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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Benefícios CDL - Parcerias em prol da qualificação profissional

Atualmente os colaboradores de uma empresa precisam estar constantemente atualizados. Profissionalmente falando, quem não busca se atualizar para o mercado de trabalho e com a crise que vem assolando a economia, a tendência é que o desemprego aumente e só os melhores ficarão no mercado. Para isso, faz-se necessário uma educação profissional que promova essa qualificação atualizada para empresários e colaboradores.

A CDL Santa Cruz do Capibaribe mantem parcerias com Instituições de renome nacional para trazer os melhores treinamentos, cursos, palestras e seminários para os seus associados e comunidade em geral da Capital das Confecções.





Entidades se reúnem para cobrar solução para a seca em Santa Cruz do Capibaribe

As entidades civis organizadas de Santa Cruz do Capibaribe estão se reunindo para participar de uma Audiência Pública com representantes dos governos estadual e federal. O encontro vai acontecer no dia 28 de agosto, na quadra da Casa da Criança e, na oportunidade, os representantes irão cobrar uma solução para a falta de abastecimento de água em Santa Cruz do Capibaribe.

Neste encontro, os representantes das entidades convocam a população para se fazer junto nessas reivindicações.


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Semana da Casa reúne trade de artigos para casa nas maiores feiras de negócios da América Latina

O mercado de utilidades domésticas, artigos têxteis cama, mesa e banho, artigos para Natal, casa e decoração se reunirá em São Paulo, entre os dias 13 e 18 de agosto, durante a SEMANA DA CASA, que irá definir lançamentos, tendências, moda e novidades de toda a cadeia produtiva dos setores envolvidos. Ao todo são mais de 1.300 marcas expositoras, de 15 países.
Seus apoiadores másters são as feiras House & Gift Fair, Têxtil House Fair e Christmas Fair, que juntas devem receber a visita de mais de 110.000 pessoas, sendo 60.000 compradores nacionais e internacionais, vindos de mais de 30 países. Os eventos da SEMANA DA CASA vão ocupar todos os pavilhões do Expo Center Norte, o mais moderno pavilhão para a realização de eventos desse porte, num total de 100.000 m² de área de exposição.
A realização simultânea dessas grandes feiras vai oferecer aos compradores mais economia e comodidade no desenvolvimento dos seus negócios, já que toda a cadeia produtiva dos três segmentos estará reunida em um só lugar, durante uma semana completa, ampliando o relacionamento e propiciando contato direto com quem decide o mercado de artigos para casa na América Latina.
Participar deste grande encontro de negócios e relacionamento significa estar junto ao mercado trocando informações e apresentando novidades a um público altamente qualificado. "Ao reunir os principais players do setor em uma mesma data, a SEMANA DA CASA apresenta um novo conceito de feira, que oferece a visitantes e compradores a possibilidade de realizar negócios "olho no olho", com mais rapidez e custos reduzidos", disse Tarso Jordão, presidente da Grafite Feiras.
Já estão confirmados expositores de todos os estados do Brasil, entre eles Jaguar, Hercules Mundial, Scalla Cerâmica, Darvin Devitro, , Plasvale (artigos para casa); Camesa, Corttex, Branyl, Joulitex, Kacyumara, Dahruj (Têxtil); Cromus (artigos para natal e festas sazonais), ratificando o evento como referência brasileira do setor.

Estilo Moda Pernambuco foi adiado para 2016

 
Programado inicialmente para o próximo mês de outubro, o Estilo Moda Pernambuco foi adiado para o segundo semestre do próximo ano. De acordo com a administração do Moda Center Santa Cruz, a crise econômica brasileira, que atinge fortemente o setor têxtil, fez com que a maioria dos expositores sugerisse o adiamento do evento.

Em outubro de 2016, o Moda Center estará completando 10 anos de existência. O adiamento do EMP, como já está sendo chamado o evento, de certa forma, também contemplará a realização de um grande evento que está sendo preparado para comemorar o décimo aniversário do maior centro atacadista de confecções do Brasil.

“Diante das dificuldades enfrentadas pelo país, achamos por bem atender à sugestão de adiamento. Com isso, vamos realizar um grandioso evento no ano em que o nosso empreendimento completará uma década de sucesso”, disse Allan Carneiro, síndico do Moda Center Santa Cruz.

No Estilo Moda Pernambuco, que será realizado numa estrutura montada no estacionamento frontal do Moda Center Santa Cruz, acontecerão desfiles, palestras, cursos voltados para a cadeia têxtil e a FEMASIC – Feira de Máquinas e Serviços para a Indústria Têxtil. O evento pretende atrair participantes e clientes de todo o Brasil.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Dica SPC Brasil

Criar uma marca forte não significa que ela precisa ser distante ou impessoal. Segundo a empresa australiana One Deep, as emoções são a base para 75% das experiências de consumo.
Explore os sentimentos dos consumidores em suas campanhas e ações de comunicação, assim o público se sentirá mais próximo da sua marca.

No dia dos pais, presentei o seu herói



Índice de Confiança de Serviços cai 2,9% em julho

Fonte: Agência Brasil

O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 2,9% em julho deste ano, em comparação ao mês anterior. O indicador atingiu o menor patamar (78,4 pontos) desde o início da série histórica, em junho de 2008.

A confiança caiu em sete das 12 atividades do setor de serviços em julho. A queda foi puxada pelo recuo de 7,1% nas expectativas para os meses seguintes, pois os empresários do setor esperam menor demanda nos próximos meses e piora da situação dos negócios.

Apesar da piora global do Índice de Confiança de Serviços, a confiança dos empresários no momento atual avançou 4,8%, devido à melhora da situação atual dos negócios e do volume de demanda.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Arquitetos de Santa Cruz do Capibaribe se reúnem com o presidente do CAU/PE

A diretoria da Câmara Setorial de Arquitetos e Engenheiros da Construção Civil da CDL de Santa Cruz do Capibaribe fez uma visita ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco – CAU/PE. Os membros da diretoria, juntamente com a executiva da CDL, Katyane Amaral, foram recebidos pelo presidente do CAU, Roberto Montezuma, pelo Gerente Técnico, José Claudio e pela Assessora Técnica, Ângela Cunha, os quais reconheceram a importância da Câmara Setorial para Santa Cruz do Capibaribe e se comprometeram em vir visitar a cidade em breve.


De acordo com a coordenadora da Câmara, a arquiteta, Priscilla Jataí, o intuito da visita foi de se apresentar como Câmara Setorial, órgão representativo da classe em Santa Cruz do Capibaribe e propor parcerias com o CAU. “A nossa visita foi muito importante, pois com isso abrem-se possibilidade de visitas do CAU e trazer parceria para o município, a fim de valorizar ainda mais os profissionais de arquitetura e engenharia da construção civil em nossa cidade”, finalizou.

Confiança do comércio atinge menor nível da história, diz FGV

Fonte: G1 - Portal de Notícias da Globo

A confiança do comércio diminuiu de junho para julho, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) recuou 1,0% e atingiu 89,8 pontos, o mínimo histórico da série iniciada em março de 2010.

“Não há sinalização de melhora da atividade do setor para os próximos meses nos resultados de julho da Sondagem do Comércio. De modo geral, os indicadores se mantêm em patamar historicamente baixo e as expectativas prosseguem piorando, em linha com o contexto de redução no nível de emprego e desaceleração do consumo doméstico”, disse, em nota, Silvio Sales, consultor da FGV/IBRE.

O Índice de Expectativas (IE-COM) caiu 4,6%, influenciado sobretudo pelo recuo do indicador que mede o grau de otimismo dos empresários em relação à evolução da situação nos seis meses seguintes. Já o Índice da Situação Atual (ISA-COM), que retrata o grau de satisfação com a demanda, avançou 6,3%, atingindo 64,4 pontos em julho.

sexta-feira, 24 de julho de 2015


Representantes da Confecção se organizam para evento de Moda e Negócios em Santa Cruz do Capibaribe

Os representantes comerciais da Confecção de Santa Cruz do Capibaribe realizam reuniões constantes, de modo a planejar o evento Moda e Negócios na cidade. A Rodada está programada para acontecer entre os dias 27 a 29 de agosto, onde vai movimentar a economia da confecção de Santa Cruz e região.



O consultor da Câmara Setorial dos Representantes Comerciais da Confecção, Antônio Sérgio, tem demonstrado total empenho para o sucesso do evento. Na tarde desta sexta-feira (24), por exemplo, ele esteve reunido com alguns proprietários de hotéis e os representantes para apresentar as propostas de hospedagens para os clientes, que virão de todo país.


Cai a intenção dos micro e pequenos empresários em tomar crédito nos próximos meses, mostra indicador do SPC Brasil

Fonte: Ascom SPC Brasil

O baixo desempenho da economia tem diminuído o apetite dos micro e pequenos empresários (MPEs) em tomar crédito. Dados do indicador mensal calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL) mostra que a intenção dos micro e pequenos empresários em procurar crédito pelos próximos três meses registrou um baixo patamar de 11,65 pontos no último mês de junho.

O resultado é ainda menor do que o observado em maio, quando o indicador atingiu 16,36 pontos numa escala que varia de zero a 100. Quanto mais próximo de 100, maior é a probabilidade de os empresários procurarem crédito e, quanto mais próximo de zero, menos propensos eles estão para tomar recursos emprestados para os seus negócios.

Segundo o levantamento, mais de um terço (34,25%) dos empresários consultados consideram que atualmente está “difícil” ou “muito difícil” ter crédito aprovado no Brasil, resultado ligeiramente superior ao constatado em maio deste ano (32,9%). Dentre o universo de empresários pessimistas, a maioria (42%) aponta a burocracia como a razão principal do impedimento e outros 37,2% culpam as altas taxas de juros praticadas no mercado.

“A percepção do empresariado sobre a economia se deteriorou nos últimos meses. Sem boas perspectivas diante da atividade econômica enfraquecida e da escalada dos juros, os empresários estão cautelosos e preferem não assumir compromissos de longo prazo. Desse modo, é comum que eles acabem utilizando os próprios recursos financeiros como alternativa aos empréstimos e financiamentos”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Apenas 8,6% pretendem tomar crédito

O indicador mostra que apenas 8,6% dos micro e pequenos empresários das capitais e do interior do Brasil demonstram a intenção de contrair crédito nos próximos 90 dias. Entre as principais finalidades, a formação de capital giro aparece em primeiro lugar, com 56,6% de respostas – em maio o percentual estava em 36,7%.

Outras intenções também mencionadas pelos empresários que estão dispostos a demandar crédito são obter recursos para o pagamento de dívidas (30,4%) – frente à 26,7% observado em maio -, comprar insumos e aumentar o estoque (27,5%), comprar equipamentos e maquinário (23,25) e reformar a empresa (21,7%).

“Chama a atenção o número crescente de empresários que admitem assumir novas dívidas para saldar as mais antigas ou a tomar crédito para formar capital de giro. Trata-se de um sinal claro da dificuldade financeira que parte considerável dos empresários está sentindo para honrar seus compromissos e pagar despesas correntes”, afirma a economista.

Investimento no negócio em baixa

Com a demanda do consumidor retraída e a atividade econômica estagnada no país, inclusive com piora dos índices de empregabilidade e de renda, o empresariado brasileiro tem se mostrado pouco interessado em aumentar investimentos em seus negócios. Se levados em conta os próximos 90 dias, o indicador de investimentos calculado pelo SPC Brasil e pela CNDL  registrou 25,98 pontos em junho, sendo que quanto mais próximo de 100, maior é a propensão ao investimento.  O resultado mostra uma piora do cenário, já que o índice ficou abaixo dos 32,06 pontos observado em maio deste ano.

Quase um quarto (24,4%) dos empresários ouvidos pelo levantamento pretende realizar algum investimento nos próximos 90 dias. Dentre esse universo de empresários, os recursos financeiros pessoais aparecem com força: 70% citam os recursos poupados por eles mesmos como fonte de financiamento. Apenas um quinto (20,5%) menciona empréstimos em bancos e financeiras como o recurso a ser utilizado.

“Para se ter uma ideia, a taxa média de juros cobradas em empréstimos para pessoa física chega a ser três vezes mais caras do que a cobrada em empréstimos com recursos do BNDES. Ainda há um desconhecimento por parte desses empresários da existência de linhas de financiamento mais baratas e adequada ao perfil de suas empresas”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Os investimentos mais citados por esses  empresários são reforma e ampliação da empresa (48,2%), compra de equipamentos e maquinário (38,5%), investimento em propaganda e comunicação (33,8%) e ampliação do estoque (33%).

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Inscrições para a segunda semana do Qualipolo já estão abertas


Desemprego fica estável em junho, mas é o maior para o mês desde 2010

Fonte: Agência Brasil

O desemprego em junho alcançou 6,9%, ficando praticamente estável em relação à taxa de 6,7% de maio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo assim, junho registra a maior taxa de desemprego para o mês desde 2010, quando o índice chegou a 7%, como mostra a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada hoje (23).

O IBGE informou que a taxa de desemprego de junho aumento de 2,1 pontos percentuais em relação ao mesmo mês do ano passado, quando a alta do desemprego ficou em 4,8%.  

Em junho deste ano, havia 1,7 milhão de pessoas desocupadas, resultado estável em relação a maio. No entanto, a pesquisa mostra aumento de 44,9% (mais 522 mil pessoas) no percentual de pessoas desocupadas em relação a junho de 2014. Já a população ocupada em junho era 22,8 milhões, também estável em comparação a maio, indicando porém recuo de 1,3% (ou menos 298 mil pessoas) na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Segundo o IBGE, em junho, a população não economicamente ativa manteve-se em 19,3 milhões de pessoas, o que indica estabilidade em relação a maio. População não economicamente ativa é um conceito elaborado para designar a população que não está inserida no mercado de trabalho ou que não está procurando se inserir nele para exercer algum tipo de atividade remunerada. Já o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,5 milhões) ficou estável no mês, mas recuou 2% (menos 240 mil pessoas) em relação a junho de 2014.

A pesquisa do IBGE indica que o rendimento médio real habitual do trabalhador subiu 0,8% de maio para junho, ficando em R$ 2.149,10. Mas recuou 2,9% em relação a junho do ano passado. Já a massa de rendimento médio real habitual ficou estável de maio para junho: alcançou R$ 49,5 bilhões. A massa de rendimento caiu, no entanto, 4,3% em relação a junho de 2014.

A PME é realizada nas seguintes regiões metropolitanas do país: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Dica SPC Brasil


As pessoas gostam de ser lembradas e acabam criando um carinho especial por quem tem esse cuidado. 
Oferecer brindes personalizados, descontos e presentes em datas especiais ajuda a criar um laço entre a marca e os clientes.

Qualipolo inicia com sucesso de público

Os cursos do Projeto Qualipolo, desenvolvido pelo SENAI e CDL Santa Cruz do Capibaribe, em parceria com outras entidades da cidade, a exemplo da Ascap, Moda Center, Fadire, CESAC e Unopar, além do SEBRAE e SENAC. Os cursos tiveram início nesta segunda-feira (20), e está tendo um público dentro das expectativas dos organizadores.


Confiram as imagens do primeiro dia do Qualipolo.











segunda-feira, 20 de julho de 2015

Cursos do Programa Qualipolo começam nesta segunda-feira (20)


Mercado financeiro prevê retração na economia de 1,7% este ano, diz BC

Fonte: Agência Brasil
economia ilustração
A economia deve ter retração de 1,7%, este ano, de acordo com projeção de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central. Na semana passada, a projeção para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, estava em 1,5%. Essa projeção é do Boletim Focus, publicação semanal, feita pelo Banco Central, com base em pesquisa a instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.

No próximo ano, a expectativa é que haja crescimento da economia, mas apenas de 0,33%. Na semana passada, a estimativa de crescimento era 0,50%.

Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve ter queda de 5%, este ano. Em 2016, o setor deve se recuperar, com crescimento de 1,50%, contra 1,40% previsto anteriormente.

Enquanto a economia encolhe, a inflação sobe. Para as instituições financeiras, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 9,15%, contra 9,12% na projeção anterior. Essa foi a 14ª elevação seguida na estimativa. Para 2016, houve leve redução de 5,44% para 5,40%.

As estimativas para a inflação estão distantes do centro da meta que é 4,5%. Neste ano, a expectativa é que o teto da meta, de 6,5%, seja ultrapassado. O próprio BC projeta inflação em 9%. Ao passar da meta, o BC tem que enviar carta ao Ministério da Fazenda, explicando os motivos que levaram à alta da inflação.

Para tentar frear a alta dos preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC tem elevado a taxa básica de juros, a Selic. A taxa já foi elevada por seis vezes seguidas e o BC tem sinalizado que o ciclo de alta continua. A próxima reunião do comitê está marcada para os dias 28 e 29 deste mês. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano e as instituições financeiras esperam que a taxa chegue a 14,5% ao final deste ano. No final de 2016, a Selic deve ficar em 12,25% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu de 7,51% para 7,64%, este ano. Para o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 7,42% para 7,46%, em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) subiu de 8,60% para 8,72%, este ano.

A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 3,23, ao final de 2015, e em R$ 3,40, no fim de 2016.

ONG Faça um Focinho Feliz está precisando de doações

A ONG Faça um Focinho Feliz tem o intuito de ajudar cães e gatos de rua alimentando, dando carinho, cuidados médicos, limpando e ajudando a encontrarem um lar.
Para dar continuidade a esse projeto maravilhoso precisamos de doações.

Você pode nos ajudar doando:
- Ração; (cães e gatos)
- Material de limpeza; (para o espaço. Para os cães e gatos)
- Ajudando no abrigo; (Sendo voluntário)
- Ou adquirindo um carnê mensal e doando qualquer quantia acima de R$ 5,00 para nossos bichinhos.



Entrem em contato e ajudem da forma que puder.
WhatsApp 81.99507.5917, 81. 99307.4025 ou inbox, ou ainda (81) 99203-9134 - Railson
Vamos continuar fazendo esses Focinhos Felizes.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Inadimplência do consumidor tem alta de 16,4% no semestre

Fonte: Agência Brasil

A inadimplência do consumidor cresceu 16,4% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a empresa de consultoria Serasa Experian. Esta foi a maior alta semestral desde 2012, quando o índice registrou crescimento de 19,1%.

Em junho, o indicador subiu 5,9% em relação ao de maio. Houve alta de 23,4% na comparação com junho de 2014. Segundo os economistas da Serasa, o crescimento significativo do número de consumidores que não pagaram as contas em dia pode ser explicado pelas altas da inflação, das taxas de juros e do desemprego.

A inadimplência de cartões de crédito, financeiras, lojas e prestadoras de serviços como telefonia, energia elétrica e água foi a principal responsável pela alta do indicador em junho, com aumento de 10,2%. As dívidas com os bancos e os títulos protestados subiram 2,5% e 4,7%, respectivamente. Os cheques sem fundos tiveram queda de 1,1%.

O valor médio das dívidas não bancárias subiu 24,6% no primeiro semestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2014. O valor médio dos cheques sem fundos e da inadimplência com os bancos cresceu 10,9% e 0,9%, respectivamente.

Ainda restam algumas vagas em cursos da primeira semana


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Arrecadação federal tem o pior primeiro semestre em quatro anos

Fonte: Agência Brasil

O  fraco  desempenho  da  economia  e as desonerações fizeram a arrecadação federal atingir o pior resultado para o primeiro semestre em quatro anos. Segundo a Receita Federal, o governo arrecadou R$ 607,208 bilhões de janeiro a junho. O montante representa queda de 2,87% em relação ao mesmo período do ano passado, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A arrecadação é a menor para os primeiros seis meses do ano desde 2011.

Em junho, a arrecadação federal somou R$ 97,091 bilhões, queda de 2,44% em relação a junho do ano passado e o pior resultado para o mês desde 2010, também em valores corrigidos pelo IPCA. Apesar do desempenho negativo, foi registrada leve melhora em relação a maio, quando a queda pela comparação mensal chegou a 4,03%.

De acordo com a Receita, os principais fatores para o recuo na arrecadação nos seis primeiros meses do ano foram a queda de 6,25% na produção industrial, que impactou a receita de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e a redução de 5,09% na venda de bens e serviços, que diminuiu a arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), tributos ligados ao faturamento.

O crescimento da massa salarial abaixo da inflação contribuiu para a queda de 3,34% na receita da Previdência Social, descontado o IPCA. A redução da lucratividade das empresas fez a arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido cair 9,11% no primeiro semestre, também descontada a inflação.

As desonerações concedidas nos últimos anos também foram responsáveis pela queda na arrecadação em 2015, gerando perdas para o governo de R$ 54,882 bilhões. As medidas com maior impacto são a desoneração da folha de pagamento para 56 setores da economia, que fez a Receita deixar de arrecadar R$ 11,2 bilhões, e a inclusão de novos setores no Simples Nacional, que ocasionou a perda de R$ 5,8 bilhões neste ano.

Dica SPC Brasil


Se esse é o seu estado quando chega o fim de semana, está na hora de repensar sua rotina. 
Seja ouvindo música, pedalando, jogando games ou simplesmente se divertindo com a família, recarregue suas energias durante a semana, para que ela não acabe mais cedo.


CDL realiza 1º Moda e Negócios

Conquistar novos mercados e consolidar uma imagem de qualidade dos produtos confeccionados no polo, além de dar uma maior visibilidade comercial e fortalecer a credibilidade das empresas da região frente ao mercado varejista de todo o país é o principal objetivo da CDL Santa Cruz do Capibaribe, que através da Câmara Setorial de Representantes comerciais da confecção, realiza entre os dias 27 a 29 de agosto, o evento Moda e Negócios.

Não deixe de participar! Mais informações entre em contato com a CDL (81) 3731-2850.


Varejo: é hora de se adaptar para crescer

Fonte: Diário do Comércio

As vendas do varejo caíram 7% no acumulado até maio e 5% nos últimos 12 meses, divulgou o IBGE nesta terça-feira (14). Ainda não é uma tragédia grega, mas é um claro sinal de que a esperadarecessão econômica já está prejudicando muito um dos setores mais representativos para a economia nacional.
Maurício Morgado, professor e pesquisador do Centro de Excelência em Varejo da EAESP-FGV afirma que o varejo vive agora um momento de transição e integração de canais de vendas físico e online, onde os que se preparam melhor não deixarão de vender. Mas de nada adianta ter pressa para mudar. “O momento é de olhar para dentro do negócio, para sua equipe, e melhorar o ambiente para se preparar para a retomada.”
A seguir, sua entrevista ao Diário do Comércio:
Quais as perspectivas de melhora para o cenário do varejo?
O que estamos sempre acompanhando é que o que manda no desempenho do varejo é emprego e renda. Quando há possibilidade de perda de emprego, as pessoas ficam com medo. E nem é pela falta de confiança na economia: essa pesa para eletrodomésticos, automóveis. Afeta mais as compras do dia a dia, como vestuário ou supermercado, por exemplo. Em um cenário de desemprego crescente e renda estgnada há algum tempo, não vejo nada de alentador para o varejo como um todo, por enquanto. Pelo menos não em 2015.  

Quando o desemprego chega às pequenas empresas e lojas, é sinal de que a recessão chegou a um ponto crítico? 
Não acredito nisso, pelo menos no varejo. No país, 15% do PIB vêm do varejo, que é altamente representativo para a economia. Seja na pequena ou grande empresa, o que acontece é só uma difusão do efeito, então, não vejo diferença. A questão é que o pequeno lojista a gente vê porque está perto de casa, mas a crise se espalha do mesmo jeito. Agora, é aguardar e torcer para que as medidas de reversão (da crise) deem certo e que o ciclo de baixa passe rapidamente.  

Nesse cenário, o que o varejista precisa fazer para continuar a vender? 
Se nesse momento não há chance de vender muito mais e o lojista já tem lá suas equipes e seus processos, ele tem a chance de resolver muita coisa. De colocar a casa em ordem, de fazer trabalhos que não fez, de criar ou comprar sistemas, de preparar melhor seu ambiente de vendas, de melhorar a experiência do cliente. E isso não quer dizer abrir loja nova, mas melhorar a que já tem e preparar melhor sua equipe para a casa ficar mais bacana. 


Há algum segredo para trabalhar o engajamento da força de vendas? 
A palavra-chave é “dinheiro”. Se o vendedor estiver envolvido no processo, se for remunerado pela venda da marca, não importa se no canal físico ou no online, está resolvido. Ele vai se empenhar. Se ele não for incluído nesse processo – principalmente em uma transição para o online – sinto muito: não tem jeito engajar a equipe em algo que não dá retorno nenhum. 

Pensando no atual momento, para onde vai o varejo? 
Hoje, a ideia principal é misturar o varejo virtual com o físico, ampliar a presença nos canais. O ideal é rever isso transformando essas lojas em espaços menores, de convivência, onde a compra pode ser fechada online dentro da própria loja. São novos modelos em que é preciso descobrir como atuar. 

O caso dos shopping centers é um exemplo: a discussão hoje é sobre as vendas geradas online dentro da loja física, se eles serão remunerados no aluguel com base nisso, ou se pode haver um percentual cobrado sobre essas vendas. Há muitas coisas para resolver no varejo e agora é um momento de discussão bastante interessante: de repensar como os modelos vão conviver entre a loja física e a loja online.  
Talvez em termos de perspectivas e representatividade, a pequena loja pode crescer mais por imagem, marca e marketing do que outra coisa. Particularmente no caso de lojas de eletrodomésticos, aconteceram todas essas fusões de grandes grupos varejistas e é claro que esses produtos têm que ser vendidos. Mas se você andar pelo Brasil inteiro, dá para ver que não precisa de tanta loja física para vender eletrodomésticos. Tem outras formas de vender.  

Então, basta cada um entender qual o seu espaço para ninguém sair perdendo? 
Não é questão de se entender, mas de se adequar toda vez que acontece uma mudança importante. Gosto de lembrar da quando os outdoors foram proibidos em São Paulo: foi ruim pra alguns, mas apareceu um espaço grande para o pessoal que trabalhava com mídia digital out of home nos elevadores. Para a cidade como um todo, foi fantástico. Ou seja, é preciso enxergar oportunidades em qualquer cenário.

Quando o e-commerce surgiu, questionou-se muito se a loja física iria acabar, mas claro que isso não aconteceu: ela só passou a ter uma função diferente, de demonstrar produto, de atender mais de perto, de fazer você decidir e eventualmente até comprar na mesma loja, só que online, por um aplicativo mobile. Quem faz isso bem feito, não deixa de vender. 
A Mobly (loja virtual de móveis e decoração) é um exemplo disso: quem nunca pensou “eu, comprar móvel pela internet?” Para gerar um pouco da experiência, ela criou um showroom com pouquíssimos exemplares, em vez da estrutura de uma loja, para que o consumidor veja como o móvel é bom, de qualidade, bem desenhado. E também para ver que pode confiar neles, que eles são legais e que dá sim, para comprar pela internet. 

Mas essa seria a hora de investir em outro canal de vendas, como o online? 
Não sei se agora seria a hora de ir para o varejo virtual, por exemplo, pois é um investimento bastante vultoso. Tem que ser avaliado caso a caso. Acho que é muito mais a ideia de trabalhar a estrutura interna e deixar a casa mais em ordem. De olhar para dentro do negócio, para sua equipe, e melhorar o ambiente para se preparar para a retomada.  

quarta-feira, 15 de julho de 2015


Empresas poderão aderir ao Programa de Proteção ao Emprego a partir do dia 22

Fonte: Agência Brasil

As empresas interessadas em aderir ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE) poderão fazê-lo a partir do dia 22 deste mês, informou o ministro do Trabalho, Manoel Dias. Dias e representantes de outros ministérios participaram hoje (14) da instalação do comitê interministerial que vai avaliar e estabelecer regras para o programa. Criado por medida provisória no último dia 6, o PPE permite a redução temporária da jornada de trabalho, com diminuição em até 30% do salário.

“Nós temos um grupo de trabalho que está diariamente se reunindo, os técnicos estão elaborando regras e as normas [para o programa]. Eles expuseram [hoje] aos ministros em que ponto está esse trabalho”, disse Manoel Dias. Os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, reuniram-se com Dias e com técnicos por cerca de uma hora. Joaquim Levy e Nelson Barbosa, respectivamente ministros da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão, não compareceram, mas enviaram representantes. 

De acordo com Dias, na sexta-feira (17) o comitê interministerial, coordenado pela pasta do Trabalho, volta a se reunir para receber informações da área técnica e discutir detalhes. Na terça (21), os membros do comitê assinam o que for acordado, permitindo a abertura para adesão no dia seguinte. O ministro do Trabalho não quis adiantar regras, nem nomear setores interessados no PPE.“Em torno de 10 setores já procuraram informações. Nós não podemos declarar porque não está formalizado. Não podemos colocar publicamente ainda”, afirmou.

Manoel Dias voltou a dizer que o programa vai gerar economia para os cofres públicos “Nós fizemos uma projeção para 50 mil trabalhadores. Isso implicaria em um custo de R$ 100 milhões. Esses mesmos trabalhadores, se tivessem sido demitidos, o custo seria R$ 168 milhões. É uma medida que reduz despesa, além de manter emprego, nosso principal objetivo”. O governo arcará com 15% da redução salarial de até 30%, usando recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). 

terça-feira, 14 de julho de 2015

Dica SPC Brasil


Seja por redes sociais, e-mails ou telefone, seus clientes irão tentar se comunicar com sua empresa. As mensagens recebidas podem ser críticas, dúvidas ou pedidos.

Em qualquer caso, os clientes esperam uma resposta rápida, e quando isso acontece, eles se sentem valorizados.

Inscrições para Prêmio Pronatec Empreendedor abrem dia 20 de julho

Fonte: Agência Sebrae

Quem é aluno de curso de Educação Profissional tem uma boa oportunidade para se destacar no cenário nacional de empreendedorismo. No dia 20 de julho serão abertas as inscrições para o 3º Prêmio Pronatec Empreendedor, que busca reconhecer as melhores iniciativas empreendedoras em instituições de educação profissional participantes do programa.

As inscrições estarão abertas a estudantes matriculados no período entre 2014 e 2015 em qualquer curso de Educação Profissional – cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) ou cursos técnicos – que utilizem Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Podem participar do prêmio equipes formadas por no mínimo quatro e, no máximo, oito integrantes, com idade igual ou superior a 14 anos.

O prêmio vai reconhecer os melhores relatos de iniciativas empreendedoras que tenham sido estimuladas por meio de aulas com temáticas sobre empreendedorismo. Os interessados podem se inscrever até o dia 16 de agosto. A divulgação dos finalistas será no dia 4 de setembro. Já a cerimônia de premiação está prevista para 22 de outubro, no Sebrae Nacional, em Brasília.

Professores dos cursos de Educação Profissional que utilizem o Pronatec também podem se inscrever, no mesmo período, para o 3º Concurso de Objetos de Aprendizagem. Serão avaliadas as melhores ferramentas criadas pelos professores para desenvolver, em sala de aula, conteúdos de empreendedorismo – como jogos, vídeos e simulações.

Cada integrante da equipe vencedora do Prêmio Pronatec Empreendedor e o primeiro lugar do Concurso de Objetos de Aprendizagem vão ganhar um tablet e uma viagem nacional a um centro referência em empreendedorismo. Os segundo e terceiro lugares de cada competição ganham um tablet.

O Sebrae vai compartilhar os Objetos de Aprendizagem dos professores finalistas no repositório do Banco Internacional de Objetos Educacionais, bem como na página do Pronatec Empreendedor. “Queremos contribuir para a disseminação de competências empreendedoras e de ferramentas de ensino que possam ser adotadas em todo o país”, afirma a gerente de Capacitação Empresarial do Sebrae Nacional, Mirela Malvestiti.

Especialistas recomendam cautela com ampliação de limite do crédito consignado

Fonte: Agência Brasil

A ampliação do limite da renda que pode ser comprometida com crédito consignado deve ser vista com cautela, dizem especialistas. Ontem (13), foi publicada no Diário Oficial da União a medida provisória que amplia esse limite da renda do trabalhador ou aposentado de 30% para 35%. Esse percentual a mais (5%) só poderá ser usado para pagamento de compras com cartão de crédito.

As instituições financeiras oferecem cartão de crédito consignado, com pagamento mínimo da fatura descontado em folha de pagamento. As taxas de juros das modalidades de empréstimo consignado são bem mais baratas que as do cartão de crédito tradicional. Para se ter uma ideia, em maio, os juros do crédito consignado estavam em 27,2% ao ano, enquanto os do rotativo do cartão de crédito (quando se paga o mínimo da fatura e financia-se o restante) chegaram a 360,6% ao ano.

Para o diretor executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade, Miguel de Oliveira, o lado positivo da medida é a ampliação de limite de uma linha de crédito que tem taxas de juros mais baixas. Por outro lado, com essa ampliação, sobra menos dinheiro para os consumidores pagarem outras despesas, como água e luz, medicamentos e moradia. “É uma linha de crédito em que não se pode postergar o pagamento, porque vem descontado do salário. Se estiver com 35% comprometidos, sobram 65% para todas as outras despesas. Amplia-se o endividamento das famílias, o que pode levar à inadimplência em outras áreas”, disse Oliveira.

O professor de economia da Universidade de Brasília (UnB) Newton Marques ressalta que é preciso fazer um planejamento financeiro, com corte de gastos supérfluos para evitar cair no endividamento e na inadimplência. “As pessoas querem gastar mais que a renda permite. Se não fizer um planejamento, nunca vai sair do vermelho”, disse ele.

Em maio, a presidenta Dilma Rousseff vetou o aumento do limite de 30% para 40% da renda. Na época, a presidenta entendeu que sem a introdução de contrapartidas que ampliassem a proteção ao tomador do empréstimo, a medida proposta poderia acarretar um comprometimento da renda das famílias para além do desejável e de maneira incompatível com os princípios da atividade econômica.

“O congresso queria votar 40%. Como não aprovou, o governo deu uma compensação”, disse Marques.

Para Oliveira, a medida do governo é contraditória em um momento em que o Banco Central tem subido os juros para conter a demanda por produtos e serviços e assim, reduzir a inflação. “Por um lado, o Banco Central está subindo os juros para reduzir a demanda, por outro lado, o governo incentiva as pessoas a usarem mais crédito.”

A Medida Provisória 681, que passa a valer a partir de hoje, é assinada pelo vice-presidente Michel Temer.

Atitude mental jurídica

Por: Marcelo Diógenes


Na visita que faço em algumas livrarias em Recife, passo a tarde analisando o que existe de bom nas prateleiras, sempre encontrando alguma obra importante para o aprimoramento de meus conhecimentos. É por essa razão que defendo sempre a importância do livro impresso, cujo prazer em estar numa livraria dificilmente será substituído pelo livro digital.

Encontrei uma grande obra, do escritor Alfredo Augusto Becker, chamada “Teoria Geral do Direito Tributário”, reeditada pela editora noeses, tamanha a sua importância para o Direito Tributário. Digo isso porque o autor passeia pela Teoria do Direito Tributário com profundo conhecimento, levando-nos a pensar a matéria de maneira diferente, com profundidade.

Referida obra, em determinado momento fala sobre a atitude mental jurídica do intérprete do Direito, que são todos aqueles operadores que não se sujeitam a obras enlatadas, prontas para serem utilizadas e depois jogadas fora, tamanha sua superficialidade.

A atitude mental jurídica deve ser uma obrigação de quem trabalha e pensa o Direito, sempre tentando entender a situação, agindo para a solução do problema com análise entre a teoria e prática.

Tudo isso é possível a partir do momento em que o operador do direito esteja focado, buscando conhecimento jurídico profundo através de estudos. O que temos hoje em dia são profissionais focados em ficar horas em redes sociais, discutindo assuntos sem qualquer ligação com o aperfeiçoamento de seu conhecimento. Isso é a prova de ausência de atitude mental jurídica, pois o foco de seu trabalho foi desviado. Enquanto isso, outros profissionais estão buscando fazer a diferença, pois são sabedores que o mercado de trabalho encontra-se cheio, saturado, necessitando de notáveis e não apenas de bons profissionais.

Ter atitude mental jurídica é ter consciência da necessidade de discussão de assuntos muitas vezes pacificados, principalmente agora, com a mudança do nosso Código de Processo Civil. Hoje em dia, é cada vez maior a interferência de fontes secundárias do Direito, como as Súmulas Vinculantes por exemplo, quando nossa família jurídica é descendente da Romano-Germânica (Civil Law),(ver “Grandes Sistemas de Direito Contemporâneo”, de René David), cuja fonte primária ainda é a lei. Nós, advogados, precisamos buscar solução para isso, agir cada vez mais com a cabeça focada na atitude jurídica, e não apenas fingir que estamos prontos para a batalha, perdendo nosso precioso tempo com assuntos que em nada ajudam nosso conhecimento.

Enquanto poucos buscam colocar em prática essa teoria, fazendo acontecer o seu trabalho com medidas inovadores e relevantes, outros sequer conseguem passar no exame de ordem, e o pior, não percebem que o tempo muda, que ficamos velhos, e que precisamos rever nossos conceitos para nossa própria sobrevivência, num mercado de trabalho cada vez mais competitivo.

Nestes quase 18 anos de formado, aprendi que somente nosso trabalho é capaz de nos levar para onde desejamos. O exemplo será sempre melhor do que a palavra.


Marcelo Diógenes Xavier de Lima
Advogado e diretor jurídico da CDL Santa Cruz do Capibaribe

segunda-feira, 13 de julho de 2015

CNI calcula que indústria emagrecerá 3,8% até o fim do ano

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta uma retração da produção industrial em 3,8% em 2015, ou 0,4 ponto a mais que em sua previsão anterior. Também houve piora na projeção do PIB, que passou de 1,2% para 1,6%.
O pessimismo está expresso no Informe Conjuntural da CNI, divulgado nesta quinta (9/7).
De acordo com a Confederação, a recuperação da economia só deverá ocorrer em 2016. "A economia brasileira mostrou forte deterioração no primeiro semestre de 2015", escreveram os economistas da entidade no material distribuído.
De acordo com o documento, a alta da inflação e o aprofundamento da recessão são dois fatores que explicitam essa situação. A
"Entre as causas imediatas dessa deterioração podemos citar o desajuste das contas públicas, muito mais grave que inicialmente conhecido, e o processo de correção de preços administrados."
A confederação prevê também uma retração de 7,7% nos investimentos. Em março, a expectativa para a formação bruta de capital fixo em 2015 estava em queda de 6,2%.
A inflação acumulada para 2015, na previsão da CNI, deve ficar em 9,1%, mais alta do que a previsão para o ano feita em março, quando se esperava uma elevação de 8,1% dos preços.
A CNI também revisou sua estimativa para o resultado da balança comercial, que deve ficar positivo em US$ 5 bilhões, e não mais em US$ 1 bilhão, como projetava três meses atrás. A entidade espera ainda uma taxa média de câmbio para o ano com o dólar patamar de R$ 3,25(a última projeção era de cotação em R$ 3,10).
Com relação à taxa nominal de juros, é esperado um índice de 14,25% no final do ano, ou uma média de 13,47% ao longo de 2015. Na sondagem anterior, essas previsões eram de, respectivamente, 13,50% e 13,12%.
CONTAS PÚBLICAS
A CNI acendeu a luz amarela em relação à capacidade do governo de fazer economia para pagar os juros da dívida. "O cumprimento da meta de superávit primário torna-se improvável", disseram os analistas da instituição.
Para eles, as medidas do ajuste fiscal têm seus efeitos reduzidos pelo Congresso Nacional, enquanto uma forte queda da atividade econômica impacta a arrecadação. "A reversão do caráter expansionista da política fiscal observado nos últimos anos não deverá ser suficiente para garantir o cumprimento da meta de superávit primário em 2015.
A meta atual do governo é fazer uma economia de R$ 66,3 bilhões este ano. O Congresso, no entanto, já se mobiliza para alterar esse valor, que representaria cerca de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Agora, já se fala de um superávit equivalente a 0,4% do PIB.
DETERIORAÇÃO
O gerente executivo de Política Econômica da CNI, Flavio Castelo Branco, avaliou que houve um aprofundamento do quadro negativo da economia brasileira no primeiro semestre. "A deterioração foi mais intensa nos primeiros seis meses do que esperávamos no início do ano", considerou.
Com isso, a expectativa de que recuperação da atividade ocorra na segunda metade deste ano agora fica afastada e a nova projeção é a de que a reversão só deve começar a ser vista em 2016. "O fundo do poço deve ser alcançado em algum momento do segundo semestre", previu.
Entre os motivos citados por Castelo Branco para o agravamento da economia na primeira metade deste ano estão a inflação, que acumula alta de cerca 9% em 12 meses, a explicitação de um quadro fiscal mais grave do que se imaginava, a deterioração das expectativas, o acirramento da política monetária e um quadro mais negativo do ponto de vista da atividade.
"A meta de inflação não vai ser cumprida, sequer no seu teto (6,5%), e isso só reforça o caráter restritivo da política monetária."
Em julho, conforme o economista, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses deve romper os 9%. O mercado de trabalho, segundo ele, também vai sofrer os impactos negativos desse novo quadro. "O reequilíbrio das contas públicas é pedra angular da reversão do processo."