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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016


Índice de Confiança de Serviços cresce em janeiro pela segunda vez seguida

Fonte: Agência Brasil

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), avançou 2,8 pontos na passagem de dezembro para janeiro, atingindo 70,4 pontos. Essa é a segunda alta consecutiva do indicador. De acordo com a FGV, a confiança do empresário do setor de serviços cresceu em 11 dos 13 segmentos pesquisados.

A alta de 2,8 pontos foi provocada principalmente por uma confiança maior dos empresários no momento presente, medido pelo Índice da Situação Atual, que cresceu 4,3 pontos. O otimismo dos empresários em relação aos próximos meses, medido pelo Índice de Expectativas, cresceu 1,2 ponto.

De acordo com a FGV, os indicadores mostram uma redução do pessimismo das empresas de serviços nesse início do ano. Apesar da melhora da confiança, ainda há o predomínio de uma percepção negativa sobre o andamento dos negócios, segundo a FGV.


Micro e pequenas empresas serão dispensadas de contratos em cartório

Fonte: Agência SEBRAE

O fim do registro em cartório de contratos de empréstimo para pequenos negócios, cujo custo chega a R$ 2 mil, foi o principal acordo fechado na tarde de hoje (27) entre o presidente do Sebrae Nacional, Guilherme Afif Domingos, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.  A reunião, realizada na sede do Sebrae, também abordou a possibilidade de criação de uma nova linha de crédito para as micro e pequenas empresas, em especial, as que faturam até R$ 360 mil por ano.

“Hoje, 85% das micro e pequenas empresas estão nas três primeiras faixas de faturamento do Simples Nacional. Esse empresário não está vendo a cor do dinheiro e é por ele que estamos nos empenhando”, destacou Afif.

Em relação a novas linhas de crédito, os principais alvos são o Cartão BNDES, produto voltado à concessão de financiamento para micro e pequenas empresas, e o Progeren, destinado à capital de giro. A ideia é pulverizar a distribuição de recursos desses fundos para priorizar os pequenos negócios, com juros de 15% a 18% ao ano e empréstimos de até R$ 30 mil. A ideia é ter como garantidores o Fundo de Aval da Micro e Pequena Empresa (Fampe), do Sebrae, e o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), do BNDES. “Pagando juro de agiota, ninguém consegue sobreviver. Daí a necessidade de dar oxigênio mais puro, uma linha de crédito mais compatível para melhorar as condições de operação das micro e pequenas empresas”, afirmou.

Na próxima semana, uma reunião deve juntar os participantes de hoje e representantes de instituições financeiras, visando viabilizar tecnicamente da forma mais rápida possível esse novo produto para as micro e pequenas empresas. 

O encontro teve ainda a presença de Maurício Borges Lemos, diretor de Administração Financeira e Operações Indiretas do BNDES, e de Juliana Santos da Cruz, superintendente do BNDES da área de Operações Indiretas, e de uma equipe técnica do banco que estava no Rio de Janeiro e participou da reunião por meio de videoconferência.

55ª Convenção Nacional do Comércio Lojista já está recebendo inscrições


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

COMUNICADO - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL - 2016


            O SINDICATO DAS EMPRESAS DO COMÉRCIO DE BENS E SERVIÇOS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE - SINDILOJAS, inscrito no CNPJ n° 11.867.031/0001-60, com código sindical registrado no M.T.E sob o nº 000.000.065.26108-9,  representante legal das empresas do segmento do COMÉRCIO VAREJISTA E ATACADISTA DE BENS E SERVIÇOS, habilitado ao recolhimento da CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL 2016,  prevista nos Artigos 578 e seguintes da CLT e Artigo 149, CF/88, COMUNICA e NOTIFICA as empresas estabelecidas em Santa Cruz do Capibaribe,  que publicou os editais em conformidade com artigo 605, CLT, nos dias 09, 16 e 21 de janeiro de 2016, no matutino Jornal do Commercio, e que as mesmas deverão observar a data limite do DIA 31 DE JANEIRO DE 2016 para o recolhimento da CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL destinada a este SINDILOJAS SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE, a fim de evitar equívocos no recolhimento, sob pena  de não o fazendo, ser proposta Ação  Cobrança Judicial.
 Por fim, lembramos que a CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL  é uma das principais receitas da entidade e fundamental  para cumprimento dos seus objetivos  sociais.
Dúvidas e informações: 81.3731-2850

Atenciosamente,
SINDILOJAS SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE
ISAC TEODORO ARAGÃO

PRESIDENTE

46% dos brasileiros não controlam seu orçamento, revela pesquisa do SPC Brasil

Fonte: Ascom SPC Brasil

Muitos consumidores brasileiros não controlam o quanto gastam, não sabem quanto pagam de juros, não se planejam para imprevistos, desconhecem o valor de seus rendimentos mensais e ainda assumem ser pessoas desorganizadas financeiramente. De acordo com uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 45,8% dos entrevistados não realizam um controle sistemático do seu orçamento, sendo que 29,3% o fazem apenas ‘de cabeça’ – ou seja, recorrem a um método pouco confiável para organizar suas finanças.

Entre os entrevistados que utilizam algum método organizado para gerenciar seus recursos financeiros (53,9%), o mecanismo mais comum é o caderno de anotações, mencionado por 29,8% da amostra, seguido pela planilha (21,0%) e pelos aplicativos digitais (3,1%).

O levantamento mostra ainda que boa parte dos brasileiros reconhece a falta de organização para lidar com o próprio dinheiro. Menos da metade (48,1%) dos entrevistados ouvidos consideram-se pessoas organizadas financeiramente. Considerando uma escala de um a dez, a nota média que o brasileiro atribui para o seu próprio nível de educação financeira é de apenas 6,3.

“Como a falta de conhecimento sobre as próprias finanças é um problema crônico no Brasil, é importante incluir a educação financeira como tema na formação básica dos cidadãos. Controlar gastos, fazer um planejamento antes de ir às compras e evitar consumir por impulso são algumas atitudes simples que deveriam ser assimiladas desde criança”, defende o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Consumidor anota despesas básicas, mas falha com os gastos extras

A pesquisa mostra que o controle dos gastos extras e de itens que não são considerados de primeira necessidade acaba ficando para o segundo plano em detrimento dos gastos fundamentais. Despesas com supermercado e contas de água e luz (93,5%) e também os rendimentos (90,1%) são anotados ao menos uma vez por mês pela maioria absoluta dos entrevistados. No entanto, apenas 39,5% dos consumidores anotam semanalmente os gastos com lazer, alimentação fora de casa, serviços de estética, salão de beleza, roupas, sapatos e acessórios, por exemplo. “A pesquisa comprova que muitos dos que dizem fazer um controle sistemático de seus gastos o fazem com uma frequência bastante aquém da adequada”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Brasileiro assume não ter disciplina para controlar finanças pessoais

Não é a falta de conhecimento que impede o brasileiro de colocar a vida financeira em ordem. Os entrevistados demonstram ter conhecimentos mínimos sobre quais atitudes tomar para fazer o controle de suas finanças, mas acabam falhando na hora de colocar as ideias em prática. Disciplina para registrar os ganhos e gastos (26,3%), recordar das compras em dinheiro e que não constam no extrato bancário (19,4%) e falta de tempo (8,2%) são as principais dificuldades das quais o brasileiro mais se queixa na pesquisa. Não saber como fazer ou por onde começar são justificativas citadas apenas por 8,9% dos entrevistados.

“Não é fácil espantar a preguiça e manter a disciplina de anotar as inúmeras despesas do dia a dia, sem perder de vista o controle das compras parceladas e das aquisições não planejadas, mas tudo isso é importante a fim de equilibrar o orçamento mensal”, garante Marcela Kawauti.

Faça o que eu digo, não faça o que eu faço

Pesquisar preços antes de adquirir um produto (86,5%), juntar dinheiro para comprar algo à vista (77,0%), pechinchar (74,4%), mudar o local de compra por outro com preços melhores (69,5%), poupar ou investir (67,2%) e economizar com as despesas da casa (66,7%) são as práticas de educação financeira que os consumidores entrevistados mais consideram importantes e saudáveis no dia a dia.

No entanto, apesar da maior parte dos entrevistados atribuir alta importância a determinadas atitudes, a prática está longe de ser frequente na vida dos entrevistados. Apenas 51,1% dos brasileiros fazem pesquisa de preço antes de concretizar uma compra, 34,7% dos consumidores não têm o costume de pechinchar, apenas 24,0% têm o hábito de mudar o local de compra por outro com preços mais baratos e apenas dois em cada dez (20,4%) possuem o costume de juntar dinheiro para comprar a vista.

47,2% não sabem o quanto pagam de juros ao parcelar uma compra

A pesquisa também investigou qual é o grau de conhecimento dos brasileiros sobre a sua situação financeira, incluindo ganhos e despesas. Um dado que acende o sinal de alerta é que três em cada dez (29,1%) consumidores admitem nem sempre saber qual será a sua renda total do próximo mês e 17,4% reconhecem não ter plenos conhecimentos sobre o valor de suas contas básicas mensais. 

Também é considerável o percentual de consumidores que se perdem na quantidade de compras parceladas: 26,4% dos entrevistados disseram que nem sempre se atentam ao número de prestações que já possuem quando realizam uma nova compra a prazo.

Quando o assunto são os gastos com juros, encargos, taxas e tarifas bancárias, o conhecimento também é insuficiente. Dentre os entrevistados, 60,0% afirmaram nem sempre saber os valores gastos anualmente com essas despesas e quase a metade (47,2%) dos entrevistados garante não calcular com frequência o quanto estão pagando de juros quando fazem uma compra a prazo.

“Esses são conhecimentos imprescindíveis para o bom controle do orçamento. Ao ignorar as regras básicas de juros e encargos numa compra parcelada, por exemplo, ou mesmo abrir uma conta bancária sem conhecer de fato todos os serviços que está adquirindo, o consumidor assume riscos que vão desde gastos desnecessários até o endividamento e a inadimplência”, alerta Marcela Kawauti.

Cai o número de quem consegue terminar o mês com dinheiro sobrando

O levantamento aponta que neste último ano se tornou tarefa ainda mais difícil administrar o orçamento pessoal com alguma sobra. Entre dezembro de 2014 e dezembro de 2015, caiu de 60,9% para 41,1% o percentual de consumidores que alegaram quase sempre conseguir pagar todas as contas e ainda fechar o mês com alguma sobra de dinheiro.

Reforçando o cenário de agravamento da crise econômica e a sensação de bolso mais vazio entre o brasileiro, aumentou de 21,6% para 37,8% a proporção de brasileiros que terminam o mês no ‘zero a zero’, ou seja, conseguem pagar todas as contas, porém sem sobras de dinheiro. Também cresceu o percentual dos brasileiros que nem sempre conseguem pagar as contas e acabam tendo de fazer ‘ginástica’ ou se endividando para não terminar o mês no vermelho (de 17,6% para 21,0%).

Quando o orçamento não é o suficiente para quitar todas as contas, a maior parte dos entrevistados disse mudar de hábito, comprando coisas mais baratas e fazendo pesquisa de preço (44,2%) ou diminuindo os gastos dentro de casa, como TV por assinatura e alimentação (30,7%).

No entanto, há pessoas que se endividam ainda mais para poder pagar suas dívidas: 30,7% usam o cartão de crédito para comprar o que precisam, 28,9% sacam dinheiro da poupança ou de outras reservas financeiras, 23,3% pedem dinheiro emprestado a amigos e familiares, 16,8% deixam de pagar outras prestações e 14,8% usam o limite do cheque especial. “Criar um problema a fim de resolver outro. Apesar de paradoxal, essa é a situação vivida por muitos brasileiros ao tentarem lidar com as despesas do orçamento. Na tentativa de honrar os compromissos, os consumidores adquirirem novas dívidas ou atrasam o pagamento de algumas delas, o que os insere em um círculo vicioso difícil de interromper”, observa a economista Marcela Kawauti.

Dentre os que não têm sobras, 24,1% atrasam contas todos os meses

Para conseguir pagar suas contas e cumprir com os compromissos financeiros, 15,7% dos consumidores que fecham o mês no vermelho admitem usar todos os meses o limite disponível no cartão de crédito e no cheque especial. Entre os que deixam contas sem pagar quando não conseguem honrar seus compromissos, 24,1% atrasam pelo menos uma conta todos os meses.

“O aperto financeiro e a necessidade de quitar as contas leva alguns consumidores a enxergarem o endividamento como uma saída natural, o que pode trazer consequências graves para as finanças pessoais. E mesmo quando não recorrem a novas dívidas, sacrificam a reserva financeira que deveria servir para alcançar metas ou ser utilizada em situação de extrema emergência ao invés de cobrir rombos corriqueiros no orçamento”, afirma o educador Vignoli.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Dica SPC Brasil

Se nesse início de ano você pretende mudar seus preços, o ideal é começar observando a concorrência.
Se seu preço for maior, você terá que se diferenciar, mostrando algo que o cliente só terá comprando com você. Se ele for menor, não perca a chance de comunicar isso de maneira objetiva e direta.

Foto de SPC Brasil.

Benefícios CDL - A importância da educação superior e sua relevância na inclusão profissional

Hoje, o mundo se transforma de tal maneira que a necessidade por cursos superiores se torna cada vez mais enfática. E no Brasil não é diferente, sendo que o Governo abriu oportunidades na Educação para todas as modalidades de curso: Licenciatura, bacharelado e tecnológico. Porém, o que vem sendo discutido é sobre o setor de tecnologia e sua empregabilidade no mercado que, por incrível que pareça é barrada em muitas empresas, não gera propagação, parecendo que a promessa de bons frutos aos estudos fica somente no papel.

A CDL Santa Cruz do Capibaribe mantém convênios com Instituições de Ensino Superior, CESAC, Unopar e FADIRE, a fim de proporcionar incentivo aos profissionais em sua formação!



segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Boa fase da moda masculina mundial é incentivo para mercado brasileiro sair da mesmice

Fonte: Blog da Indústria Têxtil

Duas peças de João Pimenta na nova loja do estilista

As mulheres ainda compram mais, mas os homens têm diminuído essa diferença. Em 2014, Segundo a consultoria de Mercado Euromonitor International, as vendas mundiais no segmento de moda masculina cresceram 4,5%, contra 3,7% do setor feminino. E esse comportamento não é pontual: tem acontecido desde 2010. No começo do ano, o WWD realizou uma conferência sobre moda masculina esperançosa para o setor: as discussões com especialistas de vários países apontou que o homem está disposto a gastar até mais do que o que é cobrado por peças de marcas de luxo, já usa itens que antes eram considerados femininos, como a bolsa, numa tendência de quebra de barreira de gêneros do vestuário e de acessórios, que o mercado de roupas masculinas na China é maior – pasmem – que o feminino e que o homem anda preocupado em se vestir melhor, investindo em peças de alfaiataria elaboradas e sob medida. Não à toa, Nova York lançou a primeira semana de moda masculina de sua história de fashion weeks em julho passado.
Muito animador. Mas como será que essa realidade se aplica ao Brasil?
Por aqui, o mantra de que o homem brasileiro é conservador e que o que dá certo em termos de vendas de moda são os itens básicos e clássicos se perpetua. Será? Há menos de um mês, a abertura da nova loja de João Pimenta, com objetivo de se aproximar da moda comercial masculina, criando linha de camisetas com shape unissex e estampas conceituais, venda de suas peças antes apenas sob medida no prêt-à-porter e planos de lançamento em breve de uma linha de ternos prontos com twist de design abriu espaço para esse questionamento. E não é só Pimenta que traz esperança para que o homem brasileiro se vista melhor sem ter que virar um fashionista. Grifes com estética clean apuradas como a Cotton Project, conceituais como a recém-aberta Ratier, minimalistas e preciosas como a Piet 73 apontam para um jeito de criar roupas com forte identidade de moda e pé no chão comercial, preenchendo uma lacuna de demanda que, ao que tudo indica, existe no País.
“O grande problema do mercado de produto no Brasil são os extremos: ou a moda é muito jovem, supercasual, ou formal, que é a alfaiataria tipo roupa de trabalho. No meio não tem muita coisa. Isso é um problema porque não se desenvolve o vestir bem dentro do estilo casual”, analisa Sylvain Justum, editor de moda masculina da revista GQ. E completa. “Há o famoso círculo vicioso da ideia de que a roupa mais elaborada masculina não vende porque o cliente não a entende, e que o cliente não compra porque ninguém oferece. Será que o homem brasileiro não compraria mesmo?
A tendência de acessórios e alfaiataria exclusiva, retornando ao hábito de confeccionar peças sob medida não só para serem usadas no escritório mas em produções tipo dandy, a exemplo de celebridades como Justin Bieber e Jonas Brothers, está em alta lá fora e ganhou reflexo por aqui, com novos alfaiates de sucesso como Bruno Colella e Alexandre Won. Isso, aliado à abertura de serviços sob medida de marcas de luxo como Gucci e Dolce&Gabbana também no Brasil sinalizam que ventos de mudança sopram em território nacional.
“O mercado de moda masculina mudou bastante nos últimos 10 anos, principalmente pelo ambiente de trabalho também ter mudado muito nesse período. Empresas que exigem que o homem use roupa social todos os dias ou uniformes são cada vez mais raras. Além disso, o fato de que nossas vidas estão constantemente sendo documentadas em mídias sociais contribuiu para que os homens percebam que a boa aparência é parte do dia a dia deles”, acredita Mariana Santiloni, Senior Client Services Executive para a América Latina do WGSN, consultoria de pesquisa de tendências de lifestyle e moda.
O novo comportamento masculino, principalmente no Brasil, é parte de um nicho ainda bem pequeno do mercado, mas existe. Resta saber se é grande o suficiente para fazer as marcas voltadas para ele se manterem, já que a maioria dos homens ainda compra… sapatênis. “A moda masculina no Brasil é bem peculiar. As peças que funcionam muito bem no nosso mercado são extremamente comerciais, como as golas polo de piquê e o sapatênis, que são produtos que não têm um impacto tão grande no resto do mundo. No exterior, vemos similaridades no consumo e estilo masculinos, mesmo com as particularidades de cada país. Aqui noto algo completamente diferente, uma moda super regionalista, feita no geral para o homem tradicional brasileiro. Mas existe um movimento de novas marcas engatinhando para mudar esse cenário.”

sábado, 23 de janeiro de 2016

CDL participa de lançamento do Plano Nacional de Cultura Exportadora em Santa Cruz do Capibaribe

Foto: Bruno Muniz
A manhã desta sexta-feira (22), ficará marcada na história econômica de Santa Cruz do Capibaribe. Pela primeira vez, um evento de cunho nacional foi lançado na Capital das Confecções e reuniu um grande número de empresários da indústria de vestuário do município e da região, que compõe o Polo de Confecções de Pernambuco. Trata-se do lançamento do Plano Nacional de Cultura Exportadora que vai possibilitar aos empresários da cidade e região o fomento para exportar a produção de vestuário do Polo de Confecções.

Para prestigiar o evento, o ex-presidente e diretor do Conselho Consultivo da CDL, Hideraldo Abrantes esteve representando o movimento lojista local, onde esteve conversando com o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, inclusive parabenizando-o pelo evento na cidade.


                                   Foto: Bruno Muniz
O Ministro lançou o Plano e em seguida conversou com a assessoria da CDL local, onde enfatizou a importância das entidades de classe e enalteceu a necessidade de se trabalhar em conjunto. “Eu venho de dentro desse movimento lojista e entendo como muito importante o papel desenvolvido pelas CDLs em todo Brasil e aqui em nosso Estado. Quando estive presidente da CNI, sempre mantivemos boas parcerias com as CDLs, as quais têm um papel essencial para o desenvolvimento do país. Quero parabenizar a todos que fazem o Movimento Lojista aqui de Santa Cruz do Capibaribe e a todos os empresários desta cidade”, concluiu.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Participe da 55ª Convenção Nacional do Comércio Lojista


Indústria encerra 2015 com ociosidade recorde, diz CNI

Fonte: Agência Brasil

O setor industrial encerrou 2015 com ociosidade recorde, de acordo com dados divulgados hoje (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A utilização da capacidade instalada (UCI) atingiu 62% em dezembro e é a menor da série histórica mensal, iniciada em janeiro de 2011.

A intenção de investimento teve queda de 0,8% em janeiro ante dezembro e atingiu 41,6 pontos, de acordo com a Sondagem Industrial da CNI. O índice de intenção de investimento varia de 0 a 100 pontos e quanto maior o índice, maior a intenção de investir. Segundo o a CNI, diferentemente da maioria dos índices da Sondagem Industrial, essa taxa não tem um ponto de inflexão entre investir e não investir (linha divisória de 50 pontos). Ele apenas indica o quão difundida entre as empresas é a intenção de investir.

Segundo a CNI, a produção também teve forte queda em dezembro. O indicador registrou 35,5 pontos. Neste caso, valores abaixo dos 50 pontos indicam redução da produção industrial na comparação com o mês anterior. Essa contração na atividade industrial fez com que os estoques fossem ajustados. O índice de evolução dos estoques teve recuo intenso em dezembro e assinalou 46,6 pontos. Esse também foi o menor indicador desde o início da série, em janeiro de 2011. Isso contribuiu para que os estoques se mantivessem no nível planejado pelas empresas. O índice de estoques efetivo-planejado recuou de 51,4 pontos, em novembro, para 49,8 pontos, em dezembro, ficando praticamente na linha dos 50 pontos.

O índice de evolução do número de empregados também ficou abaixo dos 50 pontos e registrou 41,5 pontos em dezembro, o que sinaliza queda no emprego da indústria.

A fraca atividade do setor mantém os empresários pessimistas em relação à demanda, ao número de empregados e a compras de matérias-primas para os próximos seis meses. Embora em janeiro esses índices tenham crescido na comparação com dezembro, eles se mantém abaixo da linha dos 50 pontos, o que sinaliza perspectivas negativas. O indicador de demanda assinalou 44,8 pontos, o de compras de matérias-primas registrou 43,6 pontos e o de número de empregados foi 42,3 pontos.

Somente as expectativas para exportações são de crescimento para os próximos meses, já que o indicador ficou acima dos 50 pontos. O índice de quantidade exportada cresceu de 50,1 pontos, em dezembro, para 52,4 pontos, em janeiro.

Segundo a Sondagem Industrial, a elevada carga tributária, a baixa demanda e o alto custo da energia foram os principais problemas enfrentados pela indústria no último trimestre de 2015. Enquanto a carga tributária foi apontada por 49,3% dos empresários, a baixa demanda teve 43,9% das indicações e o alto custo de energia representou 28,9% das respostas.

Os empresários também estão insatisfeitos com o lucro operacional e a situação financeira no quarto trimestre de 2015. O índice de satisfação com a margem de lucro foi de 33,2 pontos e, com a situação financeira, 38,8 pontos. Além disso, há dificuldade de acesso ao crédito, cujo índice registrou 30,5 pontos no quarto trimestre. Valores abaixo de 50 pontos indicam insatisfação e dificuldade de acesso ao crédito.

Esta edição da Sondagem Industrial foi feita entre 4 e 13 de janeiro com 2.225 empresas, das quais 910 são pequenas, 815 são médias e 500 de grande porte.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016




CDL Santa Cruz do Capibaribe realiza entrega do carro 0km da Campanha Natal Show de Prêmios

A entrega do carro 0km da Campanha Natal Show de Prêmios da CDL Santa Cruz do Capibaribe aconteceu na tarde dessa quarta-feira (21). O contemplado, Flávio Rogério Barbosa, ele que reside no Distrito de Fazenda Nova em Brejo da Madre de Deus, comprou no comércio da Capital das Confecções, precisamente na empresa LL Têxtil.

Para ele, o carro chegou em boa hora. “Eu sempre comprei aqui na cidade de Santa Cruz, fabrico e compro meu tecido e todo material aqui. Fiquei muito surpreso quando o presidente da CDL me ligou no dia do sorteio dizendo que eu tinha ganhado o carro. De início a gente fica sem querer acreditar, mas sabendo que eu estava participando da campanha, logo acreditei e estou feliz da vida”, disse o ganhador.




O carro foi entregue em frente a loja LL têxtil, onde todos os colaboradores da empresa vibraram junto com o ganhador, que antes foi recebido pelo presidente da CDL, Valdir Oliveira, que o parabenizou pelo prêmio.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Continue combatendo o mosquito da dengue



Economia aquecendo

Fonte: Agência Brasil

Intenção de Consumo das Famílias cresce 1,3% de dezembro para janeiro

Dinheiro
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 1,3% de dezembro para janeiro deste ano. Essa é a segunda alta consecutiva do indicador, na comparação mensal. Na comparação com janeiro de 2015, no entanto, o índice recuou 35,3%, marcando a 37ª queda consecutiva neste tipo de comparação. Os dados foram divulgados hoje (19) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
A alta de 1,3% na comparação mensal foi acompanhada por todos os sete componentes do ICF. Os maiores acréscimos foram observados na perspectiva de consumo (3,3%), momento para a compra de bens duráveis (1,8%), perspectiva profissional (1,5%) e nível de consumo atual (1,4%).

Segundo a CNC, a alta mensal foi influenciada pela melhora nas expectativas para os próximos meses e é típica de começos de ano.

Por outro lado, a queda de 35,3% na comparação anual foi provocada por quedas nos sete componentes: momento para duráveis (-50,1%), perspectiva de consumo (-49,1%), nível de consumo atual (-45,1%), compra a prazo (-38,6%), renda atual (-30,8%), perspectiva profissional (-20,5%) e emprego atual (-19,5%).

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

CDL Santa Cruz do Capibaribe disponibiliza listagem de CEPs para consulta

Recentemente a cidade de Santa Cruz do Capibaribe passou por uma série de mudanças referente ao Cadastro de Endereçamento Postal – CEP. A mudança serve para uma reorganização de endereços e assim, os correios possam entregar suas correspondências com mais eficiência.

No entanto, essa mudança trouxe consigo a criação de CEPs por rua, o que fez com que muitas pessoas, acostumadas com um CEP único na cidade, passasse a utilizar apenas o CEP da sua rua para recebimento de correspondências.

Visando facilitar o processo de consultas, a CDL Santa Cruz do Capibaribe solicitou dos correios uma listagem só da cidade e a disponibiliza para consultas de toda sociedade.


Para você saber o CEP da sua rua, clique aqui!

Faça o seu Certificado Digital com quem entende do assunto. Na CDL é sem filas e sem espera. Não precisa trazer foto, pois tiramos na hora!

Benefícios CDL - Parcerias em prol da qualificação profissional

Atualmente os colaboradores de uma empresa precisam estar constantemente atualizados. Profissionalmente falando, quem não busca se atualizar para o mercado de trabalho e com a crise que vem assolando a economia, a tendência é que o desemprego aumente e só os melhores ficarão no mercado. Para isso, faz-se necessário uma educação profissional que promova essa qualificação atualizada para empresários e colaboradores.

A CDL Santa Cruz do Capibaribe mantem parcerias com Instituições de renome nacional para trazer os melhores treinamentos, cursos, palestras e seminários para os seus associados e comunidade em geral da Capital das Confecções.







segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Conheça mais um contemplado da Campanha Natal Show de Prêmios da CDL




Os ganhadores da Campanha Natal Show de Prêmios da CDL Santa Cruz do Capibaribe começaram a ir até a entidade para retirada dos seus prêmios. Ao todo foram sorteados cinco cupons, sendo os quatro primeiros sorteios de bicicletas e o quinto, um carro 0Km. Mais um ganhador da campanha compareceu a CDL, o Jorge Luis da Silva Gomes, ele que reside aqui mesmo em Santa Cruz do Capibaribe e recebeu a bicicleta das mãos da executiva da CDL, Katyane Amaral.


Venha para o Sicoob



A Agência do Sicoob está funcionando na sede da CDL Santa Cruz do Capibaribe.

CDL Santa Cruz do Capibaribe emite Certificado Digital com o menor preço da região

Pioneira, a CDL Santa Cruz do Capibaribe disponibiliza o serviço de emissão de Certificado Digital desde 2011 e vem trazendo benefícios significativos para os empresários da região do Polo de Confecções. O certificado digital é um documento eletrônico que possibilita comprovar a identidade da sua empresa, para assegurar as transações online e a troca eletrônica de documentos, mensagens e dados.

Na CDL Santa Cruz do Capibaribe está a todo esse tempo possibilitando esse serviço de qualidade, com o melhor custo-benefício da região. Na CDL, o empresário paga o menor custo e tem total comodidade para emitir seu certificado digital.

Demanda do consumidor por crédito cresce 1% em 2015

Fonte: Agência Brasil

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O número de pessoas que buscou crédito em 2015 cresceu 1% no acumulado do ano, na comparação com 2014, de acordo com indicador da empresa de consultoria Serasa Experian. É o quarto ano consecutivo de fraco desempenho.
No período de 2008 a 2011, o crescimento médio anual da procura do consumidor por crédito foi bem mais expressivo: 7,1%. Economistas da Serasa dizem que a alta da inflação, os esforços do consumidor em reduzir seus níveis de endividamento, a escalada das taxas de juros e do custo do crédito e a alta do dólar determinaram o desempenho enfraquecido da demanda do consumidor por crédito em 2015.

Na comparação por faixas de renda, houve queda de 4,2% para os consumidores que recebem até R$ 500 por mês. Para os que ganham entre R$ 500 e R$ 1 mil mensais, o crescimento da demanda por crédito foi de 1%; para os que recebem entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, foi de 2,2%; e para os que têm renda mensal entre R$ 2 mil e R$ 5 mil, a alta foi de 1,3%.

Houve menor crescimento nas camadas de renda mais elevadas da população. A alta foi de 0,2% para os que ganham entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Houve alta de 0,5% para aqueles que recebem mais de R$ 10 mil por mês.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

36% DOS CONSUMIDORES FAZEM COMPRAS PARA ALIVIAR O ESTRESSE

Fonte: CNDL

sacolaLevantamento realizado em todas as capitais e no interior do país pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que mais de um terço (36,3%) dos entrevistados admite que o ato de fazer compras é uma forma que eles encontram para aliviar o estresse do cotidiano. O hábito vem principalmente as mulheres (43,7%) e dos consumidores das classes A e B (40,2%), e 47,7% admitem fazer comprar para se sentir bem.

O estudo aponta ainda que 3 em cada 10 (29,5%) consumidores concordam que fazer compras melhora o humor e 24,5% confessam realizar compras quando se sentem deprimidos.

As mulheres são mais suscetíveis às emoções quando compram por impulso – elas admitem a sensação de prazer ao comprar algo sem planejar (37,7% contra 26,5% dos homens), além de serem as que mais citam o ato de fazer compras como o tipo de lazer preferido (35,9% contra 23,3% do total de entrevistados).

As mulheres também são o maior percentual que compram por impulso quando estão deprimidas (30,5% contra 18,3% dos homens). Quanto à faixa etária, o levantamento indica que os mais jovens são os que ficam mais entusiasmados e se divertem ao comprar produtos não planejados (41,8% contra 19,6% das pessoas acima de 55 anos).

O estudo mostra ainda que 40,3% dos entrevistados estão ou já estiveram com o nome sujo por extrapolar nas compras sem pensar.

Segundo o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz‘, José Vignoli, as emoções desempenham um papel fundamental nas compras realizadas impulsivamente. “O estado emocional explica o comportamento impulsivo do consumidor. Se o consumo fosse uma experiência puramente racional, a inadimplência seria bem menor do que temos hoje. As pessoas comprariam estritamente o necessário e raramente romperiam os limites do próprio orçamento, pois seriam capazes de avaliar adequadamente as consequências de uma aquisição desnecessária e de resistir ao impulso da compra, por mais que se sentissem atraídos por um produto na vitrine”, explica Vignoli.

Imediatismo

O estudo mostra que em situações de compras impulsivas o imediatismo e a necessidade de urgência acabam sendo mais fortes do que a capacidade de reflexão do consumidor. A maior parte dos entrevistados (44,5%) não consegue resistir aos próprios desejos porque acredita que se não realizar aquela compra, mesmo que o produto seja desnecessário, vai desperdiçar uma boa oportunidade.

Outros 36,9% admitem que quando surge o desejo de comprar algo, eles não sossegam enquanto não concretizarem a compra, sobretudo as mulheres (41,6%). “É como se ao verem um produto muito desejado ou com preço atrativo as pessoas abdicassem de refletir sobre a compra momentaneamente”, explica Vignoli. Exemplo disso é que 30,1% dos entrevistados gastam mais do que o previsto em promoções com medo de acabar se arrependendo depois e quase um terço (32,9%) admite que, geralmente, compra produtos que nem tinha a intenção de adquirir antes de entrar numa loja.

O apelo ao consumo pode ser tão intenso que os consumidores simplesmente esquecem momentaneamente dos efeitos que a compra pode ter sobre o orçamento: 30,7% admitem que ao ver um produto atrativo não pensam nas consequências da compra antes de efetivá-la e mais de um quarto (25,8%) dos entrevistados reconhecem não ter o costume de avaliar todos os aspectos envolvidos numa compra. Assim, 30,8% dos consumidores reconhecem que estão com as finanças pessoais descontroladas por causa de compras impulsivas.

Controle

Para o educador financeiro José Vignoli, os resultados da pesquisa mostram que para o consumidor controlar seus impulsos de compras não planejadas é importante que ele saiba identificar, primeiramente, o próprio estado emocional. “Ir às compras quando se está mal pode ser perigoso, já que o consumidor estará mais vulnerável a utilizar o consumo como gatilho. Certamente, não há uma fórmula para evitar o consumo impulsivo, mas entender que as emoções influenciam em nossas decisões pode ajudar a tornar o consumidor mais consciente e controlado no momento de decidir por uma compra”, afirma o educador.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, estabelecer um controle orçamentário ajuda o consumidor a ter uma visão mais ampla das pendências financeiras, além de evitar que o dinheiro comprometido com gastos fixos e inadiáveis seja gasto impulsivamente em compras momentâneas.



quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Contemplados da Campanha Natal Show de Prêmios

Os ganhadores da Campanha Natal Show de Prêmios da CDL Santa Cruz do Capibaribe começaram a ir até a entidade para retirada dos seus prêmios. Ao todo foram sorteados cinco cupons, sendo os quatro primeiros sorteios de bicicletas e o quinto, um carro 0Km. O primeiro a aparecer na sede da CDL foi o Paulo Gomes de Araújo, ele que reside aqui mesmo em Santa Cruz do Capibaribe e recebeu a bicicleta das mãos da executiva da CDL, Katyane Amaral.


Sicoob já está em pleno funcionamento na CDL Santa Cruz do Capibaribe

O Sistema de Cooperativas de crédito do Brasil (Sicoob) tem um novo parceiro a partir deste mês. Trata-se da CDL Santa Cruz do Capibaribe, entidade que acolhe o Sicoob, onde a cooperativa será instalada para atender aos empresários da Capital das Confecções.
O Sicoob entende o quê seus associados precisam. Aqui você encontra soluções ágeis e modernas para facilitar sua vida, suas operações financeiras e garantir seu patrimônio. Sem contar que o Sicoob tem um jeito diferente de oferecer produtos e serviços bancários: ele compartilha os resultados com os associados e aplica os recursos captados nas próprias comunidades, o que movimenta a economia local, além de criar novas oportunidades de emprego e renda para Santa Cruz do Capibaribe.

Enquanto a agência não fica pronta, os analistas de crédito do Sicoob estão recebendo você na CDL. Compareça e veja como tornar-se um cooperado Sicoob.

Você empresário que desejar abrir sua conta com o Sicoob, pode comparecer a CDL, onde você terá um atendimento personalizado com os gestores da cooperativa. O horário de atendimento é das 9 às 18 horas. 

Mais informações: (87) 9.9992-0012 - Roberto
                            (81) 9. 9910-0298 - Sandro

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Comunicado Sindilojas

SINDICATO DAS EMPRESAS DO COMÉRCIO DE BENS E SERVIÇOS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE - SINDILOJAS
CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL URBANA 2016

 O SINDICATO DAS EMPRESAS DO COMÉRCIO DE BENS E SERVIÇOS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE, inscrito no CNPJ sob o n° 11.867.031/0001-60, Código sindical nº 000.000.065.26108-9 com representatividade e legitimidade para receber a CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL, no uso das suas atribuições estatutárias, vem esclarecer às empresas distribuidoras de combustíveis o seguinte:

1 - Conforme dispõe o Art. 579, CLT, contribuição sindical é devida por todos aqueles que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional. Assim sendo orientamos as empresas do COMÉRCIO DE BENS E SERVIÇOS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE até o dia 31 de janeiro de 2016, com o recolhimento da CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL obedecendo a tabela abaixo:

LINHA
CLASSE DE CAPITAL SOCIAL (em R$) 
ALÍQUOTA % 
PARCELA A ADICIONAR (R$) 
01
de 0,01 a 24.107,25
Contr. Mínima
192,86
02
de 24.107,26 a 48.214,50
0,8%
-
03
de 48.214,51 a 482.145,00
0,2%
289,29
04
de 482.145,01 a 48.214.500,00
0,1%
771,43
05
de 48.214.500,01 a 257.144.000,00
0,02%
39.343,03
06
de 257.144.000,01 em diante
Contr. Máxima
90.771,83

2 - As firmas ou empresas e as entidades ou instituições cujo capital social seja igual ou inferior a R$ 24.107,25, estão obrigadas ao recolhimento da Contribuição Sindical mínima de R$ 192,86, de acordo com o disposto no § 3º do art. 580 da CLT (alterado pela Lei nº 7.047 de 01 de dezembro de 1982);

3- As firmas ou empresas com capital social superior a R$ 257.144.000,00, recolherão a Contribuição Sindical máxima de R$ 90.771,83, na forma do disposto no § 3º do art. 580 da CLT (alterado pela Lei nº 7.047 de 01 de dezembro de 1982);

4- Base de cálculo conforme art. 21 da Lei nº 8.178, de 01 de março de 1991 e atualizada de acordo com o art. 2º da Lei nº 8.383, de 30 de dezembro de 1991, observada a Resolução CNC/SICOMÉRCIO Nº 030/2015;

5- Data de recolhimento:  Empregadores: 31 de janeiro de 2016/ Autônomos: 29 de fevereiro de 2016. Para os que venham a estabelecer-se após os meses acima, a Contribuição Sindical será recolhida na ocasião em que requeiram às repartições o registro ou a licença para o exercício da respectiva atividade.

6 - No site da Caixa está disponível a Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical (GRCS), documento necessário para a liquidação desse imposto. Depois de devidamente preenchida, a Guia pode ser paga em qualquer agência da Caixa, casas lotéricas e nos estabelecimentos bancários.​

7 - Advertimos que expirado o prazo, os inadimplentes ficarão sujeitos às penalidades constantes do art. 600 da CLT e que o não pagamento da CONTRIBUIÇÃO SINDICAL sujeitará os infratores à cobrança executiva nos termos do artigo 606 da mesma CLT.


Santa Cruz do Capibaribe/PE, 08 de janeiro de 2016.
ISAC TEODORO ARAGÃO

Presidente