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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017


Sesi/PE dá dicas para população aproveitar o carnaval com saúde

O Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE) sabe que o carnaval é uma das festas mais esperadas por grande parte da população. Por isso, a entidade preparou algumas dicas para ajudar as pessoas a aproveitar a folia com ânimo e disposição nestes dias e garantir o bem-estar também depois do folguedo. As dicas podem ser acessadas pelo site www.pe.sesi.org.br e nas redes sociais da entidade. Confira abaixo:

  1. Evite o consumo de alimentos gordurosos como frituras e carnes com gordura aparente, pois tais alimentos são de difícil digestão.
  2. Cuide da sua hidratação antes, durante e depois. Água de coco e suco de frutas são boas pedidas para repor eletrólitos e alguns minerais perdidos no suor.
  3. Aplique protetor solar 15 minutos antes da exposição ao sol e reaplique-o a cada duas horas. Proteja sua pele dos raios ultravioletas.
  4. Evite o exagero na hora de consumir bebidas alcoólicas e não consuma de estômago vazio. Além de serem calóricas, elas aumentam as idas ao banheiro para urinar, o que pode elevar o risco de desidratação.
  5. Use camisinha! A maneira mais eficaz de se proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis.
  6. Para reduzir os efeitos da ressaca neste período, aumente o consumo de alimentos desintoxicantes como couve, laranja, cenoura, kiwi, morango.
  7. Não se esqueça de fazer uma boa alimentação antes de sair pra folia. Prefira o consumo de carboidratos integrais como pão integral, granola, aveia, arroz, etc. Eles fornecem energia por mais tempo, já que possuem uma absorção mais lenta.
  8. Bebidas energéticas quando consumidas em excesso podem acarretar problemas de saúde, já que há altas concentrações de cafeína e, quando associado ao consumo de álcool, os efeitos podem ser ainda mais perigosos.

Comunicado Feriado de Carnaval


A CDL Santa Cruz do Capibaribe comunica a todos os associados e comunidade em geral que a mesma estará fechada no período de Carnaval. Portanto, a CDL fecha às 18 horas da próxima sexta-feira (24) e reabre na quarta-feira (01) a partir das 14 horas. A CDL Santa Cruz do Capibaribe aproveita o momento para desejar um bom carnaval a todos e lembrar que bebida não combina com direção.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Sete em cada dez desempregados estão dispostos a ganhar menos do que o último emprego

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil

O Brasil ainda vive sua pior recessão dos últimos vinte anos e os impactos sentidos pela indústria, comércio e serviços resultam em uma taxa de desemprego que se aproxima dos 20%, levando em conta quem está sem trabalho e procura por emprego, quem tem empregos com poucas horas semanais ou aqueles que já desistiram da busca.

A pesquisa “O desemprego e a busca por recolocação profissional no Brasil”, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela ‘Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), investiga qual o perfil dos desempregados, os motivos que levaram ao desemprego, as consequências na vida familiar e as medidas adotadas para encontrar nova colocação no mercado. O estudo mostra que sete em cada dez desempregados (68%) estão dispostos a ganhar menos do que recebiam no último emprego, principalmente os homens (74%) e os que pertencem às classes C, D e E (70%).

As principais justificativas nestes casos são que o que importa atualmente é arrumar um emprego para pagar as despesas (29%) e que o importante é voltar ao mercado de trabalho (25%). Por outro lado, 32% não estão dispostos a receber menos, principalmente as mulheres (36%) e os que pertencem às classes A e B (44%), sendo a razão mais citada o fato de encararem o salário menor como regressão profissional (15%), seguido da possibilidade de ser difícil voltar ao patamar salarial que possuía antes (12%).

O levantamento revela que, considerando aqueles que participaram de ao menos uma entrevista desde que estão desempregados, 50% chegaram a recusar alguma proposta, sendo que 20% o fizeram porque a remuneração e/ou benefícios eram insuficientes, enquanto 10% alegam que o local era muito distante de casa.
A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL mostra o seguinte perfil dos entrevistados: 58% são do sexo feminino, com média de idade equivalente a 35,7 anos; 65% têm até o ensino médio completo, 89% pertencem às classes C, D e E e 55% têm filhos, sendo que destes 75% têm filhos com idade abaixo de 18 anos.

60% não estão sendo chamados para entrevistas de emprego
Em geral, o desemprego não é novidade para a maioria dos brasileiros ouvidos na pesquisa: 74% já passaram pela experiência de perder o emprego, sobretudo nas faixas etárias de 35 a 49 anos (84%) e acima de 50 anos (79%). Em contrapartida, 26% garantem nunca ter enfrentado o desemprego, aumentando para 33% entre os mais jovens. Praticamente metade dos entrevistados estão desempregados por um período que se estende por até seis meses (47%), sendo que a média de tempo chega a 12,2.
“Números como esses repercutem gravemente em todo o quadro social, pois menos pessoas trabalhando significa retração no consumo, aumento da inadimplência, impactos negativos no padrão de vida das famílias e, em geral, ampliação da recessão e resultados piores para a economia do país”, explica o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

A busca por um novo lugar no mercado de trabalho é praticamente unânime (94%), sendo que 80% estão procurando emprego atualmente e 14% estão recorrendo a outras formas de renda enquanto não conseguem a recolocação. Nove em cada dez entrevistados se sentem preparados para conseguir um novo emprego (93%), e somente 3% sentem não estar preparadas. O otimismo predominante decorre, principalmente, do fato de que 59% garantem possuir boa experiência profissional, além de terem preenchido cadastros em diversos sites de emprego (28%) e porque frequentemente leem jornais e visitam sites de emprego para ver vagas disponíveis (24%).

Um em cada cinco desempregados afirma estar buscando capacitação profissional para conseguir melhores oportunidades (21%), sobretudo os mais jovens (28%). Dentre estes, as áreas mais mencionadas são as de idiomas (9%), administração de empresas (6%), técnico de informática (5%), técnico em enfermagem (5%) e estética (5%). Já 75% admitem não estar em busca de capacitação profissional.

De qualquer modo, mesmo entre os que procuram aumentar sua empregabilidade, por meios de cursos e outras formas de capacitação, o cenário não é animador, uma vez que seis em cada dez entrevistados, no geral, afirmam que não estão sendo chamados para entrevistas de emprego (60%).

87% dos demitidos alegam motivos externos, em grande parte associados à crise econômica

A maioria das pessoas ouvidas já trabalhou anteriormente (97%) e somente 2% garantem nunca ter trabalhado. Considerando o último emprego, a forma de contratação mais usual foi CLT, com carteira assinada (59%), seguida pela contratação informal sem registro na carteira (13%), a contratação temporária (9%) e a terceirização com carteira assinada (8%).

Considerando a experiência de trabalho anterior, cinco em cada dez desempregados eram do setor de serviços (48%), seguido pelo comércio (34%), indústria (12%) e setor público (5%). Em 68% dos casos, o desligamento foi feito por demissão, mas outros 16% garantem ter pedido demissão e 14% alegam que foi feito um acordo.

Dentre os que foram demitidos, praticamente nove em cada dez (87%) alegam causas externas, principalmente ligadas à crise econômica vigente, como redução de custos por parte da empresa para lidar com os efeitos da crise (43%), diminuição nas atividades da empresa, resultando em mão de obra ociosa (15%) e fechamento da empresa (10%). Somente 7% falam em motivações pessoais, como resultados abaixo do esperado no trabalho (3%) e dificuldade de relacionamento com os colegas e/ou chefe (2%).

Levando em conta apenas os que pediram demissão, a principal razão apontada é a insatisfação com as atividades realizadas na empresa (19%), seguida da insatisfação com o salário (12%) e do desejo de mudar de carreira e/ou área de atuação (9%).

Perguntados sobre o tipo de oportunidade desejada pelos desempregados, 51% preferem os postos com carteira assinada, enquanto 32% mencionam qualquer vaga, independente do formato.

59% estão confiantes em conseguir emprego nos próximos 3 meses

Ainda que o tempo médio na condição de desempregados seja equivalente a mais de um ano, seis em cada dez entrevistados estão otimistas sobre a possibilidade de encontrar emprego os próximos 90 dias (59%). Em média, os respondentes acreditam em resolver essa situação nos próximos 4 meses.

Levando em conta a expectativa para conseguir emprego nos próximos três meses, 58% se mostram confiantes, pois são bons profissionais e acreditam que tudo dará certo. Em contrapartida, 28% estão desanimados, seja porque não têm visto muitas vagas disponíveis no mercado (21%), seja porque estão fazendo entrevistas, mas não conseguem vaga (7%).

Para Pellizzaro, embora muitos brasileiros se sintam prontos para voltar ao mercado de trabalho, o fato é que não parece haver vagas disponíveis para absorver todo esse contingente. “A questão não passa apenas pela qualificação, e sim pela fragilidade atual da economia brasileira, que não oferece as condições necessárias para que sejam criados novos empregos”, afirma. “Para 2017, a expectativa é de um cenário econômico melhor do que em 2016, mas a recuperação deve se tornar mais sólida apenas no segundo semestre. Sendo assim, a expectativa é de que os dados de desemprego ainda mostrem alguma piora no primeiro semestre do ano, antes de demonstrar algum alento na segunda metade do ano”, explica o presidente.

37% dos desempregados que não moram sozinhos eram os principais responsáveis pelo sustento da casa

Além de investigar o perfil e o comportamento dos desempregados na busca por uma recolocação, a pesquisa aprofundou a análise em relação àqueles que não moram sozinhos para entender o impacto do desemprego no contexto familiar. Para isso, algumas perguntas foram focadas nos desempregados que não moram sozinhos: 35% deles garantem que há pelo menos mais uma pessoa sem trabalho na casa onde vivem. Ao mesmo tempo, 79% dos respondentes garantem conhecer alguém próximo que perdeu o emprego ou foi obrigado a fechar a empresa nos últimos três meses.

A pesquisa mostra ainda que 92% desses desempregados ouvidos contribuíam financeiramente para as despesas da casa, sendo que 37% eram os principais responsáveis (aumentando para 52% entre os homens, 56% na faixa etária acima de 50 anos e 39% entre às classes C, D e E) e 55% contribuíam, mas não eram os principais responsáveis.

Cerca 17% dos desempregados que moram com outras pessoas e que contribuíam com o sustento da casa afirmam que a perda do trabalho gerou conflitos na família, principalmente discordâncias sobre as despesas da casa (12%) e brigas por causa de dinheiro na hora de dividir as contas (8%). Já uma em cada cinco pessoas ouvidas garante que o desemprego motivou outras pessoas da casa, que antes não trabalhavam, a trabalhar ainda que fazendo bicos (21%). Em casos mais agravantes, 4% destes entrevistados afirmaram que após a perda do emprego algum integrante da família precisou interromper os estudos para trabalhar e ajudar nas despesas.

“Os efeitos nocivos do desemprego na vida das famílias acabam forçando as pessoas a buscar fontes alternativas de renda. Em tempos de recessão e desemprego acentuado, como este que o país atravessa, as pessoas são obrigadas a se adaptar, pois mesmo cortando gastos, há muitas contas que precisam ser pagas”, relata o presidente do SPC Brasil.

Para Pellizzaro, é natural que outros integrantes da família procurem formas de obter renda, mas o problema é que as oportunidades de trabalho são escassas e o desânimo dos empresários faz com que poucos considerem oferecer novos empregos: “É preciso, urgentemente, reverter esse quadro – o que passará pela melhora da economia e retomada do crescimento, fazendo com que o empresariado volte a acreditar no país. Além disso é necessário que algumas reformas que ajudam a destravar a economia sejam aprovadas, com destaque para a reforma da previdência e a reforma trabalhista”, conclui.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Saiba como investir o dinheiro do FGTS inativo

Fonte: Agência Brasil

Mais de 30 milhões de trabalhadores devem buscar a Caixa Econômica Federal para sacar recursos de contas inativas do FGTS a partir do próximo mês. Só terão direito ao saque aqueles com contratos de trabalho finalizados até 31 de dezembro de 2015 e que não tenham sacado o benefício. Segundo a Caixa, há 49,6 milhões de contas nessa situação – 95% delas com valores até R$ 3 mil e 5% com valores superiores a R$ 3 mil. Com o recurso em mãos, surge a dúvida: o fazer com esse dinheiro?

A primeira dica, na avaliação de especialistas ouvidos pela Agência Brasil, é ser prático e pagar ou diminuir o saldo de dívidas. “Como o brasileiro médio está endividado, é preciso regularizar essa situação, a recomendação é quitar a sua dívida, se possível, ou adiantar parcelas a vencer para diminuir os juros e encargos”, aconselha o professor do departamento de ciências contábeis e atuariais da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Bocaccio.

Segundo ele, em geral, as pessoas tendem a usar esse dinheiro para necessidades de consumo imediato. No entanto, o especialista aconselha que após quitar as dívidas e suprir necessidades básicas, o ideal “seria aplicar a parte que sobrar em algum investimento com a remuneração mais elevada do que a do FGTS”.

Investimentos

Para o professor, se a necessidade de consumo for alta, o melhor é investir em algum bem durável, de médio e longo prazo, porque usando o dinheiro para consumo imediato, ele se esvai. “É importante que a pessoa se lembre que o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) foi criado para garantir um socorro lá na frente, para o beneficiário ou seus dependentes. Então, é essencial que esse valor seja bem utilizado em uma capitalização ou em bens duráveis”, explica.

>> Saiba o que fazer para sacar o dinheiro do FGTS inativo

Bocaccio acredita que aqueles que vão receber uma quantia mais alta possivelmente já têm investimentos e podem aplicar o valor do FGTS inativo de acordo com o seu perfil. “Para quem quer correr os riscos, investir em renda variável, como bolsa de valores, é aconselhável, mas isso exige cuidado, pesquisa e sangue frio”, diz o especialista.

Já para os conservadores, ele sugere a aplicação em renda fixa ou no Tesouro Direto. “No caso do Tesouro Direto, a pessoa vai escolher de acordo com a remuneração e prazo do investimento. Essas opções não exigem tanta pesquisa e acompanhamento sistemático, são mais fáceis de se fazer”, exemplifica Bocaccio.

O economista Carlos Alberto Ramos avalia que, em geral, a quantia que as pessoas vão receber é muito baixa e a taxa de juros no Brasil, muito alta. “Em termos de lógica econômica, se alguém vai receber o dinheiro e tem dívida, o ideal é pagar essa dívida”, afirma.

Ramos pondera que, como a taxa de emprego está baixa no país, é possível também que parte dos beneficiados estejam desempregados e queiram consumir alguns bens básicos. “A prioridade é quitar as dívidas ou diminuir o valor da dívida. É muito difícil se fazer algum investimento com esse dinheiro, porque as pessoas que vão receber o FGTS, nessas condições, são pessoas de renda média ou baixa, que dificilmente poupam. Não faz muito sentido também investir um dinheiro em uma aplicação que possivelmente tem o rendimento menor do que o juros da dívida da pessoa”, avalia.

Benefício

Os valores das contas inativas estarão disponíveis para saque até o dia 31 de julho. Depois dessa data, o trabalhador deverá se enquadrar nas opções tradicionais de saque (como aposentadoria ou aquisição de moradia própria, por exemplo) para receber os valores.

O FGTS, na prática, funciona como seguro nos casos de demissão sem justa causa, mas também como uma espécie de poupança. Trata-se de um depósito mensal que toda empresa faz para os funcionários contratados pelo regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Capacitação Criativa e Inovadora

A CDL de Santa Cruz do Capibaribe precisa saber qual dos cursos abaixo você tem interesse em fazer. Essa pesquisa visa levantar dados sobre os seus interesses e de acordo com a sua resposta, a CDL irá viabilizar o desenvolvimento dos cursos. Portanto, pedimos a sua gentileza de responder a pesquisa abaixo.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Votos de pesar



A CDL de Santa Cruz do Capibaribe vem a público se solidarizar com a família Arruda, conhecida pelo Cartório Arruda de Santa Cruz do Capibaribe, em função do falecimento de Dona Fernanda, que tanto contribuiu para o desenvolvimento da cidade, através do notável trabalho a frente do Cartório Arruda. À toda família e amigos, queremos levar nossos votos de profundo pesar.

Produtores de algodão do Mato Grosso conheceram o potencial de negócios do Moda Center Santa Cruz

Gestores do Moda Center Santa Cruz receberam na manhã desta quinta-feira (16), uma comitiva de integrantes da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa). O grupo formado pelos empresários Alexandre Scheffer, Eraí Maggi e Décio Tocantins (respectivamente presidente, vice-presidente e diretor da instituição) estava acompanhado de Ricardo Tomczir, titular da pasta de Desenvolvimento Econômico daquele estado, que responde por mais de 60% do plantio desta lavoura em território nacional.

A missão veio conhecer o polo têxtil pernambucano e analisar a cadeia fabril relacionada a ele. Após ser apresentada aos números e à gigantesca estrutura do parque, o grupo saiu impressionado com o maior centro atacadista de confecções do país, localizado em Santa Cruz do Capibaribe.

“Estamos analisando os principais consumidores do algodão mato-grossense. Fiquei surpreso com o comércio na região. Souberam aproveitar bem a oportunidade e fazer a transformação da economia. Isso acaba estimulando o produtor do nosso estado a vir em busca desse mercado”, falou Ricardo Tomczir.

Eraí Maggi enfatizou o interesse da Ampa em estabelecer negócios com o empresariado local. “Nossa visita tem como objetivo estreitar as relações comercias entre nosso estado e o Nordeste para que possamos fazer competividade frente ao algodão importado. Pretendo voltar para podermos amarrar os laços do mercado local com a economia mato-grossense”, destacou. Ele antecipou que pretende trazer o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Maggi para conhecer o potencial de negócios da região.

“Ficamos satisfeitos em receber a missão para mostrar um modelo de empreendedorismo que surgiu da necessidade de subsistência de um povo para compensar a falta de chuvas, por isto a agricultura inexiste na região. Com o passar do tempo percebeu-se a necessidade de organizar o comércio de confecções da nossa cidade e nasceu o Moda Center Santa Cruz. A região dispõe do que há de mais moderno no setor tanto em matéria-prima como em maquinário. Geramos cerca de 150 mil empregos e produtores de 54 cidades em um raio de 300 quilômetros vendem seus itens no nosso empreendimento”, afirmou Valmir Ribeiro, conselheiro consultivo do centro atacadista.

As informações de Ribeiro foram complementadas pelo consultor do Sebrae-PE que acompanhou a caravana ao parque, Romero Sobreira de Carvalho. “Santa Cruz do Capibaribe é uma cidade precursora no polo de confecções e a maior consumidora de produtos têxteis na região, portanto é importante conhecerem a evolução e as etapas do processo”, enfatizou.


Benefícios CDL - A importância de se fazer um curso de idiomas

Falar uma segunda língua, nos dias de hoje, é quase uma obrigatoriedade imposta pelas empresas que estão em busca de bons profissionais. Há alguns anos, falar inglês era um grande diferencial competitivo, mas hoje a coisa é um pouco diferente. Muitos processos de seleção para empregos e programas de trainee acabam por exigir que o candidato fale inglês quase que como a sua língua principal, aquela que você aprende desde pequeno.

O que sem dúvida alguma complica a vida de pessoas que ainda nem pensaram em iniciar um curso de idiomas. E quando a empresa exige o espanhol ou francês como “segunda” língua, além do inglês, o que fazer? Desespero na certa!


Parceria CDL e Wizard
Através de uma parceria que a CDL Santa Cruz do Capibaribe firmou com a escola de idiomas Wizard, os associados têm descontos para fazer um curso de idiomas. Confira as vantagens de ser associado!


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

CDL realiza lançamento da 3ª Edição do Moda e Negócios

O lançamento da 3ª Edição do Projeto Moda e Negócios da CDL Santa Cruz do Capibaribe, promovido através da Câmara Setorial de Representantes da Confecção, foi lançado na noite da última quinta-feira (09), no Teatro Municipal. O projeto visa promover um ambiente de negócios onde todos os agentes da cadeia de vestuário do Polo de Confecções do Agreste pernambucano possam mostrar seus produtos com criatividade e profissionalismo, através de exposição de showroom. Sempre valorizando a cultura empreendedora e visando o fortalecimento do associativismo através da Câmara Setorial dos Representantes Comerciais de Confecções e da cooperação entre as empresas da cadeia produtiva do setor de confecções.

Na oportunidade, os empresários da confecção já puderam escolher a localização dos seus estandes. Toda apresentação foi feita pelo Consultor Antônio Sérgio. O evento contou com a participação de vários membros da Câmara Setorial, do Presidente da CDL, Valdir Oliveira, que ressaltou a importância do evento. “Este ano a nossa expectativa é de gerar 15 milhões em vendas e eu não tenho dúvidas de que estamos preparados para este grande evento. Nós da CDL ficamos entusiasmado em poder fomentar um evento como este para os empreendedores da nossa cidade e da região, pois isso ajuda ao desenvolvimento do município, gerando emprego e renda”, pontuou.

Os empresários presentes ao evento já puderam fazer as suas adesões dos estandes. Por ordem de chegada, os mesmos já escolheram o estande e assinaram o contrato. A empresária Maria Luiza, da empresa Mimi Deluxe, ressaltou a satisfação de participar de mais um evento. “Esta é a quinta vez que eu participo de rodadas de negócios, estou nesse evento desde a primeira edição  e quero ressaltar a importância dos representantes para o sucesso desse evento, porque eles nos dão total apoio”, explicou.


Ainda restam alguns estandes para negociação e os interessados podem entrar em contato com a CDL, pelo telefone (81) 3731-2850. O evento está previsto para acontecer de 26 a 28 de julho, em Santa Cruz do Capibaribe.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Capacitar para crescer: Donos de Bares, restaurantes, pizzarias e hotéis conhecem proposta de capacitação na CDL

 
Com o objetivo de promover um ambiente de negócios do turismo, da cultura e do artesanato, de modo a valorizar a vocação e o potencial existente na região, por meio do fortalecimento e da comunicação entres os elos complementares destas cadeiras, o SEBRAE, através da Consultora Marisete Bento, esteve na sede da CDL, em Santa Cruz do Capibaribe, para apresentar uma proposta diferenciada de trabalho com proprietários de Bares, restaurantes e hotéis da cidade.

O encontro foi articulado pela entidade lojista, através da secretária executiva, Katyane Amaral e do presidente, Valdir Oliveira, que pontuou a importância da reunião. “Um dos principais fatores é promovermos esse fortalecimento desses segmentos de serviços, a fim de que possamos ofertar melhor comodidade e bom atendimento ao nosso cliente, que chega em nossa cidade para apreciar a nossa cultura econômica”, explicou.


A CDL visa com isso, desenvolver novas ações que atendam as demandas dos empreendedores desses segmentos. 



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

É hoje


Inflação é a menor para os meses de janeiro em quase quatro décadas

Fonte: Agência Brasil

A inflação oficial do país fechou janeiro de 2017 com a menor alta para os meses de janeiro de toda a série histórica iniciada em 1979 – ou seja, em quase quatro décadas.

A constatação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (8), no Rio de Janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): 0,38%.

No entanto, em janeiro deste ano a taxa subiu 0,8 ponto percentual em relação a dezembro de 2016, ao passar de 0,3% para 0,38%. É, porém, 0,89 ponto percentual inferior ao apurado em janeiro do ano passado: 1,27%.

Com o resultado de janeiro deste ano, a inflação acumulada pelo IPCA nos últimos 12 meses é de 5,35%, ficando 0,94 ponto percentual abaixo dos 6,29% apurados nos 12 meses encerrados em dezembro de 2016.

Os dados do IBGE indicam, ainda, que a alta de janeiro deste ano foi puxada pelas tarifas de ônibus, que, pressionadas pela alta dos combustíveis (1,28%), subiram 2,84%, liderando o ranking dos principais impactos individuais, com 0,07 ponto percentual para a taxa global do mês. Item importante nas despesas do consumidor, os ônibus urbanos têm expressiva participação de 2,61% na formação do IPCA.

Com a alta das tarifas dos coletivos, o grupo transportes apresentou a mais elevada variação na composição de grupo (0,14%). Segundo o IBGE, a alta de 1,28% dos combustíveis teve forte influência na elevação dos preços do litro do etanol que subiu 3,1% - pressionando o grupo - enquanto o litro da gasolina aumentou 0,84%.

Mesmo assim, o grupo Transportes - apesar da variação mais elevada - apresentou forte desaceleração na taxa de crescimento de preços de dezembro para janeiro, ao passar de 1,11% para 0,77%. Isto se deve, principalmente, às passagens aéreas, que foram de 26,29% em dezembro para uma deflação (inflação negativa) de 7,36% em janeiro.

Alimentação e bebidas têm forte aceleração

Os grupos Alimentação e Bebidas e Habitação também acusaram forte aceleração entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017 e contribuíram para que o IPCA fosse de 0,3% para 0,38% de um mês para o outro. No caso de Alimentação e Bebidas, a taxa passou de 0,08% para 0,35%, e o de Habitação saiu de uma deflação de 0,59% para uma inflação de 0,17%.

No grupo Habitação, a queda nas contas de energia elétrica foi menos intensa. Em dezembro, as contas ficaram 3,7% mais baratas, o principal impacto para baixo. Isto devido ao fim da cobrança do adicional de R$ 1,50 da bandeira amarela. Já em janeiro, a queda foi de 0,6% e se deve à redução do Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) na maioria das regiões analisadas.

A pesquisa do IBGE indica que apenas os grupos Artigos de Residência, com deflação de 0,1%, e de vestuário (-0,36%) apresentaram quedas de preços entre dezembro e janeiro.

Os números por regiões

Entre as 13 regiões pesquisadas pelo IBGE, sete apresentaram taxas acima da média nacional do IPCA de 0,38% verificada em janeiro.

O principal destaque foi Brasília, cujo índice caiu de 1,2% para 0,72%, de dezembro para janeiro, mas foi a mais alta taxa do país, com um resultado que chegou a ser 0,34 ponto percentual superior à média do IPCA do mês. Em seguida, aparecem Vitória, com IPCA de 0,69%, e Salvador (0,67%). No Rio de Janeiro, a taxa variou 0,4%.

Entre as seis regiões que fecharam com taxas menores do que a média nacional, o destaque principal ficou com a região metropolitana de Porto Alegre, a menor do país: 0,18%. Em São Paulo, a taxa variou 0,23%.

O IPCA é a inflação oficial do país e serve de parâmetro para o plano de metas do governo federal, cujas bandas fixadas pelo Banco Central variam entre 3,5 e 6,5%. Calculado pelo IBGE desde 1980, o índice abrange famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e envolve dez regiões metropolitanas do país, além de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Inflação em baixa

Na avaliação da coordenadora de Índices de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, o recuo da demanda em razão das altas taxas de desemprego e da dificuldade de crédito é fundamental para que as taxas de inflação se mantenham em níveis relativamente baixos, se comparados ao ano de 2015.

Para ela, a conjuntura não mudou e o perfil do comportamento dos preços neste início de ano se manteve semelhante aos de 2016, em particular, a partir da segunda metade do ano.

“O perfil dos últimos meses do ano passado e deste início do ano, com desemprego em alta, dificuldade de crédito e elevadas taxas de juros, tem feito os preços recuarem e, em alguns casos, levando até mesmo à redução da margem de lucro em razão do comportamento do dólar”, disse.

Para Eulina, “o recuo da demanda tem sido fundamental para que a gente esteja tendo hoje taxas de inflação bem mais baixas do que há alguns anos. A conjuntura não mudou: há um esboço de recuperação em alguns setores da indústria, mas não há resposta em termos de venda e o contexto ainda é de pouca grana”, afirmou.

A coordenadora entende que os perfis dos dois índices (dezembro e janeiro) são mais ou menos parecidos, com os preços sendo influenciados pela demanda.

Quanto ao resultado de alta de janeiro (0,38% contra 0,3% de dezembro do ano passado) ele foi influenciado pela diferença exercida pela pressão das passagens dos ônibus urbanos, uma vez que os transportes são responsáveis por uma parcela significativa das despesas das famílias e janeiro concentra reajustes em algumas regiões do país. Soma-se a isso os alimentos, cujos preços pesam mais e têm maior impacto nas despesas das famílias - e alguns itens aumentaram bastante, argumenta.

A técnica do IBGE avalia que, em fevereiro, o IPCA ainda sofrerá o impacto pontual dos reajustes das mensalidades escolares “que também pesam muito e causam impacto no orçamento das famílias. Haverá ainda resquícios dos reajustes das tarifas de ônibus que ainda vão aparecer em menor escala no índice do próximo mês”, finaliza.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Parabéns

 
Quem comemorou idade nova foi a nossa colaboradora Kelly Daiane, ela que é assistente administrativa da CDL Santa Cruz do Capibaribe e recebeu os parabéns de todos os colaboradores da entidade, em uma festividade na tarde de ontem (07). À Kelly, todos nós que fazemos a CDL desejamos votos de muita saúde, paz e harmonia, por todos os cantos onde ela estiver. Parabéns!

Projeto “Bichos da Caatinga” é destaque no Jornal Nacional

Gostar da natureza e transformar esse gostar em projeto de vida é um dos desafios enfrentado pelo grupo de amigos Pablo Ricardo, Gustavo Bezerra, Fábio Lopes, Professor Arnaldo Viturino e Bruno Bezerra, este último, coordenador do Projeto “Bichos da Caatinga”, que tem como inspirar as pessoas a cuidar da natureza através do único bioma exclusivamente brasileiro: a Caatinga.

O projeto já existe há um bom tempo e tem surtido efeitos muito positivos. A Fanpage do projeto registra imagens muito bonitas de animais da Caatinga, que mesmo em meio a seca, resistem em seu habitat natural.


De acordo com Bruno Bezerra, coordenador do Projeto, o trabalho é uma mistura de satisfação, cuidado e desafio em preservação do meio ambiente. “A luta da sobrevivência desses animais é algo que tem tocado a gente. A imagem do puma com o focinho sujo de lama retrata muito bem isso, retrata a dureza que é sobreviver nesse bioma. Estamos acostumados com um, dois anos sem água, mas estamos indo para o sexto ano consecutivo de seca”, afirmou Bruno Bezerra, em reportagem do Jornal Nacional.

Para assistir a matéria do Jornal Nacional, clique aqui!

Benefícios CDL - Qual a importância de ter um plano de saúde?

Em nosso país muitas pessoas não têm um plano de saúde por acharem que não há necessidade. Mas, só vão ver a verdadeira importância quando precisam de um atendimento médico ou algo referente a saúde, pois é aí que se lamentam por não terem um. Ter um plano de saúde, principalmente hoje em dia, é sinônimo de maior segurança ao associado e toda sua família, pois garante a todos um atendimento de maior qualidade no momento de precisão, assim como descarta a hipótese de ter de ficar esperando por meses uma consulta e ainda mais para realizar um exame.
Os planos de saúde na vida de uma pessoa são de suma importância, pois hoje como há muito tempo, o atendimento da saúde pública em nosso país é bastante precário, infelizmente. Por conta disso, é que muitas pessoas estão morrendo em filas de hospitais a todo o momento, sem ao menos ter a oportunidade de saber o que realmente tinham e sem o direito de um tratamento digno. Já com o auxílio de um plano de saúde o atendimento é muito mais rápido e ainda oferece mais opções do local de atendimento. Ter um plano de saúde ainda nos traz maior tranquilidade na hora de realizar tratamentos médicos, pois esses são bastante custosos, e não é sempre que estamos preparados financeiramente para arcar com essas despesas em um momento de emergência.
A CDL Santa Cruz do Capibaribe oferece esse benefício para quem é associado. Para isso, basta se associar, entrar em contato com uma das Consultoras Comerciais da Unimed e ver o percentual de desconto que você poderá obter! Mais informações: (81) 3731-2850.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Estudante santa-cruzense ainda no ensino fundamental passa em vestibulares e vai cursar odontologia


O estudante Artur Bezerra de Farias é aluno do Escola Construindo o Saber e está apenas no 9º ano do Ensino Fundamental, mas conseguiu um feito que poucos conseguem. O fera passou em dois vestibulares em faculdades da região, sendo para administração na FAVIP e em Odontologia da Maurício de Nassau.


O mesmo fez o Enem, ficou com uma nota excelente e conseguiu o certificado de ensino médio, para poder cursar odontologia, curso escolhido pelo mesmo. Para a gestora da Escola Construindo o Saber, a aprovação do aluno é motivo de muito orgulho. “Enfim Artur vai direto do Ensino Fundamental da nossa escola sem cursar o Ensino Médio, para a faculdade. Isso nos mostra que estamos no caminho da excelência em educação. Nós que fazemos a ESCOLA CONSTRUINDO SABER estamos muito felizes com esse resultado”, finalizou.

Representantes da CDL integram comitiva que discute implantação do Expresso Cidadão da Moda em Santa Cruz do Capibaribe

Representantes de entidades de Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru voltaram a se reunir com dirigentes da Receita Estadual, a fim de retomar as discussões sobre a implantação do Expresso Cidadão da Moda em Santa Cruz do Capibaribe, Caruaru e Toritama. Estiveram presentes o presidente da CDL de Santa Cruz, Valdir Oliveira e o Diretor de de Desenvolvimento e Empreendedorismo da CDL de Santa Cruz do Capibaribe, Bruno Bezerra, assim como representantes de outras entidades, a exemplo de Allan Carneiro, síndico do Moda Center e ainda de outras entidades.

De acordo com o diretor de Desenvolvimento e Empreendedorismo da CDL de Santa Cruz do Capibaribe, Bruno Bezerra, a reunião faz parte da retomada do grupo de trabalho formado com a equipe da Secretaria da Fazenda de Pernambuco e representantes do ambiente de negócios do Polo de Confecções e Empreendedorismo do Agreste Pernambucano. “O foco agora é a concepção e estruturação do Expresso Cidadão da Moda. Uma estrutura que trará um expressivo ganho de competitividade para o Moda Center Santa Cruz, bem como para o polo de confecções, e ainda cidadania empreendedora para compradores e vendedores, explicou Bruno Bezerra.


O grupo de trabalho deve voltar a se reunir no dia 9 de março, data marcada para as entidades apresentarem sugestões para definição do modelo de operação do Expresso Cidadão da Moda.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Qualificação para crescer na profissão

Você sabia que fazendo um curso de oratória sua vida melhora consideravelmente, tanto pessoal como profissional? É verdade, porque tudo em nossa vida parte do processo de comunicação e, por isso, é de suma importância que saibamos nos comunicar bem.

Para o lado profissional, o colaborador, quando tem uma boa comunicação, ele passa a atender melhor o seu cliente e, consequentemente, a sua empresa passa a lucrar mais, a partir do processo de vendas.

Venha fazer um curso com a qualidade que só a CDL pode oferecer. Com certificado e garantia de melhoria para a vida profissional do seu colaborador. Mais informações: (81) 3731-2850 – falar com Taynara Azevedo, consultora de eventos da CDL.

Colaboradora CDL


CDL parabeniza aos sócios aniversariantes do mês de fevereiro


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Meirelles diz que país deve sair da recessão no primeiro trimestre

Fonte: Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (1º) que a economia brasileira deverá sair da recessão ainda no primeiro trimestre de 2017 e que deve registrar crescimento de aproximadamente 2% no quarto trimestre deste ano em relação aos últimos três meses de 2016.

“A nossa expectativa é que, sim, sai da recessão, significando que [a economia do país] crescerá a uma taxa moderada no primeiro trimestre, mas já entra em uma trajetória de crescimento durante o ano e, consolidando isso, nós teremos um crescimento”, disse o ministro em evento organizado pelo banco de investimento Credit Suisse na capital paulista.

Segundo Meirelles, a expectativa do governo é que a recuperação da economia ocorra sem o  “padrão voo de galinha”, de altos e baixos acentuados. “[A expectativa é] o Brasil, durante o correr do ano, entrar em uma rota de crescimento sustentado e sustentável, que significa o seguinte: é importante que nós possamos de fato nos livrar de uma vez por todas desse padrão voo de galinha, o Brasil crescer alguns anos e depois cai o crescimento e entra em uma recessão”, disse.

Para o ministro da Fazenda, o ajuste fiscal e as reformas que estão sendo implementadas pelo governo farão com que o país consiga evitar ciclos acentuados de melhora e queda do desempenho da economia. “Temos que entrar em uma rota de crescimento estável. Tem ciclos econômicos, é normal, é inevitável, mas sair desse padrão de ciclos acentuados de crescimento e queda. E isso vem como resultado da evolução na solução dos problemas fundamentais, do ajuste fiscal”, destacou.

Aos investidores, Meirelles disse que a retomada econômica já é perceptível e que os resultados de desempenho de diversos setores já começam a mostrar que o país está saindo da recessão. “Tirar o Brasil desta crise é fundamental e isso já está acontecendo. Diversos setores já começaram a crescer em dezembro. Automóvel já cresceu, também transporte pesado, relacionado a isso, pedágio de transporte pesado nas rodovias e pedágio de transporte leve. A produção industrial cresceu no mês de dezembro, o que significa que o país já está em um processo de retomada.”

Inflação

Sobre a inflação, Meirelles disse que o índice tende a cair no longo prazo como resultado das reformas promovidas pelo governo, que impedem a expansão fiscal. Ele ressaltou que a economia brasileira vem mostrando mais eficiência e maiores índices de produtividade.

“A questão de segurança jurídica de diversas atividades está sendo endereçada, e também essa questão toda de eficiência e produtividade da economia. Quer dizer, tudo isso faz com que a tendência, a longo prazo, seja uma queda da taxa de juros estrutural da economia e também uma queda da inflação. Não há dúvida de que o Brasil está caminhando para a normalidade”, acrescentou.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Planejamento que ajuda a cidade a crescer

As diretoras da Câmara Setorial de Engenheiros e Arquitetos da Construção Civil, da CDL de Santa Cruz do Capibaribe, estiveram reunidas esta semana para planejar ações que vão impactar de forma positiva para o desenvolvimento da Capital das Confecções.


Ações estas que serão implantadas no intuito de favorecer a cidade como um todo. Participaram da reunião, a coordenadora Priscilla Jataí, Sodiége Siqueira, Kalline Aragão e Josenice Neves, além da executiva da CDL, Katyane Amaral.