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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

CONFIANÇA DO CONSUMIDOR VOLTA A CRESCER E ATINGE 41,4 PONTOS EM JULHO, MOSTRA INDICADOR DO SPC BRASIL E CNDL

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil

Mesmo com incertezas no cenário político e econômico, a confiança do consumidor voltou a crescer e atingiu 41,4 pontos em julho, ante os 39,4 pontos do mês anterior. Os dados do Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que o consumidor brasileiro segue cauteloso ao avaliar o desempenho da economia e da própria vida financeira.

“Ainda que o cenário traçado em julho tenha sido ligeiramente melhor do que o traçado em junho, quando o país esteve sob o impacto de novas turbulências no campo político, o número segue abaixo do que se considera satisfatório e, devido às incertezas ainda presentes, não se pode descartar novos retrocessos no humor do consumidor”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

O Indicador de Confiança é composto pelo Subindicador de Expectativas, que passou de 51,1 para 52,7 pontos e pelo Subindicador de Condições Atuais, que registrou 30,2 pontos em julho ante 27,8 pontos em junho. A escala dos indicadores varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, mais confiantes estão os consumidores.

Desemprego e preços elevados: os principais sintomas da economia ruim

De acordo com o levantamento, 81% dos consumidores avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 15%, o desempenho é regular e para apenas 2% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, os principais sintomas são o desemprego elevado (51%), o aumento dos preços (24%), apesar da desaceleração da inflação, e as altas taxas de juros (10%).

Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do Brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. De acordo com a sondagem, 41% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssima. Outros 42% consideram regular e um percentual menor, de 14%, consideram que vai bem.

O orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 37% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (35%), a queda da renda familiar (15%), imprevistos (5%), e a perda de controle financeiro (4%).

“O momento atual é ruim para a economia e isso claramente afeta a vida financeira dos consumidores”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Porém, a percepção de deterioração da economia é mais acentuada do que na vida pessoal.”

40% dos consumidores estão pessimistas com o futuro da economia

A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil e descobriu que 40% estão declaradamente pessimistas. Quando essa avaliação se restringe a vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para 11%.  Os otimistas com a economia são apenas 15% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 56% dos entrevistados.

Para justificar a percepção predominantemente pessimista com os próximos seis meses da economia, mais uma vez a questão da desconfiança com a representação política aparece: 32% desses entrevistados citam a corrupção e 23% o desemprego alto.

Já entre a parcela majoritária que manifesta otimismo com a própria vida financeira, a maior parte (31%) não sabe explicar as razões: apenas diz esperar que coisas boas devem acontecer. Além desses, 16% acreditam que irão conseguir um emprego e 13% têm a perspectiva de conseguir um emprego melhor ou uma promoção.

72% notaram aumento de preços nas compras de supermercado

Para quase metade dos consumidores (48%), o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida. Para a economista-chefe, a questão dos preços reflete a corrosão da renda das famílias, que mesmo com a queda da inflação, ainda não foi recuperada. Também pesa sobre o orçamento das famílias o desemprego, citado por 22%, e o endividamento, mencionado por 14%. Além desses, 8% citam a queda dos rendimentos mensais e 4% dizem que nada está pesando sobre a vida financeira familiar.

Se o custo de vida incomoda, é nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 72% notaram que os preços aumentaram nesses locais. Para 62%, também aumentou o preço da energia elétrica. Também houve a percepção de aumento dos preços de roupas e calçados (50%), bares e restaurantes (46%), telefone fixo (44%) e nas tarifas de combustíveis (41%).

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Ainda há tempo para você participar da 25ª Convenção do Comércio Lojista de Pernambuco


Secretaria da Fazenda disponibiliza nota fiscal avulsa para consumidores do Polo de Confecções

Fonte: G1 - Caruaru e Região



A Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco (Sefaz-PE) já disponibilizou aos consumidores que adquirem mercadorias no Polo de Confecções do Agreste a possibilidade de emitir a nota fiscal avulsa. O site da Sefaz já está preparado para fazer a emissão do documento que trará uma segurança jurídica para que os compradores possam transitar com as mercadorias em todo do território nacional.

Esta nova situação vai atender aos consumidores de fora do Estado. São clientes das empresas do Polo de Confecções, que não recebem a nota fiscal de algumas delas, sobretudo as de menor porte. Muitas não têm estrutura ou organização administrativa para garantir a emissão do documento.

Com isso, para sair com a mercadoria de Pernambuco e transitar livremente com os produtos, os compradores são obrigados a recorrer a empresas “laranjas”, que emitem uma nota fiscal irregular sem que o ICMS devido seja pago.

Essa operação gera uma insegurança fiscal que faz com que muitas mercadorias sejam apreendidas antes de chegarem ao destino final. A possibilidade de ter os produtos perdidos fez com que vários consumidores, sobretudo aqueles que adquirem significativa quantidade de itens para a revenda, deixassem de comprar aos produtores locais e procurassem ambientes de compras em outros Estados.

Para resolver essa situação, o Governo do Estado tomou a iniciativa da emissão da nota fiscal avulsa com a cobrança da alíquota de ICMS de apenas 2% na operação. Essa cobrança tem o objetivo de desestimular a informalidade. “A proposta do Governo de Pernambuco foi elaborada com base em sugestões das próprias empresas do polo, que estavam perdendo clientes. Por ano, calculamos que serão emitidas cerca de 30 mil notas fiscais avulsas”, explica o secretário da Fazenda de Pernambuco, Marcelo Barros.

Ele informa que a alíquota de 2% foi decidida em conjunto com os empresários do polo e que a cobrança não visa aumento na arrecadação. “Os nossos principais objetivos são dar segurança fiscal aos compradores e acabar com a atividade dos ‘laranjas’, já que a alíquota cobrada será bem menor do que aquela que eles impõem”, completa.

Em um segundo momento, as notas fiscais avulsas serão emitidas pelos Espaços da Moda, que vão ser criados para viabilizar a prestação de serviços de diversos órgãos estaduais, reunidos no mesmo ambiente. “Estamos sempre atentos às necessidades do Polo de Confecções do Agreste”.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Volume de exportações cresce 12,5% em julho, aponta a FGV

Fonte: Agência Brasil

O volume de exportações brasileiras aumentou 12,5% entre julho de 2016 e julho deste ano, segundo dados dos Indicadores de Comércio Exterior, divulgados hoje (15), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em junho, a alta havia sido de 15,6%. No entanto, os preços dos produtos exportados só cresceram 0,7% no período.

O volume das commodities (mercadorias com preços fixados em dólar) teve expansão de 19,6%, enquanto as não commodities acusaram uma alta de apenas 5,7%. Entre as atividades econômicas, o principal destaque ficou com a indústria extrativa, com crescimento de 49,7% no volume exportado.

O setor agropecuário exportou 26% a mais em volume no período. Já a indústria da transformação teve a alta mais modesta entre os três setores: 3,1%.

Já entre as categorias de uso, os bens de consumo duráveis tiveram aumento de 52,5% e os bens intermediários (insumos para o setor produtivo) de 5,3%. Os bens de consumo semiduráveis tiveram uma variação quase nula (0,1%), enquanto os bens de consumo não duráveis ficaram estáveis. Já os bens de capital (máquinas e equipamentos) registraram queda de 7%.

Importações

O volume das importações cresceu 10,8%, enquanto os preços caíram 1,5%. Em relação ao volume das atividades econômicas, a indústria extrativa importou 40,6% mais, seguida pela indústria da transformação (0,5%). Já a agropecuária teve uma queda de 24,8%.

Entre as categorias de uso, a importação de bens de consumo semiduráveis foi a que mais se destacou, com alta de 34,9%. Os bens intermediários anotaram um aumento de 10,2%, enquanto os bens de consumo duráveis variaram 0,5%. Por outro lado, caíram as importações de bens de consumo não duráveis (-9,4%) e de bens de capital (-31,1%).

Colaborador CDL


Receita libera 3º lote de restituição do Imposto de Renda

Fonte: Portal Exame


O pagamento do 3º lote de restituição do Imposto de Renda cai na conta nesta terça-feira (15). O lote também inclui restituições residuais de 2008 a 2016.

Para consultar se você foi contemplado, acesse o site da Receita, o aplicativo ou ligue para o Receitafone, no número 146. Nessa etapa, 2.012.753 contribuintes vão receber sua restituição, totalizando 2,8 bilhões de reais.

Se o valor da restituição não for creditado, a Receita recomenda contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio dos telefones 4004-0001  (nas capitais),  0800-729-0001  (nas demais localidades)  e 0800-729-0088 (exclusivo para deficientes auditivos).

Você poderá  agendar  o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

O dinheiro da restituição fica disponível no banco durante um ano. Quem não fizer o resgate nesse prazo terá que solicitá-lo novamente no site da Receita.

Ao consultar a página, você também pode acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Se houver, você pode entregar a declaração retificadora.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Setor de confecção acena recuperação

Fonte: Diário do Comércio

Num ano de incertezas para a economia brasileira, marcado pela crise política, o atraso na agenda das reformas e o risco da não consolidação do ajuste fiscal no longo prazo, ao menos o setor têxtil e de vestuário acena para dias melhores apresentando, em 2017, desempenho acima do esperado. Tanto que a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) reviu neste segundo semestre algumas de suas projeções, acima da produção de vestuário no país, chegando a 5,5 bilhões de peças em 2017, ante 5,41 bilhões de peças em 2016. Já para o varejo de vestuário, a estimativa agora é de incremento de 3% nas vendas, frente à previsão de 2% feita no primeiro mês do ano, chegando a 6,2 bilhões de peças.do que foi divulgado em janeiro. A entidade elevou de 1% para 2% a previsão de crescimento.

É nesse cenário de recuperação do setor de vestuário que acontece este mês em Uberlândia o Triângulo Mostra Moda, feira de confecções que em sua terceira edição vai reunir dezenas de marcas nacionais num ambiente de negócios entre indústrias do setor e lojistas.

Em entrevista concedida ao Diário do Comércio, o presidente executivo da Abit, Fernando Valente, afirmou que não será surpresa se o varejo de vestuário crescer até 4% em 2017. Quanto à produção, segundo Valente, a estimativa da entidade para este ano foi mantida com previsão de aumento de 1% sobre 2016, um total de 1,72 milhão de toneladas. Enquanto isso, a projeção do faturamento do setor têxtil e de confecção deve chegar aos R$ 135 bilhões, alta de 4,7% relativa a 2016.

Outro ponto de referência que demonstra o otimismo no setor são os dados da Pesquisa Conjuntural da Abit, divulgada em junho, que mostram que 53% dos empresários do setor têxtil e de confecção devem elevar a produção nos próximos meses e 47% informaram a intenção de manter níveis pouco acima do registrado atualmente. “Aliado a tudo isso, vale ressaltar ainda que o setor fechou o mês de julho com saldo positivo de 1.567 novos postos de trabalho, contra um corte líquido de 13.298 vagas na indústria em geral”, informou.

“A queda na Selic, a inflação mais baixa e o aumento da produção vão permitir ao varejo levar produtos (ao consumidor) com preços menores durante o período de verão”, observou o presidente da Abit, evidenciando um cenário ainda mais favorável à indústria do setor, uma vez que preços mais baixos praticados pelo varejo induzem ao consumo, o que acaba por beneficiar também as confecções de maneira geral.  “Criar, inovar, aumentar a produtividade e reduzir custos são fatores que contribuem para aumentar a base de consumo”, afirmou Valente, num recado direto aos empresários do setor.

Comissão na Câmara debate alterações na Lei Geral das MPE

Fonte: Agência SEBRAE

Presidente do Sebrae participa de audiência na Câmara dos Deputados.
Em audiência pública realizada na tarde dessa quarta-feira (9), na Câmara dos Deputados, o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, defendeu a implementação das Empresas Simples de Crédito (ESC), um dos principais pontos levantados pelo Projeto de Lei Complementar 341, do deputado Jorginho Mello (PR-SC), que altera a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. As ESC, aprovadas pelo Legislativo junto com o Crescer sem Medo, em outubro de 2016, acabaram vetadas na sanção presidencial e serão reapresentadas nessa nova proposta. 

Além das ESC, o projeto de lei prevê o reajuste anual pelo IPCA do teto do Simples, hoje pré-determinado, e o limite de 3,95% na substituição tributária para empresas optantes. Afif destacou, ainda, o trecho que estabelece que o Simples Nacional passe a integrar o regime geral tributário, uma mudança de conceito que colocará fim ao argumento de que o sistema é um “favor fiscal” e se torne um direito das empresas. “A lei é viva, se adapta e se impõe a quem chama o Simples de renúncia fiscal. Somos água mole em pedra dura porque estamos no caminho certo”. 

A Comissão Especial foi estabelecida para proferir um parecer sobre o texto de Jorginho Mello. Presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, o deputado acredita que vai dar trabalho explicar que as ESC não serão concorrentes dos bancos, mas abrirão novas possibilidades para as micro e pequenas empresas. “O governo anuncia recursos que nunca chegam ao pequeno negócio, que por sua vez demite menos que as grandes empresas porque se supera e se reinventa o tempo todo”, comentou. 

A mesa da audiência foi composta ainda pelo presidente da comissão, deputado Carlos Melles (DEM-MG); pelo relator do projeto, Otávio Leite (PSDB-RJ), e por Fábio Silva, diretor de Empreendedorismo e Artesanato da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Sempe/MDIC). 

Consumo colaborativo cresce e 40% das pessoas trocam hotel por casa de terceiros

Fonte: Agência Brasil

Uma pesquisa inédita do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que o consumo colaborativo vem crescendo no país. Segundo a pesquisa, 40% dos brasileiros, por exemplo, já trocaram a hospedagem em hotel por casas de terceiros.

A hospedagem em casa de terceiros é uma das formas mais conhecidas de consumo colaborativo e foi apontada por 40% dos entrevistados como uma das mais usadas. As caronas para o trabalho ou a escola (39%) , o aluguel de roupas (31%) e o de bicicletas (17%) são as demais formas de consumo compartilhado mais buscadas pelos brasileiros.

De acordo com o estudo, 79% dos consumidores disseram que a economia compartilhada torna a vida mais fácil e 68%, que podem passar a adotá-la em no máximo dois anos. A vantagem dessa forma de consumo é a economia de dinheiro (segundo 47% dos entrevistados) e evitar o desperdício (46%) , mas 47% apontaram a falta de confiança nas pessoas como barreira para a adoção desse modo de consumo. No geral, 71% dos consumidores disseram que ações de economia compartilhada podem enfrentar problemas no Brasil pelo fato de as pessoas não serem confiáveis.

“Os resultados indicam que os brasileiros começam a despertar interesse pelo consumo colaborativo, ao qual ainda aderem de maneira tímida. Talvez porque a economia compartilhada traduza, essencialmente, um jeito novo de encarar as coisas, e nem sempre as pessoas estão abertas a mudanças tão significativas em seus hábitos de consumo”, destacou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Entre as práticas de consumo colaborativo que os brasileiros nunca adotaram, mas às quais se mostram propensos a aderir, está o aluguel de bicicletas e o compartilhamento do ambiente de trabalho (co-working), ambos apontados por 36% dos entrevistados.As práticas que despertam menos interesse são as de hospedagem de animais de estimação em sua própria residência (41%) e o cohousing, aluguel de casa com espaço e recursos compartilhados (37%) .

“O consumo colaborativo é uma poderosa força econômica e cultural em curso capaz de reinventar não apenas o que consumimos, mas principalmente a forma como consumimos as coisas. Evidentemente, tanto quem oferece um serviço quanto quem contrata assume riscos, mas com o crescimento dessa prática, naturalmente, surgem mais mecanismos de salvaguardas despertando mais confiança entre seus usuários”, disse a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawaut.

A pesquisa foi feita em todas as capitais do país com 607 consumidores de idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, com margem de confiança de 95%. A íntegra da pesquisa pode ser conferida em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas.

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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

CDL Jovem promove workshop sobre inovação em Santa Cruz do Capibaribe

Inovando para a competitividade através da liderança coaching. Com essa temática, a CDL Jovem de Santa Cruz do Capibaribe promoveu, na noite desta quarta-feira (09), um workshop voltado para empreendedores jovens do município e da região. O evento foi facilitado pela psicóloga e coach, Vilani Batista. Pontos como: Do sonho à sobrevivência, Como obter das pessoas melhores resultados?, Necessidades pessoais e engajamento, Propósito pessoal e propósito organizacional, Gestão inovadora e Intraempreendedorismo – pessoas como diferencial competitivo, foram abordados, levando o público a refleti sobre suas práticas na gestão empresarial e com pessoas.

A administradora Mariana Cunha, foi uma das participantes do workshop e aprovou o evento. “O processo de liderança nem sempre é fácil, mas torna-se simples quando você faz uso dessas técnicas que a facilitadora, Vilani Batista, nos apresentou. O encontro foi muito proveitoso e nos trouxe perspectivas múltiplas para nosso trabalho.  Certamente, depois desse curso, ficará mais tranquilo conduzir pessoas nas nossas empresas a alcançar, com êxito, os resultados planejados. Além do mais, esse trabalho poderá ser feito, tanto em nossa vida pessoal quanto no ambiente organizacional”, explicou.

Já o presidente da CDL Jovem, Alan César, reforçou a relevância do evento para os empreendedores jovens da cidade. “Esse serviço que estamos trazendo para Santa Cruz do Capibaribe, através da nossa CDL Jovem, só nos fortalece, porque trabalhar com pessoas e impulsionar as mesmas para desenvolver trabalhos com excelência precisa de esforço, dedicação e muita inteligência emocional. Queremos, com isso, fortalecer o processo de gestão das empresas da nossa cidade e colaborar para o seu crescimento”, concluiu.



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

O presente do seu pai, você encontra no comércio de Santa Cruz do Capibaribe


A arte de expor: Curso de Visual Merchandising é desenvolvido na CDL de Santa Cruz do Capibaribe

A vitrine de uma loja funciona como o cartão de visita para o cliente. A mesma precisa ser como um convite para o consumidor entrar. As vitrines precisam está bem arrumadas e promover uma sensação de desejo no cliente, a fim de que o mesmo possa se sentir envolvido pelas peças expostas e adentrar na loja.


Com esse intuito, a CDL Santa Cruz do Capibaribe, está promovendo essa semana o curso de Visual Merchandising. O curso teve início nesta terça-feira (08) e vai contemplar seis encontros. Seu objetivo atender a necessidade das butiques, onde os empreendedores desse segmento possam melhorar cada vez mais a forma de apresentação de suas lojas. A realização do curso conta com a parceria do SEBRAE e do SENAC.

Veja um pouco do trabalho de Rossandro Klinjey em entrevista a Fátima Bernardes




Em Recife, Moda Center anuncia os detalhes da segunda edição do Estilo Moda Pernambuco



Depois de apresentar os detalhes do Estilo Moda Pernambuco (EMP) no mês passado em Santa Cruz, nesta terça-feira (8), o Moda Center reuniu jornalistas e formadores de opinião do Recife no restaurante Rui Paula, no RioMar Shopping, para contar tudo sobre a segunda edição do evento, que acontece de 2 a 7 de outubro. O EMP 2017 vai contar com desfiles conceituais e de marcas do Polo de Confecções de Pernambuco, palestras sobre moda e negócios, entre outros.

O síndico do Moda Center, Allan Carneiro, ressaltou a força do centro atacadista de confecções. “O polo já ocupa mais de 50 cidades, incluindo algumas fora de Pernambuco, como Patos e Campina Grande, na Paraíba”, afirmou. “Empregamos mais de 150 mil pessoas, e somos o segundo maior polo produtor de confecções do Brasil”. Ele destacou a grande movimentação que o Moda Center traz a Santa Cruz. “A gente recebe cerca de 30 mil visitantes semanalmente, em busca de qualidade e do melhor preço”, concluiu.





O público presente ao lançamento do EMP 2017 conheceu detalhes da programação do evento, cuja abertura terá a presença de atores e influenciadores digitais, como o ator Carlos Casagrande e atriz Carol Nakamura, garota propaganda do Moda Center, além do digital influencer Carlinhos Maia e da bailarina Lore Improta. Haverá também desfiles de mais de 30 marcas, como Joggofi, AB&C Moda Infantil, Toda Bela, Zuzinha Kids, Rota do Mar, Cat Pink, Rio Ondas, J&Q Lingerie, Acqualara, Davi Fashion, Rota do Mar, Sport Company, Camboriú, entre outras.

Na programação do dia 3 de outubro está prevista palestra com o apresentador do Esquadrão da Moda, do SBT, Arlindo Grund, que falará sobre “Cenário e Tendências de Moda” e um desfile conceitual com o estilista santa-cruzense Jorge Feitosa, que participou do reality show “Caixa de Costura”, do GNT, e promete trazer uma coleção conceitual para a passarela. Já na quarta, 4, teremos palestra com o idealizador e diretor criativo do São Paulo Fashion Week, Paulo Borges, e com o estilista e professor de moda do Senac Pernambuco Luiz Clério.

Para completar a semana de moda e debate sobre negócios, na quinta, 5, acontece o painel ‘O futuro do Polo de Confecções’ com convite enviado para os prefeitos do polo (Edson Vieira de Santa Cruz do Capibaribe, Raquel Lyra de Caruaru e Edilson Tavares de Toritama), além dos empresários Allan Carneiro (Moda Center), Arnaldo Xavier (Rota do Mar) e Bruno Bezerra (Governança Empreendedora). Na sexta, o dia será de aprendizado com a participação do Armazém da Criatividade/Porto Digital. E para encerrar, o show da Lucy Alves, no sábado, 7, a partir das 21h, com entrada gratuita.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Receita abre hoje consulta ao 3º lote de restituição do Imposto de Renda

Fonte: Agência Brasil

A Receita Federal abre nesta terça-feira (8) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2017. Serão contemplados mais de 2,012 milhões de contribuintes, totalizando cerca de R$ 2,8 bilhões em restituição. O lote multiexercício do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física inclui restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2016.

O crédito bancário para os contribuintes será feito no dia 15 de agosto. Nesse lote, R$ 210,5 milhões serão destinados a contribuintes com preferência para receber a restituição: 45.576 idosos e 6.555 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento.

Declaração retificadora

Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora. A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones, o que facilita a consulta às declarações do contribuinte e à situação cadastral no CPF – Cadastro de Pessoa Física.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se a pessoa não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer um requerimento pela internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento no telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Os montantes de restituição para cada exercício são corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic.

CDL parabeniza os sócios aniversariantes do mês de agosto


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O curso de Vitrinismo começa hoje e ainda restam algumas vagas. Faça sua inscrição na CDL.


Empregador doméstico tem até hoje para pagar eSocial

Fonte: Agência Brasil

O prazo para os empregadores domésticos pagarem o Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) de julho termina hoje (7). O documento reúne em uma única guia as contribuições fiscais, trabalhistas e previdenciárias que devem ser recolhidas pelos empregadores referentes aos trabalhadores domésticos.

Segundo a Receita, documentos gerados depois do prazo serão calculados com multa de 0,33% por dia de atraso. Para a emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial.

Canais de Atendimento

A Receita Fedederal lembra que os empregadores domésticos têm à sua disposição, além do pagamento em guichê de caixa bancário, vários canais alternativos – como lotéricas, internet banking e canais eletrônicos de autoatendimento – para fazer o pagamento do DAE.

“Os canais alternativos oferecidos pela rede bancária devem ser priorizados, pela simplicidade e facilidade na sua utilização”, diz a Receita.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Entidades de Santa Cruz do Capibaribe conseguem reverter aumento do ICMS para o Polo de Confecções

Inúmeras reuniões na Secretaria da Fazenda de Pernambuco. Empresários de Santa Cruz do Capibaribe, que representam as entidades como a CDL, Moda Center, Ascap e Ascont dentre outras, conseguiram mostrar ao Governo do Estado a inviabilidade no aumento do ICMS, proposto nas últimas semanas. Entre idas e vindas, reuniões e muitos argumentos,  o Governo do Estado entendeu que é preciso uma política tributária diferenciada para o Polo de Confecções de Pernambuco.

O Diretor de Empreendedorismo e Desenvolvimento da CDL de Santa Cruz do Capibaribe, foi um dos empresários que defendeu essa diferenciação do ICMS para empresários da cidade e da região. As reuniões contaram com a presença dos prefeitos de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira, e de Taquaritinga do Norte, Lero.


Bruno Bezerra, diretor da CDL Santa Cruz resumiu a conquista “Numa resposta rápida, bem articulada e fundamentada com argumentos mercadológicos por parte das entidades que fazem a economia do Polo de Confecções, conseguimos reverter o aumento do ICMS para empresas [tecidos, confecções e armarinho] do SIMPLES que atuam no Polo de Confecções com fornecedores de outros estados. O Governo do Estado entendeu os argumentos e atendeu o pleito das entidades. Vamos seguir agora com o trabalho junto ao Governo do Estado focado na implantação do Expresso da Moda, que será mais uma importante conquista com ganho de competitividade para Santa Cruz do Capibaribe e o Polo de Confecções e empreendedorismo do agreste pernambucano”, explicou Bruno.



Começam testes do eSocial para as empresas

Fonte: Agência SEBRAE

Desde a última terça-feira (1º), as empresas brasileiras já estão podendo acessar o eSocial criado especialmente para elas. Por meio desse sistema, os empresários poderão cumprir todas as suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias de forma unificada. Nesse primeiro momento, será disponibilizado apenas o ambiente de testes. O uso do sistema passará a ser obrigatório para os pequenos negócios a partir de 1º de julho do próximo ano.

De acordo com o presidente do Sebrae, Guilherme Afif  Domingos, a proposta é oferecer aos microempreendedores individuais (MEI) e às micro e pequenas empresas um sistema com plataforma simplificada, a exemplo do que já acontece com o eSocial Doméstico. “Isso irá unificar as obrigações trabalhistas e previdenciárias, o que reduzirá muito a burocracia e, consequentemente, permitirá que o empresário tenha mais tempo para se dedicar ao seu negócio”. 

Afif ainda enfatiza que com essa ação serão eliminadas obrigações que são encaradas mensalmente pelos empreendedores. Assim, as informações que serão encaminhadas ao programa já precisam ser registradas pelas empresas. “O portal é mais um passo dado na redução da burocracia. A forma como os negócios optantes pelo Simples Nacional prestam informações ao governo será ainda mais simplificada”. 

A implantação deste período de testes tem como foco a adaptação das empresas ao sistema, além da verificação de falhas e do aperfeiçoamento da plataforma. De acordo com o Comitê Gestor do eSocial, vinculado ao Ministério da Fazenda, esse é o momento para que as empresas possam aperfeiçoar seus cadastros e validar seus sistemas antes do início da obrigatoriedade oficial do uso do portal em  2018. 

A criação do eSocial para as empresas faz parte do Empreender Mais Simples, convênio assinado entre o Sebrae e o Governo Federal, no início do ano, para criar uma série de ferramentas com foco na melhoria do ambiente de negócios, na redução da burocracia e na agilidade dos processos de gestão das micro e pequenas empresas. A parceria prevê o aperfeiçoamento ou a criação de dez sistemas que irão diminuir a complexidade e o tempo gasto no cumprimento das obrigações tributárias, previdenciárias, trabalhistas e de formalização. Para isso, o Sebrae investirá R$ 200 milhões até o final do próximo ano. 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Medo do desemprego cresceu em julho

Fonte: Diário do comércio

Os dados positivos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) nos últimos meses e a aprovação da Reforma da Trabalhista pelo Congresso no começo de julho não serviram para aumentar o otimismo dos brasileiros em relação ao trabalho.

Pelo contrário, o Índice de Medo do Desemprego medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aumentou 1,8 ponto no mês passado em relação ao resultado de março.

O indicador, divulgado nesta quinta-feira (3/8) pela entidade, chegou a 66,1 pontos, bem acima da média histórica de 48,8 pontos. O resultado ainda ficou abaixo do registrado em julho do ano passado, quando o indicador chegou a 67,9 pontos.

A pesquisa da CNI mostra que o Medo do Desemprego saltou nas regiões Norte e Centro-Oeste no segundo trimestre, passando de 57,3 pontos em março para 66,9 pontos no mês passado.

No Sudeste, o índice subiu de 65,0 pontos para 67,9 pontos, enquanto no Sul a alta foi de 54,7 pontos para 56,7 pontos. Já no Nordeste, houve uma queda de 72,7 pontos para 68,3 pontos - ainda o pior resultado dentre as regiões.

SATISFAÇÃO COM A VIDA
A CNI também divulgou o Índice de Satisfação com a Vida, que melhorou 0,3 pontos em julho ante março, chegando a 65,9 pontos. Na comparação com julho do ano passado, a alta foi de 1,4 ponto.
Foram entrevistadas 2000 pessoas em 125 municípios entre os dias 13 e 16 julho.

Informativo Sindilojas


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

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Índice de Confiança Empresarial sobe 0,6 ponto em julho

Fonte: Agência Brasil

O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu 0,6 ponto entre junho e julho deste ano e alcançou 84,8 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Apesar da alta, o indicador não se recuperou da perda de 2 pontos registrada na passagem de maio para junho.

Os empresários estão mais confiantes no momento presente e isso é demonstrado pela alta de 0,7 ponto do Índice da Situação Atual, que chegou a 80,3 pontos. Já a avaliação sobre o futuro, medida pelo Índice de Expectativas, manteve-se estável em 91,7 pontos, o mesmo nível do mês anterior.

Entre os quatro setores empresariais pesquisados, houve altas na indústria (1,3 ponto), serviços (1 ponto) e construção (0,4 ponto). O comércio foi o único segmento que teve queda na confiança entre junho e julho: -2,3 pontos.

Segundo a FGV, foi relativamente pequena a perda de confiança decorrente da crise política iniciada com a divulgação das conversas entre o empresário Joesley Batista e o presidente da República, Michel Temer, em maio, e suas consequências nos últimos meses.

“As expectativas empresariais tornaram-se menos otimistas, comprovando a sensibilidade aos níveis de incerteza econômica, mas os indicadores que retratam o grau de satisfação das empresas com a situação corrente dos negócios mantiveram a tendência de alta gradual, em linha com a lenta retomada da economia em 2017”, diz nota da FGV.