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sexta-feira, 28 de abril de 2017

28 de abril: Dia Nacional da Caatinga

Genuinamente Brasileira, a Caatinga é um bioma que ocupa uma área de cerca de 844.453 quilômetros quadrados, o equivalente a 11% do território nacional. Engloba os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o norte de Minas Gerais.
Aparentemente, em meio a devastação, muitos acham que não se tem muito que comemorar, mas em meio a tudo isso, um grupo de amigos formado pelo Pablo Ricardo, Gustavo Bezerra, Fábio Lopes, Professor Arnaldo Viturino e Bruno Bezerra desenvolvem o Projeto “Bichos da Caatinga”, que visa mapear e proteger os animais que vivem no Bioma.

O projeto conta com apoio de algumas empresas e entidades, a exemplo da CDL de Santa Cruz do Capibaribe e já existe há um bom tempo, tendo surtido efeitos muito positivos. A Fanpage do projeto registra imagens muito bonitas de animais da Caatinga, que mesmo em meio a seca, resistem em seu habitat natural.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Parabéns



Quem fez idade nova essa semana, foi a colaboradora do Sindilojas-CDL, Tais Cardoso. Ela que secretaria o Sindilojas da Capital das Confecções e desenvolve um excelente trabalho. À ela, todos os votos de aplausos, carinho e desejos de felicidade pela data maravilhosa. Receba o carinho de todos nós que fazemos a CDL de Santa Cruz do Capibaribe e de toda diretoria do Sindilojas. Parabéns Taís.


Receita alerta empresas sobre irregularidades na Contribuição Previdenciária

Fonte: Agência Brasil

A Receita Federal iniciou nesta terça-feira (25) a segunda etapa das ações do Projeto Malha Fiscal da Pessoa Jurídica em 2017, com foco em sonegação fiscal relativa à Contribuição Previdenciária. O total de indícios de sonegação verificado nesta operação, no período de junho de 2012 a dezembro de 2016, é de R$ 532,3 milhões, envolvendo 7.271 empresas em todo o país, informou a Receita, em Brasília.

A Subsecretaria de Fiscalização envia hoje cartas às empresas, alertando-as sobre inconsistências declaradas no Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP). Se as inconsistências forem confirmadas, vão gerar a necessidade de o contribuinte encaminhar o GFIP retificador e efetuar o recolhimento das diferenças de valores de Contribuição Previdenciária com os devidos acréscimos legais.

Constatado o erro nas informações fornecidas ou tributo pago a menor, o contribuinte poderá se autorregularizar até o início do procedimento fiscal, previsto para junho de 2017, explicou a Receita Federal.

As inconsistências encontradas pelo Fisco podem ser consultadas em demonstrativo anexo à carta, e as orientações para autorregularização no próprio corpo da carta que foi enviada pela Receita ao endereço cadastral constante do sistema de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

Caixa postal dos contribuintes

Para confirmar a veracidade das cartas enviadas, a Receita encaminhou mensagem para a caixa postal dos respectivos contribuintes, que podem ser acessadas por meio do e-CAC.

Nesta segunda etapa, 7.271 contribuintes serão alertados por meio da carta, e aqueles que ainda não foram intimados, ao identificarem equívoco na prestação de informações à Receita Federal, podem também fazer a autorregularização.

Dessa forma, é possível evitar autuações com multas que chegam a 225% do valor devido, além de representação ao Ministério Público Federal por crimes de sonegação fiscal entre outros, acrescentou a Receita. 

"Os indícios constatados no referido projeto surgiram a partir do cruzamento de informações eletrônicas, com o objetivo de verificar a regularidade do cumprimento das obrigações previdenciárias, relativas à contribuição patronal destinada ao financiamento dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho (Gilrat), incidentes sobre a remuneração paga aos segurados empregados", finaliza a Secretaria da Receita Federal.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Feriado do Dia do Trabalhador não pode ser negociado



O Sindicato das Empresas do Comercio de Bens e Serviços de Santa Cruz do Capibaribe (SINDILOJAS) comunica a todos os lojistas da cidade que na segunda-feira (1º de maio), em virtude do feriado do Dia do Trabalhador, o comércio DEVERÁ ser fechado. O Sindilojas comunica ainda que não haverá nenhuma possibilidade de acordo trabalhista.

Mais informações: (81) 3731-7162.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

CDL fecha neste feriado de Tiradentes



A CDL Santa Cruz do Capibaribe comunica a todos os associados e comunidade em geral que a entidade será fechada na próxima sexta-feira (21), em decorrência do feriado do Dia de Tiradentes. A entidade abre normalmente no sábado (22). Desde já a CDL deseja a todos um bom feriado!

Comunicado Sindilojas referente ao feriado de Tiradentes



O Sindicato Patronal de Santa Cruz do Capibaribe (Sindilojas), comunica a todos os seus associados e lojistas em geral, que o Feriado do dia 21 de abril (Feriado de Tiradentes), o comércio deve ser fechado, porém para os lojistas que desejam abrir suas empresas, poderão fazer acordo trabalhista juntos ao sindicato patronal, que funciona no prédio da CDL de Santa Cruz do Capibaribe. Estes acordos deverão ser feitos até a próxima quinta-feira (20). Os acordos são obrigatórios para os lojistas que queiram trabalhar com seus funcionários.

Para funcionar neste dia, o empresário precisa fazer solicitação junto ao SINDILOJAS, fazer o preenchimento do requerimento e pagar a taxa da contribuição sindical. Mais informações: (81) 3731-7162.

terça-feira, 18 de abril de 2017

É hoje!


Vendas a prazo apresentam leve alta na Páscoa

Fonte: Agência Brasil

As vendas a prazo na Páscoa cresceram 0,93% em relação ao ano passado, após dois anos de queda, informam o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O levantamento levou em conta a semana anterior ao feriado.

Na Páscoa de 2014, último ano que registrou alta no indicador, as vendas a prazo subiram 2,55%. Em 2015, houve queda de 4,93% e em 2016, de 16,81%.

“A alta que tivemos neste ano ainda é insuficiente para voltarmos ao patamar anterior à crise, mas é um sinal de que a fase mais aguda da recessão pode ter ficado para trás. Aos poucos, os consumidores sentem-se mais confiantes para voltar a consumir”, disse, em nota, o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Segundo a entidade, o resultado da Páscoa deste ano rompe uma trajetória de 17 quedas consecutivas nas principais datas comemorativas para o comércio, desde o Dia das Mães de 2014.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Curso de Gestão Estratégica de Vendas da CDL está com inscrições abertas


O que os economistas esperam para o varejo em 2017?

Fonte: Diário do Comércio

Indicadores macroeconômicos, como o desemprego, devem continuar desfavoráveis. Lojista deve buscar eficiência dentro do próprio negócio para ampliar a receita. Historicamente, o crescimento do varejo brasileiro foi superior à evolução do PIB (Produto Interno Bruto, indicador que expressa a soma das riquezas do país). No período de 2000 a 2016, por exemplo, o PIB cresceu em média 2,6% e o varejo, 3,8%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A relação direta entre esses dois indicadores continuou existindo desde o início da crise econômica. A diferença é que os números passaram para o campo negativo.

No ano passado, a retração do PIB foi de 3,6%. Mas o tombo das vendas do varejo foi ainda maior, de 6,2%. Um ano antes, em 2015, a atividade econômica contraiu 3,8% e o varejo encolheu 4,2%. Em um ano em que as perspectivas para a economia são melhores, já que as instituições financeiras projetam alta de 0,41% para a atividade econômica, o que pode acontecer com o varejo? A resposta à essa pergunta não é unânime, já que o assunto divide os economistas ouvidos pelo Diário do Comércio.

Para Fábio Silveira, sócio-diretor da MacroSector, o crescimento do varejo será nulo este ano e, desta forma, mais fraco do que o desempenho do PIB, para o qual a consultoria projeta elevação de 0,30%.
“O setor está se ajustando ao novo momento da economia. Enquanto a indústria dá sinais de recuperação, o comércio está demitindo, pois ainda sofre os efeitos da inadimplência e do desemprego, e isso deve se estender para todo este ano”, diz.

Para Rodolfo Margato, economista do banco Santander, PIB e varejo já deverão ter desempenhos positivos e semelhantes em 2017. Segundo ele, o PIB deve crescer 0,70% e as vendas do comércio, 0,80%. Ele lembra que, nos últimos meses, o índice de inflação teve uma variação menor do que a esperada pelo mercado, o que é na verdade uma surpresa positiva. "No ano passado, a massa real de salários encolheu 3,5%, mas já indica estabilidade este ano. Dados do Caged, do Ministério do Trabalho, também mostram uma menor destruição de postos de trabalho”, diz.

Para Emilio Alfieri, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a recuperação, ainda que lenta, da indústria e da agricultura (em torno de 0,5%) deve levar o indicador que mede a atividade ecônomica como um todo para o campo positivo neste ano. Quanto ao varejo, diz, ainda é cedo para fazer qualquer projeção positiva. Até a metade deste ano, a ACSP projeta uma queda de cerca de 3% para as vendas, considerando o período acumulado de 12 meses.

“As vendas só devem reagir com a redução nos juros e a melhora da confiança do consumidor, que está estabilizada, mas ainda no campo do pessimismo”, diz Alfieri.
Para Ulisses Gamboa, economista da ACSP, inflação e juros em queda não serão suficientes para o consumidor voltar às compras. Apesar disso, são bons indicadores para facilitar a renegociação de dívidas.
“Se o consumidor consegue quitar parte dos débitos e o desemprego para de subir, a confiança e as expectativas podem melhorar, estimulando o consumo. Mas isso não é para já”, diz. Ele também afirma que o recurso sacado das contas inativas do FGTS deve funcionar como agrado para os comerciantes. "Mas a maior parte desse dinheiro será usada para pagar dívidas".

QUANDO A ECONOMIA CRESCIA

Os economistas dizem que o varejo teve desempenho superior ao crescimento do PIB por quase duas décadas porque a política monetária favorecia a expansão do crédito e o endividamento das famílias.
Por dez anos, até 2014, dirigentes de grandes redes de varejo viveram uma década de ouro, devido ao expressivo crescimento das empresas do setor.

“Os consumidores eram estimulados a comprar porque tinham acesso ao crédito, e prazos mais longos para pagar. Em certo período, era possível comprar um veículo e parcelar o pagamento em até 84 meses”, diz Alfieri. Hoje, os indicadores macroeconômicos não favorecem o consumo como naquele período. Os juros continuam elevados, o crédito está escasso e o desemprego não para de subir - a taxa atual é de 12,6%. Indicadores que medem a confiança do consumidor, apontados pelos economistas como sinalizadores decisivos para a retomada do varejo, estão em patamares muito baixos.

Pesquisa da ACSP/ Ipsos revela que, em março, 56% dos consumidores se sentiam inseguros no emprego e 66% disseram que não pretendiam comprar eletrodomésticos nos próximos seis meses.
O dado faz parte do Índice Nacional de Confiança (INC), que varia de zero a 200 pontos, e registrou 71 pontos em março, abaixo do registrado em fevereiro (74 pontos) e inferior ao de março de 2016 (73 pontos). Quando a pontuação está abaixo de 100, o consumidor está pessimista. Quando oscila de 100 a 200 pontos, otimista.

O desempenho do varejo continua negativo neste início de 2017. No primeiro bimestre, as vendas do comércio restrito caíram 2,2% em relação a igual período do ano anterior e 5,4% em 12 meses, de acordo com o IBGE. O ponto positivo é que as quedas nas vendas estão diminuindo. No acumulado de 12 meses até dezembro de 2016, a retração atingiu 6,2% e até janeiro deste ano, 5,5%.
Apesar disso, alguns setores tiveram desempenho positivo. Em fevereiro, as vendas do setor de vestuário, tecidos e calçados subiram 3,6% em relação a igual período do ano passado, um sinal de que o pior momento da crise já passou.

Os últimos dados do varejo, divulgados pelo IBGE, levaram a Confederação Nacional do Comércio (CNC) a rever a projeção para as vendas do setor neste ano - de um crescimento de 1,2% para 1,5%.
Para Fábio Bentes, economista da entidade, a queda da inflação e o início do processo de queda dos juros começaram a produzir algum efeito positivo em setores mais dependentes de crédito.

Mesmo que o varejo saia do campo negativo para o positivo e termine este ano com crescimento, ainda vai levar tempo para que os lojistas atinjam os patamares de vendas que tinham antes da crise.
"Não adianta ficar esperando por condições macroeconômicas para tocar o negócio. Enquanto os juros não diminuírem mais e a confiança do consumidor ainda rodar abaixo de 100 pontos, o comerciante não verá dias melhores", diz Alfieri.

De acordo com ele, o lojista terá mesmo de adotar medidas microeconômicas para sobreviver pelo menos até o fim deste ano. Isto quer dizer, olhar para dentro da empresa, prestar atenção no cliente e nos produtos que oferece. Enfim, buscar eficiência. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Estilista Santa-cruzense se classifica para segunda fase do Reality “Caixa de Costura”

Pautado pela necessidade de aprender e ensinar, como ele mesmo se define, Jorge Feitosa, estilista santa-cruzense, faz da costura sua carreira na cidade de São Paulo, que antes iniciara em Santa Cruz do Capibaribe, lugar ao qual ele faz questão de relembrar, afinal, são suas raízes que o orgulha.

Pois bem, sua humildade e capacidade técnica lhes levaram a um dos mais importantes reality de moda do Brasil, o Caixa de Costura, programa apresentado pela Patrícia Poeta, no Canal por assinatura, GNT, sob a análise dos estilistas André Lima e Isabela Capeto.

No desafio do Programa Caixa de Costura, que foi ao ar na noite desta quarta-feira (12), Jorge Feitosa, juntamente a outros dois concorrentes estilistas, tiveram que desenvolver uma saia de renda, sendo o estilista santa-cruzense o melhor, no que diz respeito a eficiência, pois Jorge conseguiu utilizar bem o tempo e concluir a frente dos demais o seu produto, além do design do produto.

Na análise dos estilistas André Lima e Isabela Capeto, a saia do Jorge foi a melhor, pois o mesmo atendeu melhor a proposta do programa, que era de fato criar uma saia de renda. O estilista André Lima enfatizou que no produto do Jorge, se percebe sim, uma saia de renda, as outras a renda entrou apenas como coadjuvante. Isso consagrou Jorge como classificado para a próxima fase do Programa. A ele, todos nós de Santa Cruz do Capibaribe desejamos sucesso e queremos ver seu brilho Jorge. Muito Sucesso, porque o seu brilho nos enche de orgulho!


Para ver a análise dos estilistas André Lima e Isabela Capeto, clique aqui!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

CDL Jovem planeja Campanha do Dia da Liberdade de Impostos

A diretoria da CDL Jovem de Santa Cruz esteve reunida para planejar uma das campanhas que mais geram repercussão na cidade. É a ação do Dia da Liberdade de Impostos – DLI, onde a CDL Jovem promove uma Campanha de venda de um determinado produto totalmente livre de imposto, a fim de demonstrar ao consumidor o que ele paga de impostos em apenas um produto.

A ação, que geralmente é realizada em um posto de combustível, onde o posto revende uma quantidade de litros de gasolina sem impostos. Sobre isso e outras ações durante a campanha DLI, os diretores jovens da CDL estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (12), para planejar o evento, que está previsto para ocorrer no final de maio.



Comunicado CDL


Como a Receita está de olho no seu patrimônio pelas redes sociais

Fonte: Portal Exame

O contribuinte declara que é dono de uma empresa que fatura 100 milhões de reais, mas posta fotos no Facebook participando de churrascos em uma comunidade. Outro nega ser o dono de uma empresa, mas aparece dando palestra para os funcionários em um vídeo no YouTube. Já outro nega ter qualquer vínculo com um “laranja”, mas a ligação aparece em redes sociais, seja por meio de uma amizade ou fotos.

São esses tipos de informações que a Receita Federal busca na internet para verificar se as informações contidas na declaração do Imposto de Renda dos contribuintes são verdadeiras. “Agregamos pesquisas feitas pela internet e nas redes sociais a todas as informações que os auditores já têm, como documentos registrados em cartórios e extratos bancários”, explica Flávio Vilela, diretor de fiscalização da Receita.

E cada vez mais essa coleta de dados é aprimorada. Por exemplo, esse será o primeiro ano que o Fisco irá utilizar inteligência artificial para checar dados informados pelos contribuintes na internet. O uso da ferramenta permitirá à Receita coletar uma quantidade maior de informações de forma automatizada, em complemento ao trabalho de auditores especializados nesse tipo de busca. “Vamos atingir pessoas que não conseguíamos atingir antes”, conclui o diretor. A inteligência artificial já era usada para evitar sonegação de impostos nas operações de importação e exportação.

Engana-se quem pensa que essas pesquisas na internet feitas pela área de fiscalização do Fisco se restringem a contribuintes com patrimônio de mais de 1 milhão de reais, que exigem uma investigação mais complexa. “Também utilizamos esses recursos para buscar a origem de pequenos valores”, conta Vilela.

Por conta do aprimoramento contínuo da fiscalização, nos últimos três anos a Receita Federal estima ter recuperado mais de 1 bilhão de reais em impostos, sonegados por cerca de 2 mil contribuintes.

Como é feita a pesquisa

Com base em documentos e extratos, a busca feita pela Receita pesquisa menções, vínculos e até fotos postadas nas redes sociais. O sistema geralmente utiliza palavras chaves para investigar bens de maior valor, como iates e aviões.

Já fotos de viagens ao litoral podem ser um sinal de que o contribuinte tenha patrimônio declarado naquela cidade, como imóveis. Ao constatar isso, a Receita faz uma pesquisa de bens relacionados ao contribuinte nos cartórios locais.

Mais do que agregar informações, essa varredura pode servir como prova para a cobrança de impostos. Foi o caso do empresário que apareceu dando palestra para a equipe de sua empresa no Facebook como diretor, mas negava a função. “Anexamos o vídeo como prova no processo para pagamento do imposto”, conta Vilela.

Foco são “laranjas”

O alvo mais comum de pesquisas do Fisco pela internet é o que Vilela chama de “esvaziamento patrimonial”. “O dinheiro que não é declarado geralmente não está no nome do contribuinte. Ele pode colocá-lo no nome de uma empregada doméstica ou de parentes próximos. Desde que não seja uma doação aos filhos, devidamente informada à Receita, isso é sonegação”.

O diretor conta que muitas vezes a Receita tem elementos para elaborar um auto de infração (procedimento administrativo que é aberto quando se constata infrações, como falta de pagamento de impostos), como um grande volume movimentações financeiras. No entanto, o contribuinte não tem patrimônio em seu nome para que a sonegação seja comprovada. “Nesse caso, vamos atrás de informações para saber quem é o verdadeiro dono”.

São os vínculos nas redes sociais, cruzados com informações sobre movimentações financeiras, que podem mostrar se o dinheiro está sendo transferido, e para onde.

Ainda que o contribuinte que é alvo da operação se preocupe em proteger os dados, menções a ele feitas por amigos na rede podem deixar rastros das infrações, conta Vilela. “Já conseguimos provar que um contribuinte era dono de uma empresa porque o motorista postou no Facebook que ele era o seu patrão”.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Vice-Presidente da CDL fala sobre associativismo para Câmara Setorial das Escolas

Os diretores das instituições de ensino particulares, que formam a Câmara Setorial das Escolas da CDL de Santa Cruz do Capibaribe tiveram um encontro na manhã desta terça-feira (11), onde puderam conhecer o trabalho desenvolvido pela CDL ao longo desses 24 anos, através de um café da manhã, promovido pela entidade para a câmara setorial.

A apresentação foi realizada pelo vice-presidente da entidade, Fábio Lopes, que falou sobre a relevância da instituição para o cenário local, regional e até nacional. “Nossa CDL é a quarta maior entidade do Estado de Pernambuco e, tudo isso, graças a um trabalho sério que é desenvolvido. Portanto, é preciso que vocês entendam que ao se integrar a uma Câmara dessas, vocês automaticamente têm a responsabilidade de representar a CDL”, pontuou.


Em seguida, Fábio Lopes, falou sobre a importância do associativismo, relatou a necessidade de fazer um trabalho em conjunto e de forma segmentada, assim como também apresentou os cases de sucesso das outras câmaras setoriais.


Logo após a apresentação do vice-presidente, as diretoras e diretores puderam tirar dúvidas e pontuar sua satisfação em fazer parte da Câmara Setorial, o que para eles, tem agregado valor ao grupo.


Comunicado Sindilojas - Feriado Sexta-feira Santa

O Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços de Santa Cruz do Capibaribe (SINDILOJAS) informa a todos os empresários que, no dia 14 de abril, sexta-feira, é feriado, alusivo a Sexta-feira da Paixão de Cristo. O SINDILOJAS informa ainda que, caso o empresário deseje abrir a loja deverá fazer o acordo coletivo de trabalho. Basta se dirigir até a sede do SINDILOJAS, que funciona na CDL para solicitar autorização de funcionamento até quinta-feira (13).


Para funcionar neste dia, o empresário precisa fazer solicitação junto ao SINDILOJAS, fazer o preenchimento do requerimento e pagar a taxa da contribuição sindical. Mais informações: (81) 3731-7162.

Entrega da declaração do Imposto de Renda 2017 termina em 28 de abril

O prazo de entrega do Imposto de Renda 2017, referente aos ganhos de 2016, começaram no dia 2 de março e termina em 28 de abril, segundo informou a Receita Federal.

Ao contrário de anos anteriores, o governo antecipou o anúncio do cronograma do Imposto de Renda para janeiro, em vez de fevereiro, por meio de instrução normativa publicada no "Diário Oficial da União".

De acordo com o comunicado, a Receita vai disponibilizar os para download os programas relativos ao carnê leão e a ganho de capital no dia 20 de janeiro. No dia 23 de fevereiro, será a vez do Programa Gerador da Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física 2017 (DIRPF 2017)
Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, também recebem mais cedo as restituições do Imposto de Renda – caso tenham direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Os valores normalmente começam a ser pagos em junho de cada ano pelo governo e seguem até dezembro, geralmente em sete lotes.

Com informações do G1 - Portal de Notícias da Globo

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Receita libera consulta a lote de restituição do Imposto de Renda

Fonte: Agência SEBRAE

O crédito bancário para 104.963 contribuintes será feito no próximo dia 17, totalizando R$ 216,9 milhões. Desse total, R$ 84,2 milhões são contribuintes que têm prioridade para receber: 19.043 idosos e 1.812 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. Os valores da restituição são corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistência de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita a consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com o aplicativo, é possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, poderá fazer um requerimento pela internet, no Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Simples pode ser modelo para a reforma tributária no Brasil

Fonte: Agência SEBRAE

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirmou nesta quinta-feira (6) que o Simples Nacional, destinado aos pequenos negócios e que unifica oito impostos em uma única guia de pagamento, é um modelo para a reforma tributária a ser implantada no país. “O Brasil precisa de um grande Simples, que vem funcionando com total êxito desde a sua implantação”, ressaltou Afif, durante reunião do Conselho Superior de Direito da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que debateu pontos da reforma tributária com o relator do projeto na Câmara Federal, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR).

Afif apoia a proposta tributária que está em discussão no Congresso Nacional, mas defende que se estabeleçam prazos para as medidas entrarem em vigor e que elas sejam divididas em fases, reduzindo a resistência de setores como os governos estaduais. “O Samuel Klein (fundador da Casas Bahia) nos ensinou que à vista nem sempre é possível vender, mas a prazo sim. Não é uma questão de fatiar a reforma, mas ela pode ser dividida em fases, diminuindo as resistências", detalhou.

O presidente do Sebrae ressaltou que, antes mesmo da votação da proposta de reforma tributária, medidas de simplificação já podem ser adotadas em curto prazo. Ele lembrou que o Sebrae fechou uma parceria com o Governo Federal para criar uma série de sistemas com o objetivo de melhorar o ambiente de negócios, reduzir a burocracia e dar mais agilidade aos processos de gestão das micro e pequenas empresas. O convênio, no qual o Sebrae investirá R$ 200 milhões, permitirá a criação de dez sistemas que irão diminuir a complexidade e o tempo gasto no cumprimento das obrigações tributárias, previdenciárias, trabalhistas e de formalização. “Esses sistemas são um preparo para a simplificação que ocorrerá com a reforma tributária”. 

Outro ponto destacado por Afif é o auxílio do Sebrae na elaboração das propostas para o projeto de reforma tributária. A instituição contratou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para elaborar estudos com sugestões que possam subsidiar o debate sobre a reforma. O Sebrae vai usar a sua experiência na simplificação para ajudar na elaboração das propostas. 

“Fizeram do nosso sistema um verdadeiro manicômio tributário, que conspira contra o crescimento econômico”, disse o deputado Luiz Carlos Hauly. Ele destacou que o sistema, além disso, é regressivo, beneficiando que tem renda maior. “Quem ganha até dois salários mínimos, compromete 53,9% da sua renda com o pagamento de tributos. Já o índice de quem ganha até 30 salários mínimos é de 36,6%”, explicou.

O modelo proposto por Hauly contempla a extinção de tributos que vigoram hoje e a criação do Imposto de Valor Agregado (IVA) Nacional, acrescido do Imposto Seletivo Monofásico (ISM), que envolveria setores como energia elétrica, comunicações, veículos, cigarros e bebidas. A manutenção do Supersimples está contemplada nesta proposta. 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Pedidos de falência têm queda de 9,9% entre janeiro e março

Fonte: Agência Brasil

Os pedidos de falência caíram 9,9% em todo o país no acumulado dos três primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2016. A informação foi dada hoje (5), em São Paulo, pela Boa Vista - Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Em março, houve queda de 5,2% na comparação com o ano anterior.

Segundo a pesquisa, as falências decretadas no trimestre subiram 7,6%. Na comparação com março de 2016, houve alta de 6,9%. Os pedidos de recuperação judicial apresentaram queda de 15,2% em três meses e alta de 14,6% em relação a março do ano passado. As recuperações judiciais aumentaram 10,2%, alta de 22,2% em relação a março de 2016.

As pequenas empresas foram as mais afetadas porque responderam por 88% dos pedidos de falência e por 92% das falências decretadas no trimestre. Nos pedidos de recuperação judicial e nas recuperações judiciais deferidas, as pequenas empresas representaram 93% do total de casos.

Indústria e serviços lideram

Entre os setores da economia, no trimestre, a indústria teve o maior percentual de pedidos de falência (39%), seguida do setor de serviços (35%) e do comércio (26%). Em relação ao mesmo período do ano anterior, o setor industrial caiu 15%, o comércio, 15,6%, e o setor de serviços, caiu 21%.

A avaliação dos pesquisadores é que, passado o período de intensa retração da atividade econômica,  com redução do consumo, restrição e encarecimento do crédito, as empresas passam a esboçar sinais mais sólidos de recuperação.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

EMPRETEC 2017: Ainda há vagas


3º Moda e Negócios

Conquista de novos mercados através de ações comerciais proativas. Maior visibilidade comercial e o fortalecimento da credibilidade das empresas da região, frente ao mercado varejista de todo o país. Além de fortalecer a parceria entre clientes/representantes comerciais/fornecedores.



terça-feira, 4 de abril de 2017

CDL parabeniza sócios aniversariantes do mês de Abril


SENAI Santa Cruz do Capibaribe faz promoção pague um curso, faça dois


Neste mês de abril o SENAI Santa Cruz do Capibaribe está realizando uma promoção para quem está interessado em se capacitar na área de Vestuário.  Este mês ao se inscrever para realizar o curso de Confecção de Peça Piloto, o estudante receberá o curso de Costureiro de Confecção em Série - Malha gratuitamente. As inscrições para o curso são presenciais na Unidade e devem ser feitas até o dia 17 de abril. Vagas limitadas.

Após a inscrição o primeiro curso a ser realizado é o de Costureiro de Confecção em Série – Malha. Ele tem duração de 160 horas e prepara profissionais para confeccionar artigos do vestuário e têxteis, operar máquinas de costura para o segmento de malha, trabalhando sob supervisão técnica e de acordo com as normas de qualidade, produtividade, segurança, saúde e preservação ambiental. Para fazê-lo, o interessado precisa ter idade mínima equivalente a 16 anos e conhecimentos equivalentes ao Ensino Fundamental completo. As aulas estão previstas para começar no dia 17 de abril, no turno da noite.

Já o curso de Confecção de Peça Piloto o candidato precisa ter idade mínima de 16 anos e conhecimentos equivalentes ao Ensino Fundamental completo e conhecimentos prévios em Modelagem e Costura Industrial. O curso tem duração de 80 horas e depois dele os estudantes saberão manipular máquinas, equipamentos e acessórios; ter noções de controle de qualidade; noções de corte para pilotagem; noções de modelagem; tabela de medidas; tipos de tecido; aspectos técnicos dos tecidos com e sem elastano; ficha técnica; interpretação e adaptação de modelos; pilotagem de peças do vestuário; controle dos desperdícios. As aulas começarão no dia 14 de junho e serão realizadas no turno da noite.

Para se inscrever é necessário preencher os requisitos descritos acima e se dirigir até a Unidade (Rua Maria Paulina da Conceição, 251, Nova Santa Cruz | Santa Cruz do Capibaribe - PE) com RG, CPF e cópias de comprovante de residência e escolaridade. O curso de Confecção de Peça Piloto custa R$ 575 reais, que pode ser dividido em até 10 vezes no cartão de crédito. Mais informações, pelo 0800 600 9606.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Novas regras para rotativo do cartão de crédito valem a partir desta segunda

Fonte: Agência Brasil

A partir deste mês, os consumidores que não conseguirem pagar integralmente a tarifa do cartão de crédito só poderão ficar no crédito rotativo por 30 dias. A nova regra, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro, entrará em vigor amanhã (3).

A medida consta da reforma microeconômica anunciada pelo governo no fim do ano passado. Os bancos tiveram pouco mais de dois meses para se adaptarem à nova regra, que obrigou as instituições financeiras a transferirem para o crédito parcelado, que cobra taxas menores, os clientes que não conseguirem quitar o rotativo do cartão de crédito nos primeiros 30 dias.

Durante esse período de quase dois meses, os bancos definiram as novas taxas para o crédito parcelado. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a medida tem o potencial de reduzir pela metade os gastos com juros em 12 meses.

Impacto

No entanto, o diretor econômico da entidade, Miguel de Oliveira, diz que o impacto das medidas sobre os juros só será conhecido nos próximos meses.

“Em primeiro lugar, muitos bancos fixaram taxas bem elásticas, que podem chegar de 1,99% a 10% ao mês, dependendo da instituição financeira e do histórico [capacidade de pagamento] do consumidor. Então, fica difícil saber qual será o efeito efetivo, porque cada consumidor tem uma taxa personalizada, e a gente precisa ver quem não conseguirá pagar a fatura integral”, acrescentou Oliveira.

Em fevereiro, após o anúncio da nova regra, a taxa média do crédito rotativo subiu de 15,12% para 15,16% ao mês, conforme pesquisa mensal da Anefac. A taxa média do crédito parcelado foi na contramão e caiu de 8,34% para 8,30% ao mês. Segundo Miguel de Oliveira, os juros do cartão só deverão sofrer influência das novas regras a partir de maio.

“Como a nova regra limita em 30 dias o prazo do rotativo, o consumidor que não conseguir pagar a fatura de março vai cair no rotativo em abril e só passará para o crédito parcelado em maio. Só lá, nossos levantamentos começarão a refletir os efeitos da mudança”, esclareceu Oliveira.

Dívida multiplicada

Com base em dados mais recentes da Anefac, de fevereiro, a taxa média de 15,16% ao mês no crédito rotativo equivale a 444,03% ao ano. Ao fim de três meses, uma dívida de R$ 1 mil na fatura do cartão subiria para R$ 1.527,23. Ao fim de 12 meses, equivaleria a R$ 5.440,26.

Com a nova regra, pela qual a taxa mais alta – de 15,16% ao mês – incidirá nos primeiros 30 dias e a taxa de 8,3% ao mês incide nos meses restantes, a dívida aumenta para R$ 1.350,70 em três meses e para R$ 2.768,31 em 12 meses. A diferença chega a 11,6% em 90 dias e a 49,1% em um ano.

O cálculo, no entanto, leva em conta as taxas médias de juros. A economia efetiva pode variar porque os bancos personalizam as taxas para cada consumidor no rotativo e no crédito parcelado. Os juros finais também variam em função do histórico e da capacidade de pagamento do cliente.

Pesquisa diz que aumento no número de consumidores na Páscoa será de 2%

Fonte: Agência Brasil

Pesquisa nacional divulgada esta semana pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e Instituto Ipsos revela um aumento de 49% para 51%, ou o correspondente a 77,8 milhões de pessoas, no número de brasileiros que pretendem ir às compras na Páscoa.

A consulta foi feita entre os dias 1º e 11 de fevereiro passado, com uma amostra de 1,2 mil entrevistados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Florianópolis e Brasília, além de outras 64 cidades do país.

Gerente de Economia da Fecomércio-RJ, Christian Travassos informou que o aumento não é tão expressivo, mas representa um cenário de evolução econômica. “Se a gente juntar isso com o crescimento do ticket médio, que passou de R$ 74,98 para R$ 82,41, é mais um sinal que estamos construindo melhoras graduais na economia”, disse Travassos.

Para o economista, os indicadores de confiança do consumidor e do comércio também apontam nessa direção, acrescidos dos resultados de inflação em desaceleração e dos juros em queda.

Com base no gasto médio dos consumidores com presentes da Páscoa, a estimativa da Fecomércio-RJ/Ipsos é de que a data injetará na receita do comércio nacional cerca de R$ 6,4 bilhões. “No momento em que vivemos na economia, toda ajuda é bem-vinda para injetar ânimo no comércio e no consumo em geral”. Entre os 51% de brasileiros que manifestaram intenção de presentear na Páscoa, 81% disseram que comprarão ovos de chocolate e 24%, bombons.

Christian Travassos lembrou que a Páscoa não é uma data que exige valores mais altos nos presentes. “Em relação ao Dia das Mães ou Natal, por exemplo, são produtos mais em conta”, afirmou. Sobre a forma de pagamento, 89% dos consultados responderam que pretendem comprar à vista e 7% em prestações.

Expectativas

Conforme Travassos, a expectativa no médio prazo é que o cenário econômico melhore gradualmente, com a inflação e os juros em queda. O economista acrescentou que o consumidor está sempre ligado no impacto da inflação no dia a dia, porque, quando a inflação está elevada, compromete o poder de compra.

De acordo com o gerente da Fecomércio-RJ, outro fator que já apresentou melhora em fevereiro foi o emprego. Segundo ele, a perspectiva é que melhore de forma mais visível no terceiro trimestre deste ano. “O próprio Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged) já mostrou saldo líquido de vagas positivo após 22 meses de contração. Parou, ainda que tenha ficado estável. O fato de ter parado de deteriorar vagas foi positivo. Vamos ver o que vai ocorrer em março e abril.”

Acompanhando a maioria dos analistas, o economista disse acreditar que há uma perspectiva de melhora mais visível nos próximos trimestres. "O emprego e as vendas do comércio começarão a crescer em cima de um resultado que não era favorável. Vamos começar a avançar, de modo a compensar perdas de 2015 e 2016.”