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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Colaboradoras da CDL de Santa Cruz do Capibaribe participam de capacitação junto a FCDL-PE


Visando a nova dinâmica na oferta de serviços que auxiliam os lojistas na concessão de crédito, a Federação das CDLs de Pernambuco – FCDL-PE, através do gerente de relacionamento da entidade, promoveu na última sexta-feira uma capacitação com um grupo de colaboradores de algumas CDLs, dentre elas a CDL de Santa Cruz do Capibaribe, representada pela executiva, Katyane Amaral e pela agente administrativa, Tais Figueiroa.


Além do treinamento, o encontro serve como um benchmarking – troca de experiência, entre as CDLs. A capacitação serve como um aperfeiçoamento para as equipes, a fim de aprimorar as técnicas, sobretudo, de atendimento e oferta de novos serviços do SPC Brasil.

Diretores da Câmara Setorial dos Representantes buscam apoio da prefeitura para o Moda e Negócios

A terceira edição do Moda e Negócios já está sendo planejada. O evento é uma Rodada de Negócios com participação expressa dos clientes dos representantes que formam a Câmara Setorial da CDL de Santa Cruz do Capibaribe e está prevista para acontecer entre dias 26 e 28 de julho de 2017.



Na última quinta-feira (26), os diretores estiveram apresentando o projeto do evento ao prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira, na sala de reuniões da prefeitura. Edson se mostrou empolgado com o evento e garantiu que o que estiver dentro das condições do Executivo, dará o maior apoio. “Com certeza a prefeitura está junto da CDL neste projeto. Dentro das nossas condições, vamos apoiar essa iniciativa que certamente irá aquecer o comércio de Santa Cruz do Capibaribe”, disse.

A executiva da CDL, Katyane Amaral, juntamente com o consultor da Câmara, Antônio Sérgio, tiraram as dúvidas. A executiva falou ainda sobre o objetivo do Moda e Negócios. “O objetivo da entidade CDL em conjunto com a prefeitura, é trazer para o município mais visibilidade econômica, mais oportunidades de negócios, ampliar o setor têxtil e gerar emprego e renda para empresas da cidade”, explicou Katyane Amaral.


Participaram ainda da reunião, os Diretores da Câmara Setorial, Jota Nascimento, Carlos Nascimento e Raimundo Costa e o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Agricultura, Isac Aragão.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Setor têxtil e de confecção aponta sinais positivos para 2017

Fonte: Abit

Após dois anos seguidos de recessão, a indústria têxtil e de confecção sinaliza o início da recuperação do setor em 2017. Dados da Abit, apresentados durante coletiva de imprensa no dia 26 de janeiro, mostram alta de 1% na produção de vestuário contra queda de 6,7% em 2016. A produção de têxteis também indica crescimento de 1% contra -5,3% no ano anterior. A perspectiva é de que o faturamento do setor têxtil e de confecção brasileiro seja de R$ 135 bilhões (US$ 40,2 bilhões), o que significa um aumento de 4,6% em relação a 2016. O varejo de vestuário deverá crescer 2%.

Para 2017, a perspectiva é de que o déficit da balança comercial seja de US$ 3,7 bilhões, com aumento de 10% nas importações (1,21 milhão de toneladas) e de 5% nas exportações do setor (209 mil toneladas).

Após anos de intensa recessão, a perspectiva do setor têxtil e de confecção para 2017 é a geração de 10 mil postos de trabalho, ante a perda de 125 mil empregos nos anos de 2016 e 2015, sendo 25 mil e 100 mil, respectivamente.

Seguindo a expectativa de retomada para este ano, espera-se o aporte de R$ 1,75 bilhão (US$ 520 milhões) no investimento em máquinas e equipamentos.

Dentre os principais fatores para essa perspectiva estão a estimativa de que a economia brasileira voltará a crescer, mesmo que muito modestamente, a continuidade na redução das taxas de juros, alguma melhoria do mercado de crédito, inflação em patamar mais próximo do centro da meta e um aumento da confiança das empresas e do consumidor.

Para o presidente da Abit, Fernando Pimentel, “2017 continuará sendo um ano com muitas dificuldades e incertezas, tanto no âmbito nacional quanto internacional. Porém, existem alguns sinais de melhora por conta de propostas já encaminhadas e a serem encaminhadas pelo Executivo nas áreas da previdência, trabalhista, tributária e da desburocratização. A indústria está pronta para ativar a retomada que vier e o setor têxtil e de confecção sempre reagem muito rapidamente”.

Abit reúne imprensa e divulga balanço do ano passado e perspectivas para 2017

Balanço 2016 -As importações de têxteis e confeccionados tiveram queda de 2,3% (totalizando 1,10 milhão de toneladas). “Percebemos que o varejo de vestuário se abasteceu com a indústria nacional. O produto importado foi substituído pelo mercado doméstico que tem mais dinamismo para atender as demandas dos varejistas”, comentou o superintendente de Políticas Industriais da Abit, Renato Jardim. Já as exportações diminuíram 3,7% (199 mil toneladas). O déficit na balança comercial foi de US$ 3,2 bilhões, número 33,3% menor do que o registrado em 2015 (US$ 4,8 bilhões), visto que as importações em 2016 tiveram uma redução de 17,4% (1,12 milhão de toneladas) e as exportações apresentaram queda de 3,9% (206 mil toneladas).

Em 2016, foi investido em máquinas e equipamentos cerca de R$ 1,67 bilhão (US$ 479 milhões), 25,5% a menos do que em 2015, quando o investimento foi de R$ 2,24 bilhões (US$ 671 milhões).

O faturamento do setor têxtil e de confecção brasileiro foi de R$ 129 bilhões (US$ 37 bilhões), valor 1,5% menor que o de 2015, em que o número foi de R$ 131 bilhões (US$ 39,3 bilhões).

Ainda em 2016, o varejo apresentou queda de 10,7% (6 bilhões de peças) e, em 2015, de 5,6% (6,7 bilhões peças).

O encontro com a imprensa também contou com a presença de Rafael Cervone, diretor Executivo do Texbrasil - Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira, desenvolvido pela Abit em parceria com a Apex-Brasil. 


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

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Confiança do consumidor sobe 6,2 pontos em janeiro, diz FGV

Fonte: Agência Brasil

A expectativa de melhora da economia, aliada à queda da inflação e a redução das taxas de juros contribuíram para o aumento de 6,2 pontos no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em janeiro  deste  ano, passando a 79,3 pontos. A reversão do quadro de queda da confiança do consumidor compensou a maior parte das perdas acumuladas nos dois últimos meses do ano e que chegou a 6,7 pontos.

Os dados relativos à Sondagem de Expectativas do Consumidor foram divulgados hoje (25), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) e permitiu que o indicador retornasse aos patamares próximos aos de setembro do ano passado.

Segundo a FGV, houve em janeiro uma acomodação das avaliações dos consumidores em relação à situação presente, aliada a uma expectativa menos negativa em relação ao futuro no que se refere a economia, finanças, emprego, compras, inflação e taxa de juros.

Com isto, o Índice da Situação Atual avançou 2,9 pontos, para 68,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas subiu 8,3 pontos, atingindo 88,1. A coordenadora da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt, comentou os dados de janeiro da pesquisa e a reversão da tendência da posição dos consumidores sobre a economia brasileira.

"A alta da confiança em janeiro está relacionada às expectativas de melhora do ambiente econômico com a queda na inflação e a aceleração do movimento de redução das taxas de juros prevista no curto prazo”, disse.

A economista chama a atenção para a melhora da expectativa  que acontece mesmo com os níveis de incerteza ainda altos e as perspectivas para o mercado de trabalho se mantendo ruins neste primeiro semestre. “Mas as boas notícias da virada de ano aumentaram as chances de uma recuperação da confiança (ou, por enquanto, alívio da desconfiança) nos próximos meses”, explicou.

Satisfação do consumidor

Com a mudança do quadro verificado pela FGV na Sondagem de Expectativas, a satisfação do consumidor com relação à situação financeira familiar atingiu 61,6 pontos, uma variação de 4,3 pontos em relação ao mês anterior, quando atingiu o mínimo histórico ao fechar em 57,3 pontos.

Dentre os quesitos integrantes do Índice de Confiança do Consumidor, aquele que mede o grau de otimismo em relação à situação econômica nos seis meses seguintes foi o que mais contribuiu para a alta da confiança em janeiro. O indicador subiu 8,4 pontos, recuperando parte das perdas de -9,6 pontos ocorridas nos últimos dois meses.

Comparando os resultados por faixas de renda, houve, segundo a FGV, aumento da confiança em todos os níveis, com a faixa de renda familiar mensal entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800,00, contribuiu para o aumento do Índice de Confiança do Consumidor. Nesta faixa de renda familiar, houve uma variação de 11,3 pontos, elevando o indicador a 83 pontos – o maior nível desde janeiro de 2015. 

Na Sondagem de Expectativas do Consumidor relativa a janeiro, a FGV coletou informações em 2.086 domicílios entre os dias 2 e 21 de janeiro. A próxima divulgação da Sondagem do Consumidor ocorrerá em 22 de fevereiro de 2017.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Sebrae lança Empreender Mais Simples

Fonte: Agência Sebrae

Na última quarta-feira (18), o Sebrae firmou parceria com o governo federal  e Banco do Brasil para reduzir a burocracia e orientar o acesso a crédito aos empresários de pequenos negócios. Um total de R$ 8,2 bilhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) será disponibilizado para atender cerca de 40 mil empresas em dois anos. Também serão investidos R$ 200 milhões no desenvolvimento e melhoria de dez sistemas para desburocratizar a gestão de empresas. A assinatura dos convênios, que fazem parte do Empreender Mais Simples: menos burocracia, mais crédito, aconteceu na sede do Sebrae Nacional, em Brasília (DF).

Entrevista CDL

O trabalho de profissionais da engenharia e arquitetos da construção civil é de suma importância para o ordenamento de uma cidade. É preciso entender que esses profissionais não tornam uma obra apenas mais bonita, mas são eles quem dão funcionalidade a cada ambiente de uma obra. Sobre isso e outros pontos, nós conversamos com a arquiteta Kalline Aragão, ela que também é diretora de marketing da Câmara Setorial de Engenheiros e Arquitetos da Construção Civil, da CDL Santa Cruz do Capibaribe. Confira a entrevista!

O que a fez ingressar nessa carreira?
Kalline Aragão - É bem curioso, porque eu tentei outros cursos e não ingressei em nenhum. Então, minha mãe disse que tinha um curso de arquitetura na FACISA e eu fui instigada pela minha mãe a fazer, então eu fiz, fui aprovada, e fiquei entre as primeiras colocadas. Eu fui fazendo e tomando gosto pelo curso, mas tinha o receio de profissional iniciante. Então, eu firmei parceria com Juliana e fomos trabalhando pelo sonho das pessoas.

Há quanto tempo está na profissão?
Kalline Aragão - Agora em 2017 completo sete anos de formada e no mesmo dia que recebi o CAU, que na época nem era o CAU ainda, era o CREA, eu recebi e já tinha um projeto para eu assinar. Ou seja, me formei e já começou a trabalhar.

Qual a importância da sua profissão para o engrandecimento de Santa Cruz do Capibaribe?
Kalline Aragão - A arquitetura é a alma de uma cidade. É ela quem faz movimentar tudo. O planejamento urbano é como um coração, porque se não for bem projetado, nada vai funcionar de forma perfeita. Até a violência surge devido a questão da falta de planejamento urbano. Porque, o uso das ruas é de suma importância para a população, as pessoas ficam muito presas em casa. Para isso, é preciso que o Plano Diretor da cidade passe a funcionar melhor e que haja interesse em colocar em prática um bom Projeto de urbanização.

Atualmente você está na diretoria dessa Câmara Setorial da CDL. Como tem sido feito seu trabalho nessa diretoria?
Kalline Aragão - Eu estou na Diretoria de marketing da Câmara e é um trabalho gratificante. De um ano para cá, a gente vem tomando forma e queremos mostrar o valor dos profissionais da engenharia e da arquitetura. Dimensionar um ambiente não é deixar um ambiente bonito, mas dar funcionalidade ao ambiente.

Como você analisa o trabalho de sua classe na cidade?
Kalline Aragão - Analiso de forma que ainda estamos vivendo muito na competitividade e precisamos deixar de sermos vistos como concorrentes. É preciso que todos se valorizem para que a nossa classe seja melhor percebida pela população e, assim, valorize os profissionais da área como merecem.

Qual a sua perspectiva para as melhorias na sua atuação enquanto profissional em Santa Cruz do Capibaribe?
Kalline Aragão - Mesmo em meio à crise, a gente observa que o aquecimento da construção civil continuou. A gente tem demanda e muitos clientes começaram a valorizar o nosso trabalho. Então, eu, particularmente, não senti a crise em nossos atendimentos. Através da Câmara, a gente já começa a sentir a valorização da nossa profissão.

Quais os serviços ou produtos que você oferece enquanto profissional ou empresário?
Kalline Aragão - Reforma, interiores e construção, tanto para residências como ambientes comerciais e trabalhamos também com a parte de urbanização. Temos experiências em ambientes como clínicas e hospitais, postos de combustível, que se enquadram como projetos especiais.

Para finalizar faça o seu convite aos santa-cruzenses para os mesmos conhecerem a sua nova empresa.

Kalline Aragão - Nosso escritório fica na Rua Siqueira Campos, na esquina com a avenida da Câmara de Vereadores. Lá, o cliente vai conhecer nossos projetos, maquetes, mostruários de materiais que estão em alta.

CNI: produção e emprego caem em 2016, mas reagem em relação a 2015

Fonte: Agência Brasil

A produção e o emprego na indústria brasileira encerraram 2016 em queda, mas a situação é mais favorável que a verificada em dezembro de 2015. A informação está na pesquisa Sondagem Industrial, divulgada hoje (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a pesquisa, o indicador de produção alcançou 40,7 pontos no último mês do ano passado, ante 47 pontos em novembro. Embora esteja abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica queda na produção, o índice supera os 35,5 pontos registrados em dezembro de 2015.

Segundo a CNI, a queda na produção é usual em dezembro devido ao fim das encomendas para o Natal. De acordo com a entidade, o índice de dezembro de 2016 é o melhor em quatro anos.

Já o indicador que mostra a evolução do número de empregados ficou em 44,7 pontos no mês passado, enquanto em novembro estava em 45,8 pontos. Também abaixo dos 50 pontos, o índice melhorou em relação ao resultado de dezembro de 2015, quando o emprego estava em 41,5 pontos.

Para a entidade que representa a indústria, os dados da sondagem de dezembro mostram que “o cenário atual ainda é greve”. Na avaliação da CNI, contudo, “o pior pode ter passado”.

Estoques

Os estoques da indústria terminaram o ano abaixo do desejado, o que indica que pode haver aumento na produção para recompô-los. Segundo a CNI, trata-se de um dado positivo.

O indicador que mede o estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 46,5 pontos em dezembro de 2016. Houve queda em relação a novembro, quando o índice era 48,3 pontos, e estabilidade em relação a dezembro de 2015, quando foram registrados 46,6 pontos.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Câmara Setorial das Escolas planeja ações para 2017

Iniciar o ano com um planejamento sólido para implantar ações que visem o crescimento de todos foi uma das tarefas da Câmara Setorial das Escolas, da CDL de Santa Cruz do Capibaribe. Capitaneada pela coordenadora, professora Miriam Maria de Souza, do Instituto Dom Pedro I, ela esteve em reunião com demais diretores da Câmara, com a executiva da CDL, Katyane Amaral e com os consultores Antônio Sérgio e Madellon Leite, além do assessor jurídico, Dr. Marcelo Lima.

A reunião aconteceu na tarde desta quinta-feira (19), na sede da CDL e de acordo com a coordenadora, as ações são de suma importância para o desenvolvimento educacional da cidade. “Desde que a Câmara Setorial das Escolas foi institucionalizada pela CDL, nós já podemos ver melhorias em todas as escolas que já aderiram as ações que propusemos junto a CDL. Temos diversas atividades a ser implantadas ainda e, eu acredito que só com o associativismo iremos ter a dádiva de crescermos juntos. Na Câmara nós não somos vistos como concorrentes, mas como parceiros que estamos unidos em prol do bem comum e, assim, a tendência é crescermos juntos”, explicou Miriam.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Confiança do empresário sobe pela primeira vez em três meses

Fonte: Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário Industrial alcançou 50,1 pontos em janeiro de 2017, o que significa aumento de 2,1 pontos com relação a dezembro. A informação foi divulgada hoje (18) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

É a primeira vez que o índice sobe em três meses. Além disso, o indicador ficou ligeiramente acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa o pessimismo do otimismo. Com relação a janeiro de 2016, o índice subiu 13,6 pontos. No entanto, continua abaixo da média histórica, de 54,1 pontos.

A confiança melhorou principalmente nas grandes empresas, onde o indicador da confiança do empresário passou de 50,3 em dezembro para 52,7 pontos em janeiro. Nas pequenas empresas, o indicador subiu de 44,4 para 46,3 pontos e nas médias, de 46,7 para 48,6 pontos.

Recuperação da economia

Na avaliação da CNI, a melhora é resultado de fatores como o anúncio de medidas para recuperar a economia, a redução dos juros e a desaceleração da inflação.

O indicador de expectativas para os próximos seis meses subiu de 51,6 pontos em dezembro para 54,7 pontos em janeiro. Mas os empresários continuam percebendo piora da situação atual da indústria e da economia. O indicador de condições atuais subiu de 40,7 para 41,2 pontos entre janeiro e dezembro, ainda bem abaixo da linha divisória dos 50 pontos.

A pesquisa ouviu 2.791 empresas em todo o país entre 3 e 13 de janeiro. Dessas, 1.088 são pequenas empresas, 1.056 são médias e 647 são de grande porte.

Parabéns

Esta semana a CDL de Santa Cruz do Capibaribe comemorou o aniversário da sua colaboradora Taynara Azevedo, ela que atua como Consultora de Eventos da entidade. A comemoração aconteceu na tarde desta quarta-feira (19), onde participaram do comes e bebes os familiares e colegas de trabalho de Taynara. À ela, desejamos muita saúde e paz. Parabéns!





terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Santa Cruz do Capibaribe ganha hotel para hóspedes com requinte e bom gosto

Em meio a urbanidade de Santa Cruz do Capibaribe, o Santa Cruz Charm Hotel, surge como um ambiente aconchegante, confortável e para atender a uma clientela exigente e que busca o que é de mais moderno para sua estadia na Capital das Confecções. O Santa Cruz Charm Hotel é uma ótima opção de hospedagem para quem busca conforto e bem-estar, mesmo estando longe de casa, além de ser ideal para quem procura se hospedar e realizar negócios ou eventos na cidade.

De propriedade da empresária Maria Aparecida, o local foi planejado visando oferecer um ambiente arrojado para os clientes como representantes comerciais, palestrantes, consultores, enfim, todos que buscam em Santa Cruz um ambiente de negócios para desenvolver o seu trabalho e depois repousar com o conforto da sua casa. “Ao todo são 13 quartos, com cama de casal e solteiro. Temos hoje a oportunidade de ofertar o que há de mais moderno no ramo de hotelaria em Santa Cruz do Capibaribe e queremos ofertar o melhor serviço aos nossos clientes”, explicou.

O mais recente empreendimento de Santa Cruz do Capibaribe, o Santa Cruz Charm Hotel chega para abrir novos horizontes para o turismo de negócios, a fim de que o turista possa ser recebido com todo conforto necessário com o melhor preço e qualidade.

Serviço:
Santa Cruz Charm Hotel
Local: Avenida 29 de Dezembro, nº 527
Informações e Reservas: (81) 3731-7812

















Diário de Pernambuco destaca a força de Santa Cruz do Capibaribe no Polo de Confecções

 

Diário de Pernambuco - 14/01/2017
Santa Cruz é sinônimo de polo têxtil

Cidade do Agreste responde por 30% da produção no estado e tem marcas espalhadas pelo país

Santa Cruz do Capibaribe, cidade onde nasceu a feira da sulanca, vive o auge da sua influência no cenário de confecções brasileiro. As marcas locais se espalharam pelo país, principalmente no Nordeste, Norte e Centro-Oeste. O que pouca gente sabe, até mesmo entre os pernambucanos, é que, sozinha, Santa Cruz responde por 30% de tudo o que é produzido no Polo Têxtil de Pernambuco, o que representa RS 2,4 bilhões por ano do Produto Interno Bruto (PIB) do estado.


Considerando que o nosso polo é o segundo maior do país, perdendo apenas para São Paulo, é fácil chegar à conclusão de que Santa Cruz do Capibaribe é a maior cidade produtora de confecções em malha de todo Norte e Nordeste brasileiro e caminha para chegar, em 2020, à maior produção de malha do Brasil, segundo dados da própria prefeitura. Nem a seca afeta a produção local, já que a maioria das fábricas de Santa Cruz não depende de água para lavagem do jeans, como a vizinha Toritama. A cidade é quase um oásis produtivo em meio ao deserto do Agreste pernambucano. Até a feira da sulanca, que ficou conhecida em todo o país, foi a primeira a se modernizar. Há dez anos se transformou no Moda Center Santa Cruz, hoje, o maior centro atacadista de confecções do Brasil. Uma em cada cinco cidades pernambucanas possui empreendedores no espaço, que reúne 11 mil boxes, de 54 localidades produtoras. A gestão é feita pelos próprios feirantes, com recursos do pagamento de taxas mensais.

Em sua trajetória, o Moda Center vem registrando um aumento de 10% nas vendas por ano. Índice repetido no ano passado e uma estimativa de crescimento entre 8% e 10% este ano também, independentemente da retração econômica. O espaço já recebeu, inclusive, mais de 140 mil pessoas espalhadas em 120 mil metros quadrados de área construída em apenas dois dias de feira. Ao todo, são 150 mil empregos diretos gerados no local. Agora, a feira e suas principais marcas olham para o futuro e encaram a crise econômica com investimentos e inovação.

“Já dominamos o mercado C, D e E. Em 2017, queremos consolidar nossa atuação no mercado B e, para isso, precisamos de formalização, automação e profissionalização das empresas locais. Estes são os maiores desafios de Santa Cruz e de todas as cidades do polo têxtil”, afirma Allan Carneiro, síndico do espaço. Segundo ele, a formalização está sendo agilizada com a sala do empreendedor, montada em parceria com o Sebrae dentro do shopping. “Em três anos, já tivemos mais de 1,2 mil inscrições na categoria microempreendedor individual.” Apesar disso, grande parte dos comerciantes de Santa Cruz continua na ilegalidade. O que desfavorece o crescimento das marcas pois, com a formalização, as empresas conseguem recursos para investir no negócio, em linhas de crédito do Banco do Nordeste e do BNDES, e contratar mão de obra qualificada. Vale ressaltar que quase 80% de toda a mão de obra capacitada recebe treinamento na escola do Senai no município.

Já a automação, o desafio número dois, precisa de investimentos dos empreendedores locais em máquinas e softwares e mão de obra especializada. E tudo isso depende muito da formalização, uma vez que os investimentos são altos e, para tal, os empresários precisam de crédito. Por fim, Santa Cruz enfrenta ainda a necessidade de profissionalizar as fábricas, para atender com produtos adequados a uma exigente classe B e encarar o aumento nas vendas do varejo, que chega a 30% da produção. “Acreditamos que a tendência do Moda Center é vender mais para o consumidor final, continuando também com seus clientes de atacado”, diz Allan Carneiro. “Com a crise, as pessoas estão correndo atrás de preços baixos para manter o consumo e é justamente isso que oferecemos”, reforça.

Rota do Mar de olho no Nordeste

Com uma produção de 130 mil peças por mês, comercialização em todos os estados brasileiros e vendas expressivas em Portugal, Panamá e África do Sul, não dá para imaginar que a trajetória da Rota do Mar começou com a venda de picolés. Esse foi o primeiro “empreendimento” de Arnaldo Xavier, ainda criança, criador e presidente da marca. Hoje, a Rota emprega 800 pessoas, tem uma fábrica de 22 mil metros quadrados, seis outras unidades produtivas, cinco grandes lojas em Santa Cruz. do Capibaribe, Toritama e Caruaru e deverá iniciar no próximo ano um plano ambicioso de abrir mais 30 unidades em todo o Nordeste até 2022.

“Queremos ampliar nossa atuação no varejo e chegar a locais onde já temos uma grande demanda, como a Paraíba. Ao mesmo tempo, chegar também onde nunca estivemos e, por isso, devemos iniciar nossas vendas online em 2017”, revela Xavier. O site já está pronto e foi resultado de um investimento de RS 300 mil. Será um dos primeiros projetos, nesta escala, de comércio digital de todo o polo. Os planos são reflexo de investimentos realizados no ano passado. Em 2016, a Rota aportou mais de RS 3,5 milhões em tecnologia e maquinário.

Para Xavier, porém, isso não é o bastante. O empresário quer mais. Ainda neste mês, deve começar a montar sua própria fábrica de energia solar, com um investimento de RS 500 mil deverá suprir a necessidade do setor de estamparia da indústria. “Este ano (2016), vamos fechar sem perdas, mas sem crescimento. É uma boa marca. E, com estes investimentos, estamos garantindo o crescimento de 2017. Pelo menos, 10%”, completa.

A qualidade de visionário Arnaldo Xavier já provou que tem. Ainda em seu início, após vender picolé e ajudar a mãe na confecção dela, aos 19 anos ele costurou uma bermuda para si próprio. Satisfeito com a peça, se juntou à sua mãe para confeccionar mais roupas. Ela fazia a parte feminina e ele, a masculina. O negócio foi crescendo e percebeu que o estacionamento dos clientes da antiga Feira da Sulanca, na cidade, chegava cada vez mais perto da casa da sua mãe. “Foi quando eu propus para ela transformarmos a sala em uma loja. Duas semanas depois, os ônibus de turistas já estavam parando na nossa porta. Éramos o primeiro negócio que eles viam e, em pouco tempo, a casa toda estava ocupada por nosso estoque”, relata.

A marca Rota do Mar só surgiu em 1996 e, com esse nome, o empresário definiu o perfil da empresa: roupas para o clima ensolarado de Pernambuco e com um toque de praia. Nestes 20 anos, porém, nem tudo foram flores. “Já quebrei duas vezes. Mas posso afirmar que o bom empreendedor é resiliente.” Hoje, a Rota do Mar, responsável por cerca de 20, de toda a produção de Santa Cruz do Capibaribe.


Descoberta do mercado infantil

Diário de Pernambuco - 14/01/2017
Com peças entre R$ 8,90 e R$ 29,90, a Zuzinha Kids, criada em 1998, começou nos fundos de uma casa comum do centro de Santa Cruz, quando o pai de Allan Carneiro trocou a produção de redes pelas confecções. Allan ajudava costurando, quando chegava da escola. Foi quando ele percebeu que ninguém estava fazendo moda infantil na cidade de forma especializada e nasceu aí a ideia de um negócio neste perfil. Hoje, a marca tem 30 funcionários e 30 colaboradores terceirizados, toda a produção é informatizada e o resultado são mais de 20 mil peças por mês entre bermudas, camisas e shorts infantis. Há clientes em todos os estados do Nordeste e em São Paulo e, no futuro, destinos internacionais como Cabo Verde já estão na programação.

“Acho que, para crescer fora do país temos que atender muito bem o mercado daqui. Queremos a produção cada vez mais automatizada, queremos eficiência no uso dos materiais e também estamos trabalhando as formas de comercialização para atender melhor nosso cliente que vem aqui. Depois disso, podemos pensar em exportar”, reforça Allan. Ele ressalta ainda que as peças mais vendidas são camisas polos, camisas simples, moletons, bermudas e calçados, nesta ordem. “A roupa infantil tem um diferencial que é a exigência por conforto máximo. Por isso, o tecido, a modelagem, o desenho e as costuras recebem tratamento especial para não agredir o corpo das crianças. Esse cuidado, faz a diferença. Só trabalhamos, por exemplo, com 100% algodão e tudo passa por uma vistoria completa no final”, completa.

Em 2017, a marca pretende ampliar a produção e trabalhar com novos canais de venda. “O maior desafio da roupa infantil é que temos por obrigação agradar a criança e a mãe, então também devemos reforçar nosso time interno e ampliar nossa carteia de produtos. As peças infantis têm que ser lúdicas e a mãe tem que achar vantagem. Acho que a produção de Santa Cruz agrega muito a esse mercado, porque é algo que as pessoas podem investir o dinheiro, que é barato. Criança muda muito de tamanho e perde muita roupa, então o preço faz a diferença da escolha”, explica o empresário.

Allan revela ainda que, este ano, investiu R$ 350 mil em máquinas novas, buscando sempre modernizar a fábrica. “Automatizando a produção, o que também é um desafio para o polo, a gente diminui os erros e, consequentemente, o desperdício”, completa. Ele reforça, contudo, que, apesar de ser o coração do Polo Têxtil de Pernambuco, falta mão de obra qualificada em Santa Cruz. “Hoje, o que nos salva é a escola do Senai. Os meninos aprendem a mexer nos programas mais modernos, a trabalhar com softwares de desenho. A profissionalização nos poupa tempo e dinheiro e todo o polo precisa disso para melhorar a produção.”

Conheça o Polo em Santa Cruz

CURIOSIDADES

A primeira produção de Santa Cruz do Capibaribe foi de alpercatas e colchas com retalhos de tecido, em 1930;

As confecções da cidade começaram quase por acaso, quando um fabricante de colchas recebeu retalhos maiores que vinham, na época (1930) do Recife, Olinda e Camaragibe. Ele resolveu fazer shorts dos retalhos e deu início à primeira produção de roupas da cidade;

O termo sulanca foi criado na cidade de Santa Cruz do Capibaribe para identificar as peças produzidas com helanca vinda do Sul do país (Sul + helanca = sulanca), maioria nas fábricas de confecções, em 1950;

As chamadas feiras da sulanca tiveram início também em Santa Cruz, em 1960, quando as ruas Siqueira Campos e Avenida João Francisco Aragão começaram a abrigar bancos de madeira com peças de fabricantes locais. O nome na época, era de Feira de Capibaribe.

NÚMEROS 
O Brasil 
é o 5º maior produtor de têxtil do mundo, perdendo apenas para China, Índia, Estados Unidos e Paquistão;

O Polo Têxtil de Pernambuco é o segundo maior do país, perdendo apenas para o Polo Têxtil de São Paulo;

Todas as 187 cidades do estado produzem e comercializam no polo;

O Polo arrecada U$ 8 bilhões por ano, agrega 32 mil unidades produtivas e recebe até oito milhões de visitantes por ano;

O Agreste pernambucano corresponde a 77% da produção de todo o polo sendo: 38,1% de Santa Cruz do Capibaribe, 24,1% de Caruaru e 14,8% de Toritama;

Os principais estilos comercializados são moda praia, fitness, bike, jeans, social, feminina, masculina, vestidos de noiva, enxovais, cama, mesa, banho, plus size, surf wear, moda íntima e infantil.

De carona no nome e na moda

Um erro de etiqueta deu à marca Camboriú, uma das mais vendidas do Polo Têxtil de Pernambuco, o nome que tem hoje. A encomenda era para Verão e Cia e a fabriqueta de etiquetas só tinha Camboriú no dia da entrega. O nome ficou e pegou. A ideia de fabricar moda praia começou em 1993, quando Edjane Araújo, que era secretária, e seu marido, José Cláudio Barbosa de Araújo, que já trabalhava com tecidos, mudaram-se de Afogados da Ingazeira para Santa Cruz do Capibaribe. Lá, envolveram-se com as confecções, como praticamente todos da cidade.

Hoje, a Camboriú vende para todo o Brasil, foi uma das pioneiras do polo em vendas online, produz cerca de 35 mil peças por mês, tem 80 funcionários e foi a primeira marca do estado a se especializar em “moda bike”, para ciclistas, e apresentar coleções com este tema. Além de tudo, a marca também trabalha com franquias, sendo uma das únicas do polo a entrar neste modelo de negócio.

“Começamos fazendo moda infantil, lingerie, moda feminina. Eu era auxiliar de produção. Aí fabricamos pela primeira vez sungas. A demanda foi grande, porque estava perto do verão e resolvemos focar em moda praia e fitness’’, resume Edjane. A ampliação do mercado e a elevação do desenho das peças foi fruto de um quadro montado a muito custo e no decorrer de vários anos. “Quando começamos, a mão de obra era primária, as pessoas faziam o básico. Hoje, temos um designer e um estilista e, ainda assim, sempre estamos buscando pessoas formadas junto ao Senai ou que tenham algum curso técnico feito em outras cidades”, revela.

Uma prova dos bons resultados dessa preocupação com o time é a aceitação da marca no Brasil, com vendas expressivas na Bahia, Sergipe, Piauí, Alagoas, Paraíba, Maranhão e forte presença no Rio de Janeiro, estado onde biquíni é quase cartão-postal. Para conquistar mais vendas no Sudeste e Sul do país, recentemente a Camboriú lançou uma loja online, que está em formato soft open (ainda sendo testada) e foi resultado de um investimento de R$ 15 mil. A marca também investiu mais R$ 15 mil em novas máquinas no ano passado, uma preparação para crescer em 2017. “Não vamos crescer e nem ter perdas em 2016, mas estamos positivos quanto aos próximos anos. A reação vai ser lenta, mas vai acontecer e queremos estar preparados”. Camboriú tem lojas físicas em Caruaru e Santa Cruz e começa, a trabalhar com franquias.

Força no atacado de confecções para público C, D e E

Com uma das maiores produções de malhas do Nordeste, a Joggofi nasceu no início da década de 1990, quando José Gomes Filho (Jo Ggo Fi), que era do interior de São Bento-PB, chegou a Santa Cruz. Antes, ele trabalhava como contínuo em um banco, mas percebeu potencial para confecções assim que chegou na nova cidade e logo envolveu toda a família no trabalho. Eram calcinhas, bermudas, blusas e camisas.

Hoje, a produção da empresa chega a 110 mil peças por mês, as calcinhas saíram da carteia de vendas e deram lugar a camisetas, vestidos e regatas, tudo de malha. Agora, a marca abastece todos os nove estados do Nordeste com produtos voltados ao público C. D e E. A fábrica atual tem mais de mil metros quadrados e 60 funcionários. Uma nova unidade fabril já está a caminho com cinco mil metros quadrados. A fábrica nova irá abrir 200 vagas de trabalho e aumentará a produção da empresa em 100%. Ainda este ano, a Joggofi projeta seu próprio parque de energia solar. O forte da Joggofi ainda é o atacado, sendo este o destino de 99% da produção, que é revendida em toda a região.

Monnika Marikinha, filha do criador da Joggofi, diretora operacional da marca, é um exemplo de como o polo está tentando se profissionalizar. Ela aposta em continuar o legado da família e está se preparando para isso. “Não é só ir todos os dias para a fábrica. Tem que saber costurar, entender todas as etapas da produção e distribuição e ainda se preparar formalmente e continuar com os treinamentos”.
A diretora ressalta também que as redes sociais são o novo campo de expansão do polo. “A gente tem vendido massivamente através do WhatsApp. Os clientes querem todo dia foto de roupa nova, então essa tecnologia está mudando as operações dentro das empresas daqui. Lançar coleção, por exemplo, está ficando ultrapassado porque, no WhatsApp, todos os dias podem ser mostrados modelos novos. É uma nova fase para todo o polo têxtil.”

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Cartilha vai orientar empregadores e empregados do setor produtivo

Fonte: Agência Brasil

O Ministério do Trabalho deve lançar nos próximos meses uma cartilha de orientações trabalhistas para empregadores e empregados do setor produtivo. O objetivo é tirar dúvidas sobre os direitos dos trabalhadores e esclarecer as características de cada tipo de contrato de trabalho, a fim de evitar problemas relacionados à segurança e fiscalização.

A criação da cartilha foi decidida após um pedido do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que recebeu queixas de empresários sobre a interpretação das leis trabalhistas. A iniciativa pretende conciliar os interesses dos setores social e produtivo e resolver questões polêmicas nas relações entre empregados e empregadores.

É a primeira vez que o ministério elabora cartilha dessa natureza. O documento deve ser divulgado ainda no primeiro trimestre deste ano e será disponibilizado nas versões impressa e online para estabelecimentos industriais e comerciais.

Pagamento em cartão amplia possibilidade de venda nos pequenos negócios

Fonte: Agência SEBRAE


A aceitação dos cartões de débito e crédito é realidade em apenas 39% das micro e pequenas empresas. O número é de uma pesquisa inédita realizada pelo Sebrae. Entre os empreendedores que aceitam crédito e/ou débito como pagamento os resultados são positivos, com aumento da satisfação dos clientes para 71% dos entrevistados, crescimento de vendas para 57% e aumento do faturamento para 55%. 

“Os pequenos negócios que se organizam para operar com as máquinas de cartão levam vantagem e têm mais chance não apenas de sobreviver, mas também de crescer em plena crise”, observa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

O estudo apontou que, geralmente, quanto maior o porte do pequeno negócio, mais comum é o uso das maquininhas. Os cartões de débito e/ou crédito são aceitos em 65% das empresas de pequeno porte – que faturam até R$ 3,6 milhões por ano – e por somente 28% dos microempreendedores individuais (MEI). Já o recurso da antecipação do recebimento das vendas é usado constantemente por 28% dos empreendedores e, nesse caso, predominam os MEI. 

Entre os empresários que não usam máquina de cartão, 79% apontam preferir outras formas de recebimento e 55% relatam estar com baixo volume de vendas. Eles mudariam de ideia caso houvesse um equipamento que aceitasse todos os cartões (76%), se recebessem o valor das vendas em um prazo menor (73%) e se fossem reduzidos os custos de compra, aluguel ou manutenção e as taxas de descontos e antecipação, alternativas citadas por 70% deles.


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

CDL realiza entrega de moto da Campanha Natal Show 2017

A entrega da moto 0km da Campanha Natal Show da CDL de Santa Cruz do Capibaribe aconteceu na manhã dessa sexta-feira (13). O ganhador, Tiago Lima Santos, recebeu das mãos do presidente da CDL, Valdir Oliveira e das mãos do empresário da Quero Sandálias, Iromar Alves, a chave da moto.


Para Tiago, o prêmio chegou em boa hora. “Iniciar 2017 assim, para mim é muito gratificante, porque eu sempre gosto de valorizar o que é nosso, comprar em Santa Cruz do Capibaribe para valorizar o nosso comércio e atrelado a isso, fui contemplado com essa moto, estou muito feliz”, disse o ganhador.

Da série: Colaborador CDL


Para 58% dos empresários de varejo e serviços, 2017 será um ano melhor na economia

Fonte: Ascom SPC Brasil e CNDL

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com empresários do varejo e prestadores de serviços das 27 capitais e do interior do Brasil mostra que ao menos parte dos entrevistados está otimista com relação às expectativas para 2017: para 58,4% a economia será melhor neste ano do que em 2016.

Apenas 8,4% acreditam que a conjuntura econômica ficará pior e, entre estes, 39,7% afirmam que uma das principais consequências será a dificuldade em economizar e fazer reserva financeira ou capital de giro. 32,4% afirmam que farão menos compras e outros 32,4% vão deixar de comprar coisas que a empresa não precisa porque terão menos dinheiro e 26,5% acreditam que será mais difícil manter as contas em dia.

Para superar os problemas decorrentes da crise econômica do país que persistirem em 2017, 28,7% das empresas pretendem pagar mais coisas à vista, 25,5% farão pesquisas de preço e 24,1% irão negociar e pedir mais descontos na hora das compras. Na lista dos problemas mais importantes para serem resolvidos em 2017 na opinião dos empresários se destacam: crise econômica (61,9%), corrupção (60,5%), violência (51,6%) e inflação (47,8%).

Mesmo com a maioria acreditando que o ano será melhor do que o anterior, ainda há 36,7% que temem que o país não consiga sair da crise. Esse é o temor mais citado pelos entrevistados. Em seguida, aparece o medo de ter que fechar a empresa (18,6%), ser vítima de algum tipo de violência (15,6%) e não conseguir pagar as dívidas (13,5%).

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, é importante ter em vista que mesmo no cenário mais otimista, a superação do quadro econômico será um processo lento. “Isso, no entanto, não significa que ninguém possa crescer. Há empresas que mesmo na crise conseguem avançar. Isso depende fundamentalmente do setor, mas também de atitudes que podem estar ao alcance do empresário. O momento exige que todas as decisões tomadas no âmbito da empresa sejam muito informadas, com a devida avaliação dos riscos envolvidos”, afirma Pinheiro.

Um terço dos empresários pretende ampliar seus negócios em 2017

Em relação à própria empresa, 58,4% dos entrevistados estão animados para concretizar seus projetos e 27,4% estão sem expectativas, positivas ou negativas. Há ainda 8,8% que se dizem desanimados com tudo. Para 2017, 29,1% dos empresários afirmam não ter algum projeto específico, mas têm a esperança de que coisas boas acontecerão. Cerca de 27,6% pretendem ampliar o negócio e 20,9% lançar novos produtos ou serviços.

Questionados sobre suas intenções para este novo ano, 17,0% afirmaram que comprarão equipamentos, 9,2% pretendem fazer aplicações periódicas de investimentos, seja na poupança ou outras opções como renda fixa e CDB e 5,0% pretendem financiar um automóvel, seja carro ou moto.

Retrospectiva 2016: vendas ruins e aumento dos custos

De acordo com a pesquisa do SPC Brasil e da CNDL, os empresários avaliam 2016 como pior do que o ano anterior: para 62,3% dos empresários de varejo e serviços, ao longo de 2016 as condições gerais da economia pioraram na comparação com 2015, enquanto 26,3% opinaram que as condições nem melhoraram nem pioraram e apenas 9,4% notaram alguma melhora.

Quanto à situação financeira da própria empresa, 48,3% acha que piorou e 14,7% afirmam que a situação melhorou. Entre estes, os principais motivos citados foram o aumento do volume de vendas (48,8%) e o aumento da carteira de clientes (37,2%).

Já entre as empresas que afirmam que a situação da empresa piorou, os principais motivos foram os resultados ruins das vendas (63,5%) e o aumento dos custos, que resultaram em diminuição da margem de lucro para não perder vendas (29,0%).

Seis em cada dez empresários (60,2%) conseguiram manter as contas em dia em 2016, mas 22,1% ficaram com muitos compromissos no vermelho, 17,3% tiveram que reduzir o mix de serviços e produtos e 6,4% acabaram sendo registradas em órgãos de proteção ao crédito. O levantamento mostra uma redução de nove pontos percentuais no número de empresas que conseguiram fazer uma reserva financeira entre 2015 e 2016, que passou de 20,9% para 11,6%.

“Mesmo que o Brasil ainda esteja no meio de uma crise econômica nesse começo de 2017, uma quantidade considerável de empresários está relativamente confiante com relação aos seus negócios. Isso é explicável pelo fato de que muitos deles acreditam que uma gestão eficiente de seu próprio negócio, com ajuste de estoques e do portfólio de produtos, além de criatividade, pode ajudá-los a enfrentar e driblar as dificuldades impostas pelo fraco ambiente econômico”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

48% das empresas fizeram cortes ou ajustes no orçamento em 2016

Seis em cada dez empresários (59,6%) acreditam que as demais empresas de seu segmento estão em condições semelhantes à sua. Quase a metade (48,1%) das empresas teve que fazer cortes ou ajustes no orçamento de 2016 e entre as principais medidas tomadas estão a demissão de funcionários (59,2%), corte na conta de telefone fixo ou celular (34,9%) e na conta de luz e/ou água (26,8%).

Entre as empresas que tiveram que demitir, a média foi de 2,5 funcionários. Outros 6% afirmam que ainda terão que demitir funcionários em 2017 e 18% ainda não se decidiram. Para realizar as atividades da empresa com uma quantidade menor de funcionários, 26,3% das empresas redistribuíram as atividades entre os outros membros da equipe. 25,0% afirmaram que houve redução da demanda de trabalho, e que não foi necessário redistribuir.

28% dos empresários adiaram os planos que tinham em 2016

Apenas 16,7% dos empresários conseguiram realizar todos os planos que tinham para 2016 e 27,4% realizaram parcialmente. Porém, 15,0% afirmam ter adiado os planos para 2017 e outros 12,8% por tempo indeterminado. Entre os projetos que as empresas conseguiram realizar, o ranking permaneceu igual ao da pesquisa de 2015: a compra de equipamentos (29,6%), o pagamento de dívidas (27,1%), o aumento das vendas (21,8%) e a realização de uma grande reforma (20,4%).

Entre os projetos que as empresas não conseguiram realizar, os destaques são não ter conseguido aumentar as vendas (38,4%), fazer uma grande reforma (30,0%), comprar equipamentos (21,2%) e ampliar a equipe de funcionários (17,2%). Os motivos alegados pelas empresas que não conseguiram realizar seus planos foram falta de recursos financeiros próprios (33,6%), a insegurança em gastar dinheiro e acabar não conseguindo pagar (30,7%) e o preço das coisas (22,1%) e dos juros de financiamentos (20,1%) terem ficado muito altos.