em 3,39% ao mês e 49,19% ao ano. Em doze meses, a alta foi  0,69 ponto percentual. O maior aumento foi na modalidade de conta garantida, que subiu 0,06 ponto percentual e chegou a 5,9% ao mês (98,95% ao ano).

De acordo com o diretor executivo de estudos econômicos da associação, Miguel José Ribeiro de Oliveira, os aumentos acompanham os consecutivos reajustes da taxa básica de juros (Selic). Além disso, o cenário econômico com expectativa de crescimento da inflação e a queda na atividade econômica têm impacto nos juros. “Estes fatos têm levado as instituições financeiras a elevarem suas taxas de juros acima das elevações da Selic”, explicou Oliveira.

A pesquisa aponta que de março de 2013 a abril de 2014 a Selic subiu 3,75 pontos percentuais. No mesmo período, a taxa média para pessoa física aumentou 12,34 pontos percentuais e para pessoa jurídica 5,61 pontos percentuais.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Recuperação de crédito cai 6,53% em abril, mostra indicador SPC Brasil

Fonte: Ascom CNDL

O número de dívidas regularizadas, calculado a partir das exclusões dos registros de inadimplência do banco de dados do SPC Brasil, recuou 6,53% em abril de 2014, frente a abril do ano passado. Em relação a março deste ano, as regularizações caíram 0,18%. O dado é do Indicador Mensal de Recuperação de Crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

A variação anual (-6,53%) mostrou queda consideravelmente mais acentuada do que a registrada em março (-2,69%), dando continuidade à tendência de desaceleração do indicador verificada desde o início de 2014.


Já a variação mensal de abril (-0,18%) foi bastante inferior à observada no mesmo período de 2013, quando o indicador cresceu 3,92%.

Na avaliação dos especialistas, os resultados estão bastante coerentes com o indicador de inadimplência, que em abril deste ano, apontou uma aceleração histórica no número de negativados:+8,60%, em relação ao mesmo período do ano passado.

Luiza Rodrigues, economista do SPC Brasil, explica que o recuo do indicador de recuperação de crédito, analisado em conjunto com a aceleração da inadimplência, sugere uma diminuição da capacidade de pagamento do consumidor brasileiro. "Os indicadores refletem as condições menos favoráveis da atividade econômica tanto para o consumo quanto para a quitação de dívidas. Este cenário é impactado negativamente pela aceleração da inflação, alta dos juros e pelo crescimento moderado da massa salarial", afirmou.

Por que o empresariado não está confiante com a Copa no Brasil?

Por: Roque Pellizzaro

Uma pesquisa nacional encomendada pela CNDL e pelo SPC Brasil mostrou que seis em cada dez empresários brasileiros não fizeram investimentos para recepcionar o aumento de demanda gerado pela Copa do Mundo.

Este pessimismo por parte dos comerciantes é explicado com dados da própria pesquisa. Segundo os entrevistados, não haverá investimentos (treinamento de pessoal, reforço de estoque, ampliação de loja, etc) pelo fato de os próprios empresários não enxergarem retorno com a Copa do Mundo.

Por que? Os comerciantes alegam que apenas setores específicos conseguem altas margens de lucro com o evento, como os segmentos de supermercado, bebidas geladas e de eletrônicos. Além desses, devem ser favorecidos os setores de hotelaria, alimentação e lazer que estejam próximos às arenas onde serão realizadas as partidas.

Isso sem mencionar as manifestações e os feriados decretados em dias de jogos, que reduzem o movimento do vai e vem nos estabelecimentos comerciais e que explicam, em parte, o pouco entusiasmo dos comerciantes com a realização do evento.

Prova disso foi a Copa das Confederações, considerada um evento teste para a Copa do Mundo. O setor varejista durante o período de realização da Copa das Confederações registrou uma visível desaceleração no crescimento de vendas ao compararmos com o meso período de anos anteriores.

Não estou de maneira alguma reduzindo a importância e a relevância deste evento que mobiliza o mundo inteiro. No entanto, é preciso medir as expectativas que foram anunciadas pelo Governo logo que o Brasil foi anunciado como sede do evento, há sete anos. O resultado deve ser positivo, mas não deve ser a salvação da lavoura.

* Roque Pellizzaro Junior| Presidente da CNDL 

terça-feira, 13 de maio de 2014

54ª CONVENÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO LOJISTA: DIVIDINDO EXPERIÊNCIAS, MULTIPLICANDO RESULTADOS



A Convenção Nacional do Comércio Lojista é um evento que envolve empresários de todo o território nacional e alguns países da América do Sul e conta sempre com um grande número de Lojistas inscritos em várias atividades, tais como: Palestras, Seminários com assuntos específicos, Painéis Informativos, Reuniões de Líderes e Exposições de produtos e serviços.

Esta é a 54ª edição da Convenção Nacional do Comércio Lojista e tem a finalidade de proporcionar mudanças culturais aos participantes, no sentido de promover o crescimento da classe no que concerne ao aumento do conhecimento e desenvolvimento de novos negócios, além da importância do convívio e a troca de experiências.

Confira o ranking dos estados que levarão a maior delegação para participar da 54ª Nacional do Comércio Lojista, que vai acontecer de 17 a 20 de setembro em Costa de Sauípe-BA. Dentre as atrações já confirmadas, está a cantora Ivete Sangalo.



Micro e pequena empresa impulsionam crédito

Fonte: Portal IG

As micro e pequenas empresas (MPEs) estão recorrendo mais ao crédito para capital de giro para expandir as operações e quitar dívidas.

Segundo o Banco Central (BC), em dezembro de 2013, o total emprestado em capital de giro era de R$ 388 bilhões, sendo que cerca de 60% dos contratantes foram micro e pequenas empresas. No mesmo mês de 2012, o valor era de R$ 366,4 bilhões. O valor no ano passado foi o maior da série histórica do BC, iniciada em 2007.

Com a maior demanda das empresas, os bancos estão ampliando as linhas de crédito para micro e pequenas empresas e oferecendo taxas de juros mais atrativas, quando comparadas às oferecidas a grandes companhias.

O Santander, por exemplo, liberou R$ 2 bilhões em capital de giro para companhias de pequeno porte no fim do ano passado. Na avaliação de Jesús Zabalza, presidente do banco no Brasil, o incentivo à expansão as MPEs é fundamental para o crescimento do País."Vamos investir de maneira constante no segmento”, reforça ele, ao iG.

No mesmo caminho, o HSBC planeja aumentar em 12% a carteira de MPEs neste ano e passou a segmentar pacotes. Há opções de capital de giro para franquias e operações internacionais, por exemplo."As pequenas empresas são estratégicas no Brasil e estão no nosso foco. O ideal é sempre conversar com o gerente para avaliar as linhas mais acessíveis porque nem sempre o capital de giro é o mais adequado", aconselha Marcelo Aleixo, superintendente-executivo de pequenas e médias empresas do HSBC.

As MPEs representam 90% da carteira de pessoas jurídicas da Caixa. Em 2013, o banco ofereceu 50% a mais de crédito a essas companhias em relação a 2012 — um total de R$ 15 bilhões em crédito.

"Para 2014, estão sendo realizadas ações para fomentar a continuidade deste crescimento, bem como garantir a qualidade do atendimento", destaca Regina de Melo, superintendente nacional de estratégia e micro e pequeno empreendedorismo.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê a liberação de R$ 3 bilhões para capital de giro para micro, pequenas e médias empresas em 2014 por meio do Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren). Além desse valor, R$ 2 bilhões serão destinados a grandes companhias.

Só nos quatro primeiros meses deste ano, as micro, pequenas e médias empresas desembolsaram R$ 775 milhões em capital de giro pelo BNDES. Em 2012, o montante era de R$ 3,6 bilhões no mesmo período, incluindo aportes para grandes empresas. Segundo o BNDES, não há dados anteriores exclusivos de micro, pequenos e médios negócios.

Até abril deste ano, o BNDES utilizou a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) no Progeren, taxa inferior à Selic cobrada no aporte a grandes companhias. Enquanto a TJLP ficou em 0,4167% em abril, a taxa básica esteve em 0,82% no mesmo mês.

Expansão da rede
O empresário Juliano Perez Simões, de 28 anos, proprietário da rede Paulinhos Grill, recorreu ao capital de giro do BNDES em 2012 para abrir a segunda unidade do restaurante, na Alameda Jaú, em São Paulo — a primeira está localizada na Avenida Paulista.

"Pegamos R$ 700 mil para montar a loja. O crédito é essencial para a empresa crescer com mais vigor", avalia o empresário.
Ao contrário de Simões, Lucas Contraifer, de 29 anos, dono da agência de publicidade carioca Café das 4, recorreu ao capital de giro "para estancar a hemorragia financeira da companhia".

"Peguei R$ 20 mil em 2011 para pagar contas mensais, como salário dos funcionários e aluguel. É assustador ver a empresa com dívidas, mas foi bom para percebermos que nem sempre é possível ganhar no mundo dos negócios", analisa Contraifer.

Hoje, no terceiro ano de operação da agência, o empresário conta que a agência já se mantém sozinha. Mas para se preparar para outros imprevisos, ele criou a fundos de investimento. "Tenho um exclusivo para bancar a expansão da empresa. Mudamos de escritório três vezes e devemos trocar de sede em breve novamente", afirma.

Segundo Reinaldo Domingos, educador financeiro e autor do livro "Papo Empreendedor" (Editora DSOP), o crédito para capital de giro deve ser evitado ao máximo, como qualquer tipo de empréstimo, por conta da alta taxa de juros. 
Alguns bancos, como o BNDES, por exemplo, utilizam a taxa Selic (a taxa básica de juros), que teve sua 9ª alta consecutiva em abril e atualmente está em 11% ao ano.

Conseguir crédito também não é facil. Há empresas que têm o empréstimo negado por conta do maior cuidado dos bancos em relação à inadimplência, alerta Domingos.

Segundo a Serasa Experian, a  inadimplência de pessoas jurídicas subiu 2,5% em 2013. Apesar da alta, esse foi o melhor resultado dos últimos dois anos. Em 2012, o levantamento indicou avanço de 10,4% da inadimplência e, em 2011, de 19%.

Para utilizar melhor o capital de giro, é importante colocar no papel o que a empresa tem a pagar e a receber. Com uma planilha, é possível analisar a necessidade de dinheiro e a capacidade de quitar as dívidas.

"Corte gastos para evitar a necessidade de um novo empréstimo. Se a empresa não tem dinheiro para se manter ou expandir, é sinal de que o empreendedor precisa repensar o seu negócio", orienta Domingos.

Comércio amarga queda de 3,55% nas vendas do Dia das Mães

Fonte: Ascom CNDL

O volume de vendas a prazo na semana do Dia das Mães, entre os dias 4 e 10 de maio deste ano, caiu 3,55% em relação a mesmo período de 2013. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). Com o desempenho, o comércio amargou o resultado mais fraco dos últimos cinco anos.

Vendas Dia das Mães
Ano
Variação
2014
- 3,55%
2013
6,44%
2012
4,04%
2011
6,53%
2010
9,43%

Para as lideranças do movimento varejista, o resultado foi decepcionante, principalmente por se tratar da segunda data mais importante para o comércio, ficando atrás somente para o Natal. "Por conta do atual cenário de baixa atividade econômica, juros altos e de alta dos preços, já esperávamos um desempenho fraco. Mas uma queda tão acentuada assim [-3,55%] conseguiu surpreender até os mais pessimistas", disse o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.
O Dia das Mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio, momento que coincide com o alívio financeiro sentido pelos consumidores com a quitação de impostos de início de ano e com o pagamento das despesas de férias e volta às aulas. Dessa forma, na visão dos lojistas, a data expressa o real poder de compra do consumidor e a confiança dos comerciantes nos rumos da economia. Diante desse resultado e do desempenho da Páscoa 2014 -- também o mais fraco dos últimos cinco anos -- a CNDL e o SPC Brasil estudam revisar novamente para baixo a projeção do acumulado de vendas no comércio para 2014, atualmente em 3%.
Neste período do ano, artigos do vestuário, calçados, flores, cosméticos, perfumaria, eletrodomésticos da linha branca e smartphones são os itens que mais movimentam o varejo.